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Projetando espaços de escritório para o foco na era do trabalho híbrido

Sem espaços dedicados à concentração individual — um elemento crucial para uma colaboração eficaz —, até mesmo a ideia mais brilhante perde o brilho. O escritório precisa, de fato, equilibrar a conectividade e o espaço pessoal de forma primorosa, permitindo que os/as profissionais transitem entre as tarefas sem atritos. Cabines como as hushFree.XS, hushFree.S.Hybrid e hushFree.S fazem parte dessa abordagem, formando juntas um trio de cabines individuais que atende à maior parte das necessidades de espaços de trabalho individuais no escritório.

As cabines hushFree.XS, hushFree.S.Hybrid e hushFree.S funcionam como um sistema completo, garantindo que os/as profissionais tenham as condições adequadas para um trabalho individual produtivo ao longo do dia, revelando-se ferramentas valiosas para arquitetos/as no desenvolvimento de projetos que atendam plenamente às variadas necessidades dos/as colaboradores/as. Cabines como essas tornam-se refúgios de alto padrão para chamadas focadas, espaços surpreendentemente imersivos para videoconferências e verdadeiras bolhas de concentração profunda.

As cidades podem ser totalmente planejadas? O papel oculto da espontaneidade

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O que é melhor: uma cidade planejada do zero ou uma que se forma espontaneamente? No imaginário popular, existe a crença de que, se uma cidade foi planejada desde o início, ela deve ser melhor ou mais organizada que as outras. Na prática, contudo, isso não garante o sucesso de uma cidade.

Cidades como Tamansourt, no Marrocos, Songdo, na Coreia do Sul, e a King Abdullah Economic City, na Arábia Saudita, servem de alerta sobre o planejamento de novas cidades do zero que, posteriormente, enfrentam dificuldades para atrair o número esperado de moradores. Esses projetos demandaram investimentos significativos (tanto operacionais quanto financeiros) em desenho urbano, espaço e infraestrutura, mas negligenciaram as razões econômicas fundamentais pelas quais as cidades existem.

A Evolução do Modernismo na Arquitetura Asiática: Figuras-Chave e Projetos Emblemáticos

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O modernismo na arquitetura surgiu no início do século XX, impulsionado pelos avanços da ciência e da engenharia e por um distanciamento deliberado dos estilos históricos. O movimento defendia o foco na equidade social, no desenvolvimento urbano, na eficiência e no design funcional, marcando uma mudança significativa na filosofia arquitetônica. Com origem principalmente na Europa e nos Estados Unidos, o modernismo cativou a imaginação global com sua redefinição inovadora do espaço e da arquitetura. Sua disseminação pela Ásia foi facilitada por intercâmbios culturais — arquitetos/as do Leste Asiático que estudaram com modernistas de destaque e arquitetos/as europeus/ias que trabalharam no Leste Asiático por meio de colaborações internacionais ou sob influências do período colonial.

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Projetando além da fórmula: conheça as obras do 5468796 Architecture no Canadá

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Fundado em Winnipeg, Manitoba, em 2007 por Johanna Hurme e Sasa Radulovic, e logo em seguida integrado por seu terceiro sócio, Colin Neufeld, o 5468796 Architecture estabeleceu-se como um escritório de arquitetura cujos primeiros trabalhos exploraram o estado atual da habitação na América do Norte. O estúdio canadense funciona como um coletivo de cerca de 20 designers que priorizam o valor coletivo das ideias em detrimento da autoria individual.

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Cura através do design: a história por trás do Sanatório de Paimio, de Alvar Aalto

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No início do século XX, a tuberculose representava um desafio significativo de saúde pública em toda a Europa, motivando a construção de instalações especializadas para a recuperação de pacientes. O Sanatório de Paimio na Finlândia destaca-se como um exemplo pioneiro do potencial da arquitetura para promover a cura. Projetado por Alvar Aalto entre 1929 e 1933, o sanatório combinava princípios de design inovadores com uma profunda compreensão das necessidades humanas, estabelecendo novas referências para a arquitetura de saúde.

Alvar Aalto, figura de destaque na arquitetura modernista, concebeu o Sanatório de Paimio como algo além de uma simples resposta funcional a uma crise médica. O arquiteto criou um espaço onde a arquitetura se transformava em um instrumento de cuidado, integrando luz natural, ventilação e formas harmoniosas para apoiar o bem-estar físico e emocional. Este projeto marcou um ponto de virada na carreira de Aalto, demonstrando sua habilidade de harmonizar ideais modernistas com uma profunda sensibilidade ao contexto e à experiência humana.

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Mobilidade urbana como sistema: de cidades centradas no carro a cidades centradas nas pessoas

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Em meio às artérias congestionadas de Los Angeles, onde os carros há muito dominam as ruas, o futuro da mobilidade urbana está sendo questionado. Essa reorientação não visa à simples remoção dos carros ou à introdução de novas tecnologias, mas a vislumbrar a cidade como um sistema integrado no qual pessoas, lugares e veículos coexistam em equilíbrio. Os automóveis já não são o centro inquestionável da vida urbana; em vez disso, passam a ser tratados como apenas um componente de uma rede de transporte multimodal mais ampla. O design agora busca priorizar as necessidades e experiências humanas em detrimento do domínio dos veículos.

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Entrevista exclusiva: WOHA sobre o campus da Universidade BRAC, premiado pela Fundação Holcim – Uma referência em arquitetura sustentável

Nas últimas duas décadas, o Holcim Foundation Awards destinou US$ 20 milhões para destacar projetos transformadores desenvolvidos por profissionais de arquitetura, design e engenharia que lideram práticas pioneiras de design e construção sustentável. Para registrar essas trajetórias, a Fundação lançou uma série de curtas-metragens intitulada Words with Winners.

A série oferece um olhar aprofundado sobre projetos premiados de design sustentável por meio de entrevistas exclusivas com suas equipes de criação. O primeiro filme apresenta o campus da Universidade BRAC, concluído recentemente em Dhaka, e traz uma entrevista exclusiva com Wong Mun Summ, arquiteto/a líder e cofundador/a do WOHA, escritório de Singapura especializado em construções verdes.

Arquitetura no Equador: 16 projetos enraizados no território, no ofício e na prática coletiva

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Entre os Andes, a costa e a Amazônia, a arquitetura do Equador evoluiu como um reflexo de sua geografia em camadas, um lugar onde clima, topografia e cultura se encontram. Ao longo do território, a arquitetura tem sido um ato de adaptação: das tradições vernáculas enraizadas no trabalho coletivo e nos materiais locais às influências coloniais e modernistas que redesenharam suas cidades. Essa diversidade gerou sistemas construtivos distintos, de estruturas de bambu e cana na costa a construções de terra e pedra nos Andes, formando um acervo de design adaptativo que continua a influenciar a prática contemporânea.

Contudo, na última década, a arquitetura equatoriana passou por uma transformação silenciosa, mas profunda. Novos programas acadêmicos e referências internacionais estimularam uma conscientização crescente sobre o clima e a justiça social. Profissionais emergentes da arquitetura estão redefinindo a prática por meio de oficinas, estúdios coletivos e experimentação in loco que atenuam a fronteira entre projeto e ativismo. Longe de focar na arquitetura como um mero objeto, essa nova geração aborda o projeto como um processo — focado na colaboração, na sustentabilidade e na identidade cultural. Seus questionamentos mudaram a linguagem projetual: a pergunta já não é mais o que construir, mas com quem.

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Leitores do ArchDaily escolhem quem deve vencer o Prêmio Pritzker 2025

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Dando continuidade à nossa tradição anual, perguntamos aos nossos leitores e leitoras quem deveria receber o Prêmio Pritzker de 2025, a honraria mais prestigiosa da arquitetura.

Fundado por Jay Pritzker e administrado pela Fundação Hyatt nos Estados Unidos, o Prêmio Pritzker reconhece arquitetos e arquitetas vivos/as, independentemente de sua nacionalidade, cujo trabalho tenha gerado um impacto duradouro e significativo para a humanidade por meio da arte da arquitetura.

Projetando para cavalos: 8 projetos que moldam o espaço para a vida equina

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Poucas encomendas de projeto permitem que profissionais de arquitetura foquem em usuários não humanos, e menos ainda envolvem cavalos. Embora animais de estimação como cães e gatos sejam inspirações frequentes, as necessidades específicas dos cavalos apresentam um desafio único no projeto de estábulos. Como os cavalos — os habitantes principais das instalações — não conseguem expressar suas necessidades, o projeto depende dos requisitos rigorosos determinados pelo manejo humano, exigindo um equilíbrio entre a eficiência operacional e o máximo de conforto e segurança para os animais. As equipes de projeto costumam abordar essa questão por meio de três princípios fundamentais: Conforto e Bem-Estar Equino, Materialidade Contextual e Eficiência Operacional. Dessa forma, os layouts resultantes são caracterizados por um zoneamento rigoroso que separa claramente os programas em áreas residenciais (baías), de serviço (selaria, depósitos, lavagem e alimentação) e de treinamento (pistas e andadores). Os projetos também consideram o bem-estar visual: sendo os cavalos animais sociais, as cocheiras são posicionadas de forma estratégica para promover linhas de visão entre os animais e para o exterior, frequentemente empregando sistemas de venezianas ou fechamentos vazados. Além disso, busca-se uma iluminação difusa através de materiais como painéis translúcidos, evitando sombras nítidas que possam gerar estresse nas pistas de treinamento. Do mesmo modo, os fluxos de circulação são desenhados para garantir o movimento seguro e eficiente tanto de pessoas quanto dos animais.

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Mariana Jochamowitz e Nicolás Rivera: Por que fazer fanzines de arquitetura?

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Nicolás Valencia conversa em Lima com os arquitetos peruanos Mariana Jochamowitz e Nicolás Rivera sobre a Revista A da Pontificia Universidad Católica del Perú e sua participação na Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo 2024 com a oficina "Clímax, Fanzine para uma comunidade em crisis".

Transição energética em residências: cozinhas, aquecedores e eletrificação na América Latina

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Para muitos lares na América Latina, fogões e aquecedores alimentados por combustíveis fósseis e biomassa, como o gás natural ou a lenha, constituem uma opção econômica e acessível. No entanto, esses aparelhos apresentam certos desafios: são fontes de emissão de gases de efeito estufa (GEE), contribuem para a poluição interna (ou intradomiciliar) e evidenciam a necessidade de políticas que promovam uma matriz energética residencial mais limpa. Esses desafios tornam-se ainda mais urgentes quando se considera que 2024 foi o ano mais quente já registrado, com um aumento de 1,5 ºC em relação aos níveis pré-industriais, impulsionado por recordes de emissões de GEE decorrentes de atividades humanas. Esse cenário reforça a importância de adotar soluções sustentáveis em escala global em todos os setores, incluindo o residencial.

Visão arquitetônica aprimorada: as ferramentas de 2025 acabam de ficar mais inteligentes

O SketchUp 2025 introduz novas ferramentas e aprimoramentos voltados para melhorar a forma como arquitetos/as e designers visualizam, colaboram e comunicam seus trabalhos.

Esta versão traz materiais mais realistas e ambientes imersivos, facilitando a criação de representações visuais impactantes de modelos arquitetônicos. Essas atualizações de visualização estão disponíveis no SketchUp para Desktop, Web e iPad, bem como no LayOut e no 3D Warehouse, proporcionando uma experiência consistente entre as plataformas.

DETAIL Inspiration – O hub do/a arquiteto/a para projetos, imagens e desenhos detalhados

Há quase 65 anos, a marca DETAIL é sinônimo de pesquisa minuciosa e documentação arquitetônica abrangente. Os artigos da revista e os livros especializados demonstram como uma arquitetura excepcional é planejada, projetada e executada. Eles oferecem um conhecimento aprofundado sobre construção civil, tipologias edilícias e aspectos técnicos da arquitetura.

A DETAIL tornou-se especialmente renomada por seus desenhos construtivos, que são cuidadosamente pesquisados pela equipe editorial e redesenhados por uma equipe interna de CAD em um estilo padronizado.

Bruto, refinado e resiliente: 14 projetos que apresentam o bloco de concreto como linguagem de design

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Antes vistos como puramente utilitários, os blocos de concreto aparentes vêm, cada vez mais, fazendo parte de uma transformação arquitetônica. Em regiões de clima quente, onde o isolamento térmico é desnecessário, o material pode ser deixado exposto, livre de revestimentos, acabamentos ou adornos. Com isso, a textura, a paginação e a forma passam a definir a personalidade da edificação e a simplificar a construção, ao mesmo tempo em que abrem novas possibilidades de expressão e identidade. Essa abordagem também serve de plataforma para explorar o conceito de honestidade material. Além de seu valor estético, o uso do material "ao natural" pode reduzir significativamente os custos de construção e minimizar a manutenção ao longo da vida útil do edifício.

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Prolongando a vida útil dos materiais: circularidade e reciclabilidade como parte do projeto

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Qual é o panorama global atual sobre a reciclabilidade dos materiais utilizados na arquitetura? Até que ponto as sociedades contemporâneas estão realmente comprometidas em reduzir o impacto ambiental? No esforço para viver em equilíbrio com a natureza, a substituição de combustíveis fósseis por fontes de energia renováveis é uma das principais estratégias para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e combater o aquecimento global. Buscar inspiração na natureza como forma de protegê-la significa criar projetos que incorporem sustentabilidade, circularidade e reciclabilidade desde o primeiro esboço. Dos sistemas construtivos aos acabamentos de superfície, o uso de biomateriais na arquitetura reflete uma mentalidade baseada na responsabilidade de longo prazo pelo ciclo de vida completo do material.

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O preço do crescimento: espraiamento urbano e sustentabilidade nas cidades do Sul da Ásia

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Com milhões de habitantes migrando para as metrópoles todos os anos, o Sul da Ásia testemunha níveis impressionantes de desenvolvimento urbano. Esse crescimento traz prosperidade econômica, mas também desgaste ecológico, à medida que selvas de concreto substituem os habitats naturais. A região — que abrange países como Índia, Paquistão, Bangladesh, Sri Lanka, Butão, Maldivas e Nepal — enfrenta o desafio de conciliar a urbanização com a sustentabilidade ambiental a partir de suas próprias particularidades contextuais. Trata-se de uma negociação complexa e cheia de nuances, que exige uma compreensão sistemática dos cenários econômico, social e político de cada país.

O preço do crescimento: espraiamento urbano e sustentabilidade nas cidades do Sul da Ásia - 1 的图像 4O preço do crescimento: espraiamento urbano e sustentabilidade nas cidades do Sul da Ásia - 2 的图像 4O preço do crescimento: espraiamento urbano e sustentabilidade nas cidades do Sul da Ásia - 3 的图像 4O preço do crescimento: espraiamento urbano e sustentabilidade nas cidades do Sul da Ásia - 4 的图像 4O preço do crescimento: espraiamento urbano e sustentabilidade nas cidades do Sul da Ásia - Mais Imagens+ 2

Arquitetura e Design Pós-Pandemia: 18 museus e exposições que reabriram ao público

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Após permanecerem fechados por mais de um ano, museus ao redor do mundo começam a dar sinais de reabertura. A maior parte dos eventos de arquitetura e design programados para 2020 foi adiada em um ou dois anos, a depender da gravidade da pandemia em suas respectivas regiões. No entanto, embora os museus estejam novamente abertos ao público, as administrações dessas instituições implementaram inúmeras medidas de precaução para garantir a segurança do público visitante e das equipes de curadoria, evitando também potenciais novos fechamentos.

Com a retomada das viagens internacionais autorizada por órgãos governamentais e a expectativa de uma recuperação gradual do turismo, apresentamos a seguir 18 museus e exposições que voltaram a receber visitantes em seus espaços de exposição desde maio de 2021, bem como os protocolos exigidos do público antes e durante as visitas.

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O papel da tecnologia Open BIM em um dos maiores empreendimentos de Queensland

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Com os recentes avanços nos recursos de software, o Open BIM vem superando as desconexões entre os diferentes setores de um projeto, tornando o fluxo de trabalho mais eficiente tanto em grande quanto em pequena escala. O Open BIM amplia os benefícios do BIM (Modelagem de Informação da Construção) ao aprimorar a acessibilidade, a usabilidade, a gestão e a sustentabilidade dos dados digitais no setor de ativos construídos. Os processos de Open BIM podem ser definidos como informações compartilháveis de projeto que apoiam a colaboração integrada entre todas as partes envolvidas, eliminando o problema tradicional de os dados BIM estarem limitados por formatos proprietários de software, por disciplinas ou pelas fases de um projeto.

12 Contos de Natal do Superstudio

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"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio. A cada 15 dias, o programa analisa em profundidade publicações de arquitetura esquecidas, além de livros e revistas de arquitetura das décadas de 1960, 1970 e 1980 que guardam as histórias mais interessantes por trás de suas páginas.

Este novo episódio é um especial de Natal que aborda a edição de dezembro de 1971 da revista Architectural Design e os 12 contos de advertência para o Natal propostos pelo Superstudio.

Qual é o futuro dos edifícios altos?

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Há quase um século, o mundo foi apresentado a uma nova tipologia arquitetônica que mudou toda a indústria da construção. A partir do Home Insurance Building em 1885, passando pelos edifícios Empire State e Chrysler em Manhattan, os arranha-céus tornaram-se símbolos de poder e abundância financeira. Não tardou para que passassem a ser construídos em quase todas as cidades do mundo, com projetos de ponta que desafiam as normas da engenharia. No entanto, diante de todas as transformações pelas quais passa a prática da arquitetura, o que o futuro reserva para esses edifícios tão criticados, mas constantemente desenvolvidos?

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Entre 2 metros e um quilômetro de ar: Reflexões sobre a distância e a poluição urbana

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Este artigo reúne algumas reflexões da pesquisa sobre a poluição do ar realizada para a participação da Catalunha na Bienal de Veneza 2021, conduzida por 300.000Km/s sob a direção da curadora Olga Subirós em 2019.

Um quartel de bombeiros transformado em centro de agricultura urbana em Singapura e um campus de inovação na Índia: 8 projetos não construídos enviados ao ArchDaily

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A seleção desta semana dos melhores projetos de Arquitetura Não Construída destaca propostas vencedoras de concursos enviadas pela comunidade do ArchDaily. De empreendimentos comerciais de grande escala a intervenções culturais em tecidos urbanos históricos, passando por projetos de reutilização adaptativa com foco ambiental e instalações educacionais, este artigo apresenta uma variedade de abordagens projetuais, programas e escalas. As propostas apresentadas resultam de concursos locais e internacionais, englobando desde conceitos criativos a projetos atualmente em andamento.

As propostas premiadas incluem uma série de projetos concebidos tanto por jovens arquitetos/as quanto por escritórios consolidados. A reutilização adaptativa de um antigo quartel de bombeiros em Singapura, a requalificação de uma área industrial na Coreia do Sul, um complexo de uso misto na China e um museu na Itália são alguns dos destaques desta semana.

Um quartel de bombeiros transformado em centro de agricultura urbana em Singapura e um campus de inovação na Índia: 8 projetos não construídos enviados ao ArchDaily - Image 1 of 4Um quartel de bombeiros transformado em centro de agricultura urbana em Singapura e um campus de inovação na Índia: 8 projetos não construídos enviados ao ArchDaily - Image 2 of 4Um quartel de bombeiros transformado em centro de agricultura urbana em Singapura e um campus de inovação na Índia: 8 projetos não construídos enviados ao ArchDaily - Image 3 of 4Um quartel de bombeiros transformado em centro de agricultura urbana em Singapura e um campus de inovação na Índia: 8 projetos não construídos enviados ao ArchDaily - Image 4 of 4Um quartel de bombeiros transformado em centro de agricultura urbana em Singapura e um campus de inovação na Índia: 8 projetos não construídos enviados ao ArchDaily - Mais Imagens+ 44

Vagas da semana | Origin Architect, JKP Jaeger Kahan Architects

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Esta semana, apresentamos vagas de emprego em dois escritórios de arquitetura localizados em Pequim e Shenzhen, respectivamente: o Origin Architect e o JKP Jaeger Kahlen Partner. Com atuação em diferentes escalas e temáticas no campo da arquitetura, ambas as equipes buscam atrair arquitetos e arquitetas com visões afins para integrar seus times.

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