Play Landscape be-MINE / Carve + OMGEVING. Imagem cortesia de Carve
Playgrounds são instrumentos espaciais por meio dos quais a sociedade projeta suas expectativas sobre a infância, testando os limites entre controle e autonomia, exposição e proteção. Eles regulam como as crianças se relacionam com o espaço, com as outras pessoas e com seus próprios corpos — codificando, muitas vezes de forma invisível, normas sociais, medos e aspirações. Nesse sentido, os playgrounds não são espaços periféricos de lazer; são construções políticas moldadas por ideologias específicas sobre o que é a infância e como ela deve se desenvolver. Desde 1989, o direito de brincar é formalmente reconhecido na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, afirmando que o brincar é uma parte fundamental do desenvolvimento humano. Projetar um playground não se resume a traçar linhas em uma planta ou instalar equipamentos em um parque; significa definir as condições sob as quais o brincar é permitido, imaginado ou restringido.
O travertino é um daqueles materiais que, independentemente da época, do tipo de edifício ou da corrente dominante, encontra seu lugar com naturalidade: seja em um projeto situado em uma cidade italiana ou, consistentemente, em diversas obras de Mies van der Rohe. Sua maior virtude talvez seja essa versatilidade que não se esgota nem se dilui, permitindo que, de tempos em tempos, ele resurja e seja redescoberto como um material relevante na produção arquitetônica. Hoje, continua sendo explorado em projetos contemporâneos por meio de novos formatos, combinações e aplicações que destacam sua continuidade visual, bem como sua textura e calidez, elementos que se alinham às linguagens materiais da arquitetura atual.
https://www.archdaily.com.br/pt/1143302/guia-essencial-para-integrar-travertino-em-projetos-de-arquitetura-e-design-de-interioresEnrique Tovar
Historicamente, o conceito de infância como o conhecemos hoje simplesmente não existia e, até a Idade Média, as crianças eram vistas como adultos em miniatura. Segundo o historiador Philippe Ariès, foi apenas a partir do século XVII que a infância começou a ser compreendida como uma etapa distinta do desenvolvimento, que exigia cuidados, educação e proteção específicos. No entanto, essa evolução no reconhecimento não se refletiu de forma consistente no desenho e na organização do espaço urbano.
O campo — historicamente subestimado — tem emergido como um território fértil de possibilidades. Mais do que um "espaço marginalizado", o rural latino-americano se afirma hoje como um verdadeiro laboratório de experimentação arquitetônica, social e ecológica. De comunidades agroecológicas a tecnologias de baixo impacto, das relações entre humanos, máquinas e outros seres vivos às soluções locais para desafios globais como a crise climática, a segurança alimentar e a migração — o campo está redesenhando, com autonomia e inventividade, seu próprio futuro.
Um bom design deve se adaptar às necessidades de quem o utiliza, e o design participativo busca reduzir a distância entre os/as arquitetos/as e as pessoas para as quais o projeto é concebido. Nesse sentido, projetos para crianças que as acolhem como protagonistas no processo de desenvolvimento demonstram como o potencial da escuta ativa e do codesign se reflete em espaços adaptados a uma escala menor e a um público em fase de aprendizado intenso.
Sejam jardins de infância, escolas, centros comunitários ou espaços públicos, os projetos participativos com crianças mostram como o processo de projeto pode ser uma troca enriquecedora para ambos os lados. Por um lado, as crianças aprendem sobre materiais, escalas, tomada de decisões e desenvolvem a consciência espacial. Por outro lado, os/as profissionais de arquitetura responsáveis por concretizar os desejos e necessidades desse público jovem podem exercitar a sensibilidade e a imaginação, reconhecendo uma visão de mundo diferente, focada na descoberta. Tudo isso se torna possível por meio da escuta e do diálogo aberto entre diferentes faixas etárias.
O meio rural sempre exerceu um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico dos países. Até o século XVIII, era o principal espaço de produção e de organização da vida. Com a Revolução Industrial, no entanto, ocorreram profundas transformações estruturais que redefiniram essa dinâmica. A indústria passou a ocupar uma posição central, vinculando-se ao meio urbano e dando origem a uma visão dicotômica e hierarquizada entre rural e urbano, agricultura e indústria. Nesse contexto, duas visões opostas ganharam destaque: uma previa o desaparecimento do rural diante da urbanização e do avanço econômico; a outra apostava na sua permanência e renascimento. Hoje sabemos claramente qual das hipóteses se tornou verdadeira.
Quando pensamos em cidades e vida urbana, costumamos focar em infraestrutura, cultura, comércio, vida noturna e densidade. Em metrópoles que parecem oferecer uma infinidade de atividades — especialmente para adultos —, o brincar raramente entra em pauta. No entanto, o ato de brincar deve ser considerado parte vital da vida urbana. O brincar influencia diretamente a maneira como moldamos nossas futuras cidades, a começar pela forma como as crianças interagem com seus ambientes. A experiência lúdica e, mais especificamente, o desenho e a presença de parquinhos infantis deixam marcas duradouras no desenvolvimento dos jovens nas cidades. Esses espaços constituem a primeira conexão física da criança com a paisagem urbana. Sendo assim, o brincar merece muito mais atenção nos debates sobre bem-estar urbano, habitabilidade e projeto do espaço público.
Do design de interiores de estabelecimentos voltados à prática esportiva a espaços de bem-estar, a arquitetura contemporânea continua experimentando a incorporação de diferentes usos, instalações e materialidades que permitem a expansão para públicos amplios, a criação de novas espacialidades e o incentivo ao desenvolvimento de diferentes atividades simultâneas. Embora cada esporte demande seu próprio tipo de arquitetura — como, por exemplo, o treino de escalada —, da Austrália aos Países Baixos, profissionais de arquitetura e design apostam na criação de atmosferas onde o exercício se torna não apenas uma experiência física, mas também psicológica, conectando corpo e mente a um estado de renovação física, relaxamento e sociabilidade.
O Museum of Emotions é um concurso internacional de projetos anual que desafia os/as participantes a explorar até que ponto a arquitetura pode ser utilizada como ferramenta para evocar emoções. O edital propõe o projeto de um museu conceitual com duas salas de exposição: uma projetada para induzir emoções negativas; a outra, para evocar sentimentos positivos. Os/As participantes têm total liberdade para escolher qualquer terreno, real ou imaginário, bem como definir a escala do projeto. O significado de "positivo" e "negativo" fica aberto à interpretação: quais duas emoções um/a designer consideraria opostas? Como um/a arquiteto/a poderia conceber espaços que despertem medo, raiva, ansiedade, amor ou felicidade?
O Museum of Emotions é um concurso "silencioso": ou seja, os/as participantes devem comunicar suas ideias sem o uso de textos, utilizando apenas imagens. Nenhuma forma de texto é permitida — sejam memoriais descritivos, anotações ou mesmo legendas de diagramas.
Narrar uma obra de arquitetura é sempre um desafio. As imagens de um projeto, por mais precisas ou espetaculares que sejam, muitas vezes deixam de fora todo o processo que as tornou possíveis. O registro desses processos — os bastidores da arquitetura — é, sem dúvida, parte fundamental de qualquer obra. E torna-se ainda mais essencial quando tanto o projeto quanto sua metodologia de execução se afastam dos caminhos convencionais. Este é o caso da obra realizada por Susana, responsável por uma propriedade rural sem nenhuma experiência prévia em construção, que assumiu o desafio e o executou por conta própria, guiada unicamente pelas instruções que o arquiteto do projeto, Manuel Ocaña, lhe enviava pelo WhatsApp.
A Mongólia, o segundo maior país do mundo sem saída para o mar, estende-se por 1,5 milhão de quilômetros quadrados. No entanto, mais de 50% de sua população — cerca de 1,7 milhão de pessoas — reside em Ulaanbaatar, uma cidade que ocupa apenas 0,3% da área territorial total do país. Essa concentração demográfica desproporcional resultou em graves desequilíbrios no desenvolvimento regional e em crescentes desafios urbanos na capital.
Diante desse cenário, Ulaanbaatar tem passado por uma série de iniciativas abrangentes de desenvolvimento urbano. Desde a introdução do primeiro plano diretor, em 1954, já foram elaborados seis planos desse tipo. O mais recente deles, o Plano Diretor Ulaanbaatar 2040, inclui uma visão estratégica para descentralizar o crescimento urbano por meio do desenvolvimento de duas novas cidades-satélite — uma das quais é o projeto Hunnu City.
University of Aberdeen New Library / schmidt hammer lassen architects. Foto cortesia de Schmidt Hammer Lassen Architects
O contraste pode ser amplamente utilizado na arquitetura como recurso para destacar aquilo que desejamos evidenciar. Queremos destacar uma entrada? Que o projeto se sobressaia em relação ao entorno? Que nossa arquitetura se torne um marco na paisagem urbana — ou rural? Precisamos criar simbolismos? Garantir legibilidade? Como fazer isso? Como "colocar luz" em algo?
Tudo aquilo que queremos destacar se amplifica pela comparação — por meio de um contraste exagerado, antagônico. Propositalmente, podemos intensificar o uso da escuridão para evidenciar uma única fonte de luz, marcando uma escada de maneira dramática e teatral. Ou então inserir paredes robustas e opacas para fazer sobressair uma entrada leve e transparente.
A edição de 2025 da exposição Time Space Existence do European Cultural Centre (ECC) em Veneza é norteada pelo manifesto "Reparar, Regenerar e Reutilizar". Com o objetivo de ir além de soluções superficiais e terminologias desgastadas, a mostra apresenta um grupo de profissionais que interpretam a arquitetura como um agente ativo de reparação. As obras mais instigantes apresentadas em Veneza demonstram que a "reparação" é uma prática multifacetada, operando em registros materiais, sociais e históricos. As diferentes abordagens revelam uma mudança no papel de profissionais de arquitetura, que deixam de ser apenas projetistas de objetos físicos para assumirem a função de restauradores/as, capazes de combinar tecnologia, comunidade e inteligência material para restaurar narrativas e construir sistemas culturais mais robustos.
Ao final de cada Bienal de Arquitetura, longe dos olhos dos visitantes, toneladas de materiais das exposições são transportadas por Veneza em carrinhos de mão e barcos. Apenas uma fração desses materiais é reutilizada. A principal razão é a escassez de espaços de armazenamento na cidade e os altos custos logísticos — desafios recorrentes da arquitetura circular. Como resultado, a maior parte dos resíduos acaba sendo destinada a aterros sanitários ou centros de reciclagem próximos. Mas essa realidade está prestes a mudar. Diante das crescentes preocupações ambientais, arquitetos têm se empenhado em desenvolver estratégias que viabilizem a reutilização desses materiais. Processos que envolvem não apenas as decisões arquitetônicas e construtivas, mas também abarcam questões de logística e comércio internacional.
A arquitetura passa por tempos de profunda transformação, assim como as plataformas que moldam a maneira como a compreendemos.
No início deste ano, dirigi-me diretamente a vocês para compartilhar nossa visão para 2025: um compromisso em reafirmar a missão do ArchDaily, elevar nossa voz editorial e fortalecer nosso papel como uma fonte confiável e crítica para arquitetos e arquitetas de todo o mundo. Aquela mensagem marcou o início de um novo capítulo, fundamentado em relevância, clareza e ação intencional.
No complexo ecossistema do desenvolvimento arquitetônico, onde conceitos inovadores encontram as realidades do mercado, existe um papel distinto que consiste em estabelecer pontes entre diversos interesses profissionais e concretizar espaços de impacto. Elisa Orlanski Ours exemplifica essa função. Esse é o território de Elisa Orlanski Ours, designer, educadora e líder do setor. Como Diretora de Planejamento e Design (Chief Planning & Design Officer) no Corcoran Sunshine Marketing Group, Elisa fundou seu departamento há duas décadas. Hoje, seu amplo portfólio abrange desde planos diretores para arranha-céus residenciais até vilas de marca individuais em vários continentes, incluindo empreendimentos marcantes na cidade de Nova York, como o Hudson Yards e o 220 Central Park South, além de projetos internacionais em colaboração com renomados escritórios de arquitetura como SHoP Architects, BIG, Herzog & de Meuron, Adjaye Associates e SO-IL. Sua perspectiva estratégica ao conduzir projetos desde a fase de estudo preliminar até a venda final oferece insights valiosos sobre as complexas engrenagens do setor. A editora-gerente do ArchDaily, Maria-Cristina Florian, teve a oportunidade de conversar com Elisa sobre esses temas fundamentais na entrevista a seguir.
Diante dos desafios ambientais, políticos, econômicos e sociais atuais, a experimentação com materiais na arquitetura convida a reconhecer a importância de investigar e analisar as propriedades dos elementos construtivos e compreender o papel do design espacial e de seu entorno imediato. Embora existam diversos tecidos, plásticos e até mesmo resíduos de várias fontes que são reciclados e ganham uma nova vida útil, o debate sobre o uso do sal como material de construção abre espaço para fomentar práticas mais sustentáveis para reduzir o impacto da indústria sobre o meio ambiente, bem como para investigar a nova vida de minerais descartados e resíduos de mineração para aplicação na arquitetura.
Nem tendência passageira, nem ameaça permanente: o alarme inicial está se dissipando. A inteligência artificial vem sendo cada vez mais adotada como uma ferramenta estratégica que, quando integrada de forma responsável, pode ser extremamente valiosa — sobretudo em processos participativos de desenho urbano focados na infância e na juventude.
Para explorar essa intersecção entre tecnologia, cidades e novas gerações, conversamos com Dolores Victoria Ruiz Garrido, arquiteta e fundadora do Little Architects, programa que ela criou há mais de uma década na Architectural Association (AA) em Londres. Com mais de 15 anos de experiência em urbanismo participativo, ela enfatiza que a IA pode ser uma ferramenta poderosa quando utilizada de forma ética e intencional — especialmente para enriquecer a educação e os processos de design voltados para a comunidade. No entanto, ela alerta: "A cidade não pode ser compreendida a partir da tela — ela deve ser apreendida pelo corpo, pelo caminhar e pelo maravilhamento. Antes de gerar imagens impressionantes ou visualmente belas para transformar a cidade, devemos ensinar a lê-la: a observar, compreender e conectar-se emocionalmente com ela."
É comum que marcos arquitetônicos se concentrem em uma mesma região. Em Tóquio, a icônica Omotesando é um trecho bastante conhecido onde "starchitects" globais construíram lojas-conceito de luxo nos anos 2000. Hong Kong possui uma aglomeração arquitetônica menos conhecida, mas igualmente potente, ao longo da Queensway — embora, historicamente, apresente um caráter mais corporativo e menos voltado ao engajamento público. A partir da década de 1980, esse corredor passou a abrigar uma série de edifícios emblemáticos projetados por alguns dos nomes mais proeminentes da arquitetura mundial: a Sede do HSBC de Norman Foster, a Bank of China Tower de I.M. Pei, o Lippo Centre de Paul Rudolph e, nas proximidades, o Murray Building de Ron Phillips — hoje revitalizado como hotel pelo escritório Foster + Partners. Mais tarde, a região foi ainda mais enriquecida pela renovação do Pacific Place, realizada pelo Heatherwick Studio, e pelo Asia Society Hong Kong Center, projetado por Tod Williams Billie Tsien Architects.
Há mais de cinco décadas, o fotógrafo suíço Thomas Mayer vem desenvolvendo uma linguagem serena, emocional e documental para a arquitetura. Sua lente captura momentos aleatórios e memoráveis do nosso ambiente construído — reflexos na chuva, longas horas azuis nos verões nórdicos e a escuridão silenciosa dos espaços sagrados. Reconhecido pelo ArchDaily como um dos principais nomes da fotografia de arquitetura, Mayer carrega um profundo fascínio pela luz e pelo espaço.
No projeto de arquitetura de alto padrão, os fixadores tradicionais para painéis de acesso, como parafusos aparentes e fechos magnéticos, costumam comprometer a estética e a funcionalidade. Esses métodos obsoletos podem afrouxar com o tempo, carecem de durabilidade ou exigem molduras visíveis, tornando-os inadequados para espaços premium. Seja para acessar sistemas elétricos, componentes de climatização (HVAC) ou instalações hidráulicas, a escolha do método de instalação correto é crucial para uma integração perfeita ao ambiente.
As primeiras soluções ocultas, como as mãos-amigas (French cleats) e os clipes em Z (Z-clips), melhoraram a aparência, mas trouxeram novos desafios. Esses sistemas exigem a remoção sequencial dos painéis e folgas adicionais, o que dificulta a manutenção — especialmente em áreas que demandam acesso frequente. A fresta inevitável que surge no topo dos painéis também compromete o apelo estético, assim como a necessidade de recortar seções do painel para tomadas de parede.
Situado em uma das regiões de desenvolvimento mais acelerado na última década — o sul da China, que abrange Hong Kong e a Grande Baía —, o crescimento urbano tem sido impulsionado por uma forte onda de ambição comercial. Os projetos locais costumam ser concebidos para maximizar a densidade, a altura e a eficiência, resultando em empreendimentos de escala colossal que podem facilmente ocupar vários hectares. Ao priorizarem o desenvolvimento orientado ao transporte público (TOD), esses complexos frequentemente assumem a forma de shoppings imensos construídos diretamente sobre grandes terminais de transporte. Projetadas para desorientar e prolongar o fluxo de pedestres a fim de estimular o consumo, essas megaestruturas tornaram-se comuns em cidades como Hong Kong e Shenzhen.
Embora essa tipologia de megaestruturas ofereça vantagens claras — eficiência econômica, alto retorno sobre o investimento e conveniência para os usuários do transporte —, ela quase invariavelmente ignora seu contexto urbano e o meio ambiente. Esses empreendimentos costumam fechar os olhos, deliberadamente, para sua pegada ecológica e para a caminhabilidade da cidade. Em escalas tão esmagadoras, a experiência do pedestre é diminuída, quando não totalmente negligenciada. Os pedestres são interiorizados — confinados no mundo isolado desses complexos.
As etapas iniciais de projeto podem ser o ponto de partida de tudo, mas, sem uma análise criteriosa, também são o momento em que tudo pode desmoronar. Em média, os escritórios relatam que quase 15% de todo o trabalho realizado não gera faturamento, sendo grande parte disso associada ao estudo preliminar. Trabalhando com uma colcha de retalhos de ferramentas como Rhino, Excel, Revit e Miro, profissionais de arquitetura costumam passar semanas alternando entre plataformas apenas para finalizar um conceito e uma apresentação. Os dados ficam presos em capturas de tela, o retrabalho se acumula e, no momento em que o modelo finalmente está pronto para a documentação no Revit, o fôlego criativo já se perdeu. O Snaptrude 3.0 foi desenvolvido para resolver justamente isso.
Na esteira do recente sucesso do Campeonato Mundial de Padel da FIP no Catar e do anúncio da Arábia Saudita como sede da Copa do Mundo da FIFA em 2034, o Oriente Médio está se preparando para se tornar um polo de grandes eventos esportivos, o que impulsiona a demanda por infraestrutura esportiva de alto desempenho. De quadras de pickleball e padel a estádios de renome internacional, a evolução dos pisos esportivos exige soluções inovadoras, duráveis e sustentáveis.
Terraco, líder global em materiais de acabamento para construção civil, tem fornecido consistentemente soluções de ponta para complexos esportivos em todo o mundo, auxiliando arquitetos/as, construtores/as e incorporadores/as a projetar e erguer instalações que resistem ao teste do tempo.