Camarões possui um valioso patrimônio arquitetônico representado por edifícios destinados ao culto cristão católico. Essas construções abrangem uma variedade de estilos, que incluem designs contemporâneos, explorações em tijolo de terracota e influências arquitetônicas góticas e bizantinas. Desde a chegada de missionários em 1890, inúmeros edifícios religiosos foram erguidos com a participação ativa das comunidades locais. Essas estruturas não apenas desempenharam um papel fundamental na popularização da fé cristã, mas também se tornaram espaços propícios para a troca de influências arquitetônicas entre as comunidades locais e estrangeiras.
Durante o período, Camarões explorou os movimentos gótico e bizantino, que estavam no auge na Europa, para criar suas igrejas. Esses estilos foram reinterpretados por meio das práticas locais de construção e, atualmente, representam o patrimônio histórico das catedrais do país.
Multifacetado e cheio de complexidades, o cenário da arquitetura e do urbanismo na América Latina revela nuances e desafios específicos diante das problemáticas enfrentadas pelos diversos países, como a desigualdade social, a violência e o crescimento urbano acelerado. Nesse contexto, a prática arquitetônica assume um papel relevante na construção de soluções possíveis e adequadas a cada realidade, em que ainda se destaca a importância da reafirmação das referências e narrativas locais nessa elaboração.
Perante a hegemonia estabelecida especialmente pela América do Norte e Europa, que muitas vezes marginaliza as realizações arquitetônicas e urbanísticas latino-americanas, sobretudo a produção que sequer é considerada como tal, a valorização dessa diversidade e complexidade torna-se um imperativo para qualquer pensamento e intervenção sobre a região. A seguir, selecionamos seis entrevistas que nos ajudam a entender a arquitetura da América Latina, e que contribuem para uma abordagem mais contextualizada e sensível de suas necessidades, potencialidades e riquezas.
Instituto Jonas Salk de Ciências Biológicas (1959-65). Imagem cortesia de Form Portfolios
Na história da arquitetura moderna, Louis I. Kahn é considerado um incontestável mestre da monumentalidade nos Estados Unidos. No auge de sua carreira, Kahn conseguiu criar um tipo único de arquitetura que inspira sem ser excessiva, que expressa seu sistema construtivo sem exibicionismo estrutural, e que mergulha na história com uma nova linguagem e sistema de formas. Seu interesse pela luz como elemento funcional e pelas qualidades específicas dos materiais ia além de seus edifícios. Estava em todos os objetos que ele criava. Para celebrar esse legado, a Form Portfolios acaba de lançar "Monumental Modernism", a primeira coleção de objetos de decoração, iluminação e mobiliário modelados a partir daqueles encontrados nos edifícios de Louis I. Kahn.
Diante da realidade crítica das mudanças climáticas, a indústria da construção civil encontra-se em um momento decisivo. Sendo o setor responsável por quase 40% das emissões globais de carbono e por uma quantidade substancial de resíduos de materiais, a transição para práticas sustentáveis tornou-se imperativa. No contexto europeu, a adesão ao Acordo de Paris e o ambicioso Pacto Ecológico Europeu (European Green Deal) orientam a trajetória de sustentabilidade. As cidades europeias, com sua rica arquitetura histórica integrada a infraestruturas modernas, enfrentam desafios únicos no desenvolvimento urbano sustentável, o que torna indispensável a integração de práticas ecológicas.
Vista aérea da Av. Paulista. Imagem ilustrativa. Foto de Gabriel Ramos, via Unsplash
Há 470 anos, no Pateo do Collegio, surgia a maior cidade da América Latina: São Paulo. Uma metrópole em constante movimento que, entre tantas complexidades e conflitos, apresenta uma diversidade cultural e humana que a torna profundamente rica.
Science Forest / ADAT Studio. Imagem cortesia de ADAT Studio
No contexto contemporâneo, os museus enfrentam conjuntos contraditórios de ideias: tornar-se atrações por si sós, mas apresentar uma imagem discreta que direcione a atenção para as exposições; criar um ambiente seguro e protegido para os artefatos, mas abri-los ao público; tornar-se repositórios da história, mas catalisadores de inovação. A busca pelo equilíbrio entre todas essas condicionantes resultou no florescimento de diversos tipos de museus e instituições culturais, desde aqueles dedicados à memória de um único evento ou personalidade até sedes temporárias para eventos culturais ou espaços que expandem sua oferta cultural além das áreas de exposição.
Esta seleção com curadoria das melhores propostas de de arquitetura não construída destaca projetos enviados pela comunidade do ArchDaily que demonstram a fusão de arte, tecnologia e inovação no âmbito dos museus e centros culturais. Entre os projetos em destaque estão obras de renomados escritórios de arquitetura, incluindo CAA architects, NextOffice – Alireza Taghaboni e Fentress Architects, além de diversos escritórios emergentes. Variando de um museu de arte escultural em Dubai a um complexo cultural e recreativo local no Senegal, ou um museu de ciência imersivo em Roma, Itália, esta compilação diversificada busca demonstrar o espectro de escalas e propósitos das instituições culturais.
A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) registra que mais de um décimo da população global, cerca de 800 milhões de pessoas, pratica a agricultura urbana em todo o mundo. Nos Estados Unidos, milhões de cidadãos enfrentam dificuldades de acesso a supermercados. Os agricultores urbanos desempenham um papel crucial ao abordar questões de segurança alimentar nas cidades americanas.
A distância entre áreas rurais e urbanas nunca foi tão grande, tornando as fontes de alimentos tradicionalmente rurais inacessíveis. Inicialmente, as cidades se desenvolviam em torno de mercados centralizados que traziam produtos das áreas agrícolas para os centros urbanos. Hoje, a agricultura urbana está revitalizando essa conexão entre os habitantes das cidades e os produtos agrícolas.
Peripheria Films compartilha conosco dois vídeos do novo Parque Jardins Mediterrâneos de La Hoya, projetado por KAUH Arquitectura y Paisajismo. Trata-se de um vídeo da construção e outro do funcionamento da intervenção paisagística que recupera o singular enclave patrimonial de La Hoya para Almería, na Espanha.
A área de estar de um novíssimo apartamento de multipropriedade localizado no centro de Londres, totalmente projetado e concebido pelo premiado designer Karim Rashid. Imagem cortesia de BoConcept
Contemporâneo e fresco, luminoso e colorido, intrigante e surpreendente; o design de interiores de um apartamento recém-concluído em Londres expressa a linguagem visual de sua autoria, concebida pelo/a premiado/a designer Karim Rashid. Com uma trajetória de quatro décadas nos campos do design e da arquitetura, Rashid consolidou seu talento e sua abordagem com um DNA projetual sempre reconhecível.
Um símbolo da era industrial, o telhado em shed é um ícone na história da arquitetura. Apesar de ser uma invenção funcional originada da necessidade há quase 200 anos, sua forma icônica está passando um renascimento em diversos projetos contemporâneos.
Composto por muitos telhados longos e finos, cada um com inclinações irregulares, dispostos lado a lado, o telhado serrilhado posiciona suas bordas mais íngremes - preenchidas com painéis de vidro - afastadas do cume. Essa estratégia permite que edifícios amplos controlem o ganho solar, evitando a luz solar direta, ao mesmo tempo, em que proporciona uma entrada uniforme de luz natural indireta em toda a área interna.
Cansadas de um padrão minimalista e sem personalidade, as pessoas buscam cada vez mais por espaços com caráter que tragam peças que dialoguem com a própria identidade. Ao menos, essa pode ser uma das interpretações a serem criadas ao avaliarmos que cozinhas com "cores berrantes, mix de estampas, quadros, plantas e, claro, o obrigatório pinguim de geladeira" são consideras uma tendência nas buscas do Pinterest para 2024. Com o retorno de uma estética kitsch e todos os elementos citados anteriormente, buscamos por alguns exemplos entre os projetos publicados no ArchDaily que possam inspirar a mudança neste ambiente tão fundamental de uma residência.
Este artigo é o sétimo de uma série sobre a Arquitetura do Metaverso. O ArchDaily, em colaboração com John Marx, fundador e diretor artístico chefe da Form4 Architecture, traz artigos mensais que buscam definir o Metaverso, transmitir o potencial desse novo reino, bem como compreender suas limitações.
De muitas maneiras, a introdução do software de IA criou a sensação de que vivemos em um mundo previsto por romances de ficção científica. Costumávamos acreditar que os computadores nunca seriam capazes de projetar. Esse tempo chegou, e com ele surge uma oportunidade de enfrentar os pontos positivos e negativos dessas novas tecnologias.
Cidades contemporâneas e assentamentos urbanos se manifestam como estruturas intricadas que exigem reflexão profunda e uma abordagem cuidadosa. Os modelos sociais e layouts espaciais estão em constante evolução, transformando-se ao longo do tempo. Nesse contexto, surge uma pergunta crucial: qual é o modelo predominante para as cidades hoje? Muitas cidades contemporâneas resultam de um paradigma que atingiu seu apogeu no século XIX, caracterizado pela densificação intensiva e urbanização em resposta a necessidades que nem sempre refletiam seus habitantes.
Em alguns casos, devido às transformações vivenciadas pelas grandes cidades, certos setores urbanos caíram em desuso, tornando-se espaços residuais ou afastando-se de propósitos orientados para o desenvolvimento comunitário. Reconhecendo que as pessoas são a força motriz por trás das dinâmicas das cidades e assentamentos humanos, é imperativo reivindicar esses espaços. Para isso, abordagens teóricas como a proposta por Henri Lefebvre do direito à cidade e a cidade dos 15 minutos são apresentadas como alternativas. Nesses casos, as pessoas retomam o foco, tornando-se elementos-chave no design e permitindo o restabelecimento de um vínculo comunidade-pessoa-espaço.
https://www.archdaily.com.br/pt/1012514/reativando-espacos-publicos-residuais-com-projetos-liderados-pela-comunidadeEnrique Tovar
via Unsplash | Feira de rua em Tepoztlán, México. Foto por Karo Kujanpaa
Geralmente caracterizados por suas configurações ao ar livre, ofertas diversas, vendedores/as locais e independentes, caráter temporário e por atuarem como polos sociais, os mercados de rua e as feiras livres existem há milhares de anos. Desde a época do Fórum Romano até a Rota da Seda e os mercados da Grécia Antiga, eles são, sem dúvida, partes essenciais da vida urbana, ou “o centro de tudo o que é não oficial.” Classificados em sua maioria no âmbito da economia informal devido à falta de regulamentação e autorização, os mercados de rua no Sul Global muitas vezes têm sido vistos como uma ameaça ao desenvolvimento urbano. No entanto, esses espaços urbanos inconstantes e adaptáveis desempenham funções fundamentais em qualquer cidade em desenvolvimento, atuando como pilares comunitários em diversas facetas da sociedade.
Formuladores/as de políticas e autoridades municipais há muito lutam contra a informalidade, considerando-a a “antítese da modernidade”. Convencionalmente, a economia informal consiste em atividades com valor de mercado que não são registradas formalmente, sendo muitas vezes desregulamentadas, não documentadas e operando fora do sistema de incentivos oferecido pelo Estado. Os/as vendedores/as ambulantes, especificamente no Sul Global, constituem uma parcela substancial da economia informal. Além disso, à medida que as cidades crescem e avançam em seu desenvolvimento, os espaços públicos tornam-se mais disputados e privatizados, o que resulta em uma missão generalizada de remover os mercados de rua ou pressioná-los rumo à formalização.
Johannesburg, África do Sul. Foto de Simon Hurry, via Unsplash
Uma análise rápida das cem maiores cidades da África não apresenta muitas surpresas. A maioria está nos países mais ricos da África. A maior parte delas são capitais nacionais ou regionais/estaduais. Pelo menos metade tem portos fluviais ou marítimos. Muitas têm estações ferroviárias há décadas e, mais recentemente, aeroportos e conexões com rodovias. Um grande número tem universidades. Todas têm perfis na Wikipedia, incluindo muitos que se estendem por várias páginas.
Organizado pela Monaco Marina Management, o Monaco Smart & Sustainable Marina Rendezvoustem como objetivo propor soluções inovadoras e incentivar sua aplicação no desenvolvimento de marinas virtuosas. Esta iniciativa se destaca por conectar marinas, arquitetos/as, inovadores/as, profissionais do setor náutico, investidores/as, autoridades e formuladores/as de políticas públicas, promovendo o desenvolvimento de marinas eco-responsáveis, eficientes e atraentes no contexto da transição ecológica em curso nos destinos de iatismo. Para esta terceira edição, foi lançado um concurso de projeto para um beach club, que contou com a participação de 14 escritórios profissionais internacionais e 51 estudantes, que apresentaram um total de 43 projetos aos membros do júri presidido por Jean-Michel Wilmotte, da Wilmotte & Associés.
Às vezes, arquitetos/as levam o processo de projeto para fora do escritório, envolvendo os usuários potenciais como participantes ativos do design. Isso amplia o escopo do projeto, tornando as contribuições dos futuros usuários fundamentais para o desenvolvimento da proposta. Ao recorrer ao conhecimento, às habilidades e às decisões coletivas da comunidade, o projeto se alinha melhor às suas necessidades, adaptando-se de forma mais precisa ao contexto local e tornando-se uma plataforma para o intercâmbio de tecnologias e saberes vernaculares. Esse processo também fomenta um sentimento compartilhado de pertencimento na comunidade e empodera os usuários para que reivindiquem melhorias em seu entorno.
O design participativo é um processo aplicável a todas as escalas da arquitetura, desde residências e escritórios até espaços públicos e intervenções urbanas. Ao analisar diferentes projetos sob a perspectiva da cocriação com arquitetos/as, é possível compreender melhor o valor intrínseco a esse processo de projeto. Essa abordagem traduz os princípios teóricos da participação, como colaboração, cocriação e empoderamento, em exemplos práticos e atividades pragmáticas. Estes projetos materializam a contribuição dos usuários para o processo de projeto, seja por meio do planejamento espacial e urbano, seja pelo uso de materiais e técnicas construtivas locais.
A linguagem autoral de cada arquiteto é sempre a base de análise de seu trabalho. O decorrer do tempo demonstra a consolidação de sua assinatura, possibilita reconhecer influências e referências precedentes, ao mesmo tempo que apresenta a constante atualização dessa linguagem, como um desenvolvimento formal que responde (e corresponde) ao recorte temporal em que se insere. Os projetos do Studio Guilherme Torres são ótimos exemplos deste desenvolvimento, desde sua fundação até o presente.
Apesar das pessoas com deficiência representarem quase 15% da população mundial e de mais da metade viverem em ambientes urbanos, as nossas cidades raramente atendem às suas necessidades. A maioria é projetada a partir da perspectiva de pessoas sem deficiência que se deslocam em transporte privado (como carros e motos), em vez das que caminham, andam de bicicleta e usam o transporte público.
https://www.archdaily.com.br/pt/1012430/como-garantir-o-acesso-a-cidade-para-as-pessoas-com-deficienciaITDP Brasil
BIG divulga projeto da "Mindfulness City" que une patrimônio histórico e o futuro do Butão. Cortesia de Bjarke Ingels Group
Recentemente, o renomado escritório dinamarquês BIG anunciou o lançamento do seu projeto para a cidade de Gelephu, no Butão. Um masterplan inspirado na cultura do país e nos seus princípios de felicidade. A "Mindfulness City" apresentará inúmeras possibilidades de apropriação ao público, trazendo investimentos em infraestrutura, educação e tecnologias sustentáveis, tudo sob os preceitos da Felicidade Interna Bruta (FIB).
Este artigo foi originalmente publicado em Common Edge.
A fascinação de Christopher Payne por fábricas vem de décadas. Como estudante de arquitetura na Universidade da Pensilvânia na década de 1990, Payne teve a sorte de conseguir um emprego de verão na Inspeção de Edifícios Americanos Históricos, dentro do Serviço Nacional de Parques. "Eles enviavam equipes de estudantes de arquitetura, historiadores e fotógrafos para documentar todo tipo de projeto", diz ele. "Documentamos silos de grãos em Buffalo, pontes de ferro fundido em Ohio, uma usina elétrica no Alabama e parques nacionais em Utah. Essa experiência incutiu um profundo apreço pela arquitetura industrial". Após a formatura, trabalhou por vários anos como arquiteto na cidade de Nova York antes de fazer a transição em tempo integral para a fotografia. Seus livros publicados incluem New York’s Forgotten Substations: The Power Behind the Subway (Subestações Esquecidas de Nova York: A Energia por Trás do Metrô); Asylum: Inside the Closed World of State Mental Hospitals (Asilo: Dentro do Mundo Fechado dos Hospitais Psiquiátricos Estaduais); North Brother Island: The Last Unknown Place in New York City (Ilha North Brother: O Último Lugar Desconhecido em Nova York); e Making Steinway: An American Workplace (Fazendo Steinway: Um Local de Trabalho Americano). No mês passado, Payne ministrou a Palestra Memorial Ralph Caplan, da School of Visual Art, e pouco depois, entrei em contato com ele para falar sobre seu livro mais recente, Made in America, seu longo caso de amor com fábricas e o processo fotográfico.
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Divisiones de cristal. Image Cortesía de Glasstech
No contexto do design contemporâneo, as divisórias de vidro ganharam espaço no mundo do design de interiores graças à sua versatilidade em combinar elegância, funcionalidade, luminosidade e amplitude de maneira harmoniosa. Uma de suas principais vantagens é a transparência, refletida na capacidade de criar divisões espaciais sem obstruir a luz natural, proporcionando uma sensação de abertura e conectividade entre as áreas — o que é especialmente benéfico em espaços reduzidos, onde a luminosidade pode fazer toda a diferença no ambiente interno.
Por sua vez, os métodos construtivos também são simplificados pela instalação limpa e rápida de painéis e portas de vidro, bem como por suas múltiplas opções de fixação, adaptando-se às condições estruturais e às etapas da obra. Além disso, embora a transparência seja uma característica de destaque, as divisórias de vidro também podem incorporar recursos para garantir a privacidade quando necessário, utilizando diferentes tipos de vidros com aplicação de impressão digital, serigrafia ou acabamento jateado.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138565/flexibilidade-luminosidade-e-independencia-solucoes-em-vidro-para-o-design-do-espaco-interiorEnrique Tovar
Nos últimos anos, a Índia tem se destacado entre arquitetos e urbanistas de todo o mundo. Desde a rica herança cultural até iniciativas de cidades inteligentes por todo o país, dos atos de decolonização nos projetos arquitetônicos à evolução de um vernáculo modernizado, a Índia tem demonstrado o potencial de quem busca fomentar arquitetura e projeto urbano de qualidade. Este ano, o ArchDaily lançou a coluna ArchDaily Building for Billions, que discute os efeitos do aumento populacional, urbanização e crescimento econômico no ambiente construído da Índia. Building for Billions foi impulsionada pelo reconhecimento das mudanças e projetos inovadores que estão transformando o país.