1. ArchDaily
  2. América do Norte

América do Norte: O mais recente de arquitetura e notícia

Arquitetura entre a terra e a água: lições de projeto dos bayous

Áudio disponível

Um bayou é um corpo d'água de fluxo lento, tipicamente um riacho ou rio que serpenteia por terrenos planos e baixos em uma paisagem mais ampla de áreas úmidas. Encontrados por toda a Costa do Golfo, os bayous se diferenciam dos pântanos (*swamps*), que abrigam florestas alagadas caracterizadas por águas paradas, e das marismas (*marshes*), onde gramíneas altas e plantas herbáceas crescem em solos saturados. As correntes na paisagem do bayou sustentam ecossistemas biodiversos de plantas, árvores, insetos, aves e peixes, ao passo que as oscilações nos níveis da água, o solo saturado, o ar úmido, as chuvas intensas e os verões longos e quentes criam uma fronteira difusa entre a terra e a água, o úmido e o seco, o interior e o exterior.

Arquitetura entre a terra e a água: lições de projeto dos bayous - Image 1 of 4Arquitetura entre a terra e a água: lições de projeto dos bayous - Image 2 of 4Arquitetura entre a terra e a água: lições de projeto dos bayous - Image 3 of 4Arquitetura entre a terra e a água: lições de projeto dos bayous - Image 4 of 4Arquitetura entre a terra e a água: lições de projeto dos bayous - Mais Imagens+ 61

Um novo olhar sobre o patrimônio moderno: ArchDaily firma parceria com o World Monuments Fund

Áudio disponível

O que torna um edifício digno de preservação? A idade é a resposta mais comum, mas nem sempre a melhor. Um edifício das décadas de 1950 ou 1970 pode ter tanta relevância histórica quanto uma catedral medieval; a questão exige apenas uma abordagem diferente, que pondere o contexto político, o significado cultural e a inovação arquitetônica em vez da mera passagem do tempo. Isso se aplica sobretudo à arquitetura modernista no chamado Sul Global, onde o movimento assumiu formas de expressão singulares.

É justamente esse debate que o ArchDaily e o World Monuments Fund (WMF) estão abrindo juntos. O WMF traz sua expertise prática em conservação ao redor do mundo, enquanto o ArchDaily entra com a capacidade editorial para contextualizar esse trabalho e conectá-lo a um público global. O objetivo é atuar em duas frentes simultâneas: preservar lugares e contar suas histórias, moldando a compreensão do patrimônio modernista para muito além do próprio campo da preservação.

Um novo olhar sobre o patrimônio moderno: ArchDaily firma parceria com o World Monuments Fund - Imagen 1 de 4Um novo olhar sobre o patrimônio moderno: ArchDaily firma parceria com o World Monuments Fund - Imagen 2 de 4Um novo olhar sobre o patrimônio moderno: ArchDaily firma parceria com o World Monuments Fund - Imagen 3 de 4Um novo olhar sobre o patrimônio moderno: ArchDaily firma parceria com o World Monuments Fund - Imagen 4 de 4Um novo olhar sobre o patrimônio moderno: ArchDaily firma parceria com o World Monuments Fund - Mais Imagens+ 14

Acesso exclusivo

Forma, Função e Financiamento: O Urbanismo High-Tech de São Francisco

Áudio disponível

Este artigo faz parte do "Thresholds", um jornal impresso especial da Cobe Notes x ArchDaily.

San Francisco é uma cidade que sempre se reinventou sob pressão. Suas paisagens urbanas vitorianas sobreviveram a reformas estruturais antissísmicas e a torres de vidro, com bairros definidos tanto pela mudança quanto pela resistência a ela. No entanto, nenhuma força na história da cidade reconfigurou o ambiente construído de forma tão completa — ou tão rápida — quanto a economia da tecnologia. O que começou na expansão suburbana do pós-guerra no Vale do Silício migrou para o norte, inscrevendo sua lógica no horizonte urbano e na vida dos habitantes. O resultado dessa lógica é uma cultura arquitetônica de considerável refinamento técnico e paletas de materiais sofisticadas, mas que permanece, em grande parte, indiferente à população local.

O preço dessa indiferença é mensurável e crescente. San Francisco precisa viabilizar mais de 82 mil unidades habitacionais adicionais até 2031 sob as diretrizes do programa de Alocação de Necessidades Regionais de Habitação da Califórnia (RHNA), em uma cidade onde o valor médio do aluguel já figura entre os mais altos de qualquer área metropolitana dos EUA. Profissionais da educação, da saúde e do setor de serviços são sistematicamente deslocados por um mercado imobiliário calibrado para os níveis de renda de um único setor, em detrimento da maior parte da força de trabalho da cidade.

Forma, Função e Financiamento: O Urbanismo High-Tech de São Francisco - Image 1 of 4Forma, Função e Financiamento: O Urbanismo High-Tech de São Francisco - Image 2 of 4Forma, Função e Financiamento: O Urbanismo High-Tech de São Francisco - Image 3 of 4Forma, Função e Financiamento: O Urbanismo High-Tech de São Francisco - Image 4 of 4Forma, Função e Financiamento: O Urbanismo High-Tech de São Francisco - Mais Imagens+ 25

Acesso exclusivo

Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA

Áudio disponível

Toda crise de habitação acaba se tornando uma questão fundiária, e toda questão fundiária se torna, inevitavelmente, uma questão de valores. A Costa Oeste dos Estados Unidos chegou a esse ponto. À medida que cidades de Los Angeles a Seattle buscam terrenos para construir as moradias acessíveis que prometem há anos, elas se deparam repetidamente com a mesma alternativa: o parque ou o cinturão verde. O que parece ser uma decisão de zoneamento é, na verdade, um referendo sobre qual forma de bem-estar a cidade está disposta a sacrificar em detrimento de outra.

Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA - Image 1 of 4Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA - Image 2 of 4Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA - Image 3 of 4Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA - Image 4 of 4Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA - Mais Imagens+ 1

Acesso exclusivo

Escapando da demolição: a preservação da Casa A. Conger Goodyear

Áudio disponível

Como pilares da nossa paisagem cultural, muitas obras-primas do Movimento Moderno são frequentemente demolidas, abandonadas ou alteradas, independentemente do contexto em que estão inseridas. Preservar esse legado arquitetônico destaca o papel dos/as profissionais de arquitetura e design na configuração de ambientes construídos onde a continuidade entre o passado e o presente reforça o senso de lugar das comunidades. Em Long Island, uma coalizão de defensores uniu forças para salvar a Casa A. Conger Goodyear, projetada em 1938 por Edward Durell Stone. Considerada um dos exemplos mais notáveis do Estilo Internacional nos Estados Unidos, a residência atraiu grande atenção ao longo da década de 1940, figurando em periódicos especializados, livros e publicações de grande circulação.

Acesso exclusivo

“Construindo um relógio suíço de concreto”: Clark Construction sobre as Galerias David Geffen do LACMA

Áudio disponível

As recém-inauguradas David Geffen Galleries no LACMA são o resultado de mais de uma década de esforços em diversas frentes: a cidade, o condado, o público, a equipe de arquitetura, as equipes de engenharia, a construtora principal e os diversos profissionais envolvidos na tradução de um projeto ambicioso e visionário em forma construída. O projeto também foi alvo de um escrutínio excepcionalmente intenso, com reações que variam da admiração por sua execução meticulosa e ambição arquitetônica a críticas sobre sua escala, custo, volume de concreto e complexidade estrutural em uma Los Angeles propensa a terremotos. Independentemente do posicionamento de cada um, o edifício continua sendo um estudo de caso excepcionalmente sofisticado de como a arquitetura se viabiliza por meio da construção.

Esta conversa aborda as David Geffen Galleries sob a perspectiva da Clark Construction, a construtora principal responsável por ajudar a concretizar o projeto de Peter Zumthor. Carlos Gonzalez, presidente de grupo na Clark Construction, supervisionou a obra e compartilhou com o ArchDaily alguns dos desafios técnicos, materiais e logísticos por trás do edifício. Estes variam de sua estrutura monolítica de concreto e do amplo sistema de pós-tensão aos 56 isoladores sísmicos que permitem que o edifício se mova durante um terremoto; das condições imprevisíveis do solo perto de La Brea Tar Pits à fabricação de montantes de bronze maciço e à integração de sistemas mecânicos dentro da estrutura de laje dupla de concreto do edifício.

“Construindo um relógio suíço de concreto”: Clark Construction sobre as Galerias David Geffen do LACMA - Imagen 25 de 4“Construindo um relógio suíço de concreto”: Clark Construction sobre as Galerias David Geffen do LACMA - Imagen 23 de 4“Construindo um relógio suíço de concreto”: Clark Construction sobre as Galerias David Geffen do LACMA - Imagen 24 de 4“Construindo um relógio suíço de concreto”: Clark Construction sobre as Galerias David Geffen do LACMA - Imagen 20 de 4“Construindo um relógio suíço de concreto”: Clark Construction sobre as Galerias David Geffen do LACMA - Mais Imagens+ 22

Acesso exclusivo

Museus em debate: o que o MuNA do Equador revela sobre a identidade nacional

Áudio disponível

O anúncio da proposta vencedora para o novo Museu Nacional do Equador (MuNA) desencadeou um dos debates arquitetônicos mais significativos do país nos últimos anos. Desde então, a resposta do público remodelou o próprio concurso, ao mesmo tempo em que levantou questões mais amplas sobre como um museu nacional dá forma arquitetônica à interpretação de uma nação. Embora a discussão tenha começado com um único projeto, ela expôs um desafio que se estende muito além do Equador.

Não se espera dos museus nacionais que apenas representem uma nação; espera-se que lhe deem forma arquitetônica. Contudo, a identidade não pode ser construída de forma direta. Antes de se tornar arquitetura, ela deve primeiro ser interpretada e traduzida por meio de decisões de projeto.

Museus em debate: o que o MuNA do Equador revela sobre a identidade nacional - Imagem 1 de 4Museus em debate: o que o MuNA do Equador revela sobre a identidade nacional - Imagem 2 de 4Museus em debate: o que o MuNA do Equador revela sobre a identidade nacional - Imagem 3 de 4Museus em debate: o que o MuNA do Equador revela sobre a identidade nacional - Imagem 4 de 4Museus em debate: o que o MuNA do Equador revela sobre a identidade nacional - Mais Imagens+ 17

Acesso exclusivo

"Não separo arquitetura de infraestrutura": Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA

Áudio disponível

Quando o edifício original do New Museum, projetado pelo escritório SANAA — uma pilha de caixas opacas deslocadas envoltas por uma pele de malha metálica —, foi inaugurado em 2007, já parecia destinado a algum tipo de expansão para aliviar a pressão vertical criada por sua circulação restrita e área de projeção limitada. Em março, o museu revelou sua aguardada ampliação, projetada por Shohei Shigematsu e Rem Koolhaas, do OMA. O edifício complementar, de linhas angulares e levemente recuado, duplica a capacidade expositiva do museu, ao mesmo tempo em que reconfigura a relação da instituição com a cidade e com a estrutura original do SANAA, projetada por Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa.

Na abertura do edifício para a imprensa, Koolhaas descreveu o projeto "não apenas como uma extensão, mas como um complemento ou contraparte". Shigematsu detalhou posteriormente: "Pensamos em desenhar um par composto por dois edifícios distintos e, ao mesmo tempo, profundamente conectados. Um é mais vertical e introvertido. O outro é mais horizontal e extrovertido."

"Não separo arquitetura de infraestrutura": Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA - 1 的图像 4"Não separo arquitetura de infraestrutura": Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA - 2 的图像 4"Não separo arquitetura de infraestrutura": Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA - 3 的图像 4"Não separo arquitetura de infraestrutura": Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA - 4 的图像 4Não separo arquitetura de infraestrutura: Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA - Mais Imagens+ 15

Acesso exclusivo

Tons profundos e raízes naturais: 22 casas em Shou Sugi Ban nos Estados Unidos e Canadá

Áudio disponível

O Shou Sugi Ban é uma técnica tradicional japonesa de preservação de madeira que consiste na carbonização da superfície para a criação de uma camada protetora. Embora suas origens estejam enraizadas na durabilidade prática, o método foi amplamente adaptado ao ambiente construído moderno, definindo uma estética singular e marcante. Trata-se de um material contraditório: ao mesmo tempo que se impõe visualmente por seus tons escuros, ele também se apropria de seu entorno natural e o complementa, permitindo que as casas se insiram discretamente na paisagem.

O acabamento carbonizado das 22 residências selecionadas no Canadá e nos Estados Unidos serve como um fio condutor para lidar com climas extremos. De margens de lagos úmidas a florestas densas, a pele carbonizada atua como um escudo resistente contra as mais diversas intempéries. Indo além da mera proteção, estas casas demonstram como a textura do material se transforma sob a exposição à luz, passando de um tom fosco e plano na sombra para uma superfície cintilante, salpicada de prata, sob o sol direto. Os projetos também evidenciam a capacidade da técnica de definir volumes arquitetônicos, utilizando o revestimento escuro para criar silhuetas monolíticas precisas ou para destacar os vazios na volumetria do edifício, como recuos de entrada e terraços protegidos.

Tons profundos e raízes naturais: 22 casas em Shou Sugi Ban nos Estados Unidos e Canadá - Image 1 of 4Tons profundos e raízes naturais: 22 casas em Shou Sugi Ban nos Estados Unidos e Canadá - Image 2 of 4Tons profundos e raízes naturais: 22 casas em Shou Sugi Ban nos Estados Unidos e Canadá - Image 3 of 4Tons profundos e raízes naturais: 22 casas em Shou Sugi Ban nos Estados Unidos e Canadá - Image 4 of 4Tons profundos e raízes naturais: 22 casas em Shou Sugi Ban nos Estados Unidos e Canadá - Mais Imagens+ 20

Os 20 projetos mais aguardados de 2026

À medida que 2025 se aproxima do fim, aguardamos ansiosamente por 2026, um ano que promete a entrega de uma série diversa de projetos arquitetônicos de grande relevância ao redor do mundo. O período se destaca especialmente pela conclusão de importantes obras de infraestrutura e equipamentos culturais, incluindo projetos de longa duração que finalmente chegam à etapa final. A Europa estará em evidência com os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão–Cortina 2026. O evento contará com projetos como a Vila Olímpica, assinada por SOM, e a Arena Olímpica de Inverno, projetada por David Chipperfield Architects. Ainda em Milão, BIG deve concluir o City Wave, parte de um novo distrito de negócios da cidade. Paralelamente, após mais de 140 anos desde o início de sua construção, arquitetos do mundo todo acompanham com expectativa a tão aguardada conclusão da Sagrada Família, de Antoni Gaudí, em Barcelona, prevista para 2026.

Os 20 projetos mais aguardados de 2026 - Image 2 of 4Os 20 projetos mais aguardados de 2026 - Image 8 of 4Os 20 projetos mais aguardados de 2026 - Image 10 of 4Os 20 projetos mais aguardados de 2026 - Image 11 of 4Os 20 projetos mais aguardados de 2026 - Mais Imagens+ 18

Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades

A organização internacional sem fins lucrativos World Habitat, em parceria com a UN-Habitat, anunciou os Prêmios World Habitat 2024. Eles visam destacar projetos que demonstram abordagens inovadoras e transformadoras para as moradias, incorporando princípios de adaptação às mudanças climáticas e soluções orientadas para a comunidade. Neste ano, foram selecionados oito projetos, dos quais dois foram reconhecidos com o Prêmio Gold World Habitat.

Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades - Image 1 of 4Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades - Image 2 of 4Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades - Image 3 of 4Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades - Image 4 of 4Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades - Mais Imagens+ 10

Acesso exclusivo

“O caminho tradicional de um arquiteto é muito limitante”: entrevista com Johanna Hurme

O que há de especial na arquitetura na América do Norte — sua história, políticas, mas também códigos e leis de construção — que a torna particularmente vulnerável à crise habitacional global? E como essas falhas inerentes podem ser combatidas com um desenho habitacional com propósito e uma abordagem mais inclusiva para a disciplina da arquitetura?

Em uma apresentação no World Architecture Festival 2023, sob o tema do programa 'Catalyst', Johanna Hurme e Sasa Radulovic, Co-Fundadores da 5468796 Architecture com sede em Winnipeg, Canadá, mostraram como essas e outras questões são fundamentais para seu estilo de construção e também abordadas em seu próximo livro platform.MIDDLE: Architecture for Housing the 99%.

“O caminho tradicional de um arquiteto é muito limitante”: entrevista com Johanna Hurme - Image 1 of 4“O caminho tradicional de um arquiteto é muito limitante”: entrevista com Johanna Hurme - Image 2 of 4“O caminho tradicional de um arquiteto é muito limitante”: entrevista com Johanna Hurme - Image 3 of 4“O caminho tradicional de um arquiteto é muito limitante”: entrevista com Johanna Hurme - Image 4 of 4“O caminho tradicional de um arquiteto é muito limitante”: entrevista com Johanna Hurme - Mais Imagens+ 5

Acesso exclusivo

Carbono incorporado no setor imobiliário: a contribuição oculta para as mudanças climáticas

A janela para resolver a mudança climática está se estreitando; qualquer solução deve incluir o carbono incorporado. O Sexto Relatório de Avaliação publicado pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) concluiu que o mundo poderia emitir apenas 500 gigatoneladas a mais de dióxido de carbono, contados a partir de janeiro de 2020, se quisermos ter 50% de chance de ficar abaixo de 1,5 grau. Somente em 2021, o mundo emitiu cerca de 36,3 gigatoneladas de carbono, a maior quantidade já registrada. Estamos no caminho para estourar nosso orçamento de carbono nos próximos anos e, segundo o relatório, “as escolhas e ações implementadas nesta década terão impactos agora e durante milhares de anos.”

Acesso exclusivo

O que as cabanas primitivas nos ensinam sobre arquitetura

Este artigo foi originalmente publicado na Common Edge.

Mitologias de origem, mitos fundadores e lendas de criação nos proporcionam uma maneira de vislumbrar e imaginar o passado distante de maneira metafórica, poética e cativante. Os mitos de origem mais antigos nos ajudam a compreender como acreditava-se terem surgido um povo ou um lugar (como o universo). Os antropólogos descrevem esses mitos como mitos de criação ou mitos "cosmogônicos". Eles podem explicar como o mundo veio a existir. Por exemplo, povos nativos da América do Norte, como os Cherokee, Ojibwe e Astecas, compartilham um mito de origem no qual a terra foi inicialmente criada sobre um grande oceano. Um dos mitos de origem ocidentais mais comuns é a criação de Adão e Eva. No entanto, histórias fundadoras existem para todas as sociedades, costumes históricos e lugares. Lembre do mito dos irmãos Rômulo e Remo, amamentados por uma loba enquanto bebês para mais tarde fundar a cidade de Roma. 

O que as cabanas primitivas nos ensinam sobre arquitetura - Imagem 1 de 4O que as cabanas primitivas nos ensinam sobre arquitetura - Imagem 2 de 4O que as cabanas primitivas nos ensinam sobre arquitetura - Imagem 3 de 4O que as cabanas primitivas nos ensinam sobre arquitetura - Imagem 4 de 4O que as cabanas primitivas nos ensinam sobre arquitetura - Mais Imagens+ 1

Icon Architects projeta o edifício de madeira mais alto da América do Norte em Toronto

A Icon Architects divulgou o projeto de uma torre de madeira de 90 metros de altura em Toronto, Canadá, que se tornará, uma vez concluída, o edifício mais alto da América do Norte. Chamado "191-199 College Street", o projeto está alinhado com o masterplan liderado por Alison Brooks Architects, Adjaye Associates, Henning Larsen e SLA para desenvolver o Waterfront de Toronto, que visa transformar a cidade em um polo de habitações a preços acessíveis, espaços públicos de qualidade e novas oportunidades de negócios. A construção em CLT gerará cerca de 3.300 toneladas métricas de emissões de gases de efeito estufa a menos que uma obra convencional. Além dos benefícios ambientais, a torre acomodará cerca de 400 unidades de aluguel a preços acessíveis.

Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga lista de projetos finalistas da categoria principal no 2022

O Prêmio Mies Crown Hall Americas (MCHAP) anunciou os 48 projetos finalistas selecionados pelo júri do MCHAP 2022. Dos projetos indicados, foram escolhidos 38 para a categoria MCHAP e 10 para a categoria MCHAP.emerge. O quarto ciclo de prêmios considera obras construídas concluídas nas Américas entre janeiro de 2018 e dezembro de 2021, indicadas por uma rede anônima de especialistas e profissionais internacionais.

Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga lista de projetos finalistas da categoria principal no 2022 - Image 1 of 4Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga lista de projetos finalistas da categoria principal no 2022 - Image 2 of 4Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga lista de projetos finalistas da categoria principal no 2022 - Image 3 of 4Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga lista de projetos finalistas da categoria principal no 2022 - Image 4 of 4Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga lista de projetos finalistas da categoria principal no 2022 - Mais Imagens+ 1

Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga projetos indicados e júri da edição 2022

O Prêmio Mies Crown Hall Americas anunciou a lista completa de jurados para sua quarta edição, presidida por Sandra Barclay da Barclay and Crousse Architecture. Também anunciou as 200 obras construídas na América do Norte e do Sul indicadas para o MCHAP 2022 e os 50 projetos indicados para o MCHAP.emerge 2022.

Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga projetos indicados e júri da edição 2022 - Image 2 of 4Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga projetos indicados e júri da edição 2022 - Image 3 of 4Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga projetos indicados e júri da edição 2022 - Image 5 of 4Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga projetos indicados e júri da edição 2022 - Image 4 of 4Prêmio Mies Crown Hall Americas divulga projetos indicados e júri da edição 2022 - Mais Imagens+ 7

Acesso exclusivo

A volta do telhado em duas águas na arquitetura contemporânea

A volta do telhado em duas águas na arquitetura contemporânea - Imagem de Destaque
Nova Scotia–based MacKay-Lyons Sweetapple Architects has built several steel-clad gabled houses like the East Dover House, shown here, because the material blends in with cliffside landscapes, rusts to fit geology, and needs zero maintenance.. Image © James Brittain Photography

No artigo desta semana da Metropolis Magazine, Kelly Beamon explora “a simbologia do telhado em duas águas”, analisando como muitos arquitetos contemporâneos têm se apropriado desta tipologia fundamental para ressignificar a sua própria essência. De acordo com Beamon, o telhado em duas águas é uma das mais tradicionais soluções arquitetônicas de cobertura, utilizada amplamente tanto em regiões de clima frio quando temperado, a qual está composta por dois planos inclinados e opostos os quais se encontram para formar a cumeeira. Como uma das soluções construtivas mais emblemáticas na arquitetura residencial dos EUA, este artigo procura analisar como este tradicional recurso tem sido reinventado ao longo das últimas décadas.