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Como tornar o bambu durável? Um guia passo a passo

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O bambu, conhecido pela sua resistência e ecologia, enfrenta frequentemente um adversário formidável: insetos e fungos. Apesar da sua resiliência, estas pragas podem comprometer a sua durabilidade ao longo do tempo. No entanto, existe uma solução simples, mas eficaz, para aumentar a longevidade e a robustez do bambu. Neste artigo, revelamos o método Vertical Soak Diffusion (VSD) – uma abordagem econômica que garante que seus projetos de bambu resistam ao teste do tempo.

Além da transparência: 5 edifícios que destacam fachadas de tijolos de vidro

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As fachadas de tijolos de vidro surgiram como uma tendência arquitetônica cativante, combinando a elegância atemporal do vidro com a robustez dos tijolos. Além disso, esses elementos podem apresentar maior resistência térmica do que os fechamentos de vidro convencionais. 

Essas fachadas criam um efeito pixelado que joga com luz e sombra, transmitindo a luminosidade de forma ideal ao mesmo tempo em que preservam a privacidade. A maneira como as fachadas de tijolos de vidro suavizam e diluem as vistas externas pode aumentar a sensação de tranquilidade e foco. De edifícios comerciais elegantes a projetos residenciais de vanguarda, as fachadas de tijolos de vidro continuam a expandir os limites da inovação arquitetônica, cativando tanto profissionais de projeto quanto o público observador.

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Habitação social na América: os/as arquitetos/as devem responder ao chamado

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Se você acompanha as políticas de habitação nos Estados Unidos, talvez tenha notado um termo específico surgindo com frequência ultimamente: habitação social. Talvez você tenha lido um longo artigo acadêmico, more em uma cidade que está codificando uma política de habitação social, como Seattle ou Atlanta, ou tenha visto uma das menções recentes no The New York Times, destacando casos de sucesso nos EUA e em Viena. No campo do design, o Dezeen está publicando uma série sobre o renascimento da habitação social.

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Biomimética e revestimentos cerâmicos: da composição mineral ao design orgânico

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Compreendendo que a urbanização no mundo é um fenômeno constante e crescente, parece que a natureza e os elementos vivos que a compõem são escassos nos centros urbanos contemporâneos. Nessa perspectiva, parece que nos esquecemos coletivamente de que o meio natural é o ambiente primordial dos seres humanos. No entanto, o fato de a sociedade ter optado por se estabelecer em cidades como modelo predominante não significa que a natureza seja obsoleta. Pelo contrário, a busca constante por soluções sustentáveis e orientadas ao bem-estar das pessoas pode nos proporcionar mais e melhores respostas.

A arquitetura biomimética, focada em encontrar soluções sustentáveis no meio natural, surge como uma resposta para integrar a natureza ao ambiente construído. Essa integração vai além da mera imitação ou cópia descontextualizada, fundamentando-se na compreensão e na extrapolação de suas qualidades para edifícios e interiores. Por esse motivo, estratégias específicas de biomimética aplicadas à arquitetura podem se refletir nos revestimentos cerâmicos, abrangendo aspectos como composição mineral, design e estética que se relacionam estreitamente com a natureza.

O Metaverso Desencadeado: A Ascensão dos Espaços Digitais em Escala Humana

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Este artigo é o oitavo de uma série dedicada à Arquitetura do Metaverso. O ArchDaily colaborou com John Marx, AIA, sócio-fundador de projeto e Diretor Artístico da Form4 Architecture, para trazer artigos mensais que buscam definir o Metaverso, transmitir o potencial deste novo reino e compreender suas limitações. Nesta edição, o arquiteto John Marx entrevista Heather Gallagher, especialista internacional em eventos transformadores e economia da experiência e ex-diretora de tecnologia do Burning Man.

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Como melhorar ambientes internos e externos com coberturas de vidro

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Sendo um material altamente translúcido que resiste a quase todas as condições climáticas, exceto as mais extremas, é facilmente moldado em qualquer tamanho ou forma e, uma vez moldado, dura por milhares de anos, o vidro continua sendo um dos materiais mais inovadores e cruciais utilizados na arquitetura. Embora as práticas construtivas contemporâneas nos permitam criar imensos e brilhantes arranha-céus de vidro que se elevam a centenas de metros de altura, o propósito original desse material milenar — trazer luz para interiores protegidos das intempéries e seguros — continua sendo o mais importante, mesmo mais de mil anos depois.

Por mais importante que o vidro seja para quase todas as tipologias arquitetônicas sob a forma de janelas, quando se trata da cobertura de um edifício, o uso desse material não é tão simples. Compreendemos o poder e o perigo de combinar luz e vidro desde que vimos, nos desenhos animados da nossa infância, uma lupa sendo usada para concentrar o calor do sol em temperaturas incrivelmente altas. Sob uma cobertura de vidro, o ganho de calor solar pode resultar em ambientes internos desconfortáveis se não forem tomadas as precauções de proteção corretas.

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Os olhos da rua: o conceito de Jane Jacobs e a arquitetura residencial contemporânea no Brasil

O conceito de "olhos da rua" talvez seja o mais famoso dentro da literatura arquitetônica e urbanística quando o assunto é segurança urbana. Jane Jacobs utiliza essa expressão para se referir às pessoas que – de forma consciente ou inconsciente – utilizam os espaços públicos ou os contemplam desde suas casas, gerando uma vigilância natural. Um movimento que, no âmbito da nossa disciplina, é fomentando tanto por meio de espaços públicos de qualidade quanto pela potente relação entre o público e o privado criada através das fachadas das edificações. Defendendo esse controle cotidiano, Jacobs acredita em um modo de fazer arquitetura e cidades que condena a verticalização em excesso, reforçada por edifícios isolados e de uso único os quais negam o contato com rua.

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Racionalizar: Elementos e Montagens no Fabricate 2024

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De 4 a 6 de abril, a conferência internacional FABRICATE 2024 será realizada na Royal Danish Academy, em Copenhague. Desde a sua criação em 2011, o FABRICATE consolidou-se como um fórum global para novas e radicais possibilidades na arquitetura, acolhendo milhares de participantes da prática profissional, da indústria e da pesquisa.

Neste terceiro artigo, conversamos com o/a arquiteto/a Zhu Pei que é diretor/a fundador/a do Studio Zhu Pei e decano/a da Escola de Arquitetura da Academia Central de Belas Artes de Pequim. O texto é um trecho do futuro livro FABRICATE 2024 e baseia-se em uma entrevista conduzida pelo/a copresidente Phil Ayres entre Zhu Pei e o/a arquiteto/a Cristiano Ceccato, diretor/a da Zaha Hadid Architects. O livro será lançado na noite de abertura da conferência FABRICATE 2024.

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Desintegração da identidade arquitetônica na Região de Aysén, Chile

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O patrimônio arquitetônico constituído pelos/as primeiros/as habitantes da região de Aysén — inicialmente a expressão mínima do morar, um espaço destinado a proteger o/a usuário/a das intempéries climáticas, e que mais tarde evoluiria de forma intrínseca às transformações das necessidades dos/as residentes — representa, no plano simbólico, uma identidade arquitetônica vernácula em madeira.

Atualmente, salvo raras exceções, as poucas casas ainda de pé dos primeiros anos de colonização espontânea na região apresentam um avançado estado de deterioração. Elas acabam destinadas a depósitos ou espaços anexos à habitação principal devido ao desgaste dos materiais, à inexistência de instalações ou ao seu precário isolamento térmico. 

Da mesma forma, embora as residências mais complexas e de maior porte pertencentes a um período mais recente, construídas sobretudo em áreas urbanas, ainda estejam em sua grande maioria habitadas, os processos de desgaste de suas estruturas são evidentes. Essa condição de instabilidade está estreitamente relacionada com seus/suas ocupantes, majoritariamente pessoas idosas que não dispõem de recursos econômicos nem de capacidade física para realizar as reformas necessárias.

Fachadas solares duráveis e resilientes: 5 princípios arquitetônicos essenciais

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No projeto de fachadas, diversos fatores influenciam sua concepção. A partir de elementos compositivos, geográficos e ambientais, as fachadas incorporam uma série de gestos que moldam o envelope do edifício, funcionando como a interface entre o ambiente externo e a vida em seu interior. Nesse contexto, a arquitetura contemporânea busca enriquecer o papel das fachadas, maximizando seu potencial por meio da inovação tecnológica. Atualmente, a tecnologia se integra de forma a criar uma arquitetura mais expressiva e texturizada, explorar diferentes materialidades e promover uma arquitetura circular e de baixo carbono.

Ao compreender as fachadas como a pele dos edifícios e reconhecer a crescente demanda global pelo uso eficiente de recursos no ambiente construído, surge a necessidade de aproveitar a incidência de luz solar nas fachadas das edificações. Em resposta a isso, e considerando um cenário arquitetônico estreitamente ligado à tecnologia, os sistemas fotovoltaicos integrados à edificação (BIPV) ganharam ainda mais relevância na criação de novas estéticas para fachadas e na minimização dos impactos ambientais. Esses sistemas, com suas capacidades técnicas e qualidades estéticas, resultam em fachadas solares atraentes, duráveis e resilientes. Eles geram um impacto positivo no ambiente construído ao incorporar de forma integrada a produção de energia sustentável aos edifícios.

Utilizando os sistemas prediais como estrutura para a evolução das envoltórias de edifícios

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As crescentes demandas por eficiência energética, funcionalidade técnica e conforto interno nas edificações exigem o desenvolvimento de sistemas de envoltórias mais eficientes. A envoltória atua como mediadora entre o exterior e o interior de um edifício. No cenário arquitetônico atual, ela desempenha uma infinidade de funções para potencializar o desempenho da edificação. Tais funções incluem sistemas de controle predial, fornecimento de energia (como gás e eletricidade) e aquecimento, ventilação e ar-condicionado (HVAC), entre outros. Esses elementos determinam fundamentalmente a funcionalidade, a eficiência e a segurança dos espaços construídos. Diante do fato de que a natureza das envoltórias depende fortemente dessas instalações técnicas, de que maneira elas podem servir como diretrizes fundamentais para o desenvolvimento do projeto de arquitetura?

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Estão abertas as indicações para o Prêmio Building of the Year 2024 da ArchDaily China

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Após o lançamento bem-sucedido da 15ª edição do Building of the Year Awards no início deste ano, gostaríamos de agradecer a você por fazer parte da nossa comunidade há mais de 10 anos. Juntos, temos crescido e contribuído para o cenário arquitetônico global, buscando construir um mundo melhor. Agora, temos o orgulho de anunciar a 8ª edição do ArchDaily Building of the Year China, que celebra o melhor da arquitetura na China, escolhido por você, nosso público leitor.

Ao indicar e votar, você passa a integrar uma rede interdependente, imparcial e distribuída de jurados, juradas e profissionais da área que, de forma consistente, nos ajuda a celebrar a arquitetura de todas as escalas, propósitos e condições, além de arquitetos e arquitetas de todos os perfis. Nas próximas semanas, seus votos farão com que 700 projetos chineses sejam filtrados para elegermos os 10 melhores projetos da China.

A edição de 2024 do Building of the Year Awards China é realizada graças ao apoio da Dornbracht, marca reconhecida por seus designs de ponta para a arquitetura, presentes internacionalmente em cozinhas e banheiros.

Fachadas na Economia Circular: Design para Desmontagem

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Os princípios da economia circular têm se mostrado altamente influentes e aplicáveis na indústria da construção civil. Com ênfase no uso eficiente de recursos, modelos baseados no reuso e na reciclagem de componentes e materiais estão sendo cada vez mais implementados de forma pioneira por escritórios de arquitetura globais. O conceito de "design para desmontagem" surge como uma abordagem inovadora, especialmente no caso das fachadas de edifícios. Alcançar um equilíbrio entre as demandas por novas infraestruturas e a transição para a sustentabilidade exige uma revisão do projeto tradicional de fachadas ao longo de todo o seu ciclo de vida.

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Projetos de arquitetas do Sul Global para o Dia da Mulher 2024

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Ao investigarmos a produção arquitetônica contemporânea, é fundamental reconhecer a influência contínua das mulheres, particularmente do Sul Global, na configuração do nosso ambiente construído, sobretudo as contribuições de mulheres que atuam como agentes de transformação social e celebração cultural. À medida que nos aprofundamos em suas trajetórias, fica evidente que as experiências de vida dessas arquitetas alimentam seus processos criativos, resultando em espaços que ressoam com as pessoas que os utilizam e com o seu entorno. Arquitetas como Sumaya Dabbagh, Mariam Issoufou, Tosin Oshinowo e Marina Tabassum traduzem esse espírito resiliente e inovador.

Esta seleção de projetos apresenta as histórias de algumas das obras arquitetônicas mais instigantes realizadas por mulheres do Sul Global. Das ruas singulares de Dubai às paisagens rurais do Níger, cada projeto serve como testemunho do poder da arquitetura em transcender as barreiras de gênero e criar propostas significativas que conectam as pessoas e seus entornos.

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Ressignificando o conceito de envoltória do edifício por meio de janelas minimalistas

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Quando se fala em envelope do edifício, frequentemente faz-se a analogia com uma pele que protege e envolve a estrutura, criando uma transição no ambiente físico. Este conceito é interessante porque identifica que, assim como nos seres humanos, a pele desempenha um papel de proteção e regulação do ambiente interno, além de contribuir para a estética da edificação. Desse modo, tanto a pele humana quanto o envelope do edifício atuam como elementos que respondem aos estímulos do entorno e da vida que se desenvolve em seu interior. Mais do que simples barreiras protetoras, ambos são vivenciados como meios de interação ativa com o contexto.

Embora as envoltórias evoluam em meio a diversos contextos, materiais e sistemas, as janelas minimalistas se destacam por suas qualidades estéticas, apresentando-se como peles transparentes e fluidas. Elas se sobressaem por sua funcionalidade e leveza visual, destacando-se na paisagem arquitetônica. Além disso, chamam a atenção por sua versatilidade em diferentes sistemas que conectam a vida entre o interior e o exterior. Diante da afirmação do arquiteto suíço e vencedor do Prêmio Pritzker, Peter Zumthor, de que “a arquitetura está exposta à vida”, as janelas desempenham um papel vital na expressão dessa conexão, tornando-se parte significativa da identidade e da essência da edificação.

The Second Studio Podcast: Ser um/a arquiteto/a otimista

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O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e discussões pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de profissão, avaliações de edificações e outros projetos, ou explorações informais sobre a vida cotidiana e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem se os/as arquitetos/as são de fato otimistas. Muitos/as afirmam que sim, mas será mesmo? Ambos debatem de que maneiras a classe profissional se mostra otimista, em quais momentos surge o pessimismo, como manter uma postura positiva e o impacto disso no próprio trabalho, além de abordar o realismo e outros temas.

Dia Internacional da Mulher 2024: Compartilhando histórias de empoderamento e compreendendo o poder transformador da arquitetura

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Indo muito além do dia 8 de março, o ArchDaily reconhece e celebra as contribuições contínuas das mulheres que moldam o desenvolvimento do ambiente construído em escala global. O tema "Mulheres na Arquitetura" é central em nossa estratégia de conteúdo, reforçando nosso compromisso diário em destacar o papel fundamental e o impacto das arquitetas.

Após questionarmos, em 2021, “Por que ainda é importante falar sobre "arquitetas"?”, de contribuirmos para o “reequilíbrio de forças e ajuste de narrativas” em 2022, e de focarmos nas conquistas de “mulheres inovadoras na linha de frente dos desafios globais” em 2023, neste Dia Internacional da Mulher convidamos você a assistir ao documentário "Women in Architecture", produzido pelo ArchDaily. Este projeto, iniciado pela Sky-Frame e dirigido por Boris Noir, propõe uma exploração fascinante do papel das mulheres na transformação da paisagem arquitetônica, acompanhando de perto as trajetórias pessoais e profissionais de três arquitetas extraordinárias, que trazem contribuições únicas para o mundo: Toshiko Mori, Gabriela Carrillo e Johanna Meyer-Grohbrügge. Com o objetivo de inspirar nossa comunidade através de suas histórias e conquistas, temos o prazer de anunciar a sequência do filme, com lançamento previsto para 2024. Este novo capítulo apresentará três novas arquitetas, incluindo Tosin Oshinowo, arquiteta, designer e curadora nigeriana da Trienal de Arquitetura de Sharjah de 2023.

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Interiores dentro de interiores: 13 projetos que evidenciam as características das fachadas de pele dupla

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A fachada de um edifício costuma funcionar como um reflexo tanto da malha urbana na qual está inserida quanto do que se encontra por trás dela. Para além da estética, as fachadas possuem um papel funcional, cultural e sustentável de grande importância, sobretudo em relação ao design de interiores. Embora a luz natural, as vistas e a organização espacial sejam influenciadas pela fachada, os/as arquitetos/as vêm priorizando a relação entre o envelope da edificação e a qualidade do interior, tendo em vista as transformações culturais, econômicas e ambientais contemporâneas que afetam a maneira como as pessoas projetam seus espaços de vida. Assim, para responder a essas necessidades e hábitos em constante mudança, somados ao foco no bem-estar geral, os/as profissionais recuam a fachada e o teto — e, em alguns casos específicos, os pisos — para criar interiores dentro de interiores: envelopes secundários que protegem o espaço interno do ambiente externo.  

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O Poder da Inovação: Brick Award 24

Em todo o mundo, os/as profissionais de arquitetura de hoje enfrentam diversos desafios crescentes. A demanda por habitação de baixo custo está aumentando significativamente, assim como a necessidade urgente de poupar os recursos do planeta e reduzir as emissões de carbono. À primeira vista, esses dois objetivos podem parecer mutuamente excludentes. No entanto, a história da arquitetura é marcada por grandes mentes que superam desafios por meio da criatividade e da inovação. 

Em 2004, a wienerberger, fornecedora líder de soluções inovadoras e ecológicas para toda a envoltória do edifício nas áreas de novas construções e reformas, bem como de infraestrutura para gestão de água e energia, lançou o prêmio bienal Brick Award para reconhecer e, mais importante ainda, apoiar tais soluções inovadoras e as pessoas que as criam. Em junho de 2024, em sua 11ª edição, o prêmio será mais uma vez concedido a feitos extraordinários da arquitetura de tijolos de todo o mundo.

‘Não ter que se preocupar com proporção, harmonia e beleza é uma saída fácil’: Uma conversa com Peter Pennoyer, vencedor do Prêmio Driehaus 2024

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Mesmo no mundo da mídia especializada em design, a notícia poderia facilmente ter passado despercebida: no final de janeiro, a Escola de Arquitetura de Notre Dame anunciou que Peter Pennoyer, arquiteto e autor sediado em Nova York, venceu o Prêmio Richard H. Driehaus de 2024. O Driehaus é a versão de arquitetura tradicional e clássica do Prêmio Pritzker. Embora venha acompanhado de um generoso cheque de US$ 200 mil — o dobro do valor pago pelo Pritzker — e tenha entre seus vencedores anteriores nomes de destaque como Robert A.M. Stern, Michael Graves, Leon Krier e Andrés Duany e Elizabeth Plater-Zyberk, a premiação ainda parece existir em uma espécie de vácuo midiático.

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Borrando limites: explorando a transparência na arquitetura de Riken Yamamoto

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Transparência, integração e limites são palavras chave para entender a obra de Riken Yamamoto. Vencedor do Prêmio Pritzker em 2024, o arquiteto japonês pode ser reconhecido por sua capacidade de estabelecer e desafiar conceitos espaciais de materialidade convencionais, criando espaços que promovem interações e conexões entre as pessoas e seu entorno. A transparência, seja na configuração física dos edifícios, na escolha dos materiais empregados ou na filosofia subjacente aplicada a todas as obras, emerge como um elemento central que perpassa toda sua carreira.

Um conceito de templo para o Burning Man e um pavilhão para a Expo 2025 Osaka: 8 propostas de concurso enviadas pela comunidade do ArchDaily

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No mundo da arquitetura, os concursos funcionam como catalisadores de inovação e criatividade. Ao incentivar a comunidade de arquitetura a refletir sobre um determinado tema e a intervir em espaços bem definidos, eles proporcionam algumas das melhores plataformas para experimentação, permitindo que arquitetos/as e designers explorem novos conceitos, desafiem convenções e respondam a demandas sociais urgentes, ao mesmo tempo que comparam a grande variedade de soluções emergentes. A seleção desta semana reúne exemplos de propostas de concursos de todo o mundo enviadas pela comunidade do ArchDaily.

Os projetos selecionados variam em escala e programa, indo de concursos de renome mundial, como os organizados para os pavilhões nacionais na próxima Expo Mundial em Osaka ou para o Templo no centro de Black Rock City no Burning Man, a intervenções locais que destacam espaços singulares, como a reimaginação criativa de um mercado popular no centro histórico de Sibiu, na Romênia, ou a presença sutil de uma casa de campo na paisagem mediterrânea.

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O Norman Foster Institute está com inscrições abertas para seu programa de 2025 sobre Cidades Sustentáveis

O Norman Foster Institute está com inscrições abertas para o seu Programa em Cidades Sustentáveis, que será realizado em Madri de janeiro a dezembro de 2025.

O Programa em Cidades Sustentáveis combina experiência prática com o conhecimento acadêmico da rede global de especialistas da Norman Foster Foundation, sob a liderança dos codiretores Norman Foster e Kent Larson. A cada ano, os/as participantes vivenciarão uma imersão em três cidades-piloto, colaborando diretamente com planejadores/as e gestores/as locais. O ano acadêmico de 2025 terá como foco as cidades africanas, um dos territórios mais desafiadores e que, ao mesmo tempo, apresenta uma das maiores oportunidades para o desenvolvimento urbano.

Como Barcelona, Medellín e Roterdã geraram espaço público onde parecia impossível

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A CityMakers, Comunidade Global de Arquitetos e Arquitetas que Aprendem com Cidades-Modelo e Seus Criadores, está trabalhando em parceria com o ArchDaily para publicar uma série de artigos sobre Barcelona, Medellín e Roterdã. Os autores e autoras são os/as arquitetos/as, urbanistas e/ou estrategistas por trás dos projetos que transformaram essas três cidades, conhecidos/as nas "Escolas de Cidades" e "Cursos Documentários" realizados pela CityMakers.

Atualmente, há um amplo consenso sobre a importância do espaço público na cidade. Embora pareça bastante lógico, essa relevância não é tão antiga quanto os assentamentos humanos, que existem há milênios. A Carta de Atenas, escrita há apenas 91 anos, não tratava tanto a cidade como um lugar para se viver, mas como uma máquina funcional. Quase um século depois, o paradigma mudou: a cidade é, acima de tudo, seu espaço público. No entanto, o que acontece quando o espaço público é ameaçado pela proliferação de carros, pela insegurança ou até mesmo pela água?

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