Salzburgo, na Áustria, situada às margens do rio Salzach, é uma cidade onde a história e a arquitetura se fundem de forma harmoniosa. Dominado pelo imponente Castelo M, seu centro histórico reflete um rico patrimônio barroco. Marcos urbanos como a Catedral de Salzburgo, projetada por Santino Solari, e o elegante Palácio Leopoldskron revelam um passado marcado pela imponência e influência cultural. Quem visita a cidade pode percorrer séculos de evolução arquitetônica por suas ruas, desde fortalezas medievais até o esplendor barroco, tudo isso em um sítio declarado Patrimônio Mundial da UNESCO. A cada inverno, esse cenário acolhe o Mercado de Natal de Salzburgo, reconhecido como um dos mercados de Advento mais antigos da Europa, com origens que remontam ao "Tandlmarkt" do século XV.
No entanto, Salzburgo também se revela uma cidade de contrastes. A arquitetura moderna deixou sua marca, integrando-se de forma equilibrada ao cenário histórico. Projetos modernos como o Stadt Park Lehen e o Paracelsus Bad & Kurhaus destacam o design contemporâneo, enquanto o Instituto de Farmácia e a Extensão Gusswerk trazem um novo frescor ao tecido urbano local. Esse equilíbrio entre o antigo e o novo define Salzburgo, onde cada camada arquitetônica contribui para a narrativa dinâmica e em constante evolução da cidade.
Em seu escritório com sede em Dhaka, em Bangladesh, Marina Tabassum busca criar uma linguagem arquitetônica que seja simultaneamente contemporânea e enraizada em seu lugar. Uma das primeiras obras que realizou após fundar seu próprio escritório em 2005 — a Mesquita Bait Ur Rouf, em sua cidade natal — recebeu o Prêmio Aga Khan de Arquitetura, que reconhece projetos que respondem às necessidades e aspirações de sociedades muçulmanas.
O Museu da Independência de Bangladesh, que ela projetou em parceria com seu ex-sócio, Kashef Mahboob Chowdhury, do escritório URBANA, tornou-se um marco nacional. No entanto, Tabassum também trabalha na escala íntima da habitação, desenvolvendo estruturas espaciais modulares inovadoras construídas com bambu. Ela já lecionou em escolas de arquitetura pelo mundo todo. Recentemente, foi agraciada com um prêmio do Architecture, Culture, and Spirituality Forum e apontada pela revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes de 2024 por seu trabalho em design sustentável e socialmente responsável.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140660/luz-empatia-e-silencio-a-arquitetura-de-marina-tabassumMichael J. Crosbie
Por séculos, as práticas de sepultamento em várias culturas associaram a homenagem aos mortos à terra, com cemitérios firmemente enraizados no solo como um símbolo de paz eterna. No entanto, como discutido em um de nossos artigos, Sem espaço para os vivos ou para os mortos: Explorando o futuro dos sepultamentos na Ásia, a escassez de terras em áreas urbanas densamente desenvolvidas apresenta desafios significativos para as práticas tradicionais de sepultamento, especialmente em sociedades como o Japão, que enfrentam o envelhecimento de sua população. Diante dessas restrições espaciais, como projetar cemitérios acima do solo e columbários para oferecer um local de descanso digno e tranquilo, respeitando os valores culturais?
Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com a arquiteta argentino-espanhola Zaida Muxí, autora do livro “Mulheres, casas e cidades”, publicado pela dpr-Barcelona em 2018.
Em “Mulheres, casas e cidades”, Muxí propõe uma reescrita da história da arquitetura e do urbanismo ao incorporar as contribuições de tantas mulheres que foram silenciadas nas histórias gerais.
“Se quisermos entrar em jogos de mercado, a moradia nunca será um direito”, postula Muxí nesta entrevista.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140624/zaida-muxi-ninguem-resolve-uma-vida-familiar-em-35-metros-quadradosArchDaily Team
A evolução de novas tecnologias, aplicações inovadoras e a transição para soluções sustentáveis são fundamentais na arquitetura hoteleira contemporânea. Esses avanços buscam conscientizar sobre a preservação ambiental, ao mesmo tempo que elevam o conforto interno e o bem-estar. De resorts de grande porte e complexos turísticos a cabanas e refúgios remotos, o projeto de áreas comuns incorpora mobiliário essencial para o desenvolvimento de atividades, equipamentos de climatização adequados e acabamentos de pisos e paredes alinhados a necessidades específicas.
Para se diferenciarem em mercados competitivos, as principais marcas de varejo do mundo estão recorrendo ao design de varejo para cultivar comunidades de entusiastas de suas marcas. Como os métodos tradicionais de marketing já não engajam o público consumidor, os espaços físicos oferecem um caminho para experiências mais imersivas e personalizadas, alinhadas aos seus valores e estilos de vida. A evolução das preferências da clientela tem levado à criação de experiências de varejo autênticas, que agora funcionam como áreas de lazer e entretenimento. Projetar pontos de venda que incentivem o engajamento, a exploração e o sentimento de pertencimento permite que as marcas cultivem um público fiel.
A Biblioteca Tianjin Binhai é um edifício icônico projetado pelo escritório MVRDV, localizado na Nova Área de Tianjin Binhai. Sua geometria complexa convida à exploração por meio de técnicas avançadas de visualização, enriquecendo a narrativa e revelando todo o potencial do projeto. Este artigo detalha como o D5 Render ilustra de forma criativa a narrativa visual desta joia arquitetônica através de seus recursos de renderização e animação em tempo real.
No Canadá, a tradição de ter uma segunda residência no campo é um aspecto profundamente enraizado na cultura nacional. Em Ontário e em partes das Províncias Marítimas, essas segundas residências cercadas pela natureza costumam ser chamadas de "cottages". Em Colúmbia Britânica, Alberta e Saskatchewan, o termo "cabin" é mais comum, ao passo que no Quebec, são conhecidas como "chalets". Independentemente do nome, esses refúgios rurais oferecem às pessoas uma fuga da vida urbana, um lugar para reunir amigos e familiares, reconectar-se com a natureza e desfrutar de atividades ao ar livre durante todo o ano.
A cidade de Buenos Aires possui uma extensão territorial vasta e uma malha urbana heterogênea e de escalas variáveis. Grande parte dos bairros residenciais é constituída por um tecido de uso misto, onde as construções predominantes de décadas atrás são a chamada "casa chorizo" e as habitações em propriedade horizontal, comumente denominadas PH. É interessante observar como, ao longo dos anos, essas edificações foram modificadas devido às mudanças nos códigos de obras, que permitiram a criação de novas tipologias para responder, principalmente, a novas formas de habitar a cidade. A renovação dessas construções, muitas delas destinadas ao uso residencial, também tem sido uma resposta consciente para evitar a sobreedificação em uma cidade já densamente povoada. Embora esse tipo de projeto seja uma prática recorrente em Buenos Aires há vários anos, muitos/as jovens arquitetos/as das novas gerações assumem esses desafios, gerando uma tendência que parece não ter fim e na qual encontramos novas soluções a cada reforma.
Em 2024, uma ampla variedade de temas foi explorada em profundidade, com foco específico em detalhes arquitetônicos e sistemas construtivos. Esses artigos trazem reflexões valiosas sobre os aspectos técnicos e funcionais da arquitetura, frequentemente negligenciados. Ao desviar a atenção da estética, dos materiais e da volumetria espacial, os textos revelam a relevância de minúcias complexas e dos sistemas construtivos que sustentam a visão arquitetônica mais ampla de projetos contemporâneos.
A execução desses elementos aparentemente pequenos é fundamental para moldar como a arquitetura é percebida e vivenciada. Especificar e desenhar um detalhe bem planejado assemelha-se a determinar o parafuso correto na fabricação de um carro — o passo de sua rosca, seu material e seu comprimento —, podendo influenciar drasticamente não apenas o sucesso de um projeto arquitetônico, mas também a qualidade da experiência humana que ele proporciona. Tais detalhes, embora frequentemente vistos como triviais e não figurem entre os elementos mais visíveis de grandes obras, impactam profundamente a coesão e a funcionalidade dos projetos.
Estação Ferroviária de Salford Central, Manchester. Imagem cortesia de Pilkington
A infraestrutura compreende os serviços essenciais que as áreas urbanas devem fornecer para garantir o acesso a padrões fundamentais de saúde e bem-estar, tais como saneamento básico, energia, vias públicas, transporte e comunicação. Mais do que uma rede funcional, ela desempenha um papel transformador na maneira como as pessoas vivem, trabalham e se conectam. As estações de trem, por exemplo, vão além de suas funções de mobilidade para se tornarem centros de interação social, polos econômicos e símbolos de desenvolvimento sustentável. Seu projeto reflete um equilíbrio delicado entre funcionalidade, segurança e valor arquitetônico, ilustrando como a infraestrutura pode aprimorar e transformar as experiências urbanas.
Oferecendo um equilíbrio entre estética e conforto, o design de decks de madeira em espaços externos como pátios, terraços, passadelas, varandas, jardins ou piscinas representa uma alternativa para criar espaços de descanso, entretenimento e lazer ao ar livre. Em relação a piscinas, fontes ou espelhos d'água, sua aplicação em diferentes dimensões, cores e acabamentos é capaz de combinar o aconchego da madeira com a clareza da água, desde que instalada levando em consideração uma série de tratamentos e cuidados que maximizem sua durabilidade ao longo do tempo e otimizem sua manutenção. De fato, o Deck Forta da Leaf Panel traz uma solução renovável, reciclável e de alta qualidade para superfícies de pisos externos, destacando a importância de reduzir a pegada de carbono em produtos de construção e estudando as características da madeira acetilada para melhorar seu desempenho sob as intempéries.
Quando pensamos em espaços que estimulam a meditação, nossa mente costuma viajar para os jardins Zen do Japão, onde linhas puras e um paisagismo meticulosamente planejado convidam à quietude, ou para o design escandinavo, com seus tons neutros e tecidos suaves. Esses estilos evocam uma sensação de calma por meio da simplicidade, característica frequentemente associada às linguagens arquitetônicas japonesa e do norte da Europa. No entanto, a quietude e a meditação não se limitam a esse tipo de cenário. As tradições arquitetônicas latino-americanas também oferecem abordagens potentes — embora muitas vezes preteridas — para os espaços de meditação. Com tons terrosos de terracota, texturas ásperas de adobe, pátios íntimos e uma forte conexão com a natureza, esses ambientes convidam à reflexão por meio do aconchego e da riqueza material, criando espaços que transmitem calma sem recorrer ao minimalismo extremo.
Os Clássicos da Arquitetura apresentados no ArchDaily servem como um registro de obras significativas que influenciaram a evolução da arquitetura e do design. Estes projetos representam uma variedade de estilos, propósitos e contextos, oferecendo uma compreensão profunda de como a arquitetura responde a fatores culturais, sociais e ambientais. Ao revisitar essas obras influentes, é possível compreender melhor os princípios e as ideias que moldaram o ambiente construído globalmente ao longo do tempo. Esses clássicos destacam momentos de inovação no design, ao mesmo tempo em que oferecem uma perspectiva mais ampla sobre o papel da arquitetura em refletir e moldar o mundo ao nosso redor.
Em celebração ao Dia Mundial do Turismo, vale destacar o papel crucial dos postos de informações turísticas (TICs) em toda a Europa. Esses centros oferecem serviços essenciais, que vão desde a disponibilização de mapas e recomendações locais até a promoção de viagens sustentáveis. Localizados estrategicamente em importantes nós de transporte e marcos urbanos, os TICs garantem que visitantes recebam orientação personalizada para aprimorar sua experiência de viagem. Segundo a Organização Mundial do Turismo (UNWTO), a Europa recebeu cerca de 585 milhões de turistas internacionais em 2023, o que reforça a importância de um suporte local e eficiente. Os TICs têm se adaptado a essa demanda oferecendo serviços tanto presenciais quanto digitais, ajudando viajantes a tomar decisões informadas sobre seus roteiros.
Localizado na junção da London Wall com a Aldersgate Street, no distrito de Barbican, na City de Londres, encontra-se o Museum of London. Construído em 1977, o edifício brutalista abrigava o maior acervo de história urbana do mundo, com mais de seis milhões de objetos selecionados para evidenciar a história social de Londres. O museu está fechado há mais de dois anos devido a planos de relocação, enquanto seu edifício histórico corre o risco de ser demolido para dar lugar a um novo empreendimento — o projeto London Wall West. A medida gerou reações divergentes entre os habitantes de Londres e de todo o país, motivando apelos pela revisão da proposta e campanhas que defendem o retrofit em vez da demolição deste singular edifício modernista. O/A fotógrafo/a Arnolt Smead visitou recentemente o museu para capturar seus belos momentos arquitetônicos e destacar suas características únicas.
Mais um ano, mais uma edição de sucesso do ArchDaily China Building of the Year Awards! Com mais de 50.000 votos computados nas últimas semanas, os resultados da edição de 2024 já estão definidos! Mais uma vez, a premiação se consolida como o maior prêmio de arquitetura baseado na opinião do público. Por meio de uma escolha coletiva, os projetos mais relevantes do ano foram indicados e selecionados por nossos leitores e leitoras.
O prêmio China Building of the Year 2024 é apresentado graças ao apoio da Dornbracht, marca reconhecida por seus designs inovadores para a arquitetura, presentes em banheiros e cozinhas de todo o mundo.
Anthem+™ - Ambiente de chuveiro. Imagem cortesia de Kohler
A incorporação da tecnologia na arquitetura transformou a maneira como projetamos e vivenciamos os ambientes em várias escalas, estendendo-se do desenvolvimento urbano aos espaços internos. Hoje, o conceito de "espaços inteligentes" materializa a fusão entre inovação e design para elevar o bem-estar e a qualidade de vida em nossas atividades cotidianas. Isso é alcançado por meio de uma integração tecnológica fluida, que abrange uma série de funções e sistemas controlados por softwares, ferramentas digitais e dispositivos de uso diário, como smartphones. Como resultado, atividades cotidianas como o banho vêm passando por avanços significativos, evoluindo para uma experiência multissensorial digital que oferece controle personalizado sobre os fatores ambientais, potencializando o relaxamento e o bem-estar. Essas inovações aprimoram a interação entre tecnologia, design e os/as usuários/as, fomentando novas maneiras de interagir com os espaços e enriquecendo sutilmente nossas rotinas diárias.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140612/criando-uma-experiencia-de-banho-digital-multissensorial-para-bem-estar-relaxamento-e-controleEnrique Tovar
A Bienal de Arquitetura Latino-Americana (BAL), evento que conquistou significativa relevância no cenário arquitetônico contemporâneo, celebrará no próximo ano a sua nona edição. O encontro reúne em Pamplona, na Espanha, escritórios de arquitetura latino-americanos emergentes com o objetivo de compartilhar e divulgar seus trabalhos, fomentando o diálogo e o debate sobre o estado atual da disciplina, além de funcionar como uma ponte entre a América Latina e o contexto espanhol. Nesta edição, a Costa Rica será o país convidado, acompanhada por Honduras, El Salvador, Panamá, Guatemala e Nicarágua. Como parte deste convite, a programação incluirá uma exposição e seminários específicos dedicados a analisar o panorama da arquitetura nesses países.
À medida que o setor da arquitetura volta seu foco para uma maior sustentabilidade e eficiência energética, muitos projetos contemporâneos nos ambientes mais quentes (e cada vez mais quentes) do mundo estão resgatando métodos tradicionais de controle de temperatura, luz e ventilação, aprendendo com o passado para nos salvar do futuro.
Parque Aquático da Universidade do Sudeste / SEU-ARCH Zhou Qi Studio. Imagem Cortesia de SEU-ARCH Zhou Qi Studio
A infraestrutura esportiva tornou-se um aspecto fundamental da vida contemporânea, atendendo à crescente necessidade de atividade física e espaços de lazer para mitigar o estresse da vida urbana. Nesse contexto, a arquitetura, especialmente no âmbito das instalações esportivas, desempenha um papel crucial na configuração desses ambientes. A arquitetura esportiva, em particular, evoluiu para uma disciplina altamente especializada que não apenas atende aos aspectos funcionais e técnicos — como integridade estrutural, normas de segurança e os requisitos específicos de diferentes modalidades —, mas também enfatiza a importância de um projeto cuidadoso. Um complexo esportivo bem projetado não apenas aprimora a experiência de quem o utiliza, mas também se integra perfeitamente ao seu entorno urbano ou natural, contribuindo para o valor estético e social geral do espaço. Ao aliar funcionalidade com inovação e criatividade, a arquitetura esportiva tem o potencial de impactar positivamente tanto o bem-estar individual quanto a coesão comunitária.
Faz quatro anos desde que o Grupo VELUX, junto aos parceiros do escritório de arquitetura EFFEKT e da empresa de engenharia Artelia, deu início ao Living Places. O projeto habitacional experimental demonstrou que é possível construir casas mais sustentáveis utilizando produtos, materiais e tecnologias facilmente disponíveis. Para colocar à prova o conceito de habitação com baixíssima emissão de carbono, a VELUX realizou um estudo com 98 hóspedes residentes para avaliar se casas sustentáveis também podem proporcionar conforto térmico e ambiental. A partir de uma combinação de sensores ambientais e questionários respondidos pelos/as participantes, os resultados revelam que as residências mantêm um clima interno confortável, em conformidade com as normas europeias, e geraram um impacto positivo no bem-estar dos/as ocupantes, demonstrando que construir para o planeta também traz grandes benefícios para as pessoas.
Ao longo de 2024, o ArchDaily, em colaboração com o evento de arquitetura Open House Europe, trouxe à tona projetos e histórias inspiradoras. Verdadeiras joias arquitetônicas foram reveladas por meio de visitas, e suas narrativas compartilhadas enriqueceram o debate arquitetônico. Trata-se de um convite para explorar as histórias por trás de edifícios que, embora façam parte do cotidiano dos cidadãos, muitas vezes passam despercebidos em meio à rotina automatizada do dia a dia.
Essas narrativas abordaram projetos de diferentes escalas, usos e contextos, revelando desde edifícios religiosos até exemplos notáveis de reuso adaptativo de antigas estruturas industriais, que agora assumem novas funções em suas comunidades. Cada história desvendou as diversas camadas que compõem uma edificação – do projeto inicial aos novos significados adquiridos com o tempo.
As janelas são um elemento arquitetônico essencial cuja função básica, embora simples, continua vital. Projetadas primordialmente para permitir a entrada de luz natural e facilitar a circulação do ar, elas desempenham um papel constante no cotidiano, apresentando uma dualidade interessante. Sob a perspectiva artística, pintores como Johannes Vermeer e Henri Matisse as utilizaram como ferramentas expressivas, explorando sua capacidade de emoldurar vistas e contar histórias. Em contrapartida, em sua dimensão arquitetônica contemporânea e minimalista, as janelas transcenderam as escalas e os desenhos tradicionais, criando conexões espaciais fluidas entre o interior e o exterior. Para além da inovação formal e estilística, essa evolução encontra eco nos conceitos e tratados fundamentais que orientam a arquitetura desde o passado.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140551/como-emoldurar-uma-vista-que-vale-a-pena-emoldurar-principios-vitruvianos-e-a-janela-idealEnrique Tovar