A história dos Jogos Olímpicos, embora celebrada pelos feitos esportivos, é constantemente marcada por desafios de infraestrutura. Em diversas cidades-sede, de Atenas a Rio e Pequim, repetem-se os mesmos problemas: grandes estouros de orçamento e a complexa questão do legado. Surge, então, a grande pergunta: qual é o melhor uso de longo prazo para instalações construídas especificamente para o evento? Os Jogos de Montreal, em 1976, não fugiram a esse padrão após a construção de um Parque Olímpico criticado pelos custos excessivos e pela dívida gerada por obras especializadas. No pós-Jogos, estruturas como o Velódromo de Montreal corriam o risco de se tornar um peso financeiro. No entanto, a cidade reagiu de forma proativa ao propor a transformação do edifício em um ativo cívico dinâmico, hoje reconhecido internacionalmente como um exemplo bem-sucedido de reutilização de instalações olímpicas.
A arquitetura contemporânea aprendeu a celebrar a matéria viva. Painéis de micélio, sistemas de algas, paredes vivas — a vida agora é bem-vinda nos edifícios, sob a ótica da inovação. No entanto, a mesma disciplina que celebra esses organismos trata o mofo como contaminação. Ambos são biológicos. Ambos respondem à umidade, à temperatura e às condições dos materiais. A diferença não é científica; diz respeito a quais formas de vida a arquitetura está disposta a aceitar e quais prefere eliminar.
O mofo não se limita a edifícios abandonados ou interiores mal conservados. Ele surge em residências, escolas, escritórios, estruturas históricas e novas construções, nos mais diversos climas e contextos. Isso torna difícil ignorá-lo como um problema menor ou isolado. Se o mofo continua voltando, o que ele nos diz sobre os ambientes que os edifícios criam?
O ensino de arquitetura sempre foi fundamentalmente influenciado pelos estilos populares de cada época, mas essa relação também flui na direção oposta. Afinal, todos os estilos precisam surgir em algum lugar, e escolas revolucionárias ao longo dos séculos funcionaram como influenciadoras e geradoras de seus próprios movimentos arquitetônicos. Essas escolas, progressistas em seus tempos, costumam ser fundadas por mentes experimentais descontentes, em busca de algo que não era oferecido anteriormente nem na produção nem no ensino da arquitetura. Em vez disso, trilham seu próprio caminho e levam seus estudantes consigo. À medida que esses/as estudantes se formam e seguem para a prática profissional ou se tornam docentes, a influência da escola se propaga e um novo movimento nasce.
Se pararmos para pensar, desenvolver Singapura — uma das metrópoles mais densas do mundo — é como jogar Tetris; por mais compacto e adensado que o espaço seja, os/as arquitetos/as sempre precisam criar mais espaço. No entanto, esse ato de "empilhamento estrutural" frequentemente resulta em composições arquitetônicas únicas.
Corridor Diversity, do fotógrafo e artista visual singapurense Kevin Siyuan, é um curta-metragem de montagem composto por corredores de apartamentos e fachadas de edifícios residenciais da HDB (Housing & Development Board), que serve como sequência de seu primeiro livro de fotografia. O filme revela o design dinâmico e as formas arquitetônicas do denso ambiente construído de Singapura.
“Past, Present, Future” é um projeto de entrevistas idealizado pela Itinerant Office, que convida arquitetos e arquitetas de destaque a compartilharem suas perspectivas sobre as constantes transformações no campo da arquitetura. Cada entrevista é dividida em três partes: passado, presente e futuro. Ao longo desses três vídeos, os/as entrevistados/as discutem diante das câmeras suas ideias e experiências no campo da arquitetura. A primeira edição do projeto contou com a participação de 11 arquitetos/as da Itália e dos Países Baixos, enquanto a segunda apresenta entrevistas com 13 profissionais da Espanha, Portugal, França e Bélgica.
Padrões lineares em espaços internos são predominantes em todo o norte e oeste da Europa, sendo utilizados não apenas para criar textura, mas também para definir o espaço e direcionar o olhar. Aqui em Nova York, paredes, tetos e superfícies tridimensionais vêm sendo cada vez mais aplicados para adicionar contraste de forma e escala aos ambientes internos. Além disso, a atual obsessão pelo estilo mid-century modern gerou um ressurgimento dos padrões lineares e ripados em diversas formas.
Past, Present, Future é um projeto de entrevistas desenvolvido pelo Itinerant Office, que convida arquitetos/as de destaque a compartilharem suas perspectivas sobre o constante desenvolvimento do campo da arquitetura. Cada entrevista é dividida em três vídeos temáticos: passado, presente e futuro. Em cada seção, os/as entrevistados/as discutem suas visões e trajetórias profissionais. A primeira edição do projeto contou com 11 arquitetos/as da Itália e dos Países Baixos, enquanto a segunda reúne entrevistas com 13 arquitetos/as da Espanha, de Portugal, da França e da Bélgica.
O objetivo desta série de entrevistas é analisar essas práticas de sucesso e compreender suas metodologias. Os vídeos buscam traçar um panorama claro do que significa ser arquiteto/a no século XXI, servindo também de inspiração para a próxima geração de profissionais emergentes e estudantes da área.
João Luís Carrilho da Graça é um arquiteto e professor português, fundador do escritório Carrilho da Graça Arquitectos. Além de projetar obras premiadas, ele lecionou na Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa e atuou como professor convidado na Universidade Autónoma de Lisboa e na Universidade de Évora, além de proferir palestras, seminários e conferências em diversas instituições pelo mundo. Sua atuação profissional concentra-se sobretudo em projetos públicos, desenvolvendo espaços singulares para a comunidade.
“Past, Present, Future” (Passado, Presente, Futuro) é uma série de entrevistas em vídeo realizada pelo Itinerant Office que convida arquitetos/as renomados/as a compartilharem suas perspectivas sobre o constante processo de transformação do campo da arquitetura. Cada entrevista divide-se em três partes: passado, presente e futuro. Ao longo desse percurso, os/as entrevistados/as expõem suas ideias e experiências práticas a partir de suas próprias trajetórias. A primeira edição da série contou com a participação de 11 arquitetos/as da Itália e dos Países Baixos, enquanto a segunda reúne 13 profissionais da Espanha, Portugal, França e Bélgica.
O objetivo do projeto é compreender a atuação de escritórios de destaque global, investigando suas metodologias e filosofias de projeto para alcançar uma compreensão mais clara sobre "o que significa ser arquiteto/a no século XXI". A série serve também de inspiração para a nova geração de arquitetos/as e estudantes que iniciam suas carreiras no setor.
Andrés Jaque é arquiteto, educador e escritor, tendo fundado o escritório internacional de arquitetura Office for Political Innovation (OFFPOLINN) em 2003. Com sedes em Nova York e Madri, o premiado escritório OFFPOLINN atua em projetos de diversas escalas e suportes, no design interdisciplinar, na pesquisa acadêmica e no ativismo ecológico crítico. Paralelamente à prática de projeto, Jaque atua como diretor do programa de Mestrado em Advanced Architectural Design na Graduate School of Architecture, Planning and Preservation da Universidade Columbia, além de ser professor visitante na Universidade de Princeton e na Cooper Union. O arquiteto é amplamente reconhecido por sua abordagem "transsecional" (transectional approach) do projeto, defendendo que "os projetos arquitetônicos são intervenções em uma série de relações complexas, nas quais as negociações entre diferentes agências podem envolver outras associações nelas contidas".
A seguir, assista aos vídeos e leia os principais trechos da entrevista com Andrés Jaque.
Biosphere no Treehotel / BIG. Imagem Cortesia de BIG
Atualmente, a população vive em cidades grandes, vibrantes e, por vezes, caóticas. Por isso, ao escolher um lugar para descansar das responsabilidades e da rotina diária, as opções mais procuradas envolvem a fuga para cenários naturais, como florestas remotas, selvas tropicais ou praias intocadas. Para quem busca se desconectar completamente da vida urbana sem deixar de manter uma forte conexão com a natureza, hotéis de pequena escala, cabanas e refúgios são excelentes opções. Seja uma casa de veraneio privada ou um hotel de cabanas, essas acomodações são projetadas para fazer de seu entorno natural o seu maior atrativo, permitindo que as edificações se integrem perfeitamente à paisagem.
Past, Present, Future é um projeto de entrevistas da Itinerant Office que convida arquitetos/as de destaque a compartilharem suas perspectivas sobre o constante desenvolvimento do mundo da arquitetura. Cada entrevista é dividida em três partes em vídeo: Passado, Presente e Futuro. Os/As entrevistados/as discutem seus pontos de vista e experiências na arquitetura em cada seção. A primeira edição do projeto contou com 11 arquitetos/as da Itália e dos Países Baixos, enquanto a segunda é composta por entrevistas com 13 arquitetos/as da Espanha, Portugal, França e Bélgica.
O objetivo desta série de entrevistas é analisar essas empresas de sucesso e buscar compreender seus métodos e abordagens. Os vídeos buscam traçar um panorama claro sobre o que significa ser arquiteto/a no século XXI, servindo também de inspiração para a próxima geração de arquitetos/as em ascensão e estudantes que ingressam na área.
Mais um ano, mais uma seleção de residências que se destacam pela arquitetura contemporânea e revigorante, decoração marcante e transições fluidas entre os espaços internos e externos. Explore nossa seleção a seguir para encontrar a inspiração necessária para incorporar a vida integrada entre interior e exterior no projeto da sua próxima residência.
“Past, Present, Future” é uma série de entrevistas criada pelo Itinerant Office que convida arquitetos/as de destaque a compartilharem suas visões sobre a constante evolução do setor da arquitetura. Cada entrevista é dividida em três partes: passado, presente e futuro. Ao longo dessas seções, os/as entrevistados/as discutem suas ideias e experiências na arquitetura sob suas próprias perspectivas. A primeira edição da série apresentou 11 profissionais da Itália e dos Países Baixos, enquanto a segunda reuniu 13 de Espanha, Portugal, França e Bélgica.
O objetivo do projeto é compreender a atuação de escritórios de destaque no setor, explorando suas filosofias e métodos de projeto para obter uma visão mais clara do que significa “ser arquiteto/a no século XXI”. A série serve também como fonte de inspiração para a nova geração de arquitetos/as e estudantes que ingressam na profissão.
Paris, a cidade que nasceu às margens do Sena, cresceu a partir de uma pequena ilha – a Île de la Cité – para se tornar a vasta metrópole que hoje se estende além de Ménilmontant, o vingtième arrondissement.
A capital francesa tem muito a oferecer. Séculos de história deixaram um legado de estruturas significativas que também serviram de cenário para histórias de amor, guerras e revoluções. Seja para admirar recantos escondidos, marcos icônicos e joias prestes a serem inauguradas, ou para enriquecer sua própria história de vida, você encontrará tudo o que procura nesta cidade.
Esta lista, sem ordem de preferência, busca servir de guia e inspiração para sua próxima viagem a Paris. Se você ama arquitetura, caro/a leitor/a, não precisa procurar mais.
De meados ao final do século XX, uma Polônia laica e socialista serviu de pano de fundo para a construção de milhares de igrejas católicas. Em seu livro Day-VII Architecture, Izabela Cichonska, Karolina Popera e Kuba Snopek analisam as facetas paradoxais dessa arquitetura nascida na interseção entre laicidade e religião, mapeando como seu desenvolvimento foi influenciado pela reforma litúrgica, por movimentos políticos e pelo crescimento do pós-modernismo. No trecho da introdução reproduzido abaixo, os/as autores/as revelam essa história, abordando o Concílio Vaticano II, o sindicato Solidariedade, a Cortina de Ferro e outros fatores que moldaram o desenvolvimento do estilo pós-moderno singular da Arquitetura do Sétimo Dia. A publicação reúne fotografias de 100 igrejas polonesas construídas após 1945, acompanhadas de entrevistas com seus/as arquitetos/as. Para saber mais sobre o projeto de documentação original dos/as autores/as, que serviu de base para este livro, leia o artigo original "These Churches Are the Unrecognized Architecture of Poland's Anti-Communist 'Solidarity' Movement."
https://www.archdaily.com.br/pt/1119348/arquitetura-do-setimo-dia-como-a-arquitetura-das-igrejas-polonesas-se-desenvolveu-em-um-estado-socialista-laicoLilly Cao
The Midnight Charetteé um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos designers de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz uma variedade de profissionais da área criativa em conversas improvisadas e em formato longo, que abrem espaço para reflexões profundas e discussões mais pessoais. Sinceridade e humor são as ferramentas para abordar uma ampla gama de assuntos: alguns episódios trazem dicas úteis para designers, enquanto outros apresentam análises de projetos, entrevistas ou simplesmente explorações do cotidiano e do design. The Midnight Charetteestá disponível gratuitamente no iTunes, YouTube, Spotify e em todos os outros agregadores de podcast.
Neste episódio do podcast The Midnight Charette, os apresentadores David Lee e Marina Bourderonnet discutem como criar um portfólio de design que garanta entrevistas e contratações. A dupla aborda desde os pontos críticos que a maioria dos designers costuma negligenciar e o que os empregadores buscam em um portfólio até formato, encadernação, dimensões físicas, elementos gráficos, quais projetos incluir ou excluir, design de capa, diagramação, ordenação dos trabalhos, envios digitais e muito mais. Se você tiver alguma dúvida ou conselho sobre portfólios ou qualquer outro assunto relacionado ao design, deixe uma mensagem de voz na linha direta do The Midnight Charette: 213-222-6950.
https://www.archdaily.com.br/pt/1071247/como-criar-um-portfolio-que-garanta-sua-contratacaoofThe Second Studio Podcast
Contexto do Projeto Qianhai é um ponto estratégico da iniciativa nacional "Cinturão e Rota", bem como o novo motor de cooperação e inovação da Grande Baía de Guangdong-Hong Kong-Macau, destinado a se tornar um novo centro urbano de nível internacional, único e voltado para o futuro. Em 17 de janeiro de 2019, a Autoridade de Qianhai lançou oficialmente o edital de concurso internacional para o “Desenho do Espaço Público de Qianhai”, atraindo a inscrição de 42 consórcios formados por mais de uma centena de escritórios de design renomados de todo o mundo.
O principal objetivo do projeto “Desenho do Espaço Público de Qianhai” é consolidar um novo e singular centro urbano para a região da baía. Com base em uma abordagem de design centrada nas pessoas, a proposta visa qualificar o sistema de espaços públicos para torná-lo belo e agradável, elevando o bem-estar da população e a atratividade da região de Qianhai.
https://www.archdaily.com.br/pt/1070744/divulgados-os-resultados-do-concurso-para-o-projeto-do-espaco-publico-de-qianhaiMilly Mo
A personalização, no contexto do design de interiores, é um tema recorrente entre escritórios multidisciplinares com foco em arquitetura de interiores. Com o ressurgimento da tendência do Localismo, as pessoas e organizações buscam cada vez mais experiências, objetos e espaços únicos que ajudem a estreitar seus laços com a comunidade.
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Antes da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen de 2019 (UABB), intitulada "Urban Interactions", o ArchDaily trabalha em conjunto com a curadoria da seção "Eyes of the City" na Bienal para estimular uma discussão sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler o manifesto de curadoria da seção "Eyes of the City" por Carlo Ratti, o Politecnico di Torino e a SCUT.
Design:ED Podcast traz um olhar por dentro do campo da arquitetura sob a perspectiva de personalidades que lideram o setor. Esta série motivacional oferece uma visão única sobre a construção de uma carreira de sucesso no design, desde as origens humildes até o reconhecimento mundial. A cada semana, convidados compartilham os altos e baixos de suas trajetórias rumo ao sucesso, inspirando profissionais em todas as etapas da carreira. Ouvir suas histórias proporciona um roteiro precioso para quem busca progredir profissionalmente e elevar o nível de seu trabalho.
Neste episódio doDesign:ED Podcast, o apresentador Aaron Prinz conversa com Kengo Kuma sobre os motivos que o levaram a escolher a arquitetura, as dificuldades que arquitetos e arquitetas enfrentam ao abrir o próprio escritório e como a formação multicultural influenciou seu trabalho.
"Abra as Portas" (Open More Doors) é uma nova seção desenvolvida em parceria pelo ArchDaily e pelo MINI Clubman que, por meio de entrevistas em vídeo instigantes e ensaios fotográficos exclusivos, convida a explorar as histórias por trás dos estúdios de design mais inovadores do mundo.
Este mês, conversamos com o escritório de arquitetura italiano Supervoid para discutir suas estratégias de projeto e como a equipe utiliza e transforma o espaço interno de seu próprio estúdio.
O Hello Wood, como talvez você já saiba, é um festival anual que reúne centenas de pessoas em um vilarejo húngaro durante uma semana. Divididos em grupos, profissionais de arquitetura e estudantes, cuidadosamente selecionados pela equipe organizadora, constroem instalações de madeira com as próprias mãos. O resultado é surpreendente — dezenas de belas estruturas surgem ali a cada ano, conferindo cada vez mais originalidade ao local.
Palavras não bastam para descrever a atmosfera da Hello Wood Project Village — todas as "pessoas bonitas", como se chamam entre si, formam uma grande família. Não há competição: as equipes se ajudam mutuamente para garantir que todos os projetos sejam concluídos dentro do prazo, momento em que todos caminham juntos até o vilarejo vizinho para celebrar a semana compartilhada.
Mas qual é a ideia por trás desse festival? Qual é o segredo para construir uma comunidade sólida de profissionais e estudantes em tão pouco tempo? Assista à nossa entrevista com a equipe do Hello Wood para descobrir como respondem a essas perguntas.
Colegas arquitetos e arquitetas, podemos conversar? Isso vai doer, mas precisa ser dito. Se eu fosse poeta, escreveria: O fim está próximo, e a culpa é nossa. Como não sou bardo, porém, direi da seguinte forma: a maioria de nós suspeita que as mudanças climáticas antropogênicas levarão ao fim da civilização. Há quem negue a ciência na arquitetura (“O clima está sempre mudando!”), enquanto outros ignoram o óbvio (a negação é um excelente mecanismo de defesa), mas, no fundo de cada mente criativa consumida pela angústia, reside o medo de que as crianças de hoje possam ser as últimas da nossa espécie.
Faço uma pausa aqui para permitir que o peso desse pensamento nos deprima.
Desde sua fundação em 1984 pelo arquiteto Richard Saul Wurman, o TED tem sido uma força influente nas áreas de tecnologia, entretenimento, design e muito além. Comandando plateias de milhões de pessoas em todo o mundo, profissionais de arquitetura frequentemente se alinham à premissa do TED de que "ideias merecem ser compartilhadas", incluindo palestras de nomes proeminentes como Bjarke Ingels e Jeanne Gang. Dando continuidade à nossa lista anterior, selecionamos 20 apresentações marcantes entre mais de 2.500 para inspirar e aprimorar o seu trabalho na área.
https://www.archdaily.com.br/pt/1070673/20-palestras-do-ted-que-todo-a-arquiteto-a-deve-assistirNiall Patrick Walsh