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Arquitectonica e sua contribuição latino-americana para o modernismo

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

A Arquitectonica refutou a acusação de Koolhaas de que a “arquitetura moderna nunca alcançou a prometida alquimia entre quantidade e qualidade”, e o enorme compêndio de Alistair Gordon sobre a obra do escritório certamente a desmente.

Mas e quanto ao elogio ambíguo de Rossi: “Na América… quantidade é qualidade!”? Embora seja absolutamente digna de elogios, a quantidade de obras não é a base da conquista da Arquitectonica—mesmo quando associada ao virtuosismo projetual. A importância da Arquitectonica deriva de certas contribuições específicas para a arquitetura moderna nos Estados Unidos. 

Como organizar um espaço comercial? Estratégias de distribuição e circulação no projeto de lojas e estabelecimentos comerciais

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No âmbito da arquitetura comercial, o projeto de sua espacialidade pode adotar múltiplos enfoques, concebendo propostas que alcancem o equilíbrio entre estética e funcionalidade. Considerando que intervêm diversas variáveis culturais, tensões sociais e interesses econômicos, a construção desses espaços envolve diretamente a interação entre o público, as marcas e seus produtos, tornando as pessoas participantes ativas da experiência no local — desde as cores e a materialidade até a iluminação, climatização, sons, aromas, entre outros elementos.

Arquitetura vermelha: Destacando os projetos contemporâneos

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Embora as cores possam acentuar os projetos arquitetônicos, não existe uma única cor que seja a "melhor". A escolha depende do estilo e do propósito da arquitetura, bem como do efeito que se deseja criar. No entanto, cores que contrastam com os tons predominantes ajudam a destacar detalhes importantes — e, sim, os tons de vermelho podem criar um contraste visual intenso.

Estratégias de economia de água para os banheiros do futuro

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Como um dos grandes desafios atuais e futuros, a crise climática está definindo a maneira como a arquitetura se adapta e projeta o ambiente construído. As ações do presente são fundamentais para o desenvolvimento de um futuro sustentável e habitável, no qual precisamos ajustar nossos comportamentos enquanto respondemos às mudanças ambientais. As duas transformações mais críticas são a crise hídrica e as emissões de CO2, que têm gerado apelos pela conservação da água na tentativa de salvaguardar os recursos que ainda restam e reduzir o consumo de energia necessário para o seu aquecimento. No que diz respeito à arquitetura, o uso racional dos recursos naturais é parte essencial de uma estratégia de projeto verdadeiramente eficiente, podendo ser incorporado à criação de novos espaços e produtos inovadores em projetos de arquitetura.

Trabalhando no desenvolvimento de uma gestão sustentável da água para um futuro mais verde, o Grupo Hansgrohe desenvolveu diversas torneiras, chuveiros e acessórios que economizam recursos naturais no design de banheiros. Como os banheiros são uma das áreas de maior consumo de água em residências e hotéis, é fundamental encará-los como espaços estratégicos para os esforços de sustentabilidade.

Under Bridge: Anunciados os vencedores do 17º Concurso de Habitação de Interesse Social da Buildner

Buildner revelou os resultados do seu Under Bridge Affordable Housing Challenge, a 17ª edição de sua série de concursos de habitação acessível, cujo foco foi propor soluções de projeto para enfrentar os desafios habitacionais em cidades de todo o mundo. O objetivo da competição foi transformar áreas negligenciadas sob pontes, convertendo espaços ociosos ou vazios em metrópoles em expansão em comunidades vibrantes e prósperas.

O concurso convidou os/as participantes a selecionar qualquer local "sob pontes" no mundo, considerando fatores como acessibilidade, infraestrutura disponível e de que maneira a solução proposta se integraria à comunidade ou cidade existente. Os projetos precisavam demonstrar adaptabilidade, garantindo o atendimento a diversas necessidades e, ao mesmo tempo, mantendo-se economicamente viáveis e sustentáveis. A Buildner e seu júri buscaram propostas práticas, escaláveis e ecologicamente corretas para revolucionar esses espaços negligenciados. A iniciativa incentivou o pensamento criativo e soluções habitacionais inovadoras que desafiam as abordagens convencionais.

Como as defesas contra enchentes podem valorizar o espaço público

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A supertempestade Sandy inundou Lower Manhattan, causando bilhões de dólares em danos a propriedades e infraestrutura. Visando à proteção contra futuras inundações, ressacas e a elevação do nível do mar, arquitetos/as paisagistas estão desenvolvendo uma combinação inovadora de soluções verdes e cinzas ao longo da costa sul de Manhattan.

Não se trata de soluções baseadas na natureza, mas sim de formas de blindagem. Projetistas e designers demonstram como essa armadura pode ser integrada ao espaço público, criando novas tipologias de infraestrutura. O desenho inteligente viabiliza comportas e barreiras retráteis, taludes paisagísticos e plataformas elevadas — sem a necessidade de muros de concreto que isolem as comunidades entre si ou as afastem da orla.

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Swissness emoldurada: micromecânica e janelas minimalistas na arquitetura moderna

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Cada região possui uma identidade arquitetônica distinta, servindo como uma "digital" cultural que a torna singularmente reconhecível. O design italiano, por exemplo, inspira-se no legado romano utilizando pedras e tons claros. A Turquia se destaca pelos azulejos esmaltados intrincados que adornam paredes e tetos, ao passo que o México adota cores e texturas vibrantes por meio de materiais locais e artesanato. Muitos desses elementos estão enraizados em práticas tradicionais, contudo, ao longo do tempo, foram reinventados e transformados por novos processos, dando origem a expressões arquitetônicas contemporâneas. Na Suíça, o conceito de "Swissness" enquadra essa identidade central—uma fusão de precisão relojoeira e funcionalidade. Com raízes na micromecânica, a engenharia e o artesanato suíços convergem no design de janelas minimalistas modernas, onde linhas limpas e transparência redefinem limites e moldam a linguagem arquitetônica.

Integrando novos sistemas de materiais e preparando edifícios tombados para o futuro

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Edifícios tombados são importantes testemunhos arquitetônicos da rica e diversa história de uma sociedade. O reconhecimento formal dessas edificações protege seus elementos arquitetônicos mais significativos contra alterações e demolições, ao mesmo tempo que cria caminhos socioeconômicos para viabilizar sua conservação. No entanto, essas estruturas também correm o risco de se distanciarem de novos materiais e sistemas construtivos modernos que lhes permitiriam funcionar de maneira ideal hoje em dia.

Integrar novos materiais e instalações prediais sem descaracterizar a essência original do edifício é um desafio singular de projeto. Seja ao adicionar novos componentes durante reformas estruturais ou ao integrar sistemas modernos de prevenção e combate a incêndios, exige-se sensibilidade e equilíbrio. Essa premissa se aplica a diversos elementos das edificações tombadas — como paredes, pisos, coberturas e fachadas —, garantindo que estejam preparadas para o futuro com uma vida útil prolongada.

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Mix de design não convencional: os 20 vencedores do A' Furniture and Lighting Design Award

Comenta-se nos bastidores que os últimos vencedores do A'Design Award deixaram as convenções de lado. Como não poderia deixar de ser, apresentamos aqui algumas das propostas mais ousadas que se destacaram nesta edição.

Imagine o cenário: um palco voltado para a criatividade, onde as mentes mais brilhantes do design mundial se reúnem para apresentar seus melhores trabalhos. O A'Design Award é exatamente isso — uma grande vitrine internacional que celebra o talento de designers, arquitetos/as e inovadores/as de todos os cantos do planeta. Não se trata de apenas mais um prêmio, mas sim de uma oportunidade de projetar seu trabalho em escala global. 

A Pegada Ecológica dos Data Centers: O Dilúvio de um Futuro Digital

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Este artigo é o texto vencedor do Epistle Writing Prize 2024, uma competição anual dedicada a reconhecer trabalhos de escrita excepcionais sobre design, arquitetura e meio ambiente.

Podemos estar na era da nuvem digital — por mais celestial ou etérea que ela pareça —, mas ela não apenas é incontestavelmente material, como também constitui uma poderosa força ecológica. Atualmente, os data centers são usinas gigantescas das indústrias modernas de informação, comunicação e tecnologia, abrigando servidores colossais que armazenam e processam dados. Embora sua proliferação seja, de certa forma, uma consequência de nossos padrões de consumo, à medida que a demanda global pelo meio digital cresce, a pegada ecológica dos data centers expande-se na mesma proporção.

Mais do que uma sala de aula: A multifuncionalidade dos espaços educativos nas comunidades do Sul Global

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É evidente que a infraestrutura educacional é fundamental para qualquer comunidade. Quanto melhor for a qualidade desses espaços, melhor será o aprendizado de quem os utiliza. No entanto, esses estabelecimentos frequentemente desempenham uma função muito mais abrangente do que a meramente educativa. Em comunidades do Sul Global, em países como Peru ou Vietnã, onde grande parte da população vive em zonas rurais distantes dos centros urbanos, não apenas os espaços educativos são escassos, mas também faltam pontos onde toda a comunidade — e não apenas os/as estudantes — possa se reunir.

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De madeira, pedra, aço e cores unicolores: uma coleção decorativa para tendências em rápida evolução

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Atualmente, os ciclos de mudança na sociedade e na arquitetura têm gerado novos modelos urbanos, tecnologias emergentes e tendências de design que reforçam a necessidade de uma adaptabilidade constante em todas as áreas. Nesse contexto, aspectos como flexibilidade, confiabilidade e simplicidade surgem como elementos distintivos, tanto na arquitetura quanto nos componentes que a constituem, incluindo os materiais. Por essa razão, linhas como a Coleção Decorativa EGGER 24+, desenvolvida a partir de materiais derivados da madeira, buscam redefinir conceitos por meio de uma série rotativa, atualizada no máximo a cada dois anos. Essa dinâmica possibilita uma resposta mais ágil às novas tendências, influências e inovações de produtos que surgem no ambiente construído.

Caminhando no ar: vistas de tirar o fôlego de São Paulo a partir de uma passarela de vidro no 42º andar

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Caminhar sobre um piso de vidro é uma experiência única que mistura deslumbramento com um toque de inquietação. A transparência cria a ilusão de vazio sob os pés, apesar do suporte firme, gerando uma desconexão visual que faz com que cada passo pareça hesitante, como se estivesse flutuando ou cruzando uma ponte invisível. Embora o vidro seja projetado para garantir a segurança, a mente muitas vezes o associa à fragilidade, gerando uma curiosa tensão entre confiança e dúvida. É essa mistura de emoções que torna a caminhada sobre um piso de vidro algo tão inesquecível.

Os pisos de vidro modernos são incrivelmente resistentes, graças a materiais e processos de fabricação avançados. Geralmente feitos de vidro laminado — composto por múltiplas camadas unidas por uma película intermediária durável —, eles são projetados para evitar o estilhaçamento em fragmentos cortantes. Em termos de capacidade de carga, um piso de vidro bem projetado pode suportar pesos equivalentes ou superiores aos dos materiais de revestimento tradicionais, muitas vezes ultrapassando 500 quilos por metro quadrado, dependendo do projeto e da aplicação. Ao pisar em um piso de vidro, não se trata apenas de caminhar: é flutuar, suspenso entre a realidade e a ilusão, em uma proeza emocionante do design moderno. 

Um santuário de brinquedos na Espanha e um centro de arte no Irã: 8 centros culturais conceituais enviados pela comunidade do ArchDaily

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A cada mês, a equipe editorial do ArchDaily seleciona uma coleção de projetos conceituais organizados em torno de um tema ou programa, enviados ao site. Desenvolvidos por escritórios de arquitetura de pequeno e grande porte de todas as partes do mundo, esses projetos são enviados de forma aberta para a plataforma, constituindo uma comunidade global de profissionais que compartilham suas propostas, sejam elas puramente conceituais, propostas de concurso ou fases iniciais de projeto. As submissões estão abertas a todas as pessoas. Se você deseja colaborar, envie seu trabalho seguindo as instruções aqui.

Arquitetos(as) paisagistas enfrentam o desafio das inundações costeiras

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É aquela época do ano novamente: estudantes e suas famílias estão ocupados com os preparativos para o início das aulas, enquanto nos preparamos para assumir a sala de aula. Ao me preparar para ministrar uma disciplina introdutória sobre o clima, lembro-me de por que usamos o termo mudança climática e não aquecimento global.

Sim, a Terra está aquecendo devido ao espessamento da camada de gases de efeito estufa na atmosfera provocado por nós. No entanto, as mudanças climáticas vão desde a elevação do nível do mar até o aumento de tempestades, inundações, incêndios e secas, fatores que também impactam negativamente a biodiversidade. Trata-se, portanto, de muito mais do que apenas aquecimento. Tempestades recentes que atingiram a costa leste dos EUA e as Bermudas nos lembram dessa diferença. Enquanto algumas comunidades enfrentam calor extremo, outras se preparam para tempestades e elevação das águas, e muitas lidam com múltiplos impactos combinados.

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Revitalizando o Cairo Histórico: A visão de May al-Ibrashy para o patrimônio, a comunidade e a conservação sustentável

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Cairo, muitas vezes chamada de "Cidade dos Mil Minaretes", ostenta uma das tapeçarias culturais e arquitetônicas mais ricas do mundo. Seu patrimônio reflete séculos de influências diversas, desde monumentos faraônicos até a arquitetura islâmica e mameluca. No entanto, a preservação desse legado é um desafio constante diante das pressões urbanas, das mudanças climáticas e das dinâmicas socioeconômicas. A conservação do patrimônio no Cairo não se resume a salvaguardar essas estruturas, mas sim a integrá-las à vida das comunidades locais, garantindo que permaneçam como espaços dinâmicos e acessíveis.

Na vanguarda dessa missão está a Dra. May al-Ibrashy, arquiteta e conservadora cuja abordagem inovadora e voltada para a comunidade redefiniu a forma como o patrimônio é preservado. Como fundadora do Megawra–Built Environment Collective, ela tem trabalhado incansavelmente em bairros como Al-Khalifa, Al-Hattaba e Sayyida Zeinab para restaurar monumentos históricos ao mesmo tempo em que cria espaços públicos vibrantes. Seu trabalho faz a ponte entre a preservação arquitetônica e a regeneração urbana, garantindo que esses distritos históricos funcionem tanto como marcos culturais quanto como espaços vivos e funcionais para a população local.

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Narrativas não polidas: materiais aparentes na habitação social da América Latina

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O que faz de um edifício arquitetura? O eterno debate sobre o que distingue a arquitetura da mera construção utilitária frequentemente inclui a habitação social e de baixo custo como um tema de grande influência, despertando diferentes pontos de vista. Esta questão é particularmente significativa no contexto latino-americano, onde condições singulares vão além das preocupações com custos, sejam elas impostas ou inevitáveis. O acesso limitado ao financiamento, a prevalência da autoconstrução e a disseminação de assentamentos informais são fatores interligados que moldam o ambiente construído. Essas dinâmicas fomentam uma estética que, para alguns, desafia as noções de boa arquitetura, manifestando-se em paisagens urbanas onde os materiais aparentes se tornam uma característica definidora.

O lado brilhante do design de casas inteligentes: liberdade modular com o interruptor 55x55

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O primeiro interruptor de luz percorreu um longo caminho desde sua invenção em 1884 por John Henry Holmes em Newcastle, na Inglaterra. A engenhosa "tecnologia de interrupção rápida" de Holmes transformou a gestão da eletricidade, garantindo um controle de iluminação mais seguro e eficiente. Desde então, os interruptores evoluíram tanto em forma quanto em função, adotando diversos designs — de alavancas e teclas a modelos iluminados por LED e elegantes sensores de toque. A função do interruptor também se expandiu, permitindo controlar muito mais do que apenas a luz ao alcance dos nossos dedos, revolucionando a conveniência de moldar nossos ambientes internos.

Inteligente e retrô: interruptores de alavanca avançados harmonizados com o sistema de cores de Le Corbusier

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Barragán, Bofill, Graves e Le Corbusier são figuras da arquitetura renomadas por seu uso excepcional e sensível da cor. Em suas abordagens, a cor assume uma importância quase comparável à funcionalidade, alcançada por meio de uma percepção detalhada e abrangente de seu contexto. Mas o que é a cor? Do ponto de vista técnico, trata-se de uma percepção visual que surge da interação da luz com nossos olhos e cérebro. No entanto, ao explorarmos seu significado em um nível mais emocional e poético, ela assume um sentido mais profundo. Para Ricardo Bofill, a cor infunde vida à arquitetura, ao passo que para Charles-Édouard Jeanneret — mais conhecido como Le Corbusier —, ela serve como uma ferramenta poderosa para evocar emoções e criar ilusões espaciais.

Em 'Polychromie Architecturale', Le Corbusier argumenta que a cor não é apenas um elemento decorativo, mas também uma ferramenta fundamental para criar ambientes e potencializar a funcionalidade dos espaços arquitetônicos. Essa ideia, desenvolvida entre 1931 e 1959, articula-se em torno de um sistema composto por uma gama de cores, no qual cada tom tem sua relevância e contribui para a criação de atmosferas que transcendem o mero projeto arquitetônico. Um exemplo disso é a gama de interruptores de alavanca LS 1912 da JUNG, que combina um design clássico com opções avançadas de controle e apresenta as diversas variações de tonalidade das 63 cores do sistema de cores de Le Corbusier.

Soluções de design para espaços reduzidos: maximizando o espaço em apartamentos com menos de 40 metros quadrados

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Viver em cidades densamente povoadas é uma realidade para muitas pessoas. Embora os benefícios da vida urbana—como a proximidade de comodidades, infraestrutura, oportunidades de emprego e estilo de vida—continuem sendo muito valorizados, as residências sofreram uma redução significativa em sua área útil. A tendência de apartamentos menores tem se tornado cada vez mais comum, com o design de interiores desempenhando um papel fundamental. A redução da metragem quadrada exige o uso eficiente do espaço e layouts de planta inteligentes. No entanto, longe de gerar espaços monótonos, a criatividade no design tem levado a soluções arquitetônicas interessantes que condensam uma vida de alta qualidade no que frequentemente se chama de microapartamento ou estúdio, com áreas de até 40 m².

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Vidro Arquitetônico 101: Tendências Transparentes para 2024

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No século XXI, o vidro se tornou um material fundamental para a arquitetura. Antes limitado a esquadrias e aberturas, hoje o vidro domina fachadas inteiras, especialmente em edifícios altos, onde o fechamento transparente é preferido para maximizar as vistas. Os avanços tecnológicos do vidro têm sido notáveis, transitando de painéis de vidro simples, como os usados nas esquadrias de ferro da Bauhaus, para os sistemas atuais de vidro triplo com preenchimento de gases especializados, como o argônio, projetados para solucionar as antigas limitações térmicas do material.

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12 eventos de arquitetura para prestar atenção em 2024

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Abrangendo continentes e culturas, os eventos de arquitetura servem como plataformas para o encontro de diversos grupos de profissionais, com o objetivo de compartilhar inovações e iniciar diálogos sobre algumas das questões mais urgentes enfrentadas pela profissão. Incorporando o espírito de colaboração, destacando culturas e práticas locais e fomentando debates abertos, a lista de eventos deste ano abrange uma gama diversificada de bienais, fóruns, celebrações urbanas, feiras internacionais e prêmios.

Desde a celebração ao longo de todo o ano da Capital Mundial do Design nas cidades vizinhas de San Diego e Tijuana, até a primeira Bienal de Design de Doha no Catar, que começa em fevereiro; da celebração dos espaços públicos na Espanha durante o Concêntrico 10 a bienais focadas no contexto local no Leste Europeu, essas convenções, exposições e celebrações globais buscam unir as comunidades de arquitetura e design para moldar, em conjunto, o futuro do ambiente construído.

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Navegando pelo panorama jurídico da IA na AEC: o que líderes em tecnologia de design precisam saber

Há apenas dois anos, a IA era mais ficção científica do que realidade — algo de que se fazia piada após referências distópicas a filmes como Eu, Robô. No entanto, com o lançamento do ChatGPT pela OpenAI em 2022, o interesse pela tecnologia atingiu o ápice, à medida que ela reformula rapidamente setores que vão da tecnologia e do direito à saúde e, claro, o de AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção).

Há um velho ditado que diz: "Para quem só tem um martelo, tudo parece prego". Com ferramentas de design baseadas em IA como o Snaptrude, softwares de automação generativa como o TestFit e ferramentas de sustentabilidade como o Cove.tool, fica claro que a IA está impactando profundamente o setor de AEC em múltiplos aspectos.

Um olhar sobre seu universo criativo interdisciplinar: conheça a obra de Iván Bravo

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É extremamente interessante aprofundar-se na prática de Iván Bravo. Em primeiro lugar, porque o percurso em direção à sua obra arquitetônica nos submerge em um vasto universo criativo através do interesse e da curiosidade do arquiteto por diversas disciplinas tangenciais, que depois se refletem diretamente em sua obra construída. Uma constante reflexão sobre a metodologia do fazer, os processos, as peças, o design e a materialidade converge em uma arquitetura nobre e honesta.

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