É extremamente interessante aprofundar-se na prática de Iván Bravo. Em primeiro lugar, porque o percurso em direção à sua obra arquitetônica nos submerge em um vasto universo criativo através do interesse e da curiosidade do arquiteto por diversas disciplinas tangenciais, que depois se refletem diretamente em sua obra construída. Uma constante reflexão sobre a metodologia do fazer, os processos, as peças, o design e a materialidade converge em uma arquitetura nobre e honesta.
No entanto, embora seu caráter hermético possa parecer um obstáculo para a adaptação a novas funções, o que se tem observado nas últimas décadas são iniciativas as quais valorizam essas estruturas, integrando-as à dinâmica urbana e destacando sua importância como parte da memória coletiva local.
Atualmente, existem múltiplas vozes que abordam as diversas questões da arquitetura contemporânea. Os temas são numerosos e transitam desde a sustentabilidade e a inclusão até a justiça social e a crise na gestão do solo. À primeira vista, parece não haver um terreno comum onde todos esses conceitos possam coexistir de maneira transversal. No entanto, se olharmos em retrospectiva, podemos ver que, para além dos conceitos arquitetônicos formais, o verdadeiro propósito da arquitetura são, provavelmente, as pessoas e as vidas que nela se desenvolvem.
Assim, muitos poderiam argumentar que a vida é, possivelmente, mais importante do que a arquitetura, abrindo espaço para um amplo debate. O fato é que, hoje, surgem e se consolidam narrativas e vozes orientadas à renovação de ferramentas e linguagens arquitetônicas, transformando o ambiente construído em um meio para promover um futuro mais equitativo e otimista para todas as pessoas. Uma dessas vozes é a de Tatiana Bilbao, reconhecida por sua abordagem centrada no processo, onde a vida e as interações humanas desempenham um papel crucial na definição do hábitat.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140271/a-vida-muda-a-cada-segundo-e-a-arquitetura-nao-muda-nunca-uma-conversa-com-tatiana-bilbaoEnrique Tovar
Este artigo é o décimo de uma série com foco na Arquitetura do Metaverso. O ArchDaily colaborou com John Marx, AIA, sócio-fundador de projeto e Diretor Artístico da Form4 Architecture, para trazer artigos mensais que buscam definir o Metaverso, transmitir o potencial deste novo reino, bem como compreender suas limitações. Neste artigo especial, o arquiteto John Marx questiona os limites e capacidades da IA na arquitetura e na criação de edifícios que ressoem profundamente com as pessoas e as comunidades.
Em 1853, na Feira Mundial de Nova York, um senhor de terno e cartola subiu a uma plataforma suspensa e ordenou que a corda a qual a sustentava fosse cortada. Ele caiu alguns centímetros, mas o sistema de segurança entrou em ação e a plataforma se manteve estável para delírio da multidão que estava assistindo. Nesse momento, talvez nem Elisha Graves Otis tivesse dimensão de como sua invenção iria mudar definitivamente o rumo da arquitetura.
Hoje está claro que aproximadamente 80% das emissões de projetos de arquitetura paisagística vêm dos materiais. Isso inclui a extração de recursos naturais, sua fabricação, transporte e construção em parques, praças, ruas, campi e bairros. Uma parcela significativa das emissões no ambiente construído decorre de dois materiais: o concreto e o metal, o que inclui o aço e o alumínio.
O desafio reside no fato de que utilizamos grandes volumes de ambos os materiais, que são difíceis de substituir devido à sua resistência e utilidade, além de que mitigar seu impacto ambiental é um processo complexo. No entanto, há avanços em curso.
Descubra a edição mais recente de "My Point of View" da Sky-Frame, com o arquiteto David Montalba.
David Montalba nasceu na Suíça, mas cresceu na Califórnia. Tornou-se um surfista apaixonado, flutuando nas ondas do Pacífico, contemplando a terra firme, mas sempre sentindo e ouvindo o oceano ao seu redor; profundamente conectado à natureza.
“Eu já surfava aos 12 ou 13 anos, e essa foi a minha grande motivação provavelmente até os 18 ou 19”, observa ele. “Trouxe uma espécie de espiritualidade para a minha vida. Foi quando me senti mais conectado com a natureza e verdadeiramente comigo mesmo... Ainda é algo muito especial para mim. É uma daquelas coisas que conseguem, ao mesmo tempo, nos ancorar e nos conectar com a natureza de uma forma única.”
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Nesta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem o papel dos conceitos de arquitetura no dia a dia profissional. Os dois abordam a importância do pensamento conceitual, a ausência de conceitos nos escritórios de arquitetura, a diferença entre projetos no ambiente acadêmico versus na prática, os desafios de fundir o pensamento conceitual aos aspectos técnicos do cotidiano de trabalho, entre outros temas. Divirta-se!
https://www.archdaily.com.br/pt/1140858/podcast-the-second-studio-conceitos-em-escritorios-de-arquiteturaThe Second Studio Podcast
Enquanto Barcelona se prepara para ser a Capital Mundial da Arquitetura em 2026, a cidade convoca jovens arquitetos/as com menos de 35 anos para reimaginar 10 empenas cegas permanentes — uma em cada distrito — e transformá-las em novas fachadas que deixarão um legado urbano. EsteConcurso Internacional de Ideias para Jovens Arquitetos/astem como objetivo melhorar a qualidade do espaço públicopor meio da transformação e da revitalização. Organizado pela Prefeitura de Barcelona e pela Fundació Mies van der Rohe, em parceria com a UNESCOe a União Internacional de Arquitetos (UIA), o certame busca propostas arquitetônicas que deem significado a paredes atualmente anônimas e sem nenhum destaque, expostas no espaço público em um estado provisório permanente.
Para as cidades, sediar um evento olímpico é uma honra e uma oportunidade significativa de crescimento, mas também representa um desafio importante. Com mais de 200 nações participando dos Jogos, eles se destacam como a maior competição esportiva do mundo. No entanto, adaptar a infraestrutura pública e esportiva para acomodar o aumento repentino de pessoas e a escala desses eventos pode resultar em problemas após o encerramento, como estruturas subutilizadas conhecidas como "elefantes brancos". Apesar disso, as Olimpíadas incentivam transformações urbanas, levando as cidades a investir em melhorias em transporte, moradia e espaços públicos. Um exemplo marcante é Paris, que inaugurou sua primeira linha de metrô durante a segunda edição dos Jogos Olímpicos, em 1900.
Quando se trata dos locais olímpicos, surge o desafio da reutilização adaptativa: a arquitetura precisa encontrar maneiras de transformar esses espaços, inicialmente projetados para acomodar milhares de pessoas durante os Jogos, de modo a se tornarem parte sustentável da oferta esportiva da cidade após o evento. Em várias partes do mundo, alguns desses locais têm conseguido prolongar sua utilidade além do encerramento dos jogos, integrando-se às comunidades locais e oferecendo uma variedade maior de eventos esportivos e de lazer. Apesar dos altos custos de construção, muitos desses espaços se tornaram ícones da identidade local e atrações turísticas populares, continuando a ser utilizados décadas após receberem as multidões olímpicas.
Em resposta à disparada dos preços dos imóveis na República Tcheca, o escritório de arquitetura KOGAA transformou um antigo depósito em Brno no DADA Distrikt, um empreendimento residencial acessível e diverso. A abordagem econômica do projeto, viabilizada por meio de financiamento compartilhado e vendas diretas, evita os custos adicionais associados às incorporadoras, ao mesmo tempo em que recupera parte do patrimônio industrial da cidade, transformando-o em um distrito urbano ativo. O projeto também incorpora medidas de sustentabilidade voltadas para a redução dos custos de manutenção, exemplificando a intersecção entre moradia acessível, restauração do patrimônio e vida urbana sustentável.
O projeto agora faz parte do Open House Brno, um festival gratuito de fim de semana, realizado anualmente, que permite ao público entrar e explorar diversos locais da cidade, descobrindo suas histórias e narrativas arquitetônicas. Este ano, o festival adota o conceito curatorial de “Inclusão e Acessibilidade”, apresentando a integração sem barreiras de espaços urbanos e o impacto social das edificações. Ao todo, 58 locais estarão abertos aos visitantes, explorando uma variedade de programas e escalas demonstrando
Ladder Street Cultural Space. Image Courtesy of Francesco Rossini
À medida que nos aproximamos do seu centenário, o poliestireno expandido (EPS) tornou-se amplamente utilizado em várias indústrias e aplicações, especialmente na construção. Desde 1970, o EPS tem sido usado na construção de edifícios devido às suas propriedades de isolamento térmico, estrutura leve de células fechadas, resistência durável e integridade de longo prazo. No entanto, enquanto essas qualidades o tornam altamente útil e fácil de reciclar, também geraram debate devido a discussões recorrentes sobre seus processos de degradação e impacto ambiental de várias perspectivas.
Enquanto o debate continua, muitas melhorias e abordagens alternativas surgiram em torno deste material, destacando que alcançar uma construção sustentável envolve usar o material certo para o trabalho certo desde o início. Assim, ao longo do tempo, as inovações trouxeram novas opções para a reciclagem e uso do EPS além das aplicações tradicionais de construção, como blocos de preenchimento ou painéis de divisórias. Isso demonstra que, em vez de estigmatizá-lo como um material problemático ou "simples", é essencial considerar suas qualidades por meio de design, tecnologia e desenvolvimento de métodos para gerenciamento responsável e sustentável.
https://www.archdaily.com.br/pt/1018434/como-as-inovacoes-estao-mudando-o-poliestireno-expandido-epsEnrique Tovar
No início do século XX, os Jogos Olímpicos incluíam algumas competições de medalhas inusitadas, como projeto de arquitetura e planejamento urbano. Embora essas categorias não façam mais parte do programa olímpico, a arquitetura e o planejamento urbano continuam a exercer um impacto crucial no desenvolvimento desse evento esportivo global. As cidades candidatas a sediar os Jogos enfrentam o grande desafio de adaptar sua infraestrutura para acomodar não apenas as arenas e instalações, mas também todas as estruturas de apoio necessárias para uma edição segura e agradável. Com Paris não é diferente. Embora a cidade tenha sediado duas edições anteriores dos Jogos há mais de um século, os desafios das Olimpíadas modernas têm se mostrado significativos. No entanto, a ampla infraestrutura da cidade permitiu que as autoridades ajustassem as medidas na busca por um desenvolvimento sustentável durante e após os Jogos. A menos de um mês da cerimônia de abertura, explore as medidas adotadas pelas autoridades municipais e os impactos de longo prazo de sediar um evento olímpico.
Por volta de 1949, a cidade de Buenos Aires liderava a construção do Sexto Panteão no bairro da Chacarita. De caráter monumental e estilo brutalista, esta necrópole subterrânea revelou-se a primeira e maior experimentação de arquitetura moderna no âmbito funerário. Projetada por Ítala Fulvia Villa, uma das primeiras arquitetas e urbanistas argentinas, além de pioneira do modernismo sul-americano, juntamente com sua equipe formada por Leila Cornell, Raquel S. de Días, Gunter Ernest, Carlos A. Gabutti, Ludovico Koppman e Clorindo Testa, esta obra foi investigada por Léa Namer, que desenvolveu um profundo trabalho de estudo e análise, refletindo sobre o legado de uma utopia moderna e de uma releitura feminista da história.
As teorias em evolução do design urbano buscam reformular como as cidades são construídas e vivenciadas. Com uma crescente empatia em relação às necessidades de diversos grupos, o design urbano queer representa uma mudança abrangente e holística na compreensão da identidade e da comunidade nos espaços públicos. Essa abordagem desafia os métodos tradicionais - que costumam ser rígidos - de planejamento urbano ao aplicar os princípios da teoria queer, que valoriza a fluidez e a interconexão. Em comemoração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+ de 2024, o ArchDaily explora os fundamentos do "design urbano queer" para influenciar práticas mais inclusivas no planejamento das cidades.
O júri do International VELUX Award selecionou dez vencedores regionais entre os 468 projetos inscritos, provenientes de 220 escolas de arquitetura de todo o mundo. O prestigiado júri, composto por Song Yehao (CN), Jenni Reuter (FI), Ewa Kurylowicz (PL) e Kent Holm, da VELUX A/S (DK), reuniu-se em Copenhague.
Todo projeto começa com um programa de necessidades que esboça os espaços, áreas e requisitos essenciais para dar início ao processo de projeto. Este documento fundamental orienta profissionais de arquitetura a compreenderem as demandas do cliente, distribuírem o espaço de forma eficiente e garantirem que a proposta atenda aos requisitos funcionais do projeto.
No entanto, converter manualmente esses dados tabulares de uma planilha para dados espaciais em sua ferramenta de volumetria é uma tarefa incrivelmente tediosa e demorada. Ferramentas como o Snaptrude foram desenvolvidas para ajudar profissionais de arquitetura a realizarem iterações mais rápidas e a tomarem decisões de projeto mais fundamentadas.
Cortesia de Saint-Gobain Architecture Student Contest
Mais de 224 universidades de 29 países participaram da final internacional da 19ª edição do Saint-Gobain Architecture Student Contest. Estudantes de todo o mundo conceberam projetos para transformar um distrito de Helsinque, na Finlândia. Os nomes vencedores acabam de ser anunciados em um evento realizado pela Saint-Gobain na capital finlandesa, entre os dias 10 e 12 de junho de 2024.
“Em diversas regiões do planeta, a natureza impõe condições adversas ao corpo humano. Nesses locais, projetar um edifício é quase como criar uma vestimenta: um artefato que protege e oferece conforto. Esse desafio exige um desempenho tecnológico que deve estar aliado à estética. Fazer o ser humano sentir-se bem envolve mais do que apenas atender às noções de conforto e segurança; é também uma questão de trabalhar os espaços em suas dimensões simbólicas e perceptivas.” Este é o início da descrição para o projeto da Estação Antártica Comandante Ferraz, do Estúdio 41, localizada na Península Keller, onde o mar ao redor congela por cerca de seis a sete meses do ano, em que tudo e todos chegam por avião ou navio e a loja de ferragens mais próxima está a dias de distância. Se projetar uma edificação já apresenta inúmeras complexidades, não é difícil imaginar os desafios adicionais ao desenvolver algo em um ambiente extremo, como temperaturas muito altas ou baixas, ou em locais suscetíveis à corrosão, radiação, entre outros. Neste artigo, vamos explorar as dificuldades, as principais soluções e os materiais utilizados nesses contextos.
“O carbono incorporado representa de 75% a 95% das emissões de gases de efeito estufa em projetos de arquitetura da paisagem”, afirmou Chris Hardy, ASLA, PLA, associado sênior na Sasaki, durante o terceiro webinar de uma série organizada pelo Comitê de Biodiversidade e Ação Climática da ASLA. No entanto, ao selecionar materiais locais de baixo carbono, profissionais de arquitetura da paisagem podem reduzir significativamente os impactos climáticos de seu trabalho.
As emissões de carbono incorporado são geradas a partir da extração, fabricação, transporte e construção dos materiais de paisagismo. A outra parcela das emissões de um projeto provém da operação e manutenção do espaço paisagístico.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140505/acao-climatica-significa-escolher-materiais-locais-e-de-baixo-carbonoJared Green
Nesse âmbito, muito se fala sobre as diferentes técnicas vernaculares empregadas na arquitetura, seja a produção dos tijolos em adobe, os telhados de palha, as paredes trançadas de bambu, entre muitas outras. No entanto, enquanto a técnica vernacular concentra-se em ações ou habilidades específicas, seu significado difere das tecnologias vernaculares.
Embora a abordagem sensorial no ambiente construído seja frequentemente baseada, em primeiro lugar, em aspectos visuais como a cor e a luz, à medida que nos aprofundamos na relação da arquitetura com os sentidos, surgem outros elementos essenciais, tais como aromas, texturas, sons e até sabores. Esses componentes são fundamentais para criar uma experiência profunda entre o/a usuário/a e o ambiente onde ela ocorre, demonstrando que o design e a experiência sensorial estão intrinsecamente conectados.
Dessa forma, o design sensorial oferece uma atmosfera imersiva para um espectro completo de sentidos, cuja percepção se estende além dos limites físicos. Um exemplo disso é o Vertical Panorama Pavilion, localizado em uma região da Califórnia (EUA) com uma forte identidade ligada à tradição vinícola. Esta estrutura, com uma cobertura de vidro composta por intercalares de PVB colorido, serve de abrigo para a hospitalidade. Inspirada na natureza, a cobertura do pavilhão desperta todos os sentidos: desde a textura do cascalho no caminho de pedestres até as correntes de vento locais e os aromas característicos da região.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140784/uma-cobertura-de-vidro-multicolorido-para-os-sentidos-abrigo-e-hospitalidade-o-pavilhao-panorama-verticalEnrique Tovar
Projeto desenvolvido por Revit. Imagem gerada por IA: VERAS. Image Cortesia de ZIGURAT
No âmbito da arquitetura, observa-se um crescente interesse dos consumidores por soluções integradas que ofereçam suporte abrangente em todas as fases de um projeto, que simplifiquem e otimizem cada fase do ciclo de vida dos projetos de construção, proporcionando maior eficiência e precisão. Isso perpassa etapas como a orçamentação, o planejamento e gerenciamento da obra, a gestão orçamentária de recursos e suprimentos, a compra de materiais e chega até a venda do imóvel.
Não é exagero dizer que Renzo Piano é um dos arquitetos mais unânimes que existem no mundo da arquitetura. Com uma obra que mescla respeito ao contexto, leveza e tecnologia para criar estruturas ambientalmente conscientes e esteticamente agradáveis, sua abordagem combina materiais avançados com técnicas tradicionais. Em projetos de diversas escalas, o arquiteto genovês mantém um fio condutor essencial: a implementação de estratégias arquitetônicas passivas, destacando a importância desses métodos para a sustentabilidade e a eficiência energética. Isso é frequentemente explicitado em seus croquis, como uma preocupação inicial, e se concretiza claramente nas obras finalizadas. Veja, a seguir, alguns exemplos em projetos icônicos desenvolvidos pelo seu escritório nas últimas décadas.