1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Criando comunidades por meio da arquitetura: por dentro da prática de projeto colaborativa do IDK

Acesso exclusivo | 

Selecionado pelo ArchDaily como uma das Melhores Novas Práticas de 2024, o IDK está trazendo uma abordagem nova e dinâmica na construção de comunidades com arquitetura de qualidade. Mike Lim, James Pockson e Roddy Bow se conheceram enquanto cursavam o mestrado em Arquitetura no Royal College of Art (RCA) e fundaram seu escritório de arquitetura, o IDK, em Londres, em 2019. O trio, movido por uma forte missão — *ajudar comunidades e instituições, organizações e culturas progressistas a prosperarem* —, vem pesquisando e entregando projetos voltados para a comunidade que incorporam a construção experimental com uma abordagem holística. Seu trabalho se concentra em fomentar o desenvolvimento social, com ênfase na consciência ecológica, uso de materiais locais, gestão inteligente de recursos e orçamentos, reformas respeitosas e no projeto apenas do que é necessário, sem construir em excesso.

Criando comunidades por meio da arquitetura: por dentro da prática de projeto colaborativa do IDK - Imagen 1 de 4Criando comunidades por meio da arquitetura: por dentro da prática de projeto colaborativa do IDK - Imagen 2 de 4Criando comunidades por meio da arquitetura: por dentro da prática de projeto colaborativa do IDK - Imagen 3 de 4Criando comunidades por meio da arquitetura: por dentro da prática de projeto colaborativa do IDK - Imagen 4 de 4Criando comunidades por meio da arquitetura: por dentro da prática de projeto colaborativa do IDK - Mais Imagens+ 8

Empoderando crianças por meio de espaços públicos no Líbano: em conversa com CatalyticAction

Acesso exclusivo | 

Os espaços públicos nem sempre são moldados pelo planejamento urbano, mas pelas práticas que acolhem. Sua existência decorre de nossa necessidade inerente de conexão com o outro. Como espaços de encontro, essas áreas urbanas, abertas e acessíveis refletem a maneira como interagimos com nosso entorno e uns com os outros, ao mesmo tempo em que oferecem locais para a prática de exercícios, o brincar, a socialização e o lazer.

Reconhecendo que os espaços públicos são mais do que meros ambientes físicos, a CatalyticAction dedica-se a promover um senso de comunidade, segurança e pertencimento, especialmente para as crianças, que estão entre as pessoas mais vulneráveis da sociedade. Sua missão não consiste apenas em criar espaços onde as crianças possam brincar e crescer, mas também em empoderá-las, garantindo que tenham voz ativa na definição de seu entorno. Para saber mais sobre esse trabalho, Christele Harrouk, editora-chefe do ArchDaily, conversou com Joana Dabaj, cofundadora e diretora de programas da CatalyticAction.

Empoderando crianças por meio de espaços públicos no Líbano: em conversa com CatalyticAction - Imagen 1 de 4Empoderando crianças por meio de espaços públicos no Líbano: em conversa com CatalyticAction - Imagen 2 de 4Empoderando crianças por meio de espaços públicos no Líbano: em conversa com CatalyticAction - Imagen 3 de 4Empoderando crianças por meio de espaços públicos no Líbano: em conversa com CatalyticAction - Imagen 4 de 4Empoderando crianças por meio de espaços públicos no Líbano: em conversa com CatalyticAction - Mais Imagens+ 41

Uma solução 360° para construção offsite em wood frame leve

Na indústria da construção civil, a construção offsite em light wood-frame desponta como uma abordagem transformadora, que promete prazos de execução mais curtos, maior qualidade e menor impacto ambiental. Empresas associadas ao Quebec Wood Export Bureau (QWEB) lançaram uma ferramenta digital que potencializa os benefícios e a versatilidade dos componentes pré-fabricados de light wood-frame em projetos.

Além do esporte: 10 vilas olímpicas reversíveis e multifuncionais

A primeira vila olímpica da história foi construída para os Jogos Olímpicos de Verão de 1924 em Paris. Antes disso, os atletas se hospedavam em hotéis, albergues, escolas, quartéis e até mesmo nos barcos em que viajavam para as cidades-sede. Pierre de Coubertin, co-fundador do Comitê Olímpico Internacional (COI), foi o idealizador da vila inaugural ao perceber que seria economicamente mais viável abrigar atletas em estruturas novas e temporárias do que em hotéis, enquanto as vilas poderiam incutir também um senso de comunidade entre os competidores internacionais.

Além do esporte: 10 vilas olímpicas reversíveis e multifuncionais - Image 1 of 4Além do esporte: 10 vilas olímpicas reversíveis e multifuncionais - Image 2 of 4Além do esporte: 10 vilas olímpicas reversíveis e multifuncionais - Image 3 of 4Além do esporte: 10 vilas olímpicas reversíveis e multifuncionais - Image 4 of 4Além do esporte: 10 vilas olímpicas reversíveis e multifuncionais - Mais Imagens+ 7

Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27

Acesso exclusivo | 

Em novembro de 2022, a cidade costeira de Sharm El Sheikh, no Egito, sediou a 27ª edição da Conferência das Partes das Nações Unidas, conhecida como COP27. Desde a assinatura do Acordo de Paris em 2015, a conferência, que ocorre quase anualmente, ganhou força como um fórum global de liderança no compartilhamento de conhecimento e no desenvolvimento de diretrizes para mitigar as mudanças climáticas em todo o mundo. Enquanto a mais recente COP28, realizada em Dubai em 2023, concentrou-se nos debates sobre produção de energia, esta edição anterior focou nos contextos urbanos e na necessidade urgente de incorporar perdas, danos e reparações climáticas aos planos de ação climática. Passados dois anos desde a COP27, torna-se fundamental revisitar essas discussões e cobrar dos órgãos governamentais a responsabilidade pelas promessas feitas e pelas metas estabelecidas para a mitigação das mudanças climáticas. Um dos planos mais ambiciosos da COP27 joga luz sobre um debate urgente em nossos ambientes urbanos: como definiremos perdas, danos e reparações climáticas no século XXI?

Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27 - Imagen 3 de 4Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27 - Imagen 5 de 4Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27 - Imagen 2 de 4Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27 - Imagen 4 de 4Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27 - Mais Imagens+ 7

Passado, presente e futuro do cânhamo na construção

Acesso exclusivo | 

A cannabis tem sido amplamente utilizada ao longo da história da humanidade para uma variedade de fins: têxteis, papel, alimentos, medicamentos, biocombustíveis e mesmo as estigmatizadas drogas recreativas. Considerada uma das primeiras plantas cultivadas pela humanidade, sua história se estende por milênios e frequentemente se entrelaça com o universo da construção. O cânhamo, uma das variedades da cannabis, foi um material essencial na história da construção, reverenciado por sua excepcional resistência e versatilidade.

Mais do que uma sala de aula: A multifuncionalidade dos espaços educativos nas comunidades do Sul Global

Acesso exclusivo | 

É evidente que a infraestrutura educacional é fundamental para qualquer comunidade. Quanto melhor for a qualidade desses espaços, melhor será o aprendizado de quem os utiliza. No entanto, esses estabelecimentos frequentemente desempenham uma função muito mais abrangente do que a meramente educativa. Em comunidades do Sul Global, em países como Peru ou Vietnã, onde grande parte da população vive em zonas rurais distantes dos centros urbanos, não apenas os espaços educativos são escassos, mas também faltam pontos onde toda a comunidade — e não apenas os/as estudantes — possa se reunir.

Mais do que uma sala de aula: A multifuncionalidade dos espaços educativos nas comunidades do Sul Global - Image 1 of 4Mais do que uma sala de aula: A multifuncionalidade dos espaços educativos nas comunidades do Sul Global - Image 2 of 4Mais do que uma sala de aula: A multifuncionalidade dos espaços educativos nas comunidades do Sul Global - Image 3 of 4Mais do que uma sala de aula: A multifuncionalidade dos espaços educativos nas comunidades do Sul Global - Image 4 of 4Mais do que uma sala de aula: A multifuncionalidade dos espaços educativos nas comunidades do Sul Global - Mais Imagens+ 23

Vagas em Pequim | Wild City Factory: arquiteto(a), designer de interiores / expografia, assistente de comunicação / curadoria, estagiário(a) de arquitetura / interiores / expografia / design visual

Acesso exclusivo | 

Fundado em Paris em 2010, o Wild City Studio estabeleceu o escritório Wild City Factory em Pequim em 2015. Trata-se de um escritório de arquitetura interdisciplinar, inovador e experimental, cujas pesquisas e práticas abrangem arquitetura, urbanismo, paisagismo, design de interiores e expografia, curadoria de arte, planejamento de eventos, produção de conteúdo, fusão entre arte e tecnologia, desenvolvimento do metaverso, entre outras áreas.

O fundador e arquiteto titular, Ye Cheng, graduou-se em Ciências da Terra pela Universidade de Nanjing e posteriormente ingressou na École Spéciale d'Architecture (ESA) em Paris, onde seu projeto de graduação recebeu o prêmio anual da instituição. Ele foi o primeiro cidadão chinês a receber o "Prêmio Jovem Artista" do Institut de France. Com mais de uma década de vivência na França, aliando uma formação científica ao campo das artes e da arquitetura, Ye Cheng destaca-se na China como uma figura emblemática da integração transdisciplinar e transcultural. Como curador, realizou diversas exposições de grande porte na China e no exterior, incluindo as cinco edições da mostra de arte arquitetônica "Reconstructing Utopia", a série de exposições de arquitetura contemporânea sino-francesa "Interconexão Urbana" em celebração ao 60º aniversário das relações diplomáticas entre os dois países, a exposição de instalações e ensaios visuais de arquitetura contemporânea chinesa "Unknown City", a exposição principal da Beijing Design Week 2015, o primeiro Festival de Lanternas Artísticas dos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanjing em 2019, a exposição de arte digital "Along the River During the Qingming Festival 3.0" em Hong Kong, e a exposição "Architecture of Emotion" no Pavilhão do Laboratório de Paris. Suas grandes instalações e obras de arte espacial, como Huntian City, Empty Shanshui, Net City, Hyper-Axis, Ecological Mandala e Wormhole City, fundem a filosofia e a estética orientais com a tecnologia moderna, propondo uma visão poética de "Shan-Shui Urbano Oriental" para os espaços urbanos e as formas sociais do futuro. Em paralelo, Ye Cheng produziu de forma independente o curta-metragem de ficção científica Interstellar Folding, utilizando a linguagem cinematográfica para elucidar seu conceito de cidade espacial da "Grande Baía Interestelar". Em 2022, como urbanista-chefe da cidade virtual "Meta City" (元邦), colaborou com a Meta Media e a Baidu no desenvolvimento deste aplicativo de metaverso pioneiro no cenário internacional, inaugurando a vertente do metaverso "Futurismo Oriental", que funde filosofias orientais e ocidentais com teorias urbanas.

Filosofia de Projeto
O escritório Wild City Factory pauta-se continuamente pela filosofia de projeto da "ontologia do espaço". Do espírito à matéria, do ser humano ao mundo, do real ao virtual, todas as questões são, em última análise, indissociáveis do espaço. Tudo parte do espaço, ancora-se no presente e transita pela tríplice dimensão temporal do passado, presente e futuro. O espaço não é apenas um receptáculo, mas um elemento de conexão. O espaço conecta pessoas, conecta espaços e conecta pessoas ao próprio espaço. Ele reside tanto no instante efêmero quanto na eternidade do tempo. Nesse sentido, da arquitetura à arte, da expografia à escrita, da observação à crítica, toda a produção do Wild City Factory articula-se em torno da problemática espacial, compreendendo o espaço como a raiz de todas as questões.

Nossa atuação externa consiste em explorar, perceber, conceber, construir, desconstruir, destituir e regenerar o espaço a partir de sua própria finitude. Já nossa busca interna reside em atravessar continuamente o "entre" (间) na infinitude do espaço, aproximando-nos do "vazio" (空) essencial — ou seja, da ontologia do espaço.

O Wild City Factory defende a máxima de que "projetar é resolver problemas" e adota a estratégia espacial da trindade "Espaço-Conteúdo-Evento", realizando análises aprofundadas do contexto de cada projeto para integrar esta filosofia e metodologia espacial a soluções inovadoras. Essa abordagem reflete a natureza multifacetada, multidirecional e transfronteiriça da atuação interdisciplinar do escritório.

Centro Internacional de Convenções Kenyatta: ícone modernista da arquitetura africana pós-colonial

Acesso exclusivo | 

A arquitetura moderna e futurista da África Subsaariana reflete as aspirações e o espírito progressista que dominavam o início da independência de muitos países dessa região entre o final da década 1950 e o início da década de 1960. Uma produção que, por coincidir com o crescimento econômico, utilizou métodos de construção complexos em uma arquitetura que mesclava o interior e o exterior (graças ao clima tropical) focando na forma e expressão da materialidade. Nessa fusão de condicionantes específicas surgiram peças arquitetônicas de valor único que precisam ser "redescobertas", entre elas, o Centro Internacional de Convenções Kenyatta (KICC) construído em Nairóbi, Quênia.

Visões do Futuro da Narrativa Arquitetônica: Em Conversa com o BIG e a Squint/Opera

Acesso exclusivo | 

Apresentações de arquitetura para clientes costumam incluir renders, diagramas e desenhos. Interpretar esses elementos e vislumbrar o resultado final exige imaginação e repertório arquitetônico para preencher as lacunas e visualizar a obra concluída. O BIG e a Squint/Opera, em uma parceria que une uma potência da arquitetura a um estúdio digital criativo, exploram métodos inovadores para transmitir o projeto espacial e arquitetônico para além dos meios tradicionais. Ambos reimaginam a narrativa arquitetônica para além dos recursos visuais estáticos em 2D, utilizando produções de vídeo de última geração e tecnologias imersivas, o que permite a clientes e ao público em geral vivenciar plenamente suas visões futuristas de planejamento urbano e design de arquitetura. Entre suas colaborações mais notáveis estão a produção de vídeo para o projeto Toyota Woven City e a criação da ferramenta colaborativa de projeto em realidade virtual (VR) HyperForm.

Em entrevista ao ArchDaily, Daniel Sundlin, sócio do BIG, e Matt Quinn, diretor comercial da Squint/Opera, compartilham suas perspectivas sobre o futuro da narrativa digital na arquitetura.

Transformando água em terra: grandes projetos de aterros ao redor do mundo

Acesso exclusivo | 

A ideia de transformar água em terra tem fascinado a humanidade há séculos. Os Países Baixos, por exemplo, como um dos pioneiros no assunto, possuem cerca de 20% do território recuperado do mar ou de lagos utilizando os diques como métodos para estancar a água e secar as superfícies. O desenvolvimento tecnológico ao longo do tempo, no entanto, tem tornado essa prática cada vez mais popular. Hoje, a China é um dos países que lidera o ranking, assim como os centros urbanos no sul global, destacando cidades na África Ocidental, Leste Asiático e Oriente Médio.

Esses aterros megalomaníacos são criados principalmente em locais onde há uma costa bastante extensa, mas não há continente suficiente para satisfazer suas necessidades. Nesse sentido, os usos acomodados na nova área são os mais diversos, variando desde a criação de residenciais luxuosos até um arquipélago de entretenimento com hotéis, restaurantes, teatros e lojas.

Transformando água em terra: grandes projetos de aterros ao redor do mundo - 1 的图像 4Transformando água em terra: grandes projetos de aterros ao redor do mundo - 2 的图像 4Transformando água em terra: grandes projetos de aterros ao redor do mundo - 3 的图像 4Transformando água em terra: grandes projetos de aterros ao redor do mundo - 4 的图像 4Transformando água em terra: grandes projetos de aterros ao redor do mundo - Mais Imagens+ 6

Programa M.Arch 2 do SCI-Arc: Ensino Avançado e Inovador de Arquitetura

Reconhecido por sua abordagem avançada no ensino de arquitetura, o programa Master of Architecture 2 (M.Arch 2) do SCI-Arc se destaca como uma experiência transformadora para futuros/as arquitetos/as. Voltado para estudantes com formação prévia em arquitetura, o currículo do M.Arch 2 é um programa intensivo de dois anos projetado para estimular a criatividade, a competência técnica e o pensamento crítico, preparando seus/suas diplomados/as para um cenário profissional dinâmico e em constante evolução. Estudantes do programa M.Arch 2 do SCI-Arc constroem uma rede profissional global de colegas, docentes e profissionais de mercado, abrindo portas para colaborações, mentorias, oportunidades de carreira e contribuições significativas em escala global. Ex-alunos/as do M.Arch 2 do SCI-Arc têm conquistado algumas das maiores honrarias e reconhecimentos possíveis no campo da arquitetura e do design. 

Urbanismo Ambiental e Geografias Urbanas: Plano Urbano de Medellín 2024-2027

Acesso exclusivo | 

CityMakers, a Comunidade Global de Arquitetos/as que Aprendem com Cidades Exemplares e seus/suas Criadores/as, está trabalhando em parceria com o ArchDaily para publicar uma série de artigos sobre Barcelona, Medellín e Roterdã. Os/as autores/as são os/as arquitetos/as, urbanistas e/ou estrategistas dos projetos que transformaram essas três cidades, visitadas nas "Schools of Cities" e estudadas nos "Cursos-Documentários" realizados pela CityMakers. Nesta ocasião, Alejandro Restrepo Montoya, Diretor de Planejamento Urbano e Arquitetura de Medellín, apresenta seu artigo "Urbanismo Ambiental e Geografias Urbanas, Medellín 2024-2027"

O plano urbano de Medellín busca responder como o planejamento urbano pode melhorar a qualidade de vida das pessoas. Ao desenvolver sua proposta, a cidade promove os benefícios sociais que essas práticas de planejamento urbano podem gerar. Medellín enfatiza o aproveitamento das condições naturais e ambientais, como vales, córregos, rios, montanhas e morros, para desenvolver critérios de planejamento urbano que atendam às necessidades sociais.

Urbanismo Ambiental e Geografias Urbanas: Plano Urbano de Medellín 2024-2027 - Image 1 of 4Urbanismo Ambiental e Geografias Urbanas: Plano Urbano de Medellín 2024-2027 - Image 2 of 4Urbanismo Ambiental e Geografias Urbanas: Plano Urbano de Medellín 2024-2027 - Image 3 of 4Urbanismo Ambiental e Geografias Urbanas: Plano Urbano de Medellín 2024-2027 - Image 4 of 4Urbanismo Ambiental e Geografias Urbanas: Plano Urbano de Medellín 2024-2027 - Mais Imagens+ 7

Uma Nova Perspectiva para Arquitetos: Mesclando Desenvolvimento Urbano e Tecnologia

Acesso exclusivo | 

Músicos, publicitários e chefs renomados são apenas alguns dos profissionais que, inicialmente, encontraram inspiração e formação na arquitetura. Muito além de projetar edificações, a arquitetura promove uma visão abrangente do espaço, da estética e da funcionalidade, habilidades valiosas em diversas áreas. Arquitetos são treinados para pensar de maneira criativa e resolver problemas complexos, aplicando essa expertise ao desenvolvimento de projetos de todos os tipos. Com a ajuda da tecnologia e ferramentas de Inteligência Artificial, esse campo pode se expandir ainda mais. O desenvolvimento urbano contemporâneo, em particular, enfrenta desafios complexos que exigem soluções inovadoras. Um exemplo de incursões de arquitetos em áreas distintas do cotidiano no desenho ou canteiro de obras é o Grupo OSPA, sediado em Porto Alegre, que apesar de ter começado como um escritório de arquitetura, ao longo dos anos, evoluiu para incluir três atividades verticais principais, cada uma desempenhando um papel crucial no desenvolvimento urbano: o Responsive Cities Institute, Urbe.me e Place.

Arquitetura para glamping: a tendência de apreciar a natureza com conforto

Permanecer temporariamente em um local ao ar livre, instalar-se de maneira provisória, assentar-se em um campo. As definições do verbo acampar presentes nos dicionários indicam duas características fundamentais para a prática: natureza e temporalidade. Na arquitetura, as tendas materializam essas qualidades configurando uma tipologia que atravessa séculos e culturas sendo, sobretudo, associada a precariedade e fragilidade.

Diante dessa constatação comum, no início dos anos 2000 surgiu a palavra glamping como uma junção entre camping e glamour, sugerindo aliar a prática do acampamento com comodidades luxuosas. No entanto, apesar da popularização, a ideia está longe de ser original. Nem sempre o ato de acampar foi entendido como o oposto do luxo.

Arquitetura para glamping: a tendência de apreciar a natureza com conforto - Imagen 1 de 4Arquitetura para glamping: a tendência de apreciar a natureza com conforto - Imagen 2 de 4Arquitetura para glamping: a tendência de apreciar a natureza com conforto - Imagen 3 de 4Arquitetura para glamping: a tendência de apreciar a natureza com conforto - Imagen 4 de 4Arquitetura para glamping: a tendência de apreciar a natureza com conforto - Mais Imagens+ 12

Harmonia entre arquitetura e pedagogia: a Escola Acalento de Carl von Hauenschild

Acesso exclusivo | 

Localizada em Lauro de Freitas, cidade baiana próxima a Salvador, a Escola Acalento, projetada por Carl von Hauenschild, é um exemplo onde arquitetura e pedagogia se entrelaçam de forma harmoniosa, refletindo a influência da filosofia antroposófica tanto no projeto arquitetônico quanto na pedagogia Waldorf praticada pela escola.

A Antroposofia, criada pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925) no início do século XX, é uma filosofia que entende o ser humano de maneira integral, abrangendo seus aspectos físicos, emocionais e espirituais. Essa abordagem holística encontrou terreno fértil em diversas áreas do conhecimento, como a medicina antroposófica, a agricultura biodinâmica, a pedagogia Waldorf e até mesmo a arquitetura, influenciando significativamente o desenvolvimento da arquitetura orgânica.

Harmonia entre arquitetura e pedagogia: a Escola Acalento de Carl von Hauenschild - Image 1 of 4Harmonia entre arquitetura e pedagogia: a Escola Acalento de Carl von Hauenschild - Image 2 of 4Harmonia entre arquitetura e pedagogia: a Escola Acalento de Carl von Hauenschild - Image 3 of 4Harmonia entre arquitetura e pedagogia: a Escola Acalento de Carl von Hauenschild - Image 4 of 4Harmonia entre arquitetura e pedagogia: a Escola Acalento de Carl von Hauenschild - Mais Imagens+ 9

The Second Studio Podcast: James Corner, sócio-fundador da Field Operations

Acesso exclusivo | 

O podcast The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um programa sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o podcast traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que dão espaço a análises aprofundadas e discussões pessoais.

Uma grande variedade de temas é abordada com franqueza e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Nesta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem James Corner, sócio-fundador da Field Operations, para discutir sua trajetória; interesses iniciais; formação em arquitetura de paisagem e desenho urbano; o valor do desenho urbano; a diferença entre arquitetura e arquitetura de paisagem; concursos de projeto; a estrutura de trabalho da Field Operations; o projeto do High Line; e muito mais.

Como tornar os edifícios modernistas mais eficientes energeticamente?

Na história da arquitetura, as questões de eficiência energética e emissões de CO2 eram consideradas marginais até o final do século XX. A pontuação ínfima de alguns icônicos edifícios modernistas no programa de certificação energética Energy Star ilustra essa situação. O edifício MetLife/PanAm de 1963 (Walter Gropius e Pietro Belluschi), obteve uma pontuação sombria de 39 (em uma escala de 0 a 100), a Lever House (Skidmore, Owings e Merrill, 1952), obteve 20. O pior desempenho de todos foi do icônico edifício Seagram de Mies Van der Rohe, construído em 1958, com apenas 3 pontos. Por outro lado, dois venerados edifícios da década de 1930 considerados Art Déco, o Chrysler Building e o Empire State Building, alcançaram 84 e 80 pontos como resultado de amplas atualizações de seus sistemas mecânicos e de isolamento.

Como tornar os edifícios modernistas mais eficientes energeticamente? - Image 1 of 4Como tornar os edifícios modernistas mais eficientes energeticamente? - Image 2 of 4Como tornar os edifícios modernistas mais eficientes energeticamente? - Image 3 of 4Como tornar os edifícios modernistas mais eficientes energeticamente? - Image 4 of 4Como tornar os edifícios modernistas mais eficientes energeticamente? - Mais Imagens+ 5

Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina

Acesso exclusivo | 

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com algum tipo de deficiência, seja física ou intelectual, e 80% delas estão em países do Sul Global. Embora tenha havido avanços na garantia dos direitos dessas pessoas, elas continuam enfrentando diversas barreiras e estão entre os grupos mais excluídos dos serviços essenciais da sociedade, como saúde, educação e emprego. Nesse contexto, a arquitetura desempenha um papel crucial ao garantir a segurança e a autonomia espacial de todas as pessoas, assegurando sua participação plena e efetiva na sociedade.

Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina - Image 1 of 4Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina - Image 2 of 4Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina - Image 3 of 4Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina - Image 4 of 4Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina - Mais Imagens+ 8

Disneylândia Distópica: a história por trás da cidade fantasma de castelos na Turquia

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Muito provavelmente, a maioria de nós já se imaginou vivendo em um castelo em algum momento da vida, seja na infância embalada pelos contos de fadas, seja na fase adulta estudando sobre a monarquia europeia. Levando em conta esse fascínio, o que você acharia se tivesse a possibilidade de comprar o seu próprio castelo? Por 370 mil dólares, isso era possível na Turquia em meados de 2014. Seriam 325 metros quadrados de puro luxo, com torres azuladas e escadas em caracol. A única questão é que ao lado do seu castelo haveria outros 731 idênticos. Mas quem se importa com exclusividade diante da possibilidade de viver um conto de fadas da Disney?

Disneylândia Distópica: a história por trás da cidade fantasma de castelos na Turquia - 1 的图像 4Disneylândia Distópica: a história por trás da cidade fantasma de castelos na Turquia - 2 的图像 4Disneylândia Distópica: a história por trás da cidade fantasma de castelos na Turquia - 3 的图像 4Disneylândia Distópica: a história por trás da cidade fantasma de castelos na Turquia - 4 的图像 4Disneylândia Distópica: a história por trás da cidade fantasma de castelos na Turquia - Mais Imagens+ 2

Simon Architecture Prize abre convocatória para Lugares Coletivos e Pessoais em sua 5ª edição

O Living Places - Simon Architecture Prize é uma iniciativa da Simon — com curadoria da Fundació Mies van der Rohe desde a sua criação — que busca destacar projetos de arquitetura (incluindo interiores, espaços públicos, domésticos e paisagísticos) cuja excelência proporciona conforto a seus habitantes e melhora a qualidade de vida das pessoas no dia a dia; seja trabalhando, aprendendo, compartilhando, desfrutando... em suma, uma arquitetura para ser vivida!

Ferramentas de quantificação das emissões de carbono aplicadas a edificações: um guia para auxiliar na escolha

Acesso exclusivo | 

Nos últimos anos, o tema de descarbonização de edificações e cidades tem ganhado cada vez mais destaque no âmbito internacional e nacional. Entre os diferentes atores impulsionadores, destaca-se poder público, através de seus ministérios, como o Ministério de Minas e Energia (MME), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ministério das Cidades (MCID) e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) que possuem diferentes políticas, programas e legislações. Instituições financeiras como bancos de desenvolvimento, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e organismos internacionais, como as Nações Unidas (ONU) também têm sido atores-chave para alavancar parte dos recursos necessários para possibilitar a redução das emissões de carbono, que precisa ser cada vez mais urgente.

Alavancando a IA: Eleve a criatividade e a eficiência no setor de AEC

Acesso exclusivo | 

O setor de Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC) está no limiar de uma transformação tecnológica, impulsionada em grande parte pela Inteligência Artificial (IA). Olhando para o futuro, há duas maneiras significativas pelas quais a IA influenciará os resultados para os/as profissionais do setor: como um motor de criatividade e como um catalisador de produtividade.

Os/As profissionais que adotam a tecnologia de IA para alcançar qualquer um desses resultados podem obter uma vantagem competitiva sobre quem não a utiliza, o que lhes permite superar concorrentes com um pensamento mais inovador e uma entrega de projetos mais rápida. A seguir, exploramos como se manter na vanguarda desse cenário tecnológico em constante evolução. 

Dias Perfeitos e a ode aos banheiros públicos de Tóquio

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

“Um banheiro é um lugar onde todos são iguais, não tem rico e pobre, idoso e jovem, todos são parte da humanidade”. Essa reflexão foi compartilhada por Wim Wenders, expoente do Cinema Novo Alemão e diretor do filme Dias Perfeitos (2023), ao ser questionado sobre os marcantes cenários de sua mais recente obra. Os banheiros públicos de Tóquio foram escolhidos por Wenders para construir uma narrativa que oferece profundas reflexões sobre a solidão, a simplicidade e a beleza da vida cotidiana.

A história gira em torno de Hirayama, um homem de meia-idade que trabalha como faxineiro de banheiros públicos em Tóquio. Sua vida é simples e rotineira, mas preenchida por pequenos prazeres e momentos de contemplação. Um cotidiano humilde que contrasta com as arquiteturas tecnológicas, coloridas e inovadoras dos banheiros públicos nos quais o protagonista passa o dia limpando.

Dias Perfeitos e a ode aos banheiros públicos de Tóquio - Image 1 of 4Dias Perfeitos e a ode aos banheiros públicos de Tóquio - Image 2 of 4Dias Perfeitos e a ode aos banheiros públicos de Tóquio - Image 3 of 4Dias Perfeitos e a ode aos banheiros públicos de Tóquio - Image 4 of 4Dias Perfeitos e a ode aos banheiros públicos de Tóquio - Mais Imagens+ 12

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.