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Public Space: O mais recente de arquitetura e notícia

Projetados para caminhar: 6 projetos não construídos para a circulação de pedestres da comunidade do ArchDaily

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Algumas experiências urbanas se gravam em nossa memória por meio de uma mudança de ritmo. A cidade pós-moderna costuma ser descrita como uma experiência vivenciada no ritmo da mobilidade motorizada, em contraste com o passeio, a promenade ou mesmo as procissões que a antecederam. Em uma cultura urbana acelerada, a caminhabilidade é defendida no planejamento urbano não apenas como um fator de segurança e coesão social, mas também como um caminho para um modo de vida mais sensorial. Esta seleção de projetos não construídos, enviados por leitores/as do ArchDaily, apresenta exemplos de design que priorizam a experiência do ambiente por meio do ritmo de quem caminha. Para além de respeitar o caminhar como uma opção de mobilidade, essas propostas conceituais vinculam o ato de caminhar à contemplação do entorno, ao respeito pelo que já existe e à conexão com outras pessoas.

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O papel do desenho urbano na segurança das mulheres: lições de quatro espaços públicos

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O espaço público costuma ser idealizado como um ambiente universal, mas a experiência de acesso a ele é desigual. Para muitas mulheres, deslocar-se pela cidade exige uma avaliação contínua de exposição, visibilidade, proximidade com outras pessoas, iluminação, acesso ao transporte, rotas de fuga e a probabilidade de sofrer assédio. Esses cálculos são moldados tanto pelas condições espaciais quanto pelas sociais. A segurança é uma questão de forma urbana, manutenção, mobilidade, governança e distribuição de investimento público. Embora o ambiente construído possa não ser a causa direta da violência de gênero, ele tem o poder de intensificar a vulnerabilidade e normalizar o acesso desigual, especialmente a espaços públicos.

Para profissionais de arquitetura e planejamento urbano, existe uma distinção fundamental entre projetar para o controle de segurança e projetar para a sensação de segurança. Estratégias de controle de segurança tendem a se concentrar em vigilância, policiamento e gestão de fluxos, ao passo que a segurança urbana cotidiana depende de as pessoas poderem ver e ser vistas, de as rotas serem legíveis, de os espaços públicos acolherem atividades ao longo do dia e de como a manutenção de longo prazo é viabilizada. O papel do design é alterar as condições nas quais a vida pública acontece.

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Um dia no bazar: quando a arquitetura é observada no tempo

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Este artigo faz parte do "Thresholds", uma edição impressa especial do Cobe Notes x ArchDaily.

A arquitetura é, na maioria das vezes, representada como um objeto estável: um edifício capturado em um momento de clareza visual, isolado das contingências que o cercam. Plantas, cortes e fotografias prometem legibilidade ao suspender o tempo. No entanto, muitos dos espaços públicos mais duradouros do mundo resistem completamente a esse modo de representação. Eles não foram projetados para serem lidos de forma instantânea, tampouco revelam sua lógica apenas por meio da forma. Sua inteligência espacial emerge gradualmente, através da repetição, da ocupação e da duração.

O bazar pertence firmemente a essa categoria. Ele não pode ser compreendido por meio de um único desenho ou de uma elevação acabada. Sua organização não é fixa, mas ensaiada. O que o sustenta não é puramente a composição arquitetônica, mas a sincronia compartilhada, a memória coletiva e padrões de uso consolidados. A coletividade no bazar não surge de decisões formais de projeto; é produzida através de encontros repetidos, proximidades negociadas e uma familiaridade social acumulada ao longo do tempo.

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Forma, Função e Financiamento: O Urbanismo High-Tech de São Francisco

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Este artigo faz parte do "Thresholds", um jornal impresso especial da Cobe Notes x ArchDaily.

San Francisco é uma cidade que sempre se reinventou sob pressão. Suas paisagens urbanas vitorianas sobreviveram a reformas estruturais antissísmicas e a torres de vidro, com bairros definidos tanto pela mudança quanto pela resistência a ela. No entanto, nenhuma força na história da cidade reconfigurou o ambiente construído de forma tão completa — ou tão rápida — quanto a economia da tecnologia. O que começou na expansão suburbana do pós-guerra no Vale do Silício migrou para o norte, inscrevendo sua lógica no horizonte urbano e na vida dos habitantes. O resultado dessa lógica é uma cultura arquitetônica de considerável refinamento técnico e paletas de materiais sofisticadas, mas que permanece, em grande parte, indiferente à população local.

O preço dessa indiferença é mensurável e crescente. San Francisco precisa viabilizar mais de 82 mil unidades habitacionais adicionais até 2031 sob as diretrizes do programa de Alocação de Necessidades Regionais de Habitação da Califórnia (RHNA), em uma cidade onde o valor médio do aluguel já figura entre os mais altos de qualquer área metropolitana dos EUA. Profissionais da educação, da saúde e do setor de serviços são sistematicamente deslocados por um mercado imobiliário calibrado para os níveis de renda de um único setor, em detrimento da maior parte da força de trabalho da cidade.

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De terrenos residuais a lugares cívicos: 6 parques públicos mexicanos

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O rápido crescimento urbano do México nas últimas décadas deixou muitas cidades enfrentando problemas como bairros fragmentados, altos índices de criminalidade e uma grave escassez de espaços públicos de qualidade. Em muitas áreas urbanas de baixa renda, o desenvolvimento informal ocorreu de forma paralela a infraestruturas básicas, como canais de drenagem, linhas ferroviárias e ravinas íngremes, dividindo comunidades e criando áreas vazias perigosas. Para mitigar essa segregação espacial e a falta de equipamentos urbanos, órgãos públicos e profissionais da arquitetura em todo o México estão intervindo nessas zonas de amortecimento abandonadas para construir parques públicos. Ao converter antigas barreiras físicas em corredores de pedestres acessíveis, esses projetos reconectam bairros segregados, restabelecem linhas de visão seguras e oferecem espaços para convivência comunitária e recreação diária.

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Modernismo sob vigilância: a preservação do Estádio Sardar Vallabhbhai Patel na Índia

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No coração do distrito de Navrangpura, em Ahmedabad, na Índia, ergue-se o Estádio Sardar Vallabhbhai Patel. Muito mais do que um campo de críquete, o estádio representa um dos primeiros experimentos da Índia em arquitetura pública modernista. Construída nas décadas que se seguiram à independência do país, a estrutura tornou-se não apenas um marco da engenharia, mas também um espaço público de destaque na malha urbana de Ahmedabad. Apesar do significado arquitetônico e histórico do edifício, bem como de sua profunda inserção na vida cotidiana da comunidade, a estrutura sofreu uma degradação física significativa devido a décadas de manutenção precária e falta de recursos. Essa fragilidade foi justamente o que atraiu a atenção internacional. Em 2020, o World Monuments Fund (WMF) incluiu o Estádio Sardar Vallabhbhai Patel no World Monuments Watch, uma lista global que destaca sítios de patrimônio cultural que enfrentam desafios urgentes de preservação.

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Protótipo de bateria arquitetônica transforma espaço público em armazenamento urbano de energia em Ontário, Canadá

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Diante de um cenário de mudanças climáticas, inflação e conflitos armados, o sistema energético global passa por transformações e enfrenta questionamentos. Segundo as Nações Unidas, os edifícios devem ser aquecidos, iluminados e eletrificados por meio de fontes de energia limpas, acessíveis, viáveis, sustentáveis e confiáveis. A arquitetura e o planejamento urbano podem contribuir tanto para expandir o acesso à energia quanto para explorar diferentes formas de armazenamento. A startup Civic Grid, sediada em Toronto, projeta e constrói sistemas de armazenamento de energia com o objetivo de transformar a relação das comunidades com a eletricidade que move o cotidiano. Sua primeira bateria arquitetônica foi concebida como uma obra de arquitetura pública pelos/as arquitetos/as Jack Self e Josh Harskamp, em colaboração com o designer industrial Max Fine. O protótipo é a evolução de um sistema de energia implantável desenvolvido em parceria com a Proteção Civil de Lisboa para a Trienal de Arquitetura de Lisboa 2025, ainda em funcionamento, e é acompanhado por uma maquete física.

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MAD conclui o Shenzhen Bay Culture Square, um museu de design costeiro e parque público na China

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O projeto do pavilhão de exposições e do parque da Shenzhen Bay Culture Square, desenvolvido pelo escritório MAD, de Ma Yansong, teve início em 2018, com a etapa de projeto finalizada em 2020. O edifício de 188.000 m² ocupa um terreno de aproximadamente 51,000 m² à beira-mar, no coração de Houhai, no distrito de Nanshan — polo corporativo da Greater Bay Area de Shenzhen. O plano diretor da área, que inclui o Pavilhão de Design Criativo, o Museu de Ciência e Tecnologia de Shenzhen e uma ampla área verde pública, foi anunciado pelo MAD em 2020 com previsão de conclusão para 2023. Após oito anos de trabalho, a obra, liderada por Ma Yansong, Dang Qun e Yosuke Hayano, está concluída e servirá como um equipamento cultural voltado ao design e ao intercâmbio cultural.

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América Latina em Foco: Este Mês na Arquitetura, Instituições Culturais, Patrimônio e Resiliência

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A arquitetura na América Latina este mês reflete uma ênfase crescente na adaptação, seja respondendo a riscos ambientais, repensando instituições culturais ou estendendo a vida útil de edifícios existentes. Os desdobramentos recentes revelam um debate regional moldado pela resiliência, patrimônio e espaço público, onde a arquitetura é cada vez mais compreendida como parte de sistemas urbanos, sociais e ambientais mais amplos. Das consequências dos grandes terremotos na Venezuela ao debate em torno do futuro Museu Nacional do Equador, as histórias deste mês destacam como o design está interligado a questões de identidade, vida cívica e sustentabilidade a longo prazo.

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Uma linguagem arquitetônica do resfriamento artificial: sombra, névoa e autonomia

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Concéntrico retornou a Logroño em junho para sua 12ª edição, transformando a cidade em um campo de trabalho para a arquitetura. Desde sua fundação em 2015, o festival consolidou sua identidade ao rejeitar a lógica de exposições de design distantes e controladas, construindo instalações em escala real nas ruas, praças e terrenos baldios da cidade, de modo a integrar habitantes e visitantes ao cotidiano urbano. A programação deste ano reuniu mais de vinte intervenções de arquitetos/as, designers e pesquisadores/as que atuam em uma ampla variedade de geografias e métodos, em que cada proposta contribui para um experimento em escala urbana voltado a reimaginar o espaço público.

Para além das praças da Índia: Onde a democracia pode falar?

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Toda democracia mais cedo ou mais tarde se depara com a mesma questão: onde seus cidadãos e cidadãs podem falar?

Praças públicas, marchas e manifestações historicamente servem como as expressões mais visíveis e impactantes da opinião coletiva. Há um desejo cada vez maior por parte da população de se fazer ver e ouvir no espaço público. As manifestações, por sua própria natureza, são momentos de urgência que surgem quando o diálogo chega a um impasse. Embora sejam essenciais para a democracia, elas não podem ser sua única linguagem.

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Renaturalizando a cidade: 6 projetos não construídos da comunidade do ArchDaily

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No contexto atual de rápidas mudanças ambientais urbanas, como ondas de calor e secas, novas prioridades estão surgindo no desenho de espaços públicos. O "rewilding" refere-se à prática de restaurar ecossistemas autossustentáveis por meio da reintrodução da biodiversidade, implementando estratégias para reverter os efeitos da perda de habitat, do declínio de espécies e da degradação dos ecossistemas. Essas estratégias podem ser identificadas nesta seleção de projetos conceituais enviados por leitores e leitoras do ArchDaily, nos quais a arquitetura é utilizada como ferramenta para restaurar o equilíbrio ecológico entre as espécies, invertendo seu papel moderno de agente de perturbação ecológica.

Diante da realidade de que as mudanças climáticas estão tornando as cidades cada vez mais inabitáveis, a população se depara com a escolha de abandonar ou transformar seus ambientes. Os projetos não construídos reunidos neste artigo oferecem alternativas transformadoras para cidades mais habitáveis, combinando estratégias de construção, arquitetura e paisagismo em parques urbanos e espaços intersticiais suburbanos. Funcionando como laboratórios ecológicos, essas propostas incorporam uma perspectiva multiespécies ao processo de projeto, adotando uma concepção de tempo mais adequada ao desenvolvimento dos ecossistemas.

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Espaço Público em Uso: Región Austral e a Arquitetura do Cotidiano

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A arquitetura costuma ser avaliada pelo que é construído. No entanto, em muitos casos, o que realmente importa acontece depois: a forma como os espaços são usados, adaptados e integrados à vida cotidiana. Para o Región Austral, vencedor do prêmio 2025 Next Practices Awards do ArchDaily, é exatamente aí que o projeto começa. Trabalhando em múltiplos contextos, o escritório aborda o espaço público não como um objeto isolado, mas como algo que precisa ser ativado, negociado e mantido ao longo do tempo. Seus projetos focam menos na definição da forma e mais na criação de condições de uso, fazendo do projeto o ponto de partida.

Essa abordagem se manifesta em diferentes contextos, desde a Praça do Bairro Olímpico até a rede Playón de Chacarita. Embora cada projeto responda a uma situação específica, ambos exploram como o espaço público pode acolher a vida coletiva em áreas marcadas pela fragmentação e pela desigualdade. Em vez de adotar uma abordagem predefinida, o trabalho se adapta a diferentes condições urbanas, utilizando processos participativos e estratégias incrementais para moldar o funcionamento dos espaços ao longo do tempo.

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Como os projetos vencedores do concurso Concrete Pavilion da Buildner estão repensando o material mais comum da arquitetura

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Buildner anunciou os resultados do seu concurso, o Concrete Pavilion. Como parte da série Material Studies da Buildner, a competição convidou arquitetos/as e designers a explorarem o potencial arquitetônico do concreto por meio do projeto de um pavilhão experimental. O desafio era reconsiderar o material para além de seu uso convencional, investigando suas possibilidades espaciais, estruturais e sensoriais.

O trabalho curatorial como construção da cidade: Marisa Yiu, do Design Trust, reflete sobre exposições e agência espacial

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Em Hong Kong, onde a arquitetura é frequentemente impulsionada pela lógica imobiliária, pela infraestrutura e pelo desenvolvimento acelerado, o espaço para a experimentação cívica em escala humana pode ser surpreendentemente limitado. É aí que o Design Trust se destaca. Como uma plataforma de fomento e viabilização de projetos, a organização apoia intervenções espaciais que transitam entre arquitetura, pesquisa e programação pública — um trabalho que costuma ser modesto, coletivo ou incerto demais para se encaixar nos fluxos convencionais entre cliente e arquiteto/a.

No centro desse trabalho está Marisa Yiu, cuja liderança posiciona o Design Trust tanto como agente viabilizador quanto como ator cultural. Por meio de iniciativas como o Micro-Parks Hong Kong, além de exposições e programas públicos, a organização trata o discurso e a prototipagem como formas de agência espacial, conectando designers, comunidades, instituições e debates sobre políticas públicas, ao mesmo tempo em que coloca em primeiro plano questões de gestão, manutenção e a "sobrevida" do espaço público.

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SLA projeta espaços públicos e desenho de ruas para a nova comunidade insular de Toronto em Port Lands

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O escritório de paisagismo e desenho urbano SLA revelou o projeto para o espaço público e as vias urbanas de uma nova comunidade de 39,8 hectares à beira-mar em Toronto. O projeto de paisagismo urbano "Ookwemin Minising" está localizado em Port Lands, um distrito industrial e recreativo a sudeste do centro de Toronto, que atualmente passa por uma revitalização urbana para transformar a antiga zona industrial em um vale fluvial renaturalizado, bairros de uso misto e parques públicos. A transformação geral está sendo liderada pela Waterfront Toronto, uma corporação sem fins lucrativos financiada por recursos públicos, fundada em 2001 para supervisionar a regeneração da área, como parte de uma iniciativa governamental mais ampla para renaturalizar áreas urbanas e aumentar a densidade habitacional. Espera-se que a reurbanização de Ookwemin Minising seja concluída em fases entre 2031 e 2040.

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A edição de 2026 do Prêmio UIA 2030 reconhece projetos construídos que impulsionam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

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Durante uma cerimônia realizada no Fórum Urbano Mundial (WUF) em Baku, Azerbaijão, em 20 de maio de 2026, a União Internacional de Arquitetos (UIA) e o ONU-Habitat anunciaram os/as vencedores/as do terceiro ciclo do Prêmio UIA 2030. O prêmio bienal reconhece projetos construídos que trazem contribuições significativas para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Arquitetos/as foram convidados/as a enviar projetos de arquitetura, paisagismo e desenho urbano que abordassem desafios ambientais, sociais e econômicos urgentes em seis categorias: gestão sustentável da água, promoção de ambientes de trabalho seguros, habitação adequada e acessível, planejamento eficiente e inclusivo, acesso a espaços verdes e públicos e resiliência climática.

O terceiro ciclo foi lançado em julho de 2025, e os finalistas regionais das cinco regiões globais da UIA foram anunciados em janeiro. Na etapa final, o júri selecionou os projetos vencedores, altamente recomendados e recomendados em cada categoria, reconhecendo trabalhos na China, Bangladesh, Índia, Tailândia, México, Peru, Colômbia, Espanha, Quênia, Marrocos e Estados Unidos.

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O que têxteis e translucidez trazem ao espaço público: 5 intervenções leves

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O que os materiais leves trazem ao espaço público sob um princípio de projeto ético, ecológico e não extrativo? Diversas texturas têxteis oferecem um ponto de partida, aproximando-se mais do corpo do que os materiais estruturais pesados convencionais. Graças à sua flexibilidade e responsividade, o tecido possibilita um fechamento suave em vez de uma fronteira fixa no espaço arquitetônico. Ao responder a estímulos ambientais mínimos, ele introduz um movimento contínuo no espaço. Quando sobreposto ou montado, gera gradações de densidade, profundidade e fechamento, ao mesmo tempo que as tecnologias inovadoras de fabricação recentes ampliam as possibilidades de sua forma e durabilidade estrutural.

Os materiais semitransparentes atuam também como mediadores das condições de permeabilidade visual e da experiência corporal do espaço. Ao transmitir e filtrar a luz, eles atenuam os limites claros entre interior e exterior, cheio e vazio, gerando limiares que não são totalmente abertos nem totalmente fechados, mas que estão em constante negociação. Reinterpretar a estrutura no espaço urbano por meio da leveza, da translucidez e da suavidade abre caminho para modos alternativos de percepção espacial e engajamento físico.

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