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Arquitetos: Studio Modijefsky
- Área: 196 m²
- Ano: 2026
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Fabricantes: Acier Studio, Astro Lighting, D line – Bjarke Ingels Group, Gergiev Kiril, HEAKO, +4


O Ammodo Architecture lançará a primeira edição do Ammodo Architecture Days em Amsterdã, nos dias 9 e 10 de novembro de 2026. Organizado pelo Ammodo Architecture, um programa da Ammodo Foundation, o evento reunirá profissionais de arquitetura, paisagismo, planejamento urbano, artistas, comunidades, coletivos e equipes multidisciplinares de design, ao lado dos/as premiados/as do 2024 e 2025 Ammodo Architecture Award. Realizado no Westergas, um antigo complexo industrial hoje utilizado como espaço cultural e público, a programação de dois dias combinará um simpósio, uma exposição, o lançamento de uma publicação e a cerimônia de premiação, criando um ambiente de intercâmbio entre práticas atuantes em diferentes contextos geográficos, culturais e disciplinares.




Aldo van Eyck e Lina Bo Bardi foram duas figuras subversivas. Suas visões de coletividade e ludicidade, mesmo aplicadas em estruturas muito distintas, tinham como principal ponto em comum uma ideia de arquitetura que vai além do desenho. Um espaço que se faz vivo pela apropriação, pelo movimento e pela troca. Dos playgrounds holandeses ao museu paulistano, os ideais dos arquitetos se entrelaçam, fortalecendo a ideia de uma arquitetura onde qualquer um se torna criança.





Os Países Baixos são conhecidos internacionamente como uma nação que busca inovação em larga escala, desenvolvendo sistemas estatais para proteger suas terras e aprimorar a qualidade de vida de seus cidadãos. As propostas ousadas de arquitetos e urbanistas como Gerrit Rietveld, Piet Blom, Rem Koolhaas e o Office for Metropolitan Architecture (OMA) têm impacto global, desafiando as formas tradicionais de prática.
Ainda assim, o país enfrenta desafios tanto esperados quanto inesperados, desde uma grave escassez de habitação até a crescente preocupação em relação às alterações climáticas e à evolução das ideias sobre ecologia. Nas palavras da curadora Suzanne Mulder, o país está "mais uma vez na prancheta", à medida que arquitetos, urbanistas e designers retomam as conversas sobre o futuro, olhando para as lições do passado. Para auxiliá-los nesse processo, o Nieuwe Instituut de Roterdã está organizando a exposição "Projetando os Países Baixos: 100 anos de Futuros Passados e Presentes".

Os avanços na tecnologia de impressão 3D estão progredindo num ritmo sem precedentes, acompanhados pelo aumento na capacidade computacional para manipular e criar geometrias complexas. Essa sinergia oferece aos arquitetos um alto grau de liberdade artística em relação às texturas que podem ser geradas, graças à alta resolução e à capacidade de fabricação rápida. Se as dificuldades técnicas inerentes à produção estivessem fora de questão e os arquitetos pudessem esculpir virtualmente qualquer coisa em uma fachada, o que eles fariam?


No cenário em constante evolução do século XXI, as cidades despontam como modelos de inovação em relação aos objetivos de desenvolvimento sustentável. Criativamente, enfrentam desafios urbanos urgentes, como densidade populacional, transporte, habitação e resiliência. Possuem o potencial de liderar uma agenda climática abrangente, atuando como laboratórios para iniciativas sustentáveis, inovações inter-setoriais e estratégias orientadas para a comunidade. As cidades agem como catalisadoras de revoluções, implementando soluções impactantes que podem ser aplicadas globalmente.