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Coletividade e o bem comum: como a habitação mudará após o coronavírus

Pixelate © Imagem Subliminal. Imagem Cortesia de ODA Architecture

A humanidade está enfrentando um novo desafio coletivo sem precedentes. O isolamento, impulsionado pela auto-quarentena, por um período desconhecido. É um experimento social sem resultado previsível, porém uma constante na equação é a arquitetura.

Com mais da metade da população mundial habitando em cidades ou áreas densamente povoadas, atualmente bilhões de pessoas residem em pequenos espaços, separadas uns dos outros por tijolos, concreto e aço. O experimento de habitação social dos anos 50 e 60 originou uma nova tipologia arquitetônica, composta pela construção social subjacente, impulsionada pelo capitalismo, que nos orientava a cuidar de nossos próprios negócios. De alguma forma, durante a era dos arranha-céus, a ideia de isolamento se transformou em um símbolo de status, já que coberturas particulares, acessadas por elevadores privativos, hoje flutuam sobre as ruas da cidade.

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Sobre este autor
Cita: Eran Chen. "Coletividade e o bem comum: como a habitação mudará após o coronavírus" [Collectivity and the Common Good: How Housing Will Change Thanks to Coronavirus] 07 Abr 2020. ArchDaily em Português. (Trad. Bisineli, Rafaella) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/937022/coletividade-e-o-bem-comum-como-a-habitacao-mudara-apos-o-coronavirus> ISSN 0719-8906

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