Edmund Sumner

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE FOTÓGRAFO

Glossário de Sustentabilidade do ArchDaily: A-B-C

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Espera-se que, nas próximas duas décadas, a Terra não tenha absolutamente mais nada a oferecer a quem quer que — ou ao que quer que — seja capaz de sobreviver nela. Embora a raça humana seja a única responsável pelos danos causados ao planeta, ainda é possível vislumbrar um sutil fio de esperança se mudarmos radicalmente nossa forma de viver na Terra e de sustentá-la. 

Como os/as arquitetos/as e designers carregam a responsabilidade de construir um futuro viável, elaboramos uma lista de A a Z com todos os termos sobre sustentabilidade com os quais você pode se deparar. A cada semana, publicaremos um novo conjunto de letras para ajudar você a se manter atualizado/a sobre tudo o que se refere à arquitetura e ao design sustentáveis. Apresentamos a seguir os termos que começam com as letras A, B e C.

Como implementar o design solar passivo?

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Como implementar o design solar passivo? - Mais Imagens+ 49

Embora o Sol esteja a cerca de 150 milhões de quilômetros da Terra, esta estrela exerce a maior influência sobre o nosso planeta. Assim como há quem busque o calor do sol, arquitetos e arquitetas criam espaços concebidos para serem banhados pela luz solar.

Por definição, "o design solar passivo consiste no uso de meios naturais para coletar e distribuir a energia solar captada". A implementação de sistemas solares passivos, por meio de conceitos e processos simples, é capaz de fornecer aquecimento, iluminação, força mecânica e eletricidade às edificações da maneira mais ecológica possível.

Neste artigo, apresentamos um guia completo para a implementação de sistemas solares passivos em seus projetos.

Casa Douglas / RISE Design Studio

Casa Douglas / RISE Design Studio - Mais Imagens+ 28

  • Arquitetos: RISE Design Studio
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  170
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2019
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Dinesen, GRAPHISOFT, Clayworks, Falcon, Fired Earth, +1

Casa para um/a Químico/a / Brown & Brown Architects

Casa para um/a Químico/a / Brown & Brown Architects - Mais Imagens+ 28

  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  285
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2021
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Sky-Frame

Instituto na Escola de Planejamento e Arquitetura de Vijayawada / MO-OF

Instituto na Escola de Planejamento e Arquitetura de Vijayawada / MO-OF - Mais Imagens+ 31

Vijayawada, Índia
  • Arquitetos: MO-OF
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  38588
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2018
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Rak ceramics

Sede de Clube na Orla / Abin Design Studio

Sede de Clube na Orla / Abin Design Studio - Mais Imagens+ 22

  • Arquitetos: Abin Design Studio
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  230
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2020

Tradição, inovação e experimentação: a casa mexicana contemporânea pelas lentes de Edmund Sumner

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Mesclando técnicas vernáculas e experimentação contemporânea, a paisagem arquitetônica do México é moldada por um diálogo contínuo entre tradição, materialidade e modernidade. Sendo o quinto país com maior biodiversidade do mundo, a arquitetura mexicana busca responder a uma vasta gama de ambientes naturais, climas e tradições culturais, tudo dentro de um território marcado por contrastes impressionantes. Refletindo uma dualidade latente, ela é capaz tanto de expressar exclusividade quanto de atuar como catalisadora de transformação social.

Tradição, inovação e experimentação: a casa mexicana contemporânea pelas lentes de Edmund Sumner - Mais Imagens+ 20

Escavando o Solo: Arquitetura e a Política do Subterrâneo

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Sob a superfície visível das cidades jaz uma arquitetura invisível. Metrôs, túneis, sistemas de água, cabos de dados e bunkers formam uma rede densa que sustenta a vida urbana enquanto permanece, em grande parte, invisível. O solo sob nossos pés não é um vazio, mas um território complexo que abriga as infraestruturas, memórias e ansiedades de nossa época. Nos últimos anos, à medida que a terra se torna escassa e as pressões climáticas se intensificam, arquitetos/as e urbanistas voltaram seus olhares para baixo, redescobrindo o subterrâneo como uma fronteira tanto física quanto conceitual. Projetar no subsolo significa engajar-se com os mecanismos invisíveis que moldam o mundo acima.

O subterrâneo há muito tempo é um espaço de interseção entre arquitetura, política, tecnologia e crença. Das catacumbas de Roma aos metrôs industriais da modernidade, o ato de descer simboliza tanto a proteção quanto a exposição. O urbanismo do século XX transformou esse gesto em sistema: metrôs, abrigos e serviços públicos redefiniram o corte urbano como um instrumento de governança. Sob a promessa de eficiência e progresso, o subsolo absorveu as ansiedades de uma era de guerra, vigilância e colapso. Sua evolução revela não apenas como as sociedades constroem, mas também como temem.

Hoje, o solo se tornou a nova fronteira da expansão urbana e da adaptação ecológica. À medida que infraestruturas digitais, sistemas de energia e amortecedores climáticos migram para baixo do nível do solo, a arquitetura confronta um espaço que é ao mesmo tempo técnico e metafísico — essencial, porém marginal; invisível, porém decisivo. Pensar em cortes, e não em planta, é reconhecer que as cidades contemporâneas não existem mais apenas em suas silhuetas, mas também em suas profundezas. O desafio para a arquitetura não é apenas ocupar esse espaço, mas torná-lo legível, transformar o invisível em conhecimento e o oculto em um novo território de projeto.

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Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores

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No Dia da Terra de 2025, celebrado anualmente em 22 de abril, somos mais uma vez lembrados dos urgentes desafios ambientais e de sustentabilidade que o nosso planeta enfrenta — desafios que continuam a evoluir juntamente com as transformações econômicas, políticas e culturais globais. O setor da construção civil continua sendo um dos mais críticos no esforço para gerenciar e reduzir as emissões globais de carbono. Este ano, essas questões estão sendo abordadas sob perspectivas cada vez mais diversas, exigindo abordagens mais holísticas e integradas. É fundamental que encaremos a sustentabilidade não como uma solução única e universal, mas sim como um esforço multiescalar — que abrange desde o desenvolvimento urbano em grande escala e o planejamento estratégico até o avanço de materiais sustentáveis e, inclusive, intervenções temporárias e provocativas, como exposições e instalações. Ao fazê-lo, reafirmamos nosso compromisso de reduzir nossa pegada de carbono coletiva, ao mesmo tempo em que moldamos um ambiente construído que promove o bem-estar humano e a saúde do planeta.

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Da mesma plumagem: a arquitetura oculta da observação de aves

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Em todo o mundo, uma apaixonada comunidade de observadores/as de aves, de iniciantes a ornitólogos/as experientes, é atraída pelos movimentos sutis, cantos distintos e migrações notáveis das aves. Esse fascínio global levou à criação de espaços cuidadosamente projetados por arquitetos/as e designers, que aprimoram a experiência de observação ao mesmo tempo em que respeitam as paisagens ecológicas onde se inserem.

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Bem-estar e espaços lentos: a arquitetura pode distorcer a maneira como experienciamos o tempo?

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Uma boa conversa pode fazer o tempo parecer passar mais rápido. No entanto, será que esse efeito se deve exclusivamente à troca verbal, ou nossa percepção do tempo poderia ser moldada pelas condições espaciais ao nosso redor? Existem ambientes que, por sua escala, distribuição e atmosfera, favorecem o encontro, a escuta ou a pausa, influenciando, assim, a experiência humana. Talvez não sejam as palavras compartilhadas, mas o espaço em que falamos que realmente molda nossa compreensão do tempo. Algumas teorias sociológicas sobre nossa sociedade e o ambiente construído vão além de considerá-lo um mero recipiente físico, sugerindo que a arquitetura, em sua própria dualidade, pode atuar tanto como inibidora quanto como catalisadora de nossas experiências temporais, impactando nosso bem-estar.

Além das Paisagens Fabricadas: Pedreiras como Locais de Colaboração Interdisciplinar

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Pedreiras podem ser vistas como cicatrizes indeléveis e abandonadas da extração de recursos promovida pelo ser humano. Espaços artificiais, percebidos como vazios, e a busca pelo ganho material moldaram de forma fundamental o ritmo acelerado do nosso ambiente construído. Enquanto isso, a Terra permanece imóvel como uma testemunha silenciosa. Por décadas, essas minas a céu aberto foram vistas como uma consequência inevitável do consumismo e do crescimento urbano, com suas formas brutas e imponentes testemunhando a extração de materiais em larga escala essenciais para a construção das nossas cidades. No entanto, um movimento arquitetônico global começa a emergir para dialogar com essas formas preexistentes, transformando esses espaços de subtração em locais de inovação, colaboração e novos propósitos.

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Integrando espaços criativos: projetando ampliações para ateliês de arte em casa

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A casa carrega múltiplas identidades, funcionando como abrigo, santuário, local de trabalho e palco para rituais diários. Nos últimos anos, seu papel expandiu-se de maneiras sem precedentes. A pandemia, notadamente, forçou a casa a agir como um local de extraordinária adaptabilidade para absorver funções outrora delegadas a escolas, escritórios, academias e estúdios. Essa transformação mudou a forma como imaginamos a vida doméstica, instando-nos a pensar no lar não apenas como um cenário para atividades, mas como uma estrutura dinâmica para viver, produzir e criar. Diante dessa compreensão ampliada, artistas se deparam com uma nova questão: como a casa pode oferecer a flexibilidade necessária para a prática criativa?

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Repensando a sustentabilidade por meio de estratégias específicas para o local

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A sustentabilidade na arquitetura é frequentemente abordada como um desafio universal, resultando em soluções padronizadas que priorizam a eficiência em detrimento do contexto. No entanto, a arquitetura está intrinsecamente ligada ao seu ambiente — os edifícios interagem com o clima, a topografia e a história cultural de maneiras que exigem especificidade. Em vez de depender de listas de verificação de sustentabilidade padronizadas, como a arquitetura pode adotar soluções específicas para o local? Essa discussão está profundamente conectada ao conceito de Genius Loci, ou o espírito do lugar, introduzido por Christian Norberg-Schulz e adotado por arquitetos/as que defendem projetos em sintonia com seu entorno. Essa filosofia sugere que a arquitetura não deve ser imposta a um terreno, mas sim emergir dele, informada por seus materiais, clima e relevância cultural. Esse pensamento contesta a aplicação generalizada de tecnologias sustentáveis genéricas, propondo, em contrapartida, que a sustentabilidade deve estar intrinsecamente ligada ao local onde se insere.

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Telhados de palha e folhas de palmeira: exemplos no México que exploram suas possibilidades

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A arquitetura no México tem uma vasta história que se compões de diversos aspectos que abordam temas astrológicos, políticos, espirituais e econômicos. Embora hoje restem apenas ruínas de alguns dos complexos pré-hispânicos mais importantes, graças a profundas pesquisas que foram realizadas, podemos ter algumas representações de como eram aqueles edifícios que lançaram os alicerces do que hoje nos define. Nessas representações, é possível notar a presença de materiais naturais que respondiam ao seu entorno, tais como a pedra basáltica, o estuque e algumas tintas vegetais cujos vestígios resistiram até os nossos dias.

Imagine Studio at the Trees / Studio Lotus + GPL Design Studio

Imagine Studio at the Trees / Studio Lotus + GPL Design Studio - Mais Imagens+ 19

Hotel Stow-Away Waterloo / Doone Silver Kerr

Hotel Stow-Away Waterloo / Doone Silver Kerr - Mais Imagens+ 12

Casa com Véu de Tijolos / Studio Lotus

Casa com Véu de Tijolos / Studio Lotus - Mais Imagens+ 20

New Delhi, Índia
  • Arquitetos: Studio Lotus
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  1000
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2015