A Espanha, com seu vasto território e notável diversidade de paisagens, tem sido uma referência no desenvolvimento de infraestruturas externas, tanto em áreas urbanas quanto rurais. O turismo tem desempenhado um papel fundamental nesse processo, com foco na criação de espaços que maximizem o usufruto do entorno natural e a integração das paisagens locais nas áreas urbanizadas. Isso deu origem a intervenções que vão desde a criação de passeios marítimos, mirantes e parques naturais, até projetos de parques urbanos em diferentes cidades. Além disso, o crescimento urbano impulsionou a criação de infraestruturas verdes, como jardins botânicos, trilhas ecológicas e reservas que buscam proteger o entorno, ao mesmo tempo em que se abrem ao público de maneira sustentável.
A Serapool, marca líder em revestimentos cerâmicos de porcelana para piscinas e produtos complementares de porcelana, inova e produz há 40 anos soluções de design sustentável para residências, centros de spa e bem-estar, hotéis, parques aquáticos e piscinas olímpicas em todo o mundo. A abordagem holística da marca em relação ao design de piscinas resultou em uma coleção abrangente de porcelana que inclui revestimentos, quinas de degrau, bordas para piscinas, grelhas de porcelana para piscinas, revestimentos para borda infinita, alças de transbordo ocultas, bordas de terraço e canais de escoamento. Com anos de experiência no setor, a empresa se consolida como um exemplo de inovação, entregando consistentemente produtos seguros e duráveis.
Carpa Itinerante / Fabrizio Pugliese + Gabriel Huarte. Image Cortesía de Fabrizio Pugliese + Gabriel Huarte
Com uma extensão de mais de 20 milhões de quilômetros quadrados e apresentando praticamente todos os climas do mundo, a região latino-americana abriga uma riqueza biológica endêmica e uma diversidade geográfica que abrange desde alguns dos rios mais significativos do mundo até a cordilheira dos Andes, as florestas da Amazônia, as planícies da Patagônia, as costas do mar do Caribe e muito mais. Diante de um trabalho coletivo que envolve desde as comunidades locais até as novas gerações, a construção de instalações e estruturas nesses ambientes naturais não se destina apenas a satisfazer necessidades funcionais, mas também educativas, de pesquisa e de conservação ambiental.
Desafios contemporâneos e desenvolvimentos tecnológicos inevitavelmente desencadeiam mudanças na forma como projetamos e construímos nossas cidades. A indústria da construção tradicional sofre com ineficiências que tornam os métodos lentos, caros ou prejudiciais ao meio ambiente. O desperdício excessivo de materiais e os longos prazos de execução impõem desafios significativos aos/às profissionais do ambiente construído, evidenciando a complexidade e a rigidez dos processos convencionais de construção. A otimização do tempo e dos recursos físicos na construção exige métodos inovadores que ampliem a eficiência.
Em um setor no qual a inovação costuma avançar no ritmo de cura da argamassa, a WoHo Systems, uma das Novas Práticas de 2024 do ArchDaily, surge como uma força disruptiva que busca enfrentar os desafios globais de sustentabilidade e acessibilidade à habitação. Nascida das raízes experimentais do Ensamble Studio, esta startup de arquitetura utiliza a pré-fabricação e a sustentabilidade como pilares centrais para redefinir as normas da construção e entregar soluções arquitetônicas adaptáveis. Suas soluções visam acelerar e simplificar o processo construtivo, bem como reduzir custos e minimizar o impacto ambiental.
Projetos de infraestrutura de grande escala frequentemente buscam conectar locais distantes dentro de áreas urbanas, facilitando o transporte, a logística e as atividades comerciais ao longo de suas rotas. Contudo, embora esses projetos interliguem destinos distantes, sua presença física marcante pode afetar significativamente as comunidades locais. Isso pode resultar no isolamento e no distanciamento de bairros anteriormente conectados, na desestruturação de espaços públicos e, de modo geral, em experiências negativas ao ar livre causadas por ruídos, poluição e pela falta de atenção e manutenção dessas infraestruturas.
Ainda assim, diversos projetos bem-sucedidos no ambiente construído conseguiram reintegrar infraestruturas controversas às comunidades por meio de um desenho urbano cuidadoso de espaços abertos. A Coulée verte René-Dumont, em Paris, desponta como um dos primeiros exemplos, enquanto o High Line de Nova York é um dos mais célebres. O High Line demonstra como intervenções ao ar livre bem concebidas podem mitigar o distanciamento causado por grandes infraestruturas, promover a reconexão comunitária, funcionar como polos culturais e econômicos e, inclusive, impulsionar o desenvolvimento imobiliário de seu entorno, como ocorreu em Hudson Yards.
Imagine entrar em um ambiente que compreende você por completo, conhece seus hábitos e trabalha ativamente para apoiar seu bem-estar como ocupante. A qualidade do ar poderia ser monitorada e gerenciada, e os ritmos circadianos dos ocupantes poderiam ser rastreados para sugerir estados ideais de produtividade. Profissionais de design de interiores e arquitetura corporativa vêm considerando a saúde e o bem-estar de quem ocupa o espaço em seus projetos para os escritórios do futuro. Ao especular sobre o que o amanhã nos reserva, há argumentos sólidos de que a arquitetura e o design de interiores sencientes serão forças disruptivas na maneira como interagimos com nossos ambientes de trabalho.
Dos desenhos a nanquim em papel vegetal aos modelos digitais 3D altamente detalhados, o papel do/a arquiteto/a evoluiu, e os softwares de projeto de última geração estão capacitando os/as profissionais de hoje com dados valiosos e flexibilidade projetual. No passado, o trabalho era meticuloso e exigia um enorme esforço manual, com cada linha e detalhe desenhados à mão com o auxílio de réguas e outros instrumentos. Com o tempo, programas como o Revit revolucionaram o campo ao permitir a criação de desenhos precisos e organizados digitalmente, simplificando edições e a replicação de componentes.
Videos
Cortesia do Architecture & Design Film Festival
Uma jornada pelo legado de Eileen Gray e sua casa mais famosa na Riviera Francesa, "E.1027 – Eileen Gray and the House by the Sea", dos diretores Beatrice Minger e Christoph Schaub, convida o espectador a adentrar o complexo legado da pioneira arquiteta irlandesa e sua visão única do modernismo. Projetada no final da década de 1920, a casa não apenas materializa o gênio arquitetônico de Gray, mas também carrega a sombra de uma narrativa desconfortável envolvendo Le Corbusier e Jean Badovici. Através de seu documentário de ficção, Minger e Schaub iluminam a obra inovadora de Gray e criticam as narrativas predominantes de dominância masculina na história do modernismo.
O Aedes Architectural Forum, em Berlim, apresenta ao longo dos próximos dois meses a trajetória e as obras de Christoph Hesse Architects. A exposição, intitulada "Rural Rebellion", concentra-se nos projetos arquitetônicos do escritório que abordam os desafios de se trabalhar em áreas rurais, especialmente em Korbach — cidade natal de Hesse — e em outros vilarejos da Alemanha. A mostra destaca como a prática reimagina e reinterpreta métodos construtivos tradicionais, traduzindo-os para contextos contemporâneos e enfatizando uma abordagem coletiva e colaborativa da arquitetura.
É possível imaginar uma experiência de aprendizado na qual o conhecimento arquitetônico tradicional se funde perfeitamente com jogos, IA, simulação e realidade aumentada (RA)? É exatamente isso que o currículo do MA2 do SCI-Arc oferece. Essa combinação inovadora não apenas capacita estudantes com habilidades essenciais em projeto, teoria e prática tradicionais, mas também oferece as ferramentas necessárias para explorar tecnologias de ponta que estão redefinindo o setor do design.
A superprovisão tradicionalmente implica oferecer mais do que o necessário, muitas vezes carregando uma conotação negativa devido ao potencial de excesso e desperdício. No entanto, haveria cenários no ambiente construído em que a superprovisão se mostra vantajosa? Essa questão examina criticamente como o superdimensionamento pode aumentar a flexibilidade de um edifício e sua adaptabilidade a condições diversas e em constante evolução.
A premissa subjacente de prover com precisão o que é necessário para um edifício é que as partes interessadas — incluindo proprietários/as, arquitetos/as e designers — possam prever e atender com exatidão às necessidades atuais e futuras de uma estrutura. Essa suposição, contudo, é difícil de se concretizar, já que mudanças sociais, econômicas e culturais frequentemente ocorrem de maneiras imprevisíveis. Nesse contexto, a superprovisão surge como uma estratégia contraintuitiva, mas potencialmente benéfica. À medida que edifícios e estruturas inevitavelmente se transformam, aqueles projetados com adaptabilidade inerente reduzem a necessidade de reformas onerosas ou reconstruções completas.
Jane Drew e Maxwell Fry com uma maquete de um de seus muitos edifícios para a Costa do Ouro, 1945. / Tropical Modernism - Architecture and Independence no V&A South Kensington. Imagem cortesia do RIBA
Ao refletir sobre 2024, observa-se que inúmeras exposições de arquitetura foram inauguradas pelo mundo, abordando variados temas, formatos expográficos e arquitetos/as de destaque. O projeto arquitetônico e a prática profissional influenciam nosso cotidiano de maneiras sutis e muitas vezes imperceptíveis, nas quais os/as usuários/as finais aceitam os ambientes construídos tais como são. Essa reação pode decorrer de uma combinação de fatores, como o sentimento de impotência para promover mudanças significativas após a construção de um edifício ou a experiência de crescer em ambientes sobre os quais as pessoas tiveram pouca ou nenhuma autonomia de transformação. Por essas razões, as exposições de arquitetura cumprem um papel fundamental, oferecendo à sociedade a oportunidade de pausar, refletir e examinar criticamente a infinidade de questões que surgem durante o processo de projeto e construção. Esses temas muitas vezes são negligenciados ou precisam de maior reconhecimento, uma vez que os/as profissionais da área tendem a priorizar a entrega de projetos em prazos rígidos em detrimento de reflexões mais profundas.
Em 2024, museus, galerias e curadores/as responderam aos desafios em constante evolução do ambiente construído por meio de diversas abordagens. Algumas exposições questionaram a ética dos materiais de construção e as práticas por trás das cadeias de suprimentos, chamando a atenção para as implicações mais amplas das escolhas materiais. Outras focaram em documentar movimentos arquitetônicos pelo mundo, enfatizando sua relevância cultural e histórica e a necessidade urgente de preservar e adaptar em vez de substituir por novas construções. Esses esforços destacam o papel das exposições na conscientização sobre questões urgentes, ao mesmo tempo em que fomentam um diálogo mais crítico sobre a disciplina arquitetônica.
Sendo um material altamente translúcido que resiste a quase todas as condições climáticas, exceto as mais extremas, é facilmente moldado em qualquer tamanho ou forma e, uma vez moldado, dura por milhares de anos, o vidro continua sendo um dos materiais mais inovadores e cruciais utilizados na arquitetura. Embora as práticas construtivas contemporâneas nos permitam criar imensos e brilhantes arranha-céus de vidro que se elevam a centenas de metros de altura, o propósito original desse material milenar — trazer luz para interiores protegidos das intempéries e seguros — continua sendo o mais importante, mesmo mais de mil anos depois.
Por mais importante que o vidro seja para quase todas as tipologias arquitetônicas sob a forma de janelas, quando se trata da cobertura de um edifício, o uso desse material não é tão simples. Compreendemos o poder e o perigo de combinar luz e vidro desde que vimos, nos desenhos animados da nossa infância, uma lupa sendo usada para concentrar o calor do sol em temperaturas incrivelmente altas. Sob uma cobertura de vidro, o ganho de calor solar pode resultar em ambientes internos desconfortáveis se não forem tomadas as precauções de proteção corretas.
A silhueta urbana da Cidade do México não é apenas um testemunho de seu rico patrimônio arquitetônico, mas também um reflexo das histórias, mitos e peculiaridades intrínsecos às suas estruturas. De marcos monumentais a edifícios menos conhecidos, cada canto da cidade guarda uma história fascinante que vai muito além de suas fachadas. Neste artigo, mergulhamos em alguns dos relatos mais intrigantes que cercam as edificações mais icônicas da CDMX, oferecendo um vislumbre dos mistérios e da relevância cultural ocultos entre suas paredes.
Com uma longa trajetória dedicada a capacitar profissionais de design e dar vida às suas ideias de forma primorosa, o software SketchUp oferece um conjunto de ferramentas de modelagem 3D intuitivo e completo pronto para o uso. No entanto, é possível potencializar ainda mais seus recursos com uma variedade de extensões poderosas.
O Extension Warehouse do SketchUp apresenta centenas de plugins para as mais diversas áreas, desde animação e planejamento urbano até design de interiores e arquitetura. Essas ferramentas eliminam tarefas repetitivas, aumentam a precisão e otimizam os fluxos de trabalho, permitindo que profissionais personalizem e aprimorem sua experiência no SketchUp. Contudo, diante de tantas opções de extensões, dar o primeiro passo pode parecer desafiador. Comece com esta lista com as 11 melhores extensões do SketchUp para expandir e personalizar seus fluxos de trabalho.
Com o passar do tempo, nossa compreensão dos espaços que habitamos evolui em resposta às mudanças de circunstâncias. Essa transformação é natural e essencial, pois a arquitetura precisa se adaptar às demandas exclusivas de cada época. Tendências globais recentes, em especial o trabalho remoto, evidenciaram a necessidade de adaptabilidade no design. Somados a uma mudança geracional que traz novas perspectivas sobre o ambiente construído, esses fatores impulsionaram mudanças notáveis no design de interiores, remodelando nossa compreensão de conforto — não apenas em casa, mas também em academias, onde as pessoas agora passam mais tempo. Essa evolução convida a uma reconsideração de como nos relacionamos com o que nos cerca a partir de nossas experiências. Como resultado, os espaços fitness passam por uma transformação interessante diante dessas novas percepções.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140862/reimaginando-os-espacos-de-academia-a-ascensao-de-experiencias-fitness-pautadas-pelo-designEnrique Tovar
Atualmente, a diversidade e a inclusão consolidam-se como pilares fundamentais no projeto de espaços, orientando a criação de estruturas que se adaptem às necessidades de todas as pessoas. Essa abordagem abrangente aborda a funcionalidade das edificações com o objetivo de transformar cada aspecto do projeto, promovendo a acessibilidade desde a concepção. Um marco fundamental nessa trajetória foi a instituição de leis como a Americans with Disabilities Act (ADA) nos Estados Unidos. Este documento estabeleceu um marco legal para proibir a discriminação contra pessoas com deficiência e abriu um precedente para promover o projeto de espaços públicos e serviços acessíveis a todas as pessoas.
Embora seja inegável que esses avanços representem um divisor de águas na acessibilidade do ambiente construído, historicamente, tais códigos fizeram com que a estética predominante dos banheiros acessíveis se baseasse na mera conformidade técnica. Esse foco acabou por afastar o desenvolvimento projetual, resultando em propostas esteticamente limitadas. Embora o cumprimento das normas não seja questionável, essa situação gerou a necessidade de novas visões que possam transformar a estética dos banheiros, mantendo a estrita adesão a tais regulamentos. A crescente demanda por instalações acessíveis impulsionou o desenvolvimento de conceitos inovadores, como as cabines Superloo. Essa instalação autônoma maximiza o espaço útil ao mesmo tempo em que destaca a tendência de fundir funcionalidade e inclusão em um ambiente esteticamente agradável.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140850/estilo-e-acessibilidade-se-encontram-solucoes-de-ponta-em-banheiros-para-todas-as-pessoasEnrique Tovar
A influência da Itália no design contemporâneo é profunda e cativante, com a arquitetura italiana estabelecendo pontes contínuas entre patrimônio cultural e inovação, desde avanços nas técnicas construtivas até a evolução do estilo neoclássico. Um exemplo primordial dessa integração é a tipologia da villa italiana, que atingiu seu auge durante o Renascimento com inovações revolucionárias. A Villa Almerico — projetada por Andrea Palladio e inspirada no tratado de Alberti, De re aedificatoria — exemplifica essa evolução. Reconhecida por sua planta centralizada e simétrica, sua construção marcou um ponto de virada pelas proporções clássicas e pela incorporação de pátios e jardins como extensões do espaço residencial, destacando uma notável relação contextual.
Embora a influência de Palladio tenha sido tão profunda a ponto de definir grande parte da arquitetura europeia e americana nos séculos seguintes, o conceito da villa italiana resistiu ao tempo e evoluiu. Sua capacidade de aliar funcionalidade, estética e respeito ao meio ambiente permitiu que seus princípios fundamentais permanecessem vigentes, fundindo-se hoje com as novas correntes do design contemporâneo. Um exemplo claro disso é a Villa Apua, projeto do escritório PAN Architetti inspirado no conceito versiliano de buen ritiro. O projeto meticuloso da casa atende às necessidades de seus/suas habitantes, ao mesmo tempo em que promove uma conexão íntima e reflexiva com a paisagem e com a memória de Forte dei Marmi, uma cidade situada entre a costa mediterrânea e os Alpes Apuanos. Essa harmonia é ainda mais potencializada pela grande flexibilidade das coleções da antoniolupi, cujos ricos acabamentos e materiais integram perfeitamente o espaço residencial ao mobiliário e ao entorno.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140852/onde-o-estilo-italiano-encontra-o-bem-estar-e-a-serenidade-o-caso-da-villa-apuaEnrique Tovar
Os estandes dos expositores são apenas uma faceta de uma feira de negócios. Mas o que seria do espetáculo sem uma programação paralela informativa? E… para qual pavilhão você se dirigirá primeiro quando a Heimtextil abrir suas portas em Frankfurt am Main, de 14 a 17 de janeiro de 2025? De fato, não é fácil se situar entre mais de 2.900 expositores espalhados por 16 níveis de pavilhões. Mas nós temos algumas ideias. Use marcas consagradas como pontos de referência e mantenha a curiosidade para descobrir novos, jovens e inovadores talentos em meio a tudo isso. Reserve na sua agenda os debates e visitas guiadas mais interessantes e fique atento/a a certas sinalizações nos estandes. Quais? Nós lhe contamos a seguir.
Fundada em 1864, a Universidade Gallaudet tornou-se a primeira instituição de ensino estadunidense voltada para pessoas surdas e com deficiência auditiva. A universidade é oficialmente bilíngue, adotando a Língua de Sinais Americana (ASL) e o inglês escrito em todos os seus programas pedagógicos. Ao longo dos anos, a instituição expandiu-se, adaptando tanto seus métodos de ensino quanto suas instalações às demandas de seus estudantes. Esse processo permitiu aprender com a própria comunidade estudantil a superar desafios cotidianos e criar um ambiente mais seguro e acolhedor. Esses aprendizados consolidaram-se em diretrizes de projeto, desenvolvidas para conscientizar a comunidade de arquitetura sobre estratégias capazes de tornar os espaços mais acessíveis para todos.
Os teatros atuam como instituições culturais e sociais, moldando a sociedade ao oferecer espaços onde histórias de identidade, raça e justiça ganham vida. Esses locais fomentam o senso de comunidade por meio de experiências compartilhadas e ao vivo, estimulando debates que ecoam muito além do palco. Do ponto de vista arquitetônico, os teatros são mais do que espaços de apresentação — são marcos que incorporam tanto a história quanto o futuro das artes. Seus projetos costumam refletir a importância cultural da narrativa, ao passo que suas reformas garantem que continuem relevantes no contexto moderno.
No AD Interior Focus desta semana, o ArchDaily explora como a reforma de teatros icônicos, como a Royal Opera House em Londres, Reino Unido, e a Sydney Opera House, na Austrália, vai muito além de modernizar o conforto e a acessibilidade. O artigo investiga como esses projetos preservam a integridade arquitetônica desses marcos históricos, garantindo que sua arquitetura continue servindo de cenário tanto para a expressão artística quanto para o debate social.