Quando os primeiros lockdowns começaram e o comércio varejista foi forçado a fechar as portas, muitos migraram para o ambiente digital. Aqueles que investiram de forma mais rápida e expressiva em sua presença online acabaram, invariavelmente, vencendo a batalha pelos nossos favoritos de navegação. À medida que o mundo reabria, algumas marcas mantiveram uma presença híbrida — física e digital —, enquanto outras optaram por abandonar de vez as lojas físicas.
À medida que nos habituamos a integrar os dois modelos, fica claro que os espaços físicos de varejo oferecem experiências sensoriais que o ambiente digital simplesmente ainda não é capaz de proporcionar. Estes quatro projetos contrariam a tendência do comércio puramente online e incentivam o público consumidor — e, consequentemente, outras marcas varejistas — a retornar ao espaço físico, transformando o ato de fazer compras em um passatempo luxuoso, emocionante, revigorante ou relaxante, e não em uma obrigação diária.
Desde que a humanidade olhou para o céu pela primeira vez, sempre houve o questionamento sobre o que existe lá fora. A partir de 1923, quando Edwin Hubble descobriu galáxias além da nossa, a busca e a obsessão por compreender o cosmos cresceram quase tão rápido quanto o próprio universo.
Com o avanço da tecnologia ao longo do século XX, percebeu-se que o "espaço" é, na verdade, preenchido por uma imensa variedade de galáxias, gases e estrelas cada vez mais coloridos. E as principais mentes do design de produto do mundo estavam atentas a isso.
Não importa quão longa, distante ou revigorante seja uma viagem, um dos momentos mais relaxantes de qualquer período de férias é a volta para casa. Aquele instante em que cada músculo do corpo relaxa ao nos sentarmos em nossa própria poltrona, acolhidos pelo conforto de um lar que nem sabíamos que estávamos sentindo falta.
Com a ascensão do Airbnb e de outras plataformas de hospedagem semelhantes — que oferecem casas de verdade (ou pelo menos espaços cheios de personalidade decorados como tal) para viajantes em busca de um conforto mais familiar —, hoteleiros/as, designers e arquitetos/as estão atentos a essa tendência e implementando recursos que transformam o quarto de hotel em um segundo lar.
Cortesia de Architectural Dialogue | Elan - Meenakshi
Concursos de arquitetura são plataformas onde a inovação se encontra com a imaginação, desafiando constantemente os limites do que conhecemos sobre design e arquitetura. Ao servirem como espaços para que arquitetos/as e designers materializem ideias inovadoras, os concursos questionam nossas convenções e moldam nossos futuros ambientes. Embora inúmeros conceitos criativos sejam propostos, apenas uma parcela é construída. De fato, estes projetos vencedores funcionam como uma vitrine para a criatividade dos/as profissionais de arquitetura, redefinindo o futuro do nosso ambiente construído.
Estes projetos vencedores demonstram uma iniciativa global de repensar a maneira como interagimos com os espaços. O HOKA fomenta a interação comunitária, ao passo que o RITSO Resort funde tradição e modernidade. O Science Forest transforma museus em centros de diálogo, e os apartamentos Elan-Meenakshi em Hyderabad integram a vida urbana a áreas verdes. Espalhados por regiões que vão do Vietnã, da Grécia e de Roma à Índia, estes exemplos evidenciam o potencial transformador das propostas vencedoras de concursos de arquitetura, remodelando nossa percepção e interação com os espaços que habitamos.
Nesta quinta matéria, conversamos com as copresidentes do painel design para a Inclusão: a arquiteta Magda Mostafa, professora de Design no Departamento de Arquitetura da Universidade Americana do Cairo, e a arquiteta Ruth Baumeister, professora associada de Teoria e História na Escola de Arquitetura de Aarhus.
Com o objetivo de garantir o abastecimento de alimentos para a população de Berlim, em rápido crescimento no final do século XIX, o Kornversuchsspeicher foi construído em 1898 no antigo terreno dos depósitos de carga de Hamburger e Lehrter. Um edifício com vocação científica, sua função era pesquisar novos métodos de armazenamento de grãos. Após anos de desuso e, posteriormente, um período de ocupação temporária como espaço criativo, o edifício de tijolos foi cuidadosamente renovado nos últimos anos pelo escritório AFF Architekten, ampliado com a adição de um sétimo pavimento e transformado em um moderno edifício de eventos, gastronomia e escritórios, com foco na preservação total de seu charme industrial. Este foi um projeto que exigiu grande conhecimento técnico em todas as frentes, inclusive por parte da Solarlux, especialista acionada para fornecer soluções personalizadas de esquadrias e fachadas.
Com a linha Hommage, a Villeroy & Boch resgata, há mais de duas décadas, as origens do banheiro no início do século XX. Agora, a coleção de lavatórios, bacias sanitárias e banheira de imersão ganha uma atualização de cor em preto fosco. Imagem cortesia de Villeroy & Boch
E se François Boch — um frustrado fundidor francês de balas de canhão que abandonou o ofício para, em vez disso, fundar uma oficina de cerâmica com seus filhos em Audin-le-Tiche, na França — nunca tivesse existido? Como seria o banheiro moderno hoje?
Não podemos responder a isso, é claro, mas sabemos que a decisão de Boch em 1748 certamente lançou uma das pedras fundamentais para essa evolução — mesmo que tenham começado fabricando apenas potes e jarros simples de argila. O negócio prosperou rapidamente e a história seguiu seu curso. Isso também se deveu ao fato de que, com a ajuda de novas fórmulas, a empresa conseguiu produzir uma faiança mais leve e formas mais elaboradas, que eram mais acessíveis do que a porcelana cara.
No dia 10 de dezembro de 2022, o ArchDaily realizou com sucesso o primeiro fórum temático da Building Dynamic, intitulado "Co-criação e Co-pensamento". O evento contou com a presença de sete convidados e convidadas que compartilharam suas experiências com especificações e materiais: Libin Chen, sócio do escritório de Xangai da David Chipperfield Architects; Jing Lin, arquiteta sênior de projetos e diretora associada sênior da SHL; Shuangquan Ni, diretor de marketing da Avarte; Yi Yao, vice-gerente geral do Departamento de Gestão de Design da Região Leste da China da CR Land; Zhou Qing, vice-gerente geral e diretora de design da GOA; Isabel, gerente de projetos residenciais da iGuzzini; e Chunyan Cai, arquiteta-chefe do Atelier Tao+C. Além disso, Shuang Han, nossa editora-chefe na China, apresentou os motivos pelos quais decidimos lançar o mini-programa voltado ao setor de materiais, bem como nossos planos futuros. Expressamos nossos agradecimentos especiais à CR Land pelo apoio com o espaço, aos patrocinadores iGuzzini e Avarte pelo grande suporte, e a todos os presentes.
Aproveitando o poder da fabricação sem moldes por meio da impressão 3D robótica em grande escala, o ETH Zürich e a FenX AG investigaram o uso de espumas minerais livres de cimento feitas a partir de resíduos reciclados. O objetivo é construir sistemas de paredes monolíticos, leves e com isolamento térmico integrado, minimizando o uso de materiais, a demanda de mão de obra e os custos associados.
A necessidade de substituir materiais sintéticos por opções naturais em nossas casas está impulsionando a inovação em todas as áreas do design. Historicamente dependentes de plástico e vidro, os sistemas de iluminação estão sob escrutínio especial. Enquanto alguns propõem um retorno provocativo a elementos como bexigas de animais em busca de translucidez orgânica, outros recorrem a fibras naturais consagradas, como o vime, a palha e o linho. Há também quem prefira minerais como o alabastro, cujas propriedades proporcionam uma belíssima difusão da luz ambiente. E a busca continua.
Alinhada a essa busca por uma translucidez ecologicamente correta está a designer francesa Elise Fouin, que integrou o estúdio de Andrée Putman. Nebulis, seu mais recente projeto para a fabricante de iluminação parisiense Forestier, dá continuidade às suas bem-sucedidas e etéreas criações para a marca, as coleções Papillon e Libellule, ambas inspiradas na delicadeza da natureza. O Nebulis, por sua vez, é moldado pela própria natureza em uma forma diáfana e, ao mesmo tempo, sólida.
Uma estrutura de iluminação minimalista para um espaço de estar em plano aberto, o Outline Ambient abriga uma combinação estratégica de pendentes e projetores. Imagem cortesia de Reggiani
Vivemos em uma era de interiores ativos, na qual perímetros mutáveis, layouts flexíveis e atividades ágeis testam constantemente os limites do design; os espaços de trabalho tornaram-se híbridos, as instalações comerciais evoluem sem parar e os espaços culturais assumiram um caráter multidimensional. Diante de cenários em constante transformação, a iluminação é fundamental para moldar os espaços internos com a dose ideal de atmosfera, dramaticidade ou destaque prático. Para atender às demandas desses interiores de vanguarda, o projeto de iluminação atual deve fornecer uma estrutura sólida que concilie dinâmicas mutáveis e um alto padrão de consistência, oferecendo flexibilidade, precisão de controle e uma estética atemporal.
Para responder a esse desafio, o novo sistema de iluminação “Outline”, da Reggiani, foi projetado visando à adaptabilidade por meio do minimalismo, da modularidade e da personalização. O sistema conta com um trilho ultra-esguio disponível em segmentos lineares e curvos, pronto para ser moldado em infinitas configurações livres ou geométricas. A essa base, pode-se adicionar uma variedade de projetores, pendentes e luminárias LED lineares, permitindo que profissionais de design modelem a experiência e a intensidade da luz com controle absoluto em diversos espaços – de showrooms e galpões a ambientes de hospitalidade e varejo.
Há mais de meio século, a planta livre permanece na vanguarda da arquitetura de interiores, sendo a escolha frequente tanto em construções novas quanto em reformas de clientes que optam por integrar ambientes e suas funções para trazer mais harmonia e conectividade aos seus lares. Assim, mesmo com rotinas cada vez mais atribuladas, as famílias podiam cozinhar, conversar, estudar e relaxar juntas, tudo ao mesmo tempo.
No entanto, por obrigar os/as usuários/as a compartilharem o mesmo espaço com ruídos, odores e atmosferas conflitantes, muitas pessoas vêm se afastando da planta livre tradicional, abrindo espaço para novos conceitos que vêm ganhando força, como o broken plan (ou planta compartimentada). Por outro lado, um caminho evolutivo alternativo para a planta livre é a expansão vertical. Combinada a espaços de convivência com pé-direito duplo, triplo ou até mesmo mais altos, a planta livre ganha o respiro de que precisa, mantendo-se conectada ao restante da casa.
O legado de Luis Barragán reside no modo como ele utilizava a luz e a cor; a compreensão sensível da luz natural por Tadao Ando estabeleceu sua linguagem arquitetônica única; e as dramáticas transformações de interiores de James Turrell exploram uma percepção singular da experiência visual, na qual “a luz não é um instrumento para possibilitar a visão, mas sim o próprio objeto a ser visto”. Além disso, as instalações imersivas de Olafur Eliasson estimulam a psicologia do público por meio da luz, da água e do ar. Esses profissionais da arquitetura e do design, entre outros, reinventaram a percepção da luz, inspirando gerações a seguir seus caminhos na compreensão e aplicação desse elemento.
Impulsionado por questões urgentes como a crise climática, a densidade demográfica e a rápida urbanização, o ambiente construído tornou-se cada vez mais complexo. Profissionais de arquitetura e design enfrentam uma tarefa desafiadora, porém fundamental: traduzir as necessidades em constante evolução da sociedade em soluções tangíveis e voltadas para o futuro. Na busca por esse objetivo, profissionais do setor devem adotar as inúmeras ferramentas, materiais e tecnologias que surgem diariamente no campo da construção — desde inteligência artificial até softwares de realidade virtual e sistemas de automação residencial. Afinal, para se manter na vanguarda de uma indústria onde a mudança é a norma, a capacidade de adaptação e evolução é crucial para o sucesso.
Após a interrupção da edição de 2019 devido à crise social no Chile, a Bienal de Arquitetura do Chile retornou a Santiago em janeiro de 2023 sob o tema “Hábitats Vulneráveis”, abordando questões como “o déficit habitacional agravado pelo recente aumento de favelas e ocupações informais e irregulares de terras” e “a vulnerabilidade e a deterioração do espaço público, além da fragilidade ambiental no contexto da crise climática”.
No contexto da Primeira Guerra Mundial, e para fazer frente ao enorme déficit habitacional decorrente do conflito, a estrutura modular Dom-Ino — uma das contribuições mais significativas do funcionalismo, projetada pelos projetistas suíços Le Corbusier e Max Dubois — estabeleceu premissas concretas para uma nova visão de um modelo estrutural leve que otimiza o processo construtivo. Graças ao uso de um sistema de lajes e pilares de concreto armado, a estrutura Dom-Ino permitiu a organização flexível dos elementos em planta e libertou a fachada das limitações impostas pelas paredes estruturais.
Essa condição impulsionou a criação de projetos arquitetônicos que integravam as janelas não apenas como elementos funcionais, mas também compositivos. Graças às inovações tecnológicas, alcançaram-se janelas com esquadrias mais esbeltas e vãos mais amplos, como exemplificado em obras como a Villa Savoye e a Casa Farnsworth. Embora essas propostas tenham redefinido a estética da arquitetura, as limitações tecnológicas da época apresentavam desafios. Hoje em dia, o desenvolvimento contínuo de janelas com características técnicas aprimoradas levou ao conceito de janela minimalista, o qual inspirou três princípios fundamentais derivados dessa ideia, concebida pela Vitrocsa. Esses princípios — transparência, variações funcionais e mecanismos avançados — incorporam inovações tecnológicas e, simultaneamente, diluem as fronteiras espaciais. Cada um deles desempenha um papel fundamental no projeto dos espaços e, juntos, redefinem significativamente a estética de edifícios e interiores.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138337/redesenhando-limites-os-tres-principios-das-janelas-minimalistasEnrique Tovar
Uma atração familiar em cidades mais populosas, diz-se que os bistrôs nasceram em Paris, onde moradores/as empreendedores/as montavam barracas improvisadas em frente às suas casas, vendendo suas sobras de produtos para ganhar uma renda extra. O que começou como uma atividade secundária despretensiosa transformou-se nos restaurantes e cafés acolhedores e aconchegantes que conhecemos hoje como bistrôs. Com espaço interno mínimo em suas instalações de pequena escala, esses estabelecimentos gastronômicos de dimensões reduzidas frequentemente dão continuidade à tradição de seus antecessores, dispondo mesas e cadeiras ao ar livre.
Lutando pela sobrevivência nos meses incertos da pandemia, pequenos estabelecimentos de hospitalidade e gastronomia aproveitaram o momento em que as grandes cidades flexibilizaram suas regras para refeições ao ar livre. Por toda parte, de pizzarias voltadas para praças no Porto a sanduicherias em becos de paralelepípedos em Edimburgo, delimitou-se o pouco espaço disponível com o máximo de mesas e cadeiras possível. Ao mesmo tempo em que viabilizava refeições seguras ao ar livre, o mobiliário também servia para atrair clientes — assim que isso passou a ser permitido.
O Grupo Chiesi, uma empresa farmacêutica focada em inovação baseada em pesquisa, prioriza a saúde de pacientes de todas as faixas etárias há mais de 85 anos. Em busca do desenvolvimento do próximo marco de inovação na saúde, o grupo lançou o Restore to Impact, um chamado internacional de propostas para redesenhar o histórico complexo industrial na Via Palermo, em Parma.
Aberto a duas categorias — Profissionais e Menores de 30 anos —, o concurso visa encontrar propostas inovadoras, evolutivas e transversais que servirão de base para as diretrizes do futuro projeto de arquitetura. As propostas vencedoras dos três conceitos elegíveis na categoria profissional receberão € 12.000 cada, enquanto as da categoria Menores de 30 anos receberão € 5.000 cada.
“Duas cabeças pensam melhor do que uma”, diz o ditado popular. E com razão. Como seres sociais que somos, os seres humanos prosperam por meio de interações interpessoais e da troca dinâmica de ideias. São essas reflexões coletivas que tendem a florescer, evoluir e atingir seu potencial pleno, alimentadas por uma diversidade de perspectivas e experiências. É justamente por isso que o trabalho em equipe se consolida como um dos pilares mais valorizados em qualquer ambiente corporativo, o que também explica por que profissionais de escritório passam, em média, 37% do seu tempo semanal em reuniões. Não surpreende, portanto, que os escritórios modernos incorporem salas de reunião como espaços dedicados à ideação colaborativa e à tomada de decisões. Mas não da forma como muitos imaginam. Ficaram para trás os dias de salas de conferência monótonas, compostas apenas por uma grande mesa, cadeiras desconfortáveis e paredes brancas, que agora dão lugar a modelos novos e mais inovadores, alinhados a uma mudança de paradigma.
Imagem criada usando IA a partir do comando: Uma ilustração expressiva de um ambiente urbano com uma paisagem exuberante que exemplifica a descarbonização da arquitetura. Imagem via DALL.E 2
A arquitetura engloba múltiplos processos, a começar pela identificação de necessidades e sua transformação em estruturas habitáveis por meio de um design cuidadoso. Historicamente, processos relacionados à construção, como a extração de recursos e o descarte ao fim da vida útil, costumavam ser negligenciados. No entanto, é fundamental reconhecer que as edificações possuem um ciclo de vida com impactos significativos nas emissões de carbono. Priorizar práticas sustentáveis é vital para minimizar nossa pegada ecológica e gerar um impacto positivo no planeta.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138309/como-reduzir-a-pegada-de-carbono-por-meio-da-arquitetura-tres-abordagens-ao-longo-do-ciclo-de-vida-da-edificacaoEnrique Tovar
Neste dia 2 de fevereiro, celebra-se uma nova edição do Dia Mundial das Áreas Úmidas sob o lema revitalizar e restaurar as áreas úmidas degradadas. O tema de 2023 destaca "que, se realizada corretamente, a recuperação dessas áreas pode vir a oferecer os mesmos benefícios proporcionados pela área úmida natural original".
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Coluna de chuveiro AXOR Citterio E I AXOR Starck. Imagem cortesia de AXOR
Hadi Teherani adota uma abordagem holística em seus projetos de arquitetura e design. Nascido em Teerã e criado em Hamburgo, o designer prolífico e versátil tem obras espalhadas pela Alemanha e por todo o mundo. Seus projetos receberam prêmios de prestígio internacional por sua sustentabilidade ecologicamente correta e visão holística. Talvez resida aí a razão de seu fluxo constante de ideias: ele encara o processo de criação como uma reação àquilo que vê, percebe e sente.
O conceito de banheiro concebido por Teherani para o projeto AXOR DISTINCTIVE nasceu de suas percepções e inspirações pessoais. Ao ser questionado pela marca sobre como definiria seu "banheiro com personalidade", o arquiteto respondeu com uma proposta que reflete uma visão particular desse espaço, derivada dessa autoimagem — no uso diário, no desenho e no mobiliário.
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Os designers de interiores do Chengdu Hotel aproveitaram um fluxo de trabalho BIM de ciclo de vida real entre equipes de projeto e empreiteiros para reduzir o tempo de construção em 50%. Imagem cortesia de SketchUp
1 De Haro / Perkins&Will. Imagem cortesia de Quebec Wood Export Bureau
A madeira engenheirada vem ganhando força em toda a América do Norte. Além dos benefícios dos materiais naturais e das estruturas aparentes, o potencial da construção industrializada offsite começa a transformar o modelo de viabilização de uma gama cada vez maior de edifícios. Quando uma incorporadora e proprietária californiana propôs o primeiro edifício de madeira engenheirada do estado, selecionou criteriosamente a experiência, o escopo e as qualificações dos parceiros, e todo o kit de madeira engenheirada foi transportado por trem diretamente de Quebec, no Canadá.