1. ArchDaily
  2. Livros De Arquitetura

Livros De Arquitetura

Beatriz Colomina

Beatriz Colomina é diretora e fundadora do programa interdisciplinar Media and Modernity na Princeton University, nos EUA, onde também atua como professora e diretora de Estudos de Pós-Graduação na Escola de Arquitetura.

Vender tijolos e expor a vanguarda arquitetônica

Selling bricks and exposing architectural avant-garde é um projeto de arquivo audiovisual desenvolvido por Pablo Ibáñez Ferrera e Antonio Giráldez López desde 2018. Até o momento, o projeto tomou a forma de um feed no Instagram (@kellycorbusier) e de uma publicação. Selling bricks captura a arquitetura de vanguarda e casos de especial relevância representados em videoclipes de música urbana na Espanha.

Anais de Arquitetura 2017-2018

Anales de Arquitectura é uma publicação anual que reúne uma seleção de artigos com os resultados de projetos de pesquisa desenvolvidos no âmbito da Escola de Arquitetura da Pontifícia Universidade Católica do Chile. Este volume apresenta o trabalho de professores/as, grupos de pesquisa e teses desenvolvidas nos diferentes programas de mestrado, além de contribuições provenientes do programa de Doutorado da Faculdade de Arquitetura, Design e Estudos Urbanos. O objetivo de Anales de Arquitectura é tornar públicos argumentos e debates disciplinares que emergem da Universidade na pesquisa sobre projeto, cidade, paisagem, patrimônio, tecnologia, sustentabilidade e teoria e história da arquitetura.

Alberto Piwonka Ovalle: No cruzamento das ideias da modernidade no Chile

Alberto Piwonka Ovalle: No cruzamento das ideias da modernidade no Chile é um livro que ultrapassa significativamente o âmbito da arquitetura, oferecendo um olhar mais amplo sobre os processos de modernização cultural, material e arquitetônica no Chile de meados do século passado. Com a figura de Alberto Piwonka como um nó — capaz de vincular uma grande variedade de pessoas, projetos, ideias ou até mesmo escolas de pensamento —, o arquiteto se transforma não apenas em um prisma através do qual observar a cultura em um momento específico para o nosso país, mas também em uma referência para compreender grande parte do legado material daquela época.

A Boa Metrópole: Da Amorfia Urbana à Arquitetura Metropolitana

Da editora:
O livro apresenta a primeira análise histórica da tensão produtiva entre a cidade e a forma arquitetônica. A obra introduz teorias do século XX para construir um contexto histórico a partir do qual surgiu uma nova relação entre arquitetura e cidade. O livro fornece uma estrutura conceitual para compreender essa relação e conclui que a urbanização pode estar repleta de potencial, ou seja, ser uma Boa Metrópole.

Ng'ambo Atlas: Zanzibar

Ng'ambo é o "outro lado" menos conhecido da cidade de Zanzibar. Durante o Protetorado Britânico, a área foi designada como o Bairro Nativo; hoje, está destinada a se tornar o novo centro da capital de Zanzibar. As percepções locais e internacionais sobre a importância cultural e histórica de Ng'ambo permaneceram, por muito tempo, ofuscadas pelas divisões sociais e culturais criadas durante o período colonial. Uma coisa é certa: apesar de sua fama internacional limitada e da falta de reconhecimento de sua importância, Ng'ambo desempenhou e continua a desempenhar um papel vital na configuração do ambiente urbano da cidade de Zanzibar. Este atlas apresenta mais de cem anos da história e do desenvolvimento urbano de Ng'ambo por meio de mapas, plantas, levantamentos e imagens, oferecendo perspectivas sobre sua paisagem cultural contemporânea.

Fernando Higueras. Desde a origem

A Ediciones Asimétricas, em colaboração com a Fundación Fernando Higueras, a Fundación ICO, o Museo ICO e o Ministerio de Fomento, publica a 2ª edição do catálogo Fernando Higueras. Desde el origen.

Textos Críticos 7

Em defesa da Modernidade e contra todo classicismo robótico e todo romantismo bufonesco, Miranda sempre foi uma figura incômoda, um resistente que conhece o valor da sedimentação do pensamento estruturado e sabe que é preciso pregar constantemente. Intelectual comprometido em momentos melosos, nos quais a disciplina mais simplória se apoderava das salas de aula, sua voz foi amada pelos/pelas estudantes e desprezada por uma boa parte de seus/suas colegas de uma Academia da qual sempre duvidou. E essa dúvida tornou-se um instrumento de transformação de seu pensamento; sabemos que duvidar é perigoso, uma vez que os poderes sempre nos lançaram certezas que permitem adorar sem pausas, mas, por outro lado, nunca avançar na mudança.

Arquiteto/a em perspectiva

Este é um ensaio sobre o papel do/a arquiteto/a na sociedade atual, que busca ser crítico e, mais ainda, combativo. Munido de um profundo conhecimento da história da profissão, o autor busca lições do passado que iluminem caminhos para o/a arquiteto/a do futuro. Não se trata apenas do indivíduo, mas também do coletivo, na crença de que ainda existem oportunidades para o corporativismo.

Crítica & Crise: o/a autor/a, o público, a arquitetura

A crítica cultural é uma ocupação tão séria quanto o trabalho de atores ou humoristas. Nenhuma sociedade pode prescindir dela sem sofrer um processo interno de contração fatal. O mesmo vale para a arquitetura, disciplina que sofre, como poucas, com o assédio dos poderes políticos e econômicos, além dos preconceitos do público e dos/as próprios/as arquitetos/as. Com a mesma insistência com que se fala da 'morte do romance', alguns críticos e historiadores recorrem aos tópicos da 'morte da arquitetura' e da 'morte da crítica'. São tempos difíceis para a crítica. No entanto, é precisamente a condição de ameaça da disciplina — o fato de encontrar-se em uma 'crise' que a levará à morte ou à saúde — que abre as portas para uma reflexão sem preconceitos sobre ela.

Baixas e del Río Arquitetura

O livro reúne um registro de escritos, projetos e obras realizados por Juan Ignacio Baixas e Enrique del Río entre 1968 e 2018, cinquenta anos de um exercício profissional contínuo e admirável em toda a sua trajetória. A obra apresenta um repertório vasto que abrange todo o espectro de escalas arquitetônicas, cobrindo desde o design de mobiliário até casas, edifícios e bairros urbanos, todos desenvolvidos sob o mesmo método, com igual rigor e responsabilidade.

ARQ 100 Cem

Será que tudo realmente merece ser publicado e preservado? Não será que publicamos, na verdade, pela ansiedade de nos inserirmos em uma história maior, com a vaga esperança de que o futuro se fixe no que fazemos hoje? O excesso de publicações deve ser confrontado diante da impossibilidade matemática de que tudo valha a pena. Naturalmente, isso nos inclui. Nesta época da suspeita, como a definiu Boris Groys, a crítica – e, sobretudo, a autocrítica – é um dever intelectual. Este é o espírito que marca esta edição número 100 da ARQ. Pois, apesar da pulsão por celebrar, não podíamos deixar de nos perguntar: o que teríamos a celebrar? A mera sobrevivência?

ARQ 99 Infraestrutura

Embora as infraestruturas sejam um pré-requisito para qualquer noção moderna de "civilização", raramente notamos o quanto dependemos delas. Talvez o fato de interagirmos apenas com suas interfaces as torne imperceptíveis, a ponto de lembrarmos de sua existência apenas quando falham ou quando, ao final do mês, precisamos pagar a conta.

ARQ 98 Massividade

Nenhuma época construiu tanto nem precisou lidar com tanta população quanto a nossa. Nenhuma, além disso, teve tantos arquitetos e arquitetas. Hoje, parece que tudo é massivo: as catástrofes, a fome, a riqueza, as migrações, a produção, as modas ou as cidades.

ARQ 97 Valor

Esta edição da ARQ é uma tentativa de articular a complexidade do conceito de "valor".

ARQ 96 Instrumentos

Esta edição da ARQ apresenta uma ampla discussão crítica sobre a suposta neutralidade dos instrumentos. Essa ênfase aparece na conversa entre Andrés Jaque e Enrique Walker, nos textos de Zeynep Çelik Alexander, de Ignacio G. Galán, de Gonzalo Carrasco e, também, no debate sobre a Lei de Fomento, que busca promover a arquitetura feita no Chile por meio de um instrumento legal. Além disso, analisa um território onde a arquitetura pode contribuir: a criação de instrumentos.

ARQ 95 Referenciais

Como problema e como ferramenta de projeto, o referente tem sido um tema recorrente na arquitetura. Além disso, nos últimos anos, a discussão sobre direitos autorais trouxe de volta essa noção, exigindo uma atualização conceitual que é o foco desta edição número 95 da ARQ.

ARQ 94 Imaginários

Nesta edição da ARQ, a natureza heterogênea e incoerente dos imaginários manifesta-se em toda a sua amplitude. A casa de Fake Industries Architectural Agonism e Aixopluc, a proposta pedagógica de Beals Lyon, os projetos de Hevia e Urzúa, a casa de Alarcón ou as pesquisas de Soffia exploram a ideia do imaginário como um conjunto de referências. A revisão dos imaginários existentes e seus impactos na forma de compreender a cidade, o território ou, inclusive, o mercado, aparece nos textos de Encinas e Tironi, Méndez e Ramírez, e também no de Peliowski. A criação de novos imaginários, por sua vez, é abordada pelo texto de Valenzuela, e pelas propostas de Ferrando e Tudor, Brandlhuber+ Emde e Burlon, Izquierdo, Pérez, e na de Arancibia e Casals. Por fim, a descoberta daqueles imaginários que, embora presentes, passam despercebidos, é analisada nas entrevistas com Metahaven e Lambert, além do texto de Alonso e Palmarola.

ARQ 93 Pisos

Conscientes de nossa missão de promover novos territórios de conhecimento, nesta edição da ARQ, concentramo-nos em apresentar as buscas arquitetônicas por novos solos, seja em projetos, ensaios ou pesquisas, publicando um leque de leituras e problematizações sobre um tema que, apesar de antigo, está muito longe de estar esgotado.

ARQ 92 Exceções

Foi Vasari quem, no século XVI, nos acostumou a ler a história da arquitetura a partir das trajetórias dos grandes artistas, personagens excepcionais cujo talento havia levado as distintas formas de arte a um estado superior que até hoje conhecemos — pela própria denominação de Vasari — como Renascimento. Não é difícil reconhecer aí o germe de uma forma de escrever a história — e, portanto, de entender a própria tradição da arquitetura — a partir dos chamados 'mestres', figuras que, com sua própria obra, definem o leque de possibilidades dentro de um sistema institucionalizado de conhecimento que comumente denominamos 'disciplina'.

Edifícios Vivos: Conservação Arquitetônica, Filosofia, Princípios e Prática

Edifícios Vivos: Conservação Arquitetônica, Filosofia, Princípios e Prática - Preservação Histórica

Living Buildings, Donald Insall

Resenha de Simon Henley

Pelas próprias mãos: Arquitetos/as contemporâneos/as desenham à mão

Parte da geração de arquitetos/as formados/as tanto no desenho manual quanto no digital, Nalina Moses retornou recentemente à prática do desenho à mão. Ao perceber que a prática é direta, prazerosa e intuitiva, ela se questionou se outros/as arquitetos/as compartilhavam do mesmo sentimento. Single-Handedly é o resultado desta investigação. Uma coleção inspiradora de 220 desenhos à mão, realizados por mais de quarenta arquitetos/as emergentes e profissionais renomados/as de todo o mundo, o livro explora as razões por trás da prática do desenho manual e atesta a vitalidade contínua dessa técnica na arquitetura. Poderosos e, ao mesmo tempo, íntimos, os desenhos carregam proposições mais amplas sobre materiais, espaço e construção, sendo que cada um se sustenta, por si só, como uma obra de arte.

Eficiência e produtividade em arquitetura

Se você faz parte do universo da arquitetura e percebe que o seu dia a dia não dá conta de tudo o que gostaria de fazer, este livro será de grande ajuda.

Trama 151: Escritórios e espaços de trabalho + Dossiê 9

Revista Trama 151: Escritórios e espaços de trabalho

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.