Descrição via Amazon. Monotown: Urban Dreams Brutal Imperatives examina a transformação pós-industrial e o legado transnacional das cidades monoindustriais planejadas que surgiram como um projeto sociopolítico distinto de urbanização na União Soviética durante a década de 1920. As Monotowns ganharam forma através do estabelecimento teleológico de empreendimentos industriais espalhados por partes remotas do interior da Sibéria, implicando a realocação de vastas populações que necessitavam de serviços, habitação e infraestrutura social e física, tudo vinculado ao aparato produtivo de cada cidade. Hoje, tendo sobrevivido aos sistemas políticos e econômicos que as tornaram viáveis, muitas tornaram-se cidades em declínio, com populações envelhecidas e empreendimentos obsoletos, mesmo sendo submetidas a consideráveis investimentos nacionais e instadas a crescer para catalisar suas respectivas regiões. Diante desse imperativo implícito de transformação, a obra explora o legado, em grande parte negligenciado, da Monotown como um modelo de urbanização implantado em geografias remotas da China e da Índia por meio de projetos de desenvolvimento industrial auxiliados pelos soviéticos. Ao explorar a etimologia da Monotown ao longo do tempo neste campo expandido, a obra estabelece um diálogo mais amplo, porém mais específico, sobre o legado complexo e o futuro deste modelo.
Foto de capa: Conjunto Pillagua Barranco. Por: Endara Arquitectos. Foto: Bicubik
O protagonismo da paisagem natural e do entorno urbano em implantações suburbanas e urbanas é determinante no projeto destas obras, observando-se ênfases diversas que nos mostram olhares distintos e interessantes.
Descrição via Amazon. O campo da robótica está amadurecendo. A robótica e a inteligência artificial representam a próxima tecnologia de ponta a transformar os campos da arquitetura e do design. O crescimento da última década em direção a sistemas construtivos definidos computacionalmente e softwares de projeto de código aberto altamente adaptáveis deixou o campo maduro para a integração da robótica, seja por meio da fabricação de edifícios em larga escala ou por meio de sistemas construtivos mais inteligentes e adaptáveis.
Situado em meio à ecologia experimental de práticas que sustenta o pensamento e o fazer feminista na arquitetura, este pequeno livro delineia um guia de instruções que apresenta seis passos provocativos para a invenção de ferramentas conceituais produtivas. A obra convida leitores e leitoras a explorar metodologias criativas e caóticas que combinam uma estética com uma ética prática. Frichot nos encoraja a pensar e fazer arquitetura de maneiras que desafiam um status quo dogmático que celebra figuras proeminentes, enquanto negligencia o cuidado e o trabalho de figuras e práticas menos visíveis.
Descrição via Amazon. Making Things analisa o portfólio coletivo do Jay Baker Architects, desde o estabelecimento do escritório em 1991, apresentando 20 projetos em diversas plataformas de design.
Descrição via Amazon. Em Snapshot, os arquitetos de Leipzig, premiados diversas vezes, Ansgar e Benedikt Schulz, revelam seu extenso arquivo fotográfico. Os 120 motivos selecionados — acompanhados por comentários incisivos dos irmãos — representam uma fonte de inspiração para suas próprias ideias de projeto e métodos de trabalho.
A arquitetura indiana e global tem sido continuamente representada, debatida e discutida por diversos/as arquitetos/as em diferentes plataformas. O livro Architectural Voices of India: A Blend of Contemporary and Traditional Ethos reúne as vozes de 17 arquitetos/as icônicos/as da Índia de diferentes gerações em uma plataforma comum e, por meio de diálogos, investiga as questões centrais e as perspectivas em torno da arquitetura. Essas vozes trazem à tona trajetórias únicas e inspiradoras, filosofias de projeto e tipologias construtivas variadas, a evolução da arquitetura e uma reflexão sobre o novo papel que arquitetos/as devem desempenhar, além do estado da profissão na Índia e no mundo.
O livro The Creativity Code trata de abordar a criatividade de forma estruturada. Arquitetos/as possuem um treinamento único para transformar ideias conceituais em espaços construídos concretos. O pensamento visual é uma habilidade imensamente poderosa que pode ser utilizada para transformar não apenas edifícios, mas também negócios e a vida. Os ingredientes do livro foram desenvolvidos durante a criação de um escritório de arquitetura do zero, em meio à recessão. Sua receita foi testada ao ensinar centenas de estudantes universitários e, agora, os resultados comprovados estão sintetizados neste livro para que você possa aproveitá-los.
Descrição via Amazon. Com base em documentação proveniente das ciências ambientais, história da ciência, filosofia e arte, Architecture of Nature explora a materialidade e os efeitos das forças em jogo na história da Terra por meio dos modos de ver e das técnicas de representação do/a arquiteto/a. Este livro apresenta o trabalho de pesquisa desenvolvido nos últimos oito anos no ateliê de pós-graduação Advanced Research "Architecture of Nature/ Nature of Architecture", criado e dirigido por Diana Agrest na Irwin S. Chanin School of Architecture da Cooper Union. Architecture of Nature afasta-se da abordagem tradicional da natureza como um referente para a arquitetura e a reformula como seu objeto de estudo. Os complexos processos de geração e transformação de fenômenos naturais extremos, como geleiras, vulcões, permafrost e nuvens, são explorados por meio de desenhos e modelos singulares, confrontando uma escala de espaço e tempo que expande e transcende as fronteiras estabelecidas da disciplina arquitetônica.
Descrição via Amazon. Paradisiacas, utópicas, distópicas, heterotópicas – as ilhas ocupam um lugar especialmente enigmático e fascinante em nossa imaginação. A edição 07 da LA+ Journal apresenta os resultados do concurso internacional aberto de ideias de projeto LA+ IMAGINATION, no qual convidamos designers a criar uma nova ilha. Além de apresentar os vencedores e outras propostas interessantes, incomuns ou surpreendentes, a LA+ IMAGINATION traz entrevistas com os membros do júri James Corner, Richard Weller, Marion Weiss, Javier Arpa, Matthew Gandy e Mark Kingwell.
Descrição via Amazon. Ao longo de sua distinta carreira, o arquiteto Arthur Erickson (1924-2009) projetou inúmeras casas, cada uma delas um exercício de transformar as necessidades de seus/suas clientes em forma tangível no contexto do local e do lugar. Os artistas Gordon Smith (1919-) e Marion Smith (1918-2009), de Vancouver, foram os únicos clientes de Erickson a encomendar-lhe o projeto de duas residências. A primeira (1955) foi um exercício direto de modernismo pós-Segunda Guerra Mundial que representou a transposição do pensamento de design norte-americano predominante para as florestas tropicais montanhosas da costa de Vancouver. A segunda casa (1966) – Smith House II, como ficou conhecida –, também situada em uma floresta, mas com o benefício adicional de vistas para o oceano e as ilhas, foi simultaneamente uma reformulação habilidosa da cultura estilística e espacial da primeira casa e um estudo notável e inovador sobre transposição, interpretação e adaptação cultural. Enfatizando sua rejeição às demarcações convencionais de espaço e ao movimento dentro e através dele, a obra traduziu as sensibilidades materiais e estéticas da arquitetura doméstica japonesa do século XVII para as circunstâncias da América do Norte de meados do século XX (e da costa norte do Pacífico).
Descrição via Amazon. Este livro examina o momento de encontro entre o projeto arquitetônico e os assentamentos informais como a demonstração mais extrema de uma fascinação disciplinar cada vez mais evidente pela informalidade urbana. Trata-se de uma fascinação duradoura, que nasce da necessidade de testar os limites da disciplina na esperança de que ela se mostre adaptável às mudanças e disposta a se transformar. É também uma fascinação que se alimenta da lacuna existente entre a busca por uma relevância renovada das ferramentas disciplinares e a perda mais ampla de fé no projeto como forma de vislumbrar mudanças sociais. De fato, essa fascinação se manifesta em uma contradição aparentemente estrutural: os assentamentos informais surgem como efeito de estratégias econômicas e políticas implementadas em escala global; por outro lado, ao lidar com a informalidade, a arquitetura busca legitimação na escala reduzida do tático e do ultralocal. Estabelece-se uma relação de proporção inversa entre o escopo limitado do projeto arquitetônico e a escala das questões que ele se propõe a abordar.
Entre 1949 e 1989, edifícios notáveis da modernidade tardia foram construídos na cidade costeira do Kuwait. Ao longo dessas quatro décadas, a cidade-estado no Golfo Pérsico foi reestruturada de forma abrangente e praticamente redesenhada. Após um primeiro volume com 150 edifícios exemplares cuidadosamente selecionados, este segundo volume apresenta entrevistas, ensaios e argumentos, bem como transcrições de publicações contemporâneas da época. Os textos de pesquisadores/as locais e internacionais concentram-se em questões sobre o significado e a função dos edifícios, juntamente com o papel de protagonistas individuais e corporativos que influenciaram, definiram e criaram esse processo de reestruturação altamente dinâmico. Além disso, todos os aspectos são integrados a um contexto regional e internacional mais amplo. As contribuições são complementadas por uma extensa gama de materiais fotográficos, de diagramação e de arquivo.
Descrição via Amazon. Neil M. Denari / NMDA: The Baumer Lectures reúne transcrições de conversas que fizeram parte da nomeação de Neil M. Denari como Baumer Distinguished Professor de 2015-16 na Ohio State University, oferecendo um olhar atento sobre alguns projetos recentes: a Sotoak Extension, o New Keelung Harbor Services Building e o Sori Yanagi Museum. Ensaios de Justin Diles, Courtney Coffman e Kay Bea Jones complementam essas conversas e destacam diversos elementos tanto nos projetos apresentados quanto no conjunto mais amplo da obra do NMDA. Cada projeto aqui documentado é o resultado de uma prática que continua a abordar múltiplas facetas da disciplina simultaneamente, ao mesmo tempo em que desenvolve uma trajetória de trabalho que segue exibindo os aspectos que a tornaram original desde o início.
Descrição via Amazon. Pressing Matters VI é uma compilação instigante de projetos e pesquisas desenvolvidos no Departamento de Arquitetura da PennDesign; a obra apresenta trabalhos recentes de estudantes, notícias, simpósios e palestras importantes, sendo impressa em papel reciclado com tintas atóxicas. Em suma, nosso objetivo é estar na vanguarda da pesquisa e do projeto avançados, criando um instituto de pesquisa focado em novas metodologias de projeto e na manufatura do futuro por meio da inteligência interconectada do design digital, scripting e robótica. Também focamos na consciência e responsabilidade social, atuando como um centro de reflexão para intercâmbios críticos e debates avançados dentro e além das fronteiras disciplinares. Funcionamos como um dispositivo de conexão ao convidar especialistas para palestras e publicações contínuas, visando engajar um público internacional crescente e uma rede cada vez maior de especialistas.
Capa do livro: Inovações em Design, Planejamento e Políticas Urbanas: O Caso de Hermosillo
Esta publicação resume os resultados e as lições aprendidas no curso do outono de 2017 intitulado “Emergent Urbanism: Planning and Design Visions for the City of Hermosillo, Mexico” (ADV-9146). Ministrado pelos/as professores/as Diane Davis e Felipe Vera, o curso propôs a um grupo de 12 estudantes o desenvolvimento de um conjunto de projetos que pudessem estabelecer as bases para um futuro sustentável para a cidade de Hermosillo — uma cidade emergente localizada no noroeste do México e capital do estado de Sonora. Como parte de uma iniciativa maior financiada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e pelo Banco de Desenvolvimento da América do Norte, em parceria com a Universidade de Harvard, as ideias desenvolvidas para esta disciplina foram fruto da colaboração entre corpo docente e estudantes da Graduate School of Design, do Center for International Development da Kennedy School e da T.H. Chan School of Public Health.
Descrição via Amazon. A história modernista da arquitetura paisagística é profundamente marcada por veios de sensibilidade regional e fenomenológica. O mestre do design Terence G. Harkness reflete essa sensibilidade em cada região que habita – seja no sopé das montanhas do norte da Califórnia, nas planícies elevadas da Dakota do Norte ou nas pradarias perdidas do centro-leste de Illinois. A longa trajetória de seu trabalho e ensino é, essencial e criticamente, eco-reveladora. No entanto, como Harkness não é, primordialmente, um acadêmico, sua obra não tem sido amplamente estudada. Essa lacuna é corrigida por esta apresentação das obras mais significativas e reconhecíveis de Harkness, incluindo desenhos, plantas, maquetes e fotografias. Os colaboradores do livro narram o desenvolvimento e os valores de Terry, posicionando-o nas correntes do discurso paisagístico contemporâneo.
Descrição via Amazon. Give Me Shelter documenta o trabalho do MADWORKSHOP Homeless Studio na USC School of Architecture e suas soluções para enfrentar a crise de pessoas em situação de rua em Los Angeles por meio do design, da compaixão e da humanidade. O livro apresenta conteúdo exclusivo de líderes da área, incluindo Michael Maltzan, Ted Hayes, Betty Chinn, Gregory Kloehn, Skid Row Housing Trust e muitos outros.
Francisco Javier Sáenz de Oíza (1918-2000) foi um dos arquitetos espanhóis mais relevantes da segunda metade do século XX. Construiu obras tão importantes quanto a basílica de Aránzazu, os edifícios madrilenhos do Banco de Bilbao e Torres Blancas, e o Palácio de Festivais de Santander.
Descrição via Amazon. Designers da Dinamarca, Suécia, Finlândia, Noruega e Islândia vêm perseguindo, há muito tempo, o objetivo compartilhado de igualdade social por meio do design, acreditando que objetos cotidianos bem projetados não apenas melhoram a vida diária, mas também devem ser um direito de todos. Modern Scandinavian Design é o guia definitivo para a distinta tradição de design que surgiu nesses cinco países nórdicos desde 1925. Os autores de best-sellers de design Charlotte e Peter Fiell pesquisaram extensivamente todos os aspectos dessa estética, com contribuições de Magnus Englund, da Skandium. Com seções sobre arquitetura, mobiliário, iluminação, vidro, cerâmica, metalurgia, objetos de madeira, plásticos, têxteis, joalheria e design gráfico, esta obra será um recurso indispensável para qualquer entusiasta do design, colecionador ou leitor casual em busca de inspiração para sua casa.
Não é possível entender o significado das obras-primas da arquitetura construídas ao longo da história sem compreender previamente o que, em cada época, se entendia por "ser arquiteto/a" e como sua atividade era desenvolvida.
Instalações de coabitação comunitária. Casas impressas em 3D. Plataformas de investimento em reabilitação habitacional via financiamento coletivo. Contratos de propriedade habitacional coletiva. Apartamentos subsidiados pelo governo. Casas pré-fabricadas. Créditos fiscais. Desenvolvimento orientado ao transporte. Programas de financiamento hipotecário para trabalhadores essenciais. Casas modulares empilháveis. Leis de zoneamento inclusivo. Programas de compartilhamento de moradia intergeracional. Softwares para monitoramento de imóveis acessíveis. Marketplaces online para moradias estudantis acessíveis.....
“ATLAS of emerging practices” é uma publicação que oferece um panorama do estado da profissão de arquiteto/a, analisando temas, tendências, projetos e métodos que caracterizam a prática profissional, e compreendendo esta disciplina por meio de uma pesquisa realizada com uma seleção de escritórios de arquitetura emergentes no território europeu.
Álvaro Siza nasceu em 1933, no mesmo ano em que a Bauhaus fechou suas portas. Ele é, talvez, o último modernista vivo ou, no mínimo, a voz mais significativa a levar o projeto modernista inacabado até o século XXI. 'Siza – Unseen & Unknown' apresenta essa continuidade por meio de 100 esboços, bem como suas contradições. Estes desenhos provêm de seu arquivo mais pessoal, além de pequenas coleções de amigos próximos e familiares. Portanto, eles se concentram não apenas no legado profissional, mas também no familiar, onde Maria Antónia Siza (1940–1973) ocupa o centro das atenções. Sua esposa o desenhará, ele a desenhará, e o abraço amoroso do corpo humano será transversal à arquitetura, à arte e à vida. De muitas maneiras, as dobras berninianas das roupas e do cabelo de Maria Antónia se desenvolvem nas próprias linhas de tinta de Siza, e essa pesquisa antropomórfica continua muito tempo após sua morte, aos trinta e dois anos. Esses corpos se tornarão cada vez mais abstratos, como a Vênus de Milo, perdendo seus membros e tornando-se algo a mais.