
Este é um ensaio sobre o papel do/a arquiteto/a na sociedade atual, que busca ser crítico e, mais ainda, combativo. Munido de um profundo conhecimento da história da profissão, o autor busca lições do passado que iluminem caminhos para o/a arquiteto/a do futuro. Não se trata apenas do indivíduo, mas também do coletivo, na crença de que ainda existem oportunidades para o corporativismo.
As razões para muitas das adversidades atuais são buscadas na ainda vigente herança vitruviana, em mudanças de rumo produzidas sob regimes totalitários ou na sobrevivência de modos de fazer ilustrados, quando o antigo ofício se tornou uma profissão moderna. Além disso, e embora seja doloroso, o autor alerta contra ideias comuns que estão se instalando perigosamente nas escolas — paradigmas buscados como salvaguardas que, em sua opinião, não passam de cantos de sereia quase sempre perniciosos.




