
Nesta edição da ARQ, a natureza heterogênea e incoerente dos imaginários manifesta-se em toda a sua amplitude. A casa de Fake Industries Architectural Agonism e Aixopluc, a proposta pedagógica de Beals Lyon, os projetos de Hevia e Urzúa, a casa de Alarcón ou as pesquisas de Soffia exploram a ideia do imaginário como um conjunto de referências. A revisão dos imaginários existentes e seus impactos na forma de compreender a cidade, o território ou, inclusive, o mercado, aparece nos textos de Encinas e Tironi, Méndez e Ramírez, e também no de Peliowski. A criação de novos imaginários, por sua vez, é abordada pelo texto de Valenzuela, e pelas propostas de Ferrando e Tudor, Brandlhuber+ Emde e Burlon, Izquierdo, Pérez, e na de Arancibia e Casals. Por fim, a descoberta daqueles imaginários que, embora presentes, passam despercebidos, é analisada nas entrevistas com Metahaven e Lambert, além do texto de Alonso e Palmarola.





