
Esta edição da ARQ apresenta uma ampla discussão crítica sobre a suposta neutralidade dos instrumentos. Essa ênfase aparece na conversa entre Andrés Jaque e Enrique Walker, nos textos de Zeynep Çelik Alexander, de Ignacio G. Galán, de Gonzalo Carrasco e, também, no debate sobre a Lei de Fomento, que busca promover a arquitetura feita no Chile por meio de um instrumento legal. Além disso, analisa um território onde a arquitetura pode contribuir: a criação de instrumentos.
Ali surgem propostas como a do DSGN AGNC ou as de Carlo Ratti e do MIT Senseable City Lab, os projetos de Gonzalo Claro, de Renato Rizzi e do S9 Architecture, o portfólio do Lofscapes e o texto de Hidalgo, Rosas e Strabucchi. Por fim, nos textos de Temtem e Alfaro d’Alençon, e no de Cortés, Saric e Puig, observa-se a descoberta de certos instrumentos que haviam passado despercebidos.





