Arquitetura do Vietnã

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O Pavilhão de Luxemburgo examina o consumo excessivo de espaço habitacional por meio de "Excess!" na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2027

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Um júri de profissionais das artes e da arquitetura anunciou recentemente a proposta curatorial selecionada para o Pavilhão de Luxemburgo na Biennale Architettura 2027. A exposição terá curadoria da especialista em habitação Céline Zimmer e dos/as arquitetos/as Bùi Quý Sơn e Paul-Antoine Lucas, cofundadores/as do escritório de prática espacial crítica Exutoire, um dos premiados no ArchDaily 2026 Next Practices Awards. A proposta é intitulada "Excess! On the Overconsumption of Living Space" e aborda a distribuição desigual do espaço habitacional como um reflexo de "hábitos mais amplos de excesso que contribuem para as atuais crises ecológica e de moradia". O tema será ilustrado por meio de um diálogo entre as realidades de Luxemburgo e do Vietnã para refletir sobre o consumo espacial. O Pavilhão de Luxemburgo está localizado no primeiro andar da Sale d'Armi, no Arsenale, que será aberto ao público para a Bienal em 8 de maio de 2027.

Steel Architectural Awards ASEAN 2026 anuncia 12 finalistas, impulsionando a excelência do design regional

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O Steel Architectural Awards ASEAN 2026, promovido pela BlueScope, anunciou os 12 projetos finalistas selecionados para avançar à etapa de avaliação regional da ASEAN. Representando realizações notáveis na arquitetura da Indonésia, Malásia, Tailândia e Vietnã, os projetos finalistas foram escolhidos por meio de programas de premiação nacionais e agora seguem para a avaliação regional por um júri internacional.

20 Práticas que ampliam a atuação da arquitetura: os vencedores do ArchDaily 2026 Next Practices Awards

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O ArchDaily tem o orgulho de anunciar os/as vencedores/as do Next Practices Awards 2026, que reconhece 20 escritórios emergentes e inovadores que expandem as possibilidades da arquitetura contemporânea.

O limite da cozinha: serviço, armazenamento e fronteiras domésticas em interiores compactos

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Em casas compactas, a cozinha raramente é apenas um espaço para cozinhar. Ela costuma funcionar como um limite: uma parede de serviços ou uma fronteira entre o trabalho doméstico e a vida social. Sua importância reside não apenas na preparação de alimentos, mas na maneira como organiza o restante da casa, sobretudo devido às limitações das instalações hidráulicas e às exigências de ventilação. Antes que uma sala de estar possa parecer aberta, a cozinha geralmente precisa absorver a intensidade prática do dia a dia: água, calor, odores, eletrodomésticos, mantimentos e armazenamento.

A Cozinha Pública: Como os Mercados Asiáticos Transformam o Ato de Comer em Vida Cívica

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In many Asian cities, eating has never belonged entirely to the private home. It spills into markets, hawker centers, street stalls, and wholesale districts embedded within larger buildings or areas. These are places where the city exchanges information and watches other people pass through. They are not restaurants in the conventional sense, nor are they simply markets. In some way, their vibrancy and usage reflect the society's conditions at that moment. They are public kitchens: shared infrastructures where domestic routines are partially transferred into collective space.

Ambientes que surgem: divisórias deslizantes e o espaço doméstico condicional

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As portas de correr são frequentemente discutidas sob a ótica da eficiência. Elas poupam o raio de abertura de uma porta convencional, facilitam o funcionamento de cômodos compactos e ajudam pequenos apartamentos a ganhar alguns centímetros extras de espaço útil. Contudo, em muitos interiores, seu papel mais interessante não se limita à economia espacial. Divisórias deslizantes transformam a própria leitura do espaço. Um quarto, escritório, quarto de hóspedes, sala de jantar ou espaço de trabalho pode surgir quando um painel é fechado, desaparecer quando ele é aberto e permanecer ambíguo quando o limite é translúcido ou parcial.

Por dentro dos hostels: como os espaços compartilhados reconfiguram o ritmo da vida nômade

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Ao analisar a evolução do morar ao longo da história, percebe-se que os conceitos de espaço, tempo, identidade e lar vão muito além da arquitetura em si. Do início do século XX até os dias atuais, o desenvolvimento humano tem sido moldado por transformações econômicas, sociais, culturais e tecnológicas cada vez mais aceleradas. Os avanços nas tecnologias de informação e comunicação promoveram um mundo de conectividade constante — um fenômeno que, por vezes, acaba distanciando os indivíduos dos espaços físicos que habitam. Em meio a um fluxo crescente de estímulos, interações e plataformas digitais, a vida compartilhada em múltiplas escalas e programas arquitetônicos surge tanto como um desafio quanto como uma oportunidade para reconectar as pessoas com seu entorno, por meio de estratégias de projeto que favorecem a liberdade de movimento e a flexibilidade exigidas pela vida contemporânea.

Antes da sala de estar: Limiares de entrada em residências urbanas compactas

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Em muitas casas, a entrada é tratada como um espaço residual ou uma faixa estreita de transição antes do início da sala de estar. No entanto, em interiores densos da região Ásia-Pacífico, por vezes apesar das dimensões reduzidas, a entrada frequentemente desempenha um papel muito mais complexo do que seu tamanho sugere. Trata-se do limiar que dita a transição: a rua é filtrada, o corpo se ajusta, os sapatos são retirados, as visitas são recebidas, a privacidade é negociada e a ordem doméstica se inicia. Antes que a sala de estar se tornasse reconhecível como interior, a sequência e o espaço de entrada já haviam encenado o primeiro ato do habitar.

Rios antes de estradas: como as vias fluviais do sudeste asiático geraram um urbanismo alternativo

Durante a maior parte do século XX, a arquitetura aprendeu a ler as cidades por meio das vias. As hierarquias viárias definem os planos urbanos, as interseções organizam os fluxos e as construções são compreendidas pelas fachadas que apresentam às calçadas. As vias parecem tão fundamentais para a vida urbana que frequentemente são confundidas com uma condição universal. Em grande parte do Sudeste Asiático, no entanto, as cidades se desenvolveram de acordo com uma lógica espacial inteiramente diferente. Muito antes de os automóveis reorganizarem as paisagens urbanas, os rios serviam como ruas, mercados, espaços cívicos e infraestrutura pública. O deslocamento ocorria primordialmente por barcos, o comércio se desenrolava ao longo das margens e a arquitetura se voltava para a água, e não para o asfalto. Ler essas cidades a partir de suas vias navegáveis altera a própria compreensão da arquitetura. A infraestrutura, nesse caso, não é a rua, mas o rio.

Construindo com Leveza em Zonas de Inundação: Arquitetura para Inundações Sazonais

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A enchente não chega de surpresa. Ela retorna, acompanhando os mesmos rios transbordantes e céus de monção, amolecendo a terra e invadindo casas que nunca foram feitas para resistir a ela. Paredes são desamarradas antes de serem perdidas, materiais são recolhidos antes de flutuarem para longe, e as estruturas são reconstruídas com uma familiaridade que sugere que isso não é destruição, mas sequência. Em paisagens onde a água retorna a cada ano, a sobrevivência é definida pela capacidade de recomeçar.