Olivia Poston

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Integrando espaços criativos: projetando ampliações para ateliês de arte em casa

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A casa carrega múltiplas identidades, funcionando como abrigo, santuário, local de trabalho e palco para rituais diários. Nos últimos anos, seu papel expandiu-se de maneiras sem precedentes. A pandemia, notadamente, forçou a casa a agir como um local de extraordinária adaptabilidade para absorver funções outrora delegadas a escolas, escritórios, academias e estúdios. Essa transformação mudou a forma como imaginamos a vida doméstica, instando-nos a pensar no lar não apenas como um cenário para atividades, mas como uma estrutura dinâmica para viver, produzir e criar. Diante dessa compreensão ampliada, artistas se deparam com uma nova questão: como a casa pode oferecer a flexibilidade necessária para a prática criativa?

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Um tipo diferente de ruralidade: projetos para a transformação do patrimônio pós-industrial

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Nos territórios rurais da América do Norte e da Europa Ocidental, vestígios da indústria do passado permanecem incorporados à paisagem: moinhos enferrujando em pastagens, chaminés que pontuam cenários urbanos pacatos, os esqueletos de economias outrora prósperas. Durante décadas, esses locais simbolizaram o declínio por meio dos remanescentes de uma era extrativista que moldou o meio ambiente e a identidade local. Os desafios da remediação frequentemente abrangem aspectos técnicos, ambientais e culturais que exigem criatividade, precisão e sensibilidade.

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Projetando com a umidade: como a arquitetura se adapta aos climas mais úmidos do mundo

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Ambientes úmidos apresentam alguns dos desafios mais complexos no projeto arquitetônico. Desde o período de monções tropicais no Sudeste Asiático ao calor equatorial da África Central, esses contextos exigem soluções que considerem a umidade intensa, as altas temperaturas e o combate constante ao mofo, à deterioração e à estagnação do ar. No entanto, há séculos, as comunidades dessas regiões desenvolvem técnicas arquitetônicas que não lutam contra a umidade, mas trabalham em harmonia com ela, aproveitando materiais locais, design responsivo ao clima e técnicas de resfriamento passivo para criar espaços sustentáveis e habitáveis. Ao considerar a atmosfera como um fenômeno sensorial e climático, arquitetos e arquitetas criarão espaços que não são apenas evocativos, mas também responsivos, adaptáveis e sustentáveis.

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Modernismo de Meados do Século e Ruralismo da Costa Leste: Um Estudo de Design Adaptativo

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O modernismo mid-century, celebrado por sua simplicidade, funcionalidade e conexão direta com a natureza, costuma ser associado a ambientes urbanos e suburbanos. Contudo, seus princípios encontraram terreno fértil nas paisagens rurais da Costa Leste dos Estados Unidos. O movimento arquitetônico do pós-guerra, caracterizado por materiais inovadores, linhas limpas e harmonia com o entorno natural, revela sua adaptabilidade nas mãos de arquitetos/as e artesãos/ãs que atuavam nas regiões rurais da Costa Leste. Embora associado a áreas metropolitanas, sua adoção em contextos rurais revela uma narrativa fascinante de adaptação cultural e ambiental.

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Sedimentos em Movimento: Rios como Catalisadores Arquitetônicos e Culturais

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Os rios geram uma tipologia arquitetônica singular, interligada por diretrizes projetuais de prática material, adaptação ambiental, simbolismo cultural e imaginação. Cada sistema fluvial produz um ecossistema único no qual água, solo, vegetação e assentamentos urbanos convergem para formar uma rede viva. Projetar nesse ambiente exige a capacidade de ler o movimento em vez de resistir a ele, de construir sobre terrenos incertos e de compreender a permanência como um equilíbrio dinâmico. Diferentemente do horizonte estático do mar, o rio nunca está parado. Ele ensina os/as arquitetos/as a pensar em termos de transições, e não de fronteiras, e a projetar como parte de uma paisagem em constante evolução.

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Brutalismo e Burocracia: Uma Linguagem Arquitetônica de Autoridade nos Estados Unidos do Pós-Guerra

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A arquitetura brutalista nos Estados Unidos é um monumento ao otimismo coletivo do pós-guerra e uma reafirmação da autoridade dos governos municipais e federal. Concebidas como a personificação da força e da eficiência, as estruturas brutalistas foram rapidamente adotadas pela linguagem arquitetônica das instituições cívicas e governamentais de meados ao fim do século XX no país. Monólitos imponentes de concreto aparente ergueram-se por toda a nação, projetando uma imagem de permanência institucional e, ao mesmo tempo, provocando debates sobre seu impacto social e psicológico.

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Arquitetura que molda a saúde: lições de design e bem-estar em 2025

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A saúde tornou-se uma preocupação central na arquitetura, no planejamento urbano e no design, impulsionada por uma crescente consciência sobre como o ambiente construído influencia o bem-estar físico, mental, social e ambiental. Em 2025, essa percepção foi além de tipologias de edifícios especializados ou de métricas de desempenho, passando a ocupar o centro das decisões arquitetônicas e moldando a forma como os espaços são concebidos, construídos e habitados em diversos contextos. Arquitetos e arquitetas já não tratam a saúde como um requisito externo, mas sim como uma condição fundamental da vida cotidiana.

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Conhecimento local e contexto ecológico: lições sobre fazer cidade a partir do Wild Mile de Chicago

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Por mais de um século, os habitantes de cidades norte-americanas em crescimento remodelaram seus rios para atender a demandas industriais e de manufatura. As vias navegáveis foram retificadas, aprofundadas, pavimentadas ou canalizadas sob a terra para viabilizar rotas de navegação e transportar materiais de maneira eficiente pelas regiões. Essas transformações moldaram uma paisagem urbana na qual os rios eram tratados como infraestrutura produtiva, e não como sistemas ecológicos vivos.

Essa abordagem deixou marcas profundas. Os habitats ciliares desapareceram, a qualidade da água piorou, a biodiversidade regional tornou-se vulnerável e as comunidades se acostumaram com corredores fluviais dominados por muros de contenção metálicos e canais de concreto. A remodelação industrial dos rios em locais como Chicago, Los Angeles e na bacia do Mississippi estabeleceu padrões persistentes de desenvolvimento que ainda influenciam o funcionamento das cidades contemporâneas.

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Como os ambientes moldam os espaços para refeições ao ar livre: 24 abordagens arquitetônicas

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Os terraços ao ar livre ocupam um limiar familiar nas cidades de todo o mundo, funcionando como salas sociais situadas entre o espaço interno e o ar livre para acolher os rituais da vida cotidiana. As pessoas se encontram para compartilhar uma bebida, observar o movimento da rua ou fazer uma pausa antes de retornar às suas rotinas. Esses locais funcionam tanto como cenários culturais quanto comerciais, revelando como a hospitalidade e a vida pública se cruzam para moldar o caráter da cidade.

O clima influencia esses espaços de forma mais direta do que quase qualquer outra força de projeto, moldando a função dos terraços e como as pessoas os habitam. Sol, vento, chuva e umidade orientam as decisões sobre implantação, sombreamento, abertura e seleção de materiais. Cada terraço se torna um espaço de negociação entre o conforto humano e a pressão ambiental, e essa negociação pode ser lida em cada fechamento, superfície e limite espacial.

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Vivacidade e Utilidade: Adotando Cores em Cozinhas de Apartamentos Urbanos

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Apartamentos urbanos são frequentemente elogiados pelo uso inteligente do espaço, mas como tem sido sua abordagem em relação às cores? Incorporar cores de forma pensada vai além de uma decisão estética; tem o potencial de moldar respostas emocionais, influenciar o humor e criar ilusões espaciais. Pesquisas em psicologia das cores mostram que as cores afetam nossas reações sociais, culturais e psicológicas, tornando-se ferramentas de projeto poderosas. Variações de azul, por exemplo, demonstraram retardar a produção de melatonina, mantendo as pessoas mais despertas e alertas, enquanto tons de verde aliviam a tensão do sistema nervoso, ajudando-nos a sentir mais calma e equilíbrio. A cor nos espaços arquitetônicos pode inclusive alterar nossa percepção, criando ilusões de profundidade, movimento e textura que influenciam a maneira como vivenciamos o espaço. Tons mais quentes, como laranjas e vermelhos, tendem a tornar o ambiente mais íntimo e acolhedor, ao passo que brancos e azuis frios conferem uma sensação de abertura, fazendo com que os espaços pareçam mais altos e amplos.

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Políticas Ambientais: A abordagem de Lydia Kallipoliti para transformar a arquitetura por meio de pedagogias ecológicas

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Lydia Kallipoliti é uma reconhecida arquiteta, autora e educadora cuja pesquisa transformou a maneira como a arquitetura se engaja com os desafios urgentes da sustentabilidade, da tecnologia e das políticas ambientais. Como professora associada na Graduate School of Architecture, Planning, and Preservation (GSAPP) da Columbia University, a abordagem de Kallipoliti para o ensino de arquitetura incentiva os/as estudantes a confrontarem questões críticas como resíduos, reutilização e sistemas de ciclo fechado. Sua filosofia pedagógica capacita o corpo discente a enxergar o projeto não apenas como uma busca estética ou funcional, mas como uma ferramenta poderosa para enfrentar crises ecológicas globais, instando-os a pensar de forma sistêmica e criativa sobre o futuro do ambiente construído.

Além de sua atuação na academia, Kallipoliti é autora de obras como The Architecture of Closed Worlds e Histories of Ecological Design: an Unfinished Cyclopedia, que se aprofundam na relação entre arquitetura e política ambiental. Suas pesquisas e escritos têm estimulado debates sobre métodos para que arquitetos e arquitetas reconsiderem os paradigmas tradicionais de projeto e adotem a sustentabilidade como um princípio fundamental da prática profissional.

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Projetando Ambientes Rurais Compartilhados: Definindo Espaços Públicos além das Métricas Urbanas

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Os ambientes rurais costumam ser difíceis de definir nos contextos administrativo e profissional, trazendo consigo preconceitos e complexidades notáveis. Embora os limites de população e densidade sejam os determinantes mais comuns para traçar fronteiras administrativas, outros fatores, como infraestrutura, emprego e serviços, também contribuem para caracterizar o meio rural. Nos Estados Unidos, o Census Bureau define a ruralidade não por suas características ou recursos, mas por suas ausências, como "qualquer população, habitação ou território que não esteja em uma área urbana". Para a comunidade de projeto e planejamento, é importante definir o futuro dos ambientes rurais não por meio de métricas de recursos ou infraestrutura urbana, mas desenhando uma nova estrutura voltada à flexibilidade, à adaptação e à saúde.

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Cultivando Espaços: Onde a Arquitetura Encontra o Movimento do Campo à Mesa

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O movimento *farm-to-table* (da fazenda à mesa) representa uma mudança profunda na forma como os alimentos são cultivados, distribuídos e consumidos. Baseado na sustentabilidade e no apoio às economias locais, o movimento prioriza ingredientes frescos de origem local e promove relações diretas entre produtores e consumidores. Embora o conceito se concentre na comida, os espaços onde essas conexões ocorrem são igualmente importantes na construção da experiência, destacando o papel fundamental da arquitetura.

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O Efeito do Turismo: Redesenhando Cidades, Paisagens e Infraestrutura

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Neste verão, espera-se que mais de um milhão de visitantes, espectadores e atletas se reúnam nas ruas de Paris para os Jogos Olímpicos de Verão de 2024. A preparação para o evento incluiu investimentos massivos na modernização de infraestruturas, instalações e espaços públicos por toda a cidade e pelo país. Além da restauração da arena Grande Nef de l'Île-des-Vannes, da Piscina Georges-Vallerey e do Centro Esportivo Poissonniers, a cidade revelou novas tipologias de serviços públicos e um plano diretor para a Vila Olímpica assinado pelo escritório Dominique Perrault Architecture.

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O Caminho Trilhado: Conectando Cidades e Identidade através das Redes de Trilhas dos Apalaches

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Todos os anos, mais de mil pessoas concluem a Trilha dos Apalaches, com seus 3.528 quilômetros (2.192 milhas) de extensão entre a Springer Mountain, na Geórgia, e o Mount Katahdin, no Maine. Outros milhões de pessoas percorrem trechos menores, aproveitando os inúmeros mirantes, caminhando por cumes arborizados ou passeando pelos centros de pequenas cidades, o que torna essa rede um dos corredores de trilhas mais visitados e reconhecidos do mundo. No entanto, a proposta para esse imenso corredor de trilhas, originalmente apresentada em um artigo de 1921 no Journal of the American Institute of Architects por Benton MacKaye, estava longe de ser um mero recurso de lazer ao ar livre. Esse "projeto de planejamento regional" consistia em uma crítica radical à modernidade industrializadora, que acentuava a divisão entre as metrópoles em expansão da Costa Leste e as cidades em declínio das montanhas dos Apalaches.

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Nas montanhas: projetos de arquitetura adaptados para climas de alta altitude

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As regiões montanhosas e de alta altitude estão entre os ecossistemas mais frágeis do planeta. Do derretimento das geleiras à erosão do solo, esses ambientes enfrentam ameaças crescentes decorrentes das mudanças climáticas, tornando imperativo reimaginar a forma como a arquitetura e suas infraestruturas de suporte são projetadas para esses locais.

As comunidades estabelecidas em ecossistemas de montanha são especialmente vulneráveis aos impactos das transformações do clima devido à sua proximidade com os primeiros sinais de alteração ambiental e à sua falta de acesso a recursos e materiais adaptativos. Para além de quaisquer aspirações poéticas de construir e viver na montanha, é um desafio urgente conceber soluções que resistam adequadamente a condições climáticas hostis e promovam assentamentos humanos sustentáveis e seguros em regiões montanhosas.

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Como as cidades projetam a vida pública à sombra

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As cidades estão aquecendo a aproximadamente o dobro da taxa global, uma tendência acelerada pela rápida urbanização. Embora as temperaturas crescentes estejam remodelando a vida cotidiana em todo o mundo, algumas cidades e bairros, muitas vezes os mais vulneráveis e com menos recursos, estão aquecendo mais do que outros. A razão para isso reside no próprio ambiente urbano. A infraestrutura construída, como vias, edifícios, calçadas e espaços públicos, determina como o calor se desloca pela cidade, onde ele se acumula e por quanto tempo permanece retido. Independentemente da zona climática ou da localização geográfica, a sombra continua sendo a maneira mais eficaz e imediata de resfriar os pedestres e aliviar o ambiente construído.

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Rituais Matinais: Arquitetura dos Espaços de Café da Manhã

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Os cantos de café da manhã surgiram no início do século XX em resposta ao aumento da densidade doméstica e às mudanças nas concepções sobre a vida cotidiana. Com raízes no movimento Arts and Crafts americano e popularizados pelas casas tipo bangalô das décadas de 1910 e 1920, eles evoluíram da mais formal sala de café da manhã vitoriana para espaços compactos e integrados, embutidos na cozinha. À medida que as casas se tornavam menores e mais econômicas, arquitetos/as e marcenarias utilizaram bancos e mesas fixos para ocupar cantos, alcovas e janelas de bay window que, de outro modo, seriam ineficientes. Esses nichos iluminados ofereciam uma maneira acessível de concentrar as atividades diárias, preservando o conforto e a clareza espacial.

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