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Geométrico, rústico e marmorizado: Tendências cerâmicas para interiores em tons terrosos

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A cerâmica é um material intrinsecamente versátil: as tecnologias avançadas de impressão permitem uma infinidade de possibilidades em termos de cores, texturas e padrões. Por isso, é amplamente utilizada em interiores ao redor do mundo, pois combina resistência, baixa manutenção, facilidade de instalação, preço competitivo e a estética ideal para transformar ambientes de acordo com a visão do(a) designer. As tendências e modas são parte natural do design de interiores, e estar na vanguarda é crucial para criar espaços que sejam tanto contemporâneos quanto atemporais. Seja através das linhas limpas dos padrões geométricos, da sensação acolhedora dos acabamentos rústicos ou da elegância atemporal das superfícies marmorizadas, cada tendência oferece algo único para realçar o caráter de qualquer espaço.

De conchas de madeira a painéis de policarbonato: os materiais que moldam espaços esportivos flexíveis

O Coliseu Romano é indiscutivelmente o local versátil mais icônico do mundo. Embora essa estrutura não tenha sido projetada para atividades esportivas, sediou diversos eventos, desde os conhecidos combates de gladiadores até performances teatrais e a dramática naumachia (batalhas navais). Isso demonstra que o uso flexível do espaço é relevante desde os tempos antigos. Séculos depois, no contexto do sempre mutável ambiente construído e desenvolvimento urbano, os locais esportivos também evoluíram, tornando-se exemplos notáveis de espaços multifuncionais.

Esses complexos atléticos se transformaram de locais altamente especializados em estruturas dinâmicas e multifuncionais. Seja sediando grandes eventos internacionais, como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, ou servindo como pontos de encontro para comunidades locais, esses espaços encontram um delicado equilíbrio entre atender às necessidades de esportes específicos e manter a flexibilidade para acomodar uma variedade de atividades. Como essas funções diversas coexistem e se interconectam? Esta análise explorará como as instalações esportivas são configuradas como centros flexíveis para outras disciplinas e atividades do dia a dia.

Sete maneiras como o SketchUp ajuda você a entregar projetos com mais eficiência

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Seja você profissional de arquitetura ou de design de interiores, ter as ferramentas certas pode fazer toda a diferença para otimizar seu fluxo de trabalho. O SketchUp conta com ferramentas potentes que ajudam milhões de profissionais a acelerar o desenvolvimento de seus projetos. A seguir, apresentamos sete maneiras pelas quais este software de modelagem 3D e design pode ajudar você a alcançar seus objetivos.

Do esporte ao abrigo: os muitos papéis dos ginásios comunitários de pequena escala

O benefício comunitário é um dos principais aspectos destacados ao anunciar um novo projeto público, especialmente no caso dos ginásios esportivos, que prometem melhorias no bem-estar e na coesão social. Existem duas tipologias de ginásios esportivos, cada uma com diferentes níveis de envolvimento com a comunidade: por um lado, há grandes arenas dedicadas a competições internacionais, que podem acomodar milhares de pessoas e se tornam marcos modernos, semelhantes aos estádios. Por outro lado, existem ginásios de menor escala, geralmente anexados a escolas e localizados em bairros ou áreas rurais com acesso limitado a outros serviços públicos. Embora muitas vezes sua presença seja subestimada, esses ginásios desempenham um papel multifuncional importante, oferecendo oportunidades para praticar esportes, promover conexões, organizar eventos e apoiar diversas atividades comunitárias.

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Como adaptar estruturas estáticas a novas demandas? Lições do SoHo, em Nova York, e de Wong Chuk Hang, em Hong Kong

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Como a arquitetura e o projeto de edifícios se adaptaram a usos futuros imprevistos? À medida que as cidades evoluem, suas necessidades em relação às edificações inevitavelmente mudam. Os edifícios podem transitar entre funções culturais, comerciais, industriais e corporativas, dependendo da identidade e da atividade econômica de cada centro urbano. Em um mundo cada vez mais dinâmico e acelerado, torna-se essencial considerar os desafios que as estruturas estáticas enfrentam ao serem demandadas a atender novas necessidades. As cidades têm reaproveitado essas estruturas estáticas de maneiras não previstas em seus projetos originais, com muitos casos de sucesso na reconversão de edifícios industriais. Diferentemente de estruturas projetadas com foco na flexibilidade, a maioria das instalações fabris não foi inicialmente pensada para usos múltiplos. No entanto, de que forma as cidades, as comunidades e os/as ocupantes têm utilizado esses espaços, e quais são os desafios de transformar os usos existentes de um edifício?

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Como os 7 princípios do design universal nos ajudam a criar uma arquitetura melhor?

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Ao abordar a acessibilidade na arquitetura, os códigos estabelecem a base, enquanto o design define o teto. Embora existam inúmeras diretrizes, criar espaços para todos vai além da mera conformidade com padrões. Requer uma compreensão profunda do ambiente e uma perspectiva ampla, reconhecendo que o que projetamos será utilizado por pessoas com corpos diversos, habilidades e condições muito além daquelas tradicionalmente consideradas usuários típicos.

Além disso, projetar ambientes apresenta o desafio da inclusividade, garantindo que indivíduos que não se encaixam no perfil padrão - como pessoas com deficiências, mulheres grávidas, aqueles que usam dispositivos assistivos e indivíduos de diversas idades, tipos de corpo, etc. - não sejam excluídos. Os princípios do Design Universal, estabelecidos em 1997 pela Faculdade de Design da Universidade Estadual da Carolina do Norte e liderados por Ronald L. Mace, oferecem uma perspectiva transformadora nesse contexto. Esta abordagem influencia vários campos de design, incluindo o ambiente construído, produtos e comunicações. Quando aplicado à arquitetura, promove a criação de espaços que funcionam para todos, minimizando a necessidade de adaptações ou design especializado.

Bibliotecas para crianças: dinamismo, flexibilidade e adaptabilidade nos interiores

Qual é a visão de uma biblioteca do século 21? Como os arquitetos podem despertar o interesse das novas e futuras gerações pela leitura? Com o rápido avanço das tecnologias de comunicação, o aumento da informação disponível e a necessidade constante de atualização, surgem novas abordagens educacionais, práticas culturais e atividades comunitárias que exigem espaços mais dinâmicos e versáteis. Esses espaços precisam se adaptar a várias funções simultaneamente. A integração do lúdico, a diversificação de usos e a incorporação de novas tecnologias são elementos essenciais nos interiores das bibliotecas contemporâneas projetadas para o público jovem.

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Architectural Association Visiting School explora a tectônica subjetiva do Rio de Janeiro

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O workshop da Architectural Association Visiting School (AAVS) Rio de Janeiro interrogou a
tectônica no contexto pós-colonial, urbano e tropical do Rio. Todos os anos, o workshop questiona, celebra e experimenta com um elemento típico da arquitetura local.

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A nova Idade da Pedra: 12 casas contemporâneas da América Latina e a diversidade de suas pedras naturais

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A arquitetura da América Latina é rica e diversificada, e isso também se reflete nos tipos de pedra utilizados ao longo dos séculos em suas diferentes regiões. Esses materiais não apenas refletem a geologia variada da América Latina, mas também mostram como as culturas locais adaptaram seus métodos de construção às condições naturais, criando uma arquitetura única e significativa. Na arquitetura contemporânea, o uso da pedra está alinhado com os preceitos da sustentabilidade por ser um material durável, com baixa pegada de carbono e disponível localmente. Seu apelo também pode ser enaltecido do ponto de vista estético, criando espaços atemporais e que fortalecem a relação com a natureza e a paisagem ao redor.

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Storytelling para interiores: de murais e papéis de parede a telas digitais

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As paredes há muito tempo deixaram de ser meros elementos estruturais; elas são telas que narram histórias, refletindo desejos de natureza, espiritualidade ou a busca por tranquilidade e estímulo. Com os avanços nos pixels de LED endereçáveis, as paredes evoluíram para superfícies digitais imersivas, capazes de exibir qualquer imagem em grande formato, adaptando-se às necessidades do momento.

No entanto, enquanto as universidades continuam a formar arquitetos/as e designers de interiores para criar edifícios estáticos, a arte de contar histórias significativas por meio de telas digitais — especialmente as dinâmicas — permanece em grande parte inexplorada nos currículos acadêmicos.

Desenhando a escola do futuro: espaços multifuncionais para uma educação dinâmica

O século XXI trouxe mudanças significativas na arquitetura dos edifícios escolares, refletindo novas filosofias educacionais, avanços tecnológicos e valores sociais que priorizam sustentabilidade e inclusão. Essa evolução não é apenas estética, mas representa uma profunda reformulação do papel dos ambientes físicos na educação. Os corredores apertados e as inúmeras carteiras enfileiradas há tempos deram lugar a espaços dinâmicos, conectados com o entorno e com a comunidade, sendo a flexibilidade e a multifuncionalidade suas características fundamentais.

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Criando comunidades por meio da arquitetura: por dentro da prática de projeto colaborativa do IDK

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Selecionado pelo ArchDaily como uma das Melhores Novas Práticas de 2024, o IDK está trazendo uma abordagem nova e dinâmica na construção de comunidades com arquitetura de qualidade. Mike Lim, James Pockson e Roddy Bow se conheceram enquanto cursavam o mestrado em Arquitetura no Royal College of Art (RCA) e fundaram seu escritório de arquitetura, o IDK, em Londres, em 2019. O trio, movido por uma forte missão — *ajudar comunidades e instituições, organizações e culturas progressistas a prosperarem* —, vem pesquisando e entregando projetos voltados para a comunidade que incorporam a construção experimental com uma abordagem holística. Seu trabalho se concentra em fomentar o desenvolvimento social, com ênfase na consciência ecológica, uso de materiais locais, gestão inteligente de recursos e orçamentos, reformas respeitosas e no projeto apenas do que é necessário, sem construir em excesso.

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Empoderando crianças por meio de espaços públicos no Líbano: em conversa com CatalyticAction

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Os espaços públicos nem sempre são moldados pelo planejamento urbano, mas pelas práticas que acolhem. Sua existência decorre de nossa necessidade inerente de conexão com o outro. Como espaços de encontro, essas áreas urbanas, abertas e acessíveis refletem a maneira como interagimos com nosso entorno e uns com os outros, ao mesmo tempo em que oferecem locais para a prática de exercícios, o brincar, a socialização e o lazer.

Reconhecendo que os espaços públicos são mais do que meros ambientes físicos, a CatalyticAction dedica-se a promover um senso de comunidade, segurança e pertencimento, especialmente para as crianças, que estão entre as pessoas mais vulneráveis da sociedade. Sua missão não consiste apenas em criar espaços onde as crianças possam brincar e crescer, mas também em empoderá-las, garantindo que tenham voz ativa na definição de seu entorno. Para saber mais sobre esse trabalho, Christele Harrouk, editora-chefe do ArchDaily, conversou com Joana Dabaj, cofundadora e diretora de programas da CatalyticAction.

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Uma solução 360° para construção offsite em wood frame leve

Na indústria da construção civil, a construção offsite em light wood-frame desponta como uma abordagem transformadora, que promete prazos de execução mais curtos, maior qualidade e menor impacto ambiental. Empresas associadas ao Quebec Wood Export Bureau (QWEB) lançaram uma ferramenta digital que potencializa os benefícios e a versatilidade dos componentes pré-fabricados de light wood-frame em projetos.

Além do esporte: 10 vilas olímpicas reversíveis e multifuncionais

A primeira vila olímpica da história foi construída para os Jogos Olímpicos de Verão de 1924 em Paris. Antes disso, os atletas se hospedavam em hotéis, albergues, escolas, quartéis e até mesmo nos barcos em que viajavam para as cidades-sede. Pierre de Coubertin, co-fundador do Comitê Olímpico Internacional (COI), foi o idealizador da vila inaugural ao perceber que seria economicamente mais viável abrigar atletas em estruturas novas e temporárias do que em hotéis, enquanto as vilas poderiam incutir também um senso de comunidade entre os competidores internacionais.

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Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27

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Em novembro de 2022, a cidade costeira de Sharm El Sheikh, no Egito, sediou a 27ª edição da Conferência das Partes das Nações Unidas, conhecida como COP27. Desde a assinatura do Acordo de Paris em 2015, a conferência, que ocorre quase anualmente, ganhou força como um fórum global de liderança no compartilhamento de conhecimento e no desenvolvimento de diretrizes para mitigar as mudanças climáticas em todo o mundo. Enquanto a mais recente COP28, realizada em Dubai em 2023, concentrou-se nos debates sobre produção de energia, esta edição anterior focou nos contextos urbanos e na necessidade urgente de incorporar perdas, danos e reparações climáticas aos planos de ação climática. Passados dois anos desde a COP27, torna-se fundamental revisitar essas discussões e cobrar dos órgãos governamentais a responsabilidade pelas promessas feitas e pelas metas estabelecidas para a mitigação das mudanças climáticas. Um dos planos mais ambiciosos da COP27 joga luz sobre um debate urgente em nossos ambientes urbanos: como definiremos perdas, danos e reparações climáticas no século XXI?

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Passado, presente e futuro do cânhamo na construção

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A cannabis tem sido amplamente utilizada ao longo da história da humanidade para uma variedade de fins: têxteis, papel, alimentos, medicamentos, biocombustíveis e mesmo as estigmatizadas drogas recreativas. Considerada uma das primeiras plantas cultivadas pela humanidade, sua história se estende por milênios e frequentemente se entrelaça com o universo da construção. O cânhamo, uma das variedades da cannabis, foi um material essencial na história da construção, reverenciado por sua excepcional resistência e versatilidade.

Mais do que uma sala de aula: A multifuncionalidade dos espaços educativos nas comunidades do Sul Global

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É evidente que a infraestrutura educacional é fundamental para qualquer comunidade. Quanto melhor for a qualidade desses espaços, melhor será o aprendizado de quem os utiliza. No entanto, esses estabelecimentos frequentemente desempenham uma função muito mais abrangente do que a meramente educativa. Em comunidades do Sul Global, em países como Peru ou Vietnã, onde grande parte da população vive em zonas rurais distantes dos centros urbanos, não apenas os espaços educativos são escassos, mas também faltam pontos onde toda a comunidade — e não apenas os/as estudantes — possa se reunir.

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Vagas em Pequim | Wild City Factory: arquiteto(a), designer de interiores / expografia, assistente de comunicação / curadoria, estagiário(a) de arquitetura / interiores / expografia / design visual

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Fundado em Paris em 2010, o Wild City Studio estabeleceu o escritório Wild City Factory em Pequim em 2015. Trata-se de um escritório de arquitetura interdisciplinar, inovador e experimental, cujas pesquisas e práticas abrangem arquitetura, urbanismo, paisagismo, design de interiores e expografia, curadoria de arte, planejamento de eventos, produção de conteúdo, fusão entre arte e tecnologia, desenvolvimento do metaverso, entre outras áreas.

O fundador e arquiteto titular, Ye Cheng, graduou-se em Ciências da Terra pela Universidade de Nanjing e posteriormente ingressou na École Spéciale d'Architecture (ESA) em Paris, onde seu projeto de graduação recebeu o prêmio anual da instituição. Ele foi o primeiro cidadão chinês a receber o "Prêmio Jovem Artista" do Institut de France. Com mais de uma década de vivência na França, aliando uma formação científica ao campo das artes e da arquitetura, Ye Cheng destaca-se na China como uma figura emblemática da integração transdisciplinar e transcultural. Como curador, realizou diversas exposições de grande porte na China e no exterior, incluindo as cinco edições da mostra de arte arquitetônica "Reconstructing Utopia", a série de exposições de arquitetura contemporânea sino-francesa "Interconexão Urbana" em celebração ao 60º aniversário das relações diplomáticas entre os dois países, a exposição de instalações e ensaios visuais de arquitetura contemporânea chinesa "Unknown City", a exposição principal da Beijing Design Week 2015, o primeiro Festival de Lanternas Artísticas dos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanjing em 2019, a exposição de arte digital "Along the River During the Qingming Festival 3.0" em Hong Kong, e a exposição "Architecture of Emotion" no Pavilhão do Laboratório de Paris. Suas grandes instalações e obras de arte espacial, como Huntian City, Empty Shanshui, Net City, Hyper-Axis, Ecological Mandala e Wormhole City, fundem a filosofia e a estética orientais com a tecnologia moderna, propondo uma visão poética de "Shan-Shui Urbano Oriental" para os espaços urbanos e as formas sociais do futuro. Em paralelo, Ye Cheng produziu de forma independente o curta-metragem de ficção científica Interstellar Folding, utilizando a linguagem cinematográfica para elucidar seu conceito de cidade espacial da "Grande Baía Interestelar". Em 2022, como urbanista-chefe da cidade virtual "Meta City" (元邦), colaborou com a Meta Media e a Baidu no desenvolvimento deste aplicativo de metaverso pioneiro no cenário internacional, inaugurando a vertente do metaverso "Futurismo Oriental", que funde filosofias orientais e ocidentais com teorias urbanas.

Filosofia de Projeto
O escritório Wild City Factory pauta-se continuamente pela filosofia de projeto da "ontologia do espaço". Do espírito à matéria, do ser humano ao mundo, do real ao virtual, todas as questões são, em última análise, indissociáveis do espaço. Tudo parte do espaço, ancora-se no presente e transita pela tríplice dimensão temporal do passado, presente e futuro. O espaço não é apenas um receptáculo, mas um elemento de conexão. O espaço conecta pessoas, conecta espaços e conecta pessoas ao próprio espaço. Ele reside tanto no instante efêmero quanto na eternidade do tempo. Nesse sentido, da arquitetura à arte, da expografia à escrita, da observação à crítica, toda a produção do Wild City Factory articula-se em torno da problemática espacial, compreendendo o espaço como a raiz de todas as questões.

Nossa atuação externa consiste em explorar, perceber, conceber, construir, desconstruir, destituir e regenerar o espaço a partir de sua própria finitude. Já nossa busca interna reside em atravessar continuamente o "entre" (间) na infinitude do espaço, aproximando-nos do "vazio" (空) essencial — ou seja, da ontologia do espaço.

O Wild City Factory defende a máxima de que "projetar é resolver problemas" e adota a estratégia espacial da trindade "Espaço-Conteúdo-Evento", realizando análises aprofundadas do contexto de cada projeto para integrar esta filosofia e metodologia espacial a soluções inovadoras. Essa abordagem reflete a natureza multifacetada, multidirecional e transfronteiriça da atuação interdisciplinar do escritório.

Centro Internacional de Convenções Kenyatta: ícone modernista da arquitetura africana pós-colonial

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A arquitetura moderna e futurista da África Subsaariana reflete as aspirações e o espírito progressista que dominavam o início da independência de muitos países dessa região entre o final da década 1950 e o início da década de 1960. Uma produção que, por coincidir com o crescimento econômico, utilizou métodos de construção complexos em uma arquitetura que mesclava o interior e o exterior (graças ao clima tropical) focando na forma e expressão da materialidade. Nessa fusão de condicionantes específicas surgiram peças arquitetônicas de valor único que precisam ser "redescobertas", entre elas, o Centro Internacional de Convenções Kenyatta (KICC) construído em Nairóbi, Quênia.

Visões do Futuro da Narrativa Arquitetônica: Em Conversa com o BIG e a Squint/Opera

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Apresentações de arquitetura para clientes costumam incluir renders, diagramas e desenhos. Interpretar esses elementos e vislumbrar o resultado final exige imaginação e repertório arquitetônico para preencher as lacunas e visualizar a obra concluída. O BIG e a Squint/Opera, em uma parceria que une uma potência da arquitetura a um estúdio digital criativo, exploram métodos inovadores para transmitir o projeto espacial e arquitetônico para além dos meios tradicionais. Ambos reimaginam a narrativa arquitetônica para além dos recursos visuais estáticos em 2D, utilizando produções de vídeo de última geração e tecnologias imersivas, o que permite a clientes e ao público em geral vivenciar plenamente suas visões futuristas de planejamento urbano e design de arquitetura. Entre suas colaborações mais notáveis estão a produção de vídeo para o projeto Toyota Woven City e a criação da ferramenta colaborativa de projeto em realidade virtual (VR) HyperForm.

Em entrevista ao ArchDaily, Daniel Sundlin, sócio do BIG, e Matt Quinn, diretor comercial da Squint/Opera, compartilham suas perspectivas sobre o futuro da narrativa digital na arquitetura.

Transformando água em terra: grandes projetos de aterros ao redor do mundo

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A ideia de transformar água em terra tem fascinado a humanidade há séculos. Os Países Baixos, por exemplo, como um dos pioneiros no assunto, possuem cerca de 20% do território recuperado do mar ou de lagos utilizando os diques como métodos para estancar a água e secar as superfícies. O desenvolvimento tecnológico ao longo do tempo, no entanto, tem tornado essa prática cada vez mais popular. Hoje, a China é um dos países que lidera o ranking, assim como os centros urbanos no sul global, destacando cidades na África Ocidental, Leste Asiático e Oriente Médio.

Esses aterros megalomaníacos são criados principalmente em locais onde há uma costa bastante extensa, mas não há continente suficiente para satisfazer suas necessidades. Nesse sentido, os usos acomodados na nova área são os mais diversos, variando desde a criação de residenciais luxuosos até um arquipélago de entretenimento com hotéis, restaurantes, teatros e lojas.

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Programa M.Arch 2 do SCI-Arc: Ensino Avançado e Inovador de Arquitetura

Reconhecido por sua abordagem avançada no ensino de arquitetura, o programa Master of Architecture 2 (M.Arch 2) do SCI-Arc se destaca como uma experiência transformadora para futuros/as arquitetos/as. Voltado para estudantes com formação prévia em arquitetura, o currículo do M.Arch 2 é um programa intensivo de dois anos projetado para estimular a criatividade, a competência técnica e o pensamento crítico, preparando seus/suas diplomados/as para um cenário profissional dinâmico e em constante evolução. Estudantes do programa M.Arch 2 do SCI-Arc constroem uma rede profissional global de colegas, docentes e profissionais de mercado, abrindo portas para colaborações, mentorias, oportunidades de carreira e contribuições significativas em escala global. Ex-alunos/as do M.Arch 2 do SCI-Arc têm conquistado algumas das maiores honrarias e reconhecimentos possíveis no campo da arquitetura e do design. 

Urbanismo Ambiental e Geografias Urbanas: Plano Urbano de Medellín 2024-2027

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CityMakers, a Comunidade Global de Arquitetos/as que Aprendem com Cidades Exemplares e seus/suas Criadores/as, está trabalhando em parceria com o ArchDaily para publicar uma série de artigos sobre Barcelona, Medellín e Roterdã. Os/as autores/as são os/as arquitetos/as, urbanistas e/ou estrategistas dos projetos que transformaram essas três cidades, visitadas nas "Schools of Cities" e estudadas nos "Cursos-Documentários" realizados pela CityMakers. Nesta ocasião, Alejandro Restrepo Montoya, Diretor de Planejamento Urbano e Arquitetura de Medellín, apresenta seu artigo "Urbanismo Ambiental e Geografias Urbanas, Medellín 2024-2027"

O plano urbano de Medellín busca responder como o planejamento urbano pode melhorar a qualidade de vida das pessoas. Ao desenvolver sua proposta, a cidade promove os benefícios sociais que essas práticas de planejamento urbano podem gerar. Medellín enfatiza o aproveitamento das condições naturais e ambientais, como vales, córregos, rios, montanhas e morros, para desenvolver critérios de planejamento urbano que atendam às necessidades sociais.

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