Situado em meio à profusão de pavilhões nacionais grandiosos e cuidadosamente projetados no Giardini della Biennale, na cidade italiana de Veneza, encontra-se uma estrutura projetada por aquele que talvez seja o arquiteto moderno mais conhecido da região. Localizado entre os pavilhões da Rússia e da Suíça, o Pavilhão da Venezuela é de autoria de Carlo Scarpa. Em muitos aspectos, o edifício sintetiza a abordagem projetual de seu arquiteto, embora apresente idiossincrasias próprias. Construído para a mais importante exposição bienal de arte da Europa, o pavilhão integra um conjunto de estruturas modernistas que sucederam as primeiras edificações, de caráter mais classicista. Esta é a sua história.
Este concurso internacional convidou arquitetos/as, artistas e designers a criarem esculturas públicas visionárias que refletissem o rico patrimônio cultural e as ambições futuras da Arábia Saudita. À medida que o Reino passa por uma profunda transformação sob a chancela da Vision 2030, esta iniciativa — organizada em parceria com a Iniciativa Mujassam Watan — buscou propostas que dialogassem tanto com a história quanto com o futuro, a tradição e a inovação no espaço público.
O fenômeno conhecido na biologia como evolução convergente descreve como espécies distantes podem desenvolver estruturas semelhantes ao enfrentarem desafios comparáveis. Golfinhos e ictiossauros, por exemplo, são separados por milhões de anos de história evolutiva, mas ambos desenvolveram corpos hidrodinâmicos quase idênticos. A arquitetura tem seus próprios paralelos: as estruturas em pórtico (A-frame) surgiram de forma independente tanto nos Alpes europeus quanto no Japão, mesmo sem intercâmbio cultural direto, como respostas espontâneas à neve, ao vento e à escassez de recursos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142786/tendencias-arquitetonicas-convergentes-em-2025-circularidade-biomateriais-e-design-consciente-de-carbonoArchDaily Team
Encontrar as ferramentas certas para representar a ideia de um projeto ou executar uma obra continua sendo um desafio constante para profissionais de arquitetura e design. Embora softwares de desenho, modelagem 3D e cálculo tenham aumentado a precisão e a eficiência, muitos/as arquitetos/as continuam utilizando ferramentas legadas aprendidas na academia ou na prática — ferramentas que parecem familiares, mas que não oferecem necessariamente a melhor experiência de projeto. De interfaces sobrecarregadas e fluxos de trabalho travados a plug-ins infinitos e ao vaivém constante entre softwares desconectados, as ferramentas tradicionais de projeto costumam revelar sua complexidade e fragmentação.
Residência Privada em Varese / Franzetti Primi Architetti Associati
A matemática nos mostra como, a partir de apenas alguns elementos, podemos gerar combinações quase infinitas e como cada novo arranjo pode transformar completamente o conjunto original. Teorias como as do caos e da complexidade apontam na mesma direção: pequenas variações iniciais, como uma escolha, um desvio ou um novo elemento, podem desencadear mudanças profundas e inesperadas. Na arquitetura, isso se manifesta de forma concreta no cotidiano de profissionais de projeto. A escolha dos materiais e a forma como são combinados pode parecer uma decisão meramente estética ou funcional, mas tem o poder de redefinir a linguagem de um edifício, o rumo do projeto e sua relação com o entorno e seus habitantes.
A cultura é o conjunto de saberes e práticas que as pessoas utilizam para se expressar e, de forma coletiva, dar sentido ao mundo. Como lembra a filósofa brasileira Marilena Chauí, a palavra deriva do latim colere, que significa "cuidar de". Nesse sentido, a agricultura significa o cuidado com o solo, enquanto os cultos religiosos representam o cuidado com os deuses. Em sua essência, a cultura é a criação de universos simbólicos, expressos por meio de diferentes linguagens — incluindo a arquitetura — que tecem conexões através do tempo. Ela salvaguarda as memórias do passado ao mesmo tempo que abre novas possibilidades para o futuro.
Este mês, o ArchDaily explora A Arquitetura da Cultura Hoje, propondo uma pergunta central: de que maneira a arquitetura molda a forma como a cultura é produzida, consumida e vivenciada? Este tema examina como a arquitetura ao mesmo tempo molda e responde à vida cultural — desde a permanência de museus, teatros e bibliotecas até a efemeridade de pavilhões, instalações e plataformas virtuais. O foco abrange o papel do/a arquiteto/a na curadoria, cenografia e design de exposições, bem como a representação de espaços culturais no cinema e em meios digitais.
"Divers" de David Martin no Complexo da Cascata de Yerevan. Imagem por Besides the Obvious via Shutterstock.
Situada entre os picos majestosos do Cáucaso e as paisagens fascinantes do Oriente Próximo, a Armênia é uma nação pequena, mas intensamente orgulhosa, moldada por montanhas escarpadas e vulcões antigos. Sendo um dos países mais antigos do mundo, suas raízes remontam ao século VI a.C., situando-se no cruzamento de impérios—persa, romano, bizantino e otomano. No entanto, ao longo de séculos de transformações, a Armênia preservou sua identidade singular, esculpida em seu idioma, em sua arquitetura e em suas ricas tradições culturais—o que lhe rendeu o título evocativo de "a terra das pedras".
No campo da arquitetura e da construção, o conceito de reutilização de materiais está vinculado à economia circular e à redução da pegada de carbono, em busca de consolidar um futuro mais sustentável e responsável. Ao incorporar práticas de reciclagem, recuperação, restauração e/ou reutilização de materiais de demolição, o aproveitamento de recursos aliado à redução do consumo de energia viabiliza a experimentação com técnicas, aplicações e novas materialidades que celebram a memória dos espaços e, ao mesmo tempo, dão nova vida tanto a interiores quanto a exteriores.
A arquitetura evolui, sobretudo na forma como reflete as relações entre as pessoas, seu comportamento e o ambiente. Mesmo variações sutis nessas dinâmicas podem influenciar nossa maneira de pensar e viver em comunidade. Segundo o Banco Mundial, atualmente 56% da população vive em ambientes urbanos, e estima-se que até 2050 esse número chegue a 70%. Essa projeção reflete a velocidade e a magnitude do crescimento urbano, impondo desafios para arquitetos/as e escritórios de design — desde a viabilidade das edificações até a sustentabilidade do ambiente construído, englobando a arquitetura residencial e outras tipologias que influenciam a vida cotidiana.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142781/estudos-de-caso-em-habitacao-centrada-na-comunidade-design-residencial-inovadorEnrique Tovar
Shenzhen é a primeira Zona Econômica Especial (ZEE) da China, servindo como uma janela para a Reforma e Abertura do país e como uma cidade de imigrantes em ascensão. A cidade evoluiu para uma metrópole internacional influente e moderna, criando a mundialmente famosa "Velocidade de Shenzhen" e conquistando a reputação de "Cidade do Design". O projeto arquitetônico se destaca como a expressão mais intuitiva do espírito de integração e inovação de Shenzhen. Ao longo da última década (2015-2025), o desenvolvimento da arquitetura urbana em Shenzhen integrou-se estreitamente ao seu caráter urbano aberto e inclusivo, às suas vantagens ecológicas de estar situada entre as montanhas e o mar, e ao espírito local de fundir a cultura tradicional com a tecnologia inovadora, revelando o charme singular e a forte vitalidade de Shenzhen sob múltiplas dimensões.
O que significa construir com cuidado, utilizando aquilo que os outros deixam para trás? Essa pergunta molda o trabalho do Matter Matters Lab, uma iniciativa fundada pela arquiteta e pesquisadora Catherine Söderberg Esper durante o isolamento da pandemia. A partir de experiências multiculturais e motivada por uma transformação pessoal durante a maternidade, Catherine começou a investigar resíduos cotidianos como matéria-prima para sistemas construtivos regenerativos. Seu primeiro experimento consistiu em colar seus próprios cabelos cortados usando cola branca, dando início a uma abordagem radicalmente íntima e artesanal. Desde então, o laboratório tem se concentrado em transformar resíduos orgânicos em materiais arquitetônicos de baixo impacto, inspirando-se em sistemas de conhecimento indígenas e buscando romper com modelos extrativistas na construção civil. Projetos como os Avocado Bricks, feitos a partir de caroços de abacate descartados, exemplificam essa abordagem local, circular e enraizada na ideia de reciprocidade entre matéria, lugar e cuidado, oferecendo uma nova maneira de construir com resíduos.
Impresión de paredes exteriores. Image Cortesía de XWG Archi Studio at Tsinghua University
Segundo a empresa de análise Gartner, as vendas de impressoras 3D dispararam 75% por volta de 2014; no entanto, essa tecnologia ainda segue apresentando um forte crescimento. Embora existam múltiplos debates no campo da arquitetura sobre se a impressão 3D pode ser considerada artesanato ou se é viável a mistura de materiais locais com impressão 3D, sua implementação no meio acadêmico busca criar novas experiências, pesquisas e conhecimentos que colaborem para o desenvolvimento e a aplicação dessa tecnologia. Diante disso, como a integração da impressão 3D a partir da academia poderia provocar mudanças na indústria da construção no futuro? Como o ensino de arquitetura e design poderia fomentar a colaboração com outras disciplinas e criar novas aplicações em outros campos?
O design escandinavo há muito é admirado por sua estética minimalista e funcionalidade, que valorizam as coisas simples, com raízes profundas no conceito de Hygge. Esta reverência vai além do design de interiores, estendendo-se também ao mundo natural, o que resulta em projetos de arquitetura e instalações paisagísticas de alta qualidade que estreitam a conexão humana com ambientes intocados. Em vez de impor grandes estruturas ao meio ambiente, a abordagem escandinava propõe intervenções sutis e precisas. Estes projetos não buscam dominar, mas sim estabelecer um diálogo com a paisagem existente, valendo-se de um desenho sensível para potencializar suas formas, cores e texturas intrínsecas. O objetivo é complementar e valorizar a natureza, criando espaços funcionais que, ao mesmo tempo, aprofundam a relação de quem os visita com o entorno.
Em um mundo que enfrenta a escassez de recursos, uma rápida transformação digital e demandas sociais em constante evolução, a necessidade de um diálogo dinâmico entre profissionais da arquitetura, do design, do desenvolvimento de produtos e fabricantes nunca foi tão crucial. Em 2025, o ICONIC AWARDS irá ainda mais longe com uma plataforma ampliada e renovada que une arquitetura, design de interiores e inovação de produtos — abrangendo desde edifícios até mobiliário — tudo sob o mesmo teto. O German Design Council está unificando as antigas premiações "Innovative Architecture" e "Interior Products" para criar um novo e potente palco para ideias visionárias e soluções inovadoras.
Com a Fundação Hyatt prestes a anunciar o/a vencedor/a do Prêmio Pritzker 2025 no dia 4 de março, às 9h EST, crescem as especulações sobre qual arquiteto/a — ou arquitetos/as — receberá a honraria mais prestigiosa da arquitetura. Instituído em 1979, o Prêmio Pritzker de Arquitetura é amplamente considerado a "maior honraria da profissão", reconhecendo arquitetos/as vivos/as cujo trabalho tenha gerado um impacto profundo na humanidade e no ambiente construído.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142784/quem-deveria-ganhar-o-premio-pritzker-2025ArchDaily Team
Kampung Admiralty / Ramboll Studio Dreiseitl + WOHA. Imagem cortesia de WOHA
As visões verdejantes de Ebenezer Howard para as cidades expandiram-se em direção ao leste, muito além de suas origens britânicas. Na década de 1900, o planejamento urbano acolheu o Movimento das Cidades-Jardim como um paradigma do bom design — uma resposta à urbanização industrial do Ocidente. Pouco depois, as cidades asiáticas conceberam seus próprios arquétipos, lidando com condicionantes locais de clima e densidade. Projetos e empreendimentos, desde experimentos da era colonial até megaprojetos contemporâneos, abraçaram e reinventaram a visão de Howard no decorrer do século XXI.
Há muitos anos, a tecnologia vem moldando o futuro de diversos setores, e a indústria da arquitetura, engenharia e construção (AEC) não é exceção. No início, os/as profissionais da arquitetura desenhavam esboços no papel, evoluindo posteriormente para desenhos em 2D, representações digitais em 3D e, agora, o BIM — avanços tecnológicos que mudaram a forma como os/as arquitetos/as modernos/as abordam o projeto, tornando-o mais sustentável e eficiente. Segundo o estudo de IA da RIBA de 2024, 57% dos/as arquitetos/as acreditam que a IA melhorará a eficiência do processo de projeto, e 54% esperam integrá-la em suas práticas nos próximos dois anos.
Em 2025, o campo da arquitetura foi marcado por um calendário intenso de exposições, por uma desaceleração moderada na construção civil em diversas regiões e por um período de reflexão que examina o impacto da inteligência (artificial e natural) — tanto na prática profissional e na cultura do ambiente de trabalho quanto em seu uso como ferramenta pedagógica. Ao longo deste ano, o ArchDaily publicou mais de 30 entrevistas em diversos formatos — perguntas e respostas, conversas presenciais, vídeos especiais e muito mais. Esses diálogos abordaram temas como sustentabilidade e natureza, habitação e desenvolvimento urbano, IA e inteligência, reuso adaptativo e vida pública, além de terem acompanhado de perto importantes plataformas de exposição, incluindo a Bienal de Veneza, a Expo 2025 Osaka, a Semana de Design de Milão, o Concentrico, entre outras.
De novos desenvolvimentos em escala urbana a propostas de reuso adaptativo, esta edição do Architecture Now destaca uma série de projetos anunciados recentemente ao redor do mundo. O escritório Foster + Partners lidera a retomada de Amaravati, uma capital planejada na Índia; o Safdie Architects propõe uma nova torre no bairro histórico de Old Port, em Portland; e o SOM inicia as obras de um pavilhão cultural e acadêmico na Temple University. Outras atualizações incluem um plano de preservação para uma ponte histórica em Praga, um empreendimento hoteleiro costeiro em Abu Dhabi e um projeto residencial de grande escala no Brooklyn projetado por TenBerke. Em conjunto, esses projetos refletem as prioridades em constante evolução em habitação, sustentabilidade, patrimônio e espaço público em diversos contextos globais.
Esta edição do Architecture Now reúne projetos que exploram como a arquitetura está remodelando portais globais, destinos culturais e a vida urbana. O projeto do SOM para o novo Saguão de Embarque e Desembarque em Austin e a proposta da Scott Brownrigg para o Heathrow West destacam o aeroporto como um limiar cívico, enquanto o complexo de três torres do escritório Kerry Hill Architects em Brisbane prioriza o espaço público e as paisagens subtropicais na habitação de alta densidade. A torre à beira-mar do escritório Zaha Hadid Architects na Flórida dá continuidade à tradição costeira escultórica de Miami, e o Japa Valley Tokyo, de Pharrell Williams e NIGO, apresenta um distrito cultural temporário que mescla arte, hospitalidade e varejo. Juntas, essas iniciativas refletem como infraestrutura, estilo de vida e design se cruzam para definir a experiência urbana contemporânea.
A tipologia construtiva de andaimes de bambu — temporária, ágil e profundamente enraizada na tradição —, em especial a técnica de construção de teatros temporários de bambu, é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial em Hong Kong. Ao caminhar pela cidade, especialmente nos distritos urbanos mais movimentados, é quase impossível não se deparar com um andaime de bambu em um raio de cinco minutos. O andaime de bambu é, sem dúvida, o material de construção mais emblemático de Hong Kong, valorizado por sua abundância, sustentabilidade, flexibilidade, adaptabilidade e, acima de tudo, escalabilidade. Essas qualidades contribuíram para seu amplo uso na construção temporária, desde a manutenção e reforma de edifícios até palcos de festivais e eventos esportivos.
No entanto, essa característica outrora onipresente na paisagem urbana pode estar desaparecendo lentamente. A escassez de profissionais jovens e qualificados — somada à evolução das regulamentações de construção — tem contribuído para o seu declínio. Em 17 de março, o Departamento de Desenvolvimento (Development Bureau) anunciou planos para "promover uma maior adoção de andaimes metálicos em obras públicas". Na prática, isso significa que o Departamento de Serviços de Arquitetura (ArchSD) em breve exigirá que pelo menos 50% de seus projetos de obras de capital utilizem andaimes metálicos. Embora não represente uma proibição formal, a diretriz sinaliza o que muitos consideram o início de uma eliminação gradual dos andaimes de bambu na construção civil do setor público.
A antiga cidade de Veneza, na Itália, que sedia tanto as edições de arte quanto as de arquitetura da Bienal de Veneza, é conhecida por sua geografia singular como uma cidade insular de canais. Com sua proeminência naval e mercantil hoje reduzida, a cidade encontrou um novo propósito como centro de estudos, exposições e turismo. Ainda assim, sua morfologia urbana e, de fato, a maioria de seus edifícios são históricos e permanecem praticamente inalterados há centenas de anos. Sua aparência exibe um vernáculo veneziano específico que resistiu ao tempo e serve de pano de fundo para as atividades contemporâneas da cidade. Como as fachadas desses edifícios, em especial suas janelas, refletem essa história? E de que maneira as poucas construções modernas da cidade, como o Palazzo Nervi-Scattolin, respondem a esse peso histórico?
O hábito de sentar-se à mesa e compartilhar um momento específico com outras pessoas está presente há séculos nas mais diversas culturas. O Simpósio Grego, o Convivium Romano, os banquetes e festivais medievais e os salões parisienses são apenas alguns exemplos de como esse costume foi construído historicamente e tem sido relevante em negociações sociais e políticas, discussões intelectuais e debates filosóficos.
A comensalidade frequentemente serve como um ritual de socialização, negociação e celebração de eventos importantes. Em muitas culturas de língua espanhola, o período após a refeição em que toda a família permanece sentada conversando é tão marcante que existe uma palavra específica para isso: sobremesa — traduzida literalmente como "sobre a mesa" (embora, em espanhol, refira-se mais precisamente à conversa pós-refeição). No entanto, apesar de frequentemente associada ao ato de compartilhar uma refeição, a mesa pode ser considerada uma plataforma flexível, aberta a inúmeras possibilidades de apropriação e interação.
A Snaptrude anunciou o lançamento do Snaptrude Student Plan, uma oferta gratuita que concede a estudantes de arquitetura de todo o mundo acesso total à plataforma profissional da Snaptrude e a fluxos de trabalho inteligentes de IA. A iniciativa reflete o compromisso da Snaptrude em fortalecer o ensino de arquitetura e garantir que profissionais emergentes do design desenvolvam habilidades práticas ainda durante a graduação. O acesso irrestrito à plataforma profissional e às ferramentas de IA permite que estudantes projetem com maior agilidade e criem trabalhos prontos para o portfólio.