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A IA e o Vetor Humano na Arquitetura: Abraçando o Engajamento Emocional e a Empatia

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Este artigo é o décimo de uma série com foco na Arquitetura do Metaverso. O ArchDaily colaborou com John Marx, AIA, sócio-fundador de projeto e Diretor Artístico da Form4 Architecture, para trazer artigos mensais que buscam definir o Metaverso, transmitir o potencial deste novo reino, bem como compreender suas limitações. Neste artigo especial, o arquiteto John Marx questiona os limites e capacidades da IA na arquitetura e na criação de edifícios que ressoem profundamente com as pessoas e as comunidades.

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Mauro Gil-Fournier: “Todos falam sobre como os ambientes nos afetam, mas ninguém fala sobre como nós afetamos os espaços”

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Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com o arquiteto espanhol Mauro Gil-Fournier, autor do livro “As casas que me habitam”, publicado por Arquitecturas afectivas em 2022.

Em “As casas que me habitam”, Gil-Fournier propõe que, como cidadãos e cidadãs, pensamos que habitamos nossas casas, nossas praças e nossas cidades, quando na verdade habitamos apenas nossas práticas cotidianas. As casas apresentadas aqui são os afetos que nos habitam no dia a dia.

“As arquiteturas afetivas permitem criar um espaço onde é possível se expressar de maneira honesta, sem preconceitos e com segurança”, afirma Gil-Fournier nesta entrevista.

Como os edifícios super altos estão envelhecendo?

Em 1853, na Feira Mundial de Nova York, um senhor de terno e cartola subiu a uma plataforma suspensa e ordenou que a corda a qual a sustentava fosse cortada. Ele caiu alguns centímetros, mas o sistema de segurança entrou em ação e a plataforma se manteve estável para delírio da multidão que estava assistindo. Nesse momento, talvez nem Elisha Graves Otis tivesse dimensão de como sua invenção iria mudar definitivamente o rumo da arquitetura.

Com o invento do elevador, o céu se tornou o limite, e a partir de então os primeiros edifícios de 7 a 10 andares começaram a surgir. Mosette Broderick, diretora de Estudos de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Nova York, comenta que o Edifício Equitable Life Assurance, inaugurado em 1870 com sete andares, causava fascínio e medo ao mesmo tempo. O último andar, por exemplo, raramente era alugado.

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Porcelanatos personalizáveis e sustentáveis sob demanda: o caso da Kaolin

A personalização de elementos de arquitetura e design tornou-se uma tendência global importante na criação de espaços excepcionais e individualizados. Atualmente, qualquer elemento passível de personalização torna-se uma oportunidade, com clientes e arquitetos/as ansiosos por se destacar e criar projetos que reflitam fielmente seus gostos pessoais e estilos de vida. No universo dos porcelanatos, a personalização é uma maneira fundamental de infundir personalidade ao design — foco que a marca Kaolin vem priorizando por meio de seu Programa de Customização.

Trabalhar de forma mais inteligente, e não com mais esforço, para reduzir as emissões do concreto e do aço

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Hoje está claro que aproximadamente 80% das emissões de projetos de arquitetura paisagística vêm dos materiais. Isso inclui a extração de recursos naturais, sua fabricação, transporte e construção em parques, praças, ruas, campi e bairros. Uma parcela significativa das emissões no ambiente construído decorre de dois materiais: o concreto e o metal, o que inclui o aço e o alumínio.

O desafio reside no fato de que utilizamos grandes volumes de ambos os materiais, que são difíceis de substituir devido à sua resistência e utilidade, além de que mitigar seu impacto ambiental é um processo complexo. No entanto, há avanços em curso.

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"A arquitetura é aquele elemento fixo dentro da natureza": David Montalba em Meu Ponto de Vista

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Descubra a edição mais recente de "My Point of View" da Sky-Frame, com o arquiteto David Montalba.

David Montalba nasceu na Suíça, mas cresceu na Califórnia. Tornou-se um surfista apaixonado, flutuando nas ondas do Pacífico, contemplando a terra firme, mas sempre sentindo e ouvindo o oceano ao seu redor; profundamente conectado à natureza.

“Eu já surfava aos 12 ou 13 anos, e essa foi a minha grande motivação provavelmente até os 18 ou 19”, observa ele. “Trouxe uma espécie de espiritualidade para a minha vida. Foi quando me senti mais conectado com a natureza e verdadeiramente comigo mesmo... Ainda é algo muito especial para mim. É uma daquelas coisas que conseguem, ao mesmo tempo, nos ancorar e nos conectar com a natureza de uma forma única.” 

Neurociência e Arquitetura: Projetando para a Experiência Humana

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Projetar para a experiência humana tem estado no centro das intenções e motivações por trás do trabalho de arquitetos/as. Embora os processos tradicionais se mostrem benéficos, o setor busca superar limites para encontrar oportunidades de colaboração com outras áreas do design e de outros campos do conhecimento. Novas abordagens têm surgido a partir de colaborações entre arquitetos/as e designers de serviço, ou mesmo psicólogos/as, para criar espaços mais centrados nas pessoas. Uma nova interseção vem chamando a atenção de profissionais, impulsionada em especial por uma recente instalação sobre neuroarquitetura no Salone del Mobile. O ArchDaily detalha o escopo e o potencial dessa nova disciplina com Federica Sanchez, arquiteta e pesquisadora de neurociência no escritório italiano Lombardini22, responsável pela reestruturação do Salone.

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Podcast The Second Studio: Conceitos em escritórios de arquitetura

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O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Nesta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem o papel dos conceitos de arquitetura no dia a dia profissional. Os dois abordam a importância do pensamento conceitual, a ausência de conceitos nos escritórios de arquitetura, a diferença entre projetos no ambiente acadêmico versus na prática, os desafios de fundir o pensamento conceitual aos aspectos técnicos do cotidiano de trabalho, entre outros temas. Divirta-se!

Barcelona Capital Mundial da Arquitetura 2026: Concurso Internacional de Ideias 10 Empenas para Jovens Arquitetos/as

Enquanto Barcelona se prepara para ser a Capital Mundial da Arquitetura em 2026, a cidade convoca jovens arquitetos/as com menos de 35 anos para reimaginar 10 empenas cegas permanentes — uma em cada distrito — e transformá-las em novas fachadas que deixarão um legado urbano. Este Concurso Internacional de Ideias para Jovens Arquitetos/as tem como objetivo melhorar a qualidade do espaço público por meio da transformação e da revitalização. Organizado pela Prefeitura de Barcelona e pela Fundació Mies van der Rohe, em parceria com a UNESCO e a União Internacional de Arquitetos (UIA), o certame busca propostas arquitetônicas que deem significado a paredes atualmente anônimas e sem nenhum destaque, expostas no espaço público em um estado provisório permanente.

Por que tantas caixas banais? Porque a arquitetura reflete o ethos de seu tempo

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

As reclamações de arquitetos e arquitetas são inúteis. O edifício com estrutura leve de madeira sobre embasamento — o chamado 5-over-1 — veio para ficar. "A Caixa", como gosto de chamá-la, utiliza a tecnologia híbrida de uma base de concreto e aço sob uma estrutura leve de madeira, sendo usada predominantemente para habitação a preço de mercado. Apesar da reação negativa comum à sua estética banal, seu apelo para uma grande parcela de consumidores de apartamentos é inegável. É também, obviamente, um sucesso entre as incorporadoras.

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De elefantes brancos a estruturas sustentáveis: a história das arquiteturas olímpicas

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Para as cidades, sediar um evento olímpico é uma honra e uma oportunidade significativa de crescimento, mas também representa um desafio importante. Com mais de 200 nações participando dos Jogos, eles se destacam como a maior competição esportiva do mundo. No entanto, adaptar a infraestrutura pública e esportiva para acomodar o aumento repentino de pessoas e a escala desses eventos pode resultar em problemas após o encerramento, como estruturas subutilizadas conhecidas como "elefantes brancos". Apesar disso, as Olimpíadas incentivam transformações urbanas, levando as cidades a investir em melhorias em transporte, moradia e espaços públicos. Um exemplo marcante é Paris, que inaugurou sua primeira linha de metrô durante a segunda edição dos Jogos Olímpicos, em 1900.

Quando se trata dos locais olímpicos, surge o desafio da reutilização adaptativa: a arquitetura precisa encontrar maneiras de transformar esses espaços, inicialmente projetados para acomodar milhares de pessoas durante os Jogos, de modo a se tornarem parte sustentável da oferta esportiva da cidade após o evento. Em várias partes do mundo, alguns desses locais têm conseguido prolongar sua utilidade além do encerramento dos jogos, integrando-se às comunidades locais e oferecendo uma variedade maior de eventos esportivos e de lazer. Apesar dos altos custos de construção, muitos desses espaços se tornaram ícones da identidade local e atrações turísticas populares, continuando a ser utilizados décadas após receberem as multidões olímpicas.

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Do patrimônio industrial à habitação acessível: a história por trás do DADA Distrikt em Brno, República Tcheca

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Em resposta à disparada dos preços dos imóveis na República Tcheca, o escritório de arquitetura KOGAA transformou um antigo depósito em Brno no DADA Distrikt, um empreendimento residencial acessível e diverso. A abordagem econômica do projeto, viabilizada por meio de financiamento compartilhado e vendas diretas, evita os custos adicionais associados às incorporadoras, ao mesmo tempo em que recupera parte do patrimônio industrial da cidade, transformando-o em um distrito urbano ativo. O projeto também incorpora medidas de sustentabilidade voltadas para a redução dos custos de manutenção, exemplificando a intersecção entre moradia acessível, restauração do patrimônio e vida urbana sustentável.

O projeto agora faz parte do Open House Brno, um festival gratuito de fim de semana, realizado anualmente, que permite ao público entrar e explorar diversos locais da cidade, descobrindo suas histórias e narrativas arquitetônicas. Este ano, o festival adota o conceito curatorial de “Inclusão e Acessibilidade”, apresentando a integração sem barreiras de espaços urbanos e o impacto social das edificações. Ao todo, 58 locais estarão abertos aos visitantes, explorando uma variedade de programas e escalas demonstrando

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Reformas em Buenos Aires: 10 projetos residenciais por jovens escritórios argentinos

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A cidade de Buenos Aires possui uma extensão territorial vasta e uma malha urbana heterogênea e de escalas variáveis. Grande parte dos bairros residenciais é constituída por um tecido de uso misto, onde as construções predominantes de décadas atrás são a chamada "casa chorizo" e as habitações em propriedade horizontal, comumente denominadas PH. É interessante observar como, ao longo dos anos, essas edificações foram modificadas devido às mudanças nos códigos de obras, que permitiram a criação de novas tipologias para responder, principalmente, a novas formas de habitar a cidade. A renovação dessas construções, muitas delas destinadas ao uso residencial, também tem sido uma resposta consciente para evitar a sobreedificação em uma cidade já densamente povoada. Embora esse tipo de projeto seja uma prática recorrente em Buenos Aires há vários anos, muitos/as jovens arquitetos/as das novas gerações assumem esses desafios, gerando uma tendência que parece não ter fim e na qual encontramos novas soluções a cada reforma.

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A ascensão dos prefeitos noturnos: gerenciando economia, cultura, segurança e mudanças climáticas após o anoitecer

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Ao longo dos anos, a paisagem noturna das cidades tem passado por uma transformação significativa, marcada pelo surgimento de mais de 80 prefeitos/as noturnos/as globalmente — uma tendência em ascensão desde o início dos anos 2000. Andreina Seijas, atualmente associada na Gehl, analisou essas dinâmicas de mudança na governança noturna em suas pesquisas e durante seu doutorado na Harvard GSD. Na entrevista, Seijas fala sobre esse desenvolvimento, os desafios e as oportunidades relacionados aos/às prefeitos/as noturnos/as, as diferenças globais e o papel das mudanças climáticas. A infância de Seijas em Caracas, Venezuela, onde as preocupações com a segurança impunham toques de recolher rigorosos, despertou sua paixão pela criação de ambientes urbanos mais seguros e inclusivos, especialmente para os jovens. Sua busca por um futuro melhor para a noite urbana explora o potencial de as cidades se tornarem mais seguras, inclusivas e produtivas ao criar espaços de trabalho e lazer após o anoitecer.

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Como as inovações estão mudando o poliestireno expandido (EPS)?

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À medida que nos aproximamos do seu centenário, o poliestireno expandido (EPS) tornou-se amplamente utilizado em várias indústrias e aplicações, especialmente na construção. Desde 1970, o EPS tem sido usado na construção de edifícios devido às suas propriedades de isolamento térmico, estrutura leve de células fechadas, resistência durável e integridade de longo prazo. No entanto, enquanto essas qualidades o tornam altamente útil e fácil de reciclar, também geraram debate devido a discussões recorrentes sobre seus processos de degradação e impacto ambiental de várias perspectivas.

Enquanto o debate continua, muitas melhorias e abordagens alternativas surgiram em torno deste material, destacando que alcançar uma construção sustentável envolve usar o material certo para o trabalho certo desde o início. Assim, ao longo do tempo, as inovações trouxeram novas opções para a reciclagem e uso do EPS além das aplicações tradicionais de construção, como blocos de preenchimento ou painéis de divisórias. Isso demonstra que, em vez de estigmatizá-lo como um material problemático ou "simples", é essencial considerar suas qualidades por meio de design, tecnologia e desenvolvimento de métodos para gerenciamento responsável e sustentável.

A' Design Awards & Competition 2024–2025: Chamada para inscrições

O A' Design Award, "nascido do desejo de destacar os melhores designs e produtos bem concebidos", reconhece talentos excepcionais e originais de todo o mundo. O prêmio representa tanto uma grande conquista para profissionais de design quanto uma fonte de inspiração para marcas, agências de design e profissionais de arquitetura premiados. As inscrições e indicações estão abertas a participantes de todo o mundo. As inscrições para o período de 2024-2025 do A' Design Award & Competition já estão abertas. Registre-se e envie seu projeto aqui.

Minoru Yamasaki: A Fragilidade da Arquitetura

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Seu trabalho – mais de 250 edifícios no espaço de 30 anos – foi elogiado por críticos/as e colegas, indicado a prêmios internacionais de design e levou o arquiteto à capa da revista Time. No entanto, hoje, mesmo profissionais da área e aficionados/as podem ter dificuldade em nomear uma única obra de Minoru Yamasaki além de suas duas criações mais famosas (e infames) que já não existem: o conjunto habitacional Pruitt-Igoe em St. Louis e as torres do World Trade Center de Nova York. Paul Kidder explora a trajetória deste complexo arquiteto e sua obra no novo livro Minoru Yamasaki and the Fragility of Architecture (Routledge).

Kidder, professor de filosofia na Universidade de Seattle, oferece uma avaliação nova e sóbria não apenas da arquitetura de Yamasaki, mas do próprio homem: seus desafios, triunfos e contradições, bem como a fragilidade da realização arquitetônica. A perda das obras mais famosas deste arquiteto sugere o alcance crescente da fragilidade da arquitetura, sobretudo hoje, quando a especulação imobiliária muitas vezes conspira contra a preservação de obras até mesmo do modernismo tardio. Contudo, paradoxalmente, Yamasaki acreditava que a fragilidade poderia ser uma qualidade arquitetônica desejável — a própria fonte de seu refinamento, beleza e humanidade.

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Paris está pronta para as Olimpíadas? Explorando as implicações de sediar eventos globais em toda a cidade

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No início do século XX, os Jogos Olímpicos incluíam algumas competições de medalhas inusitadas, como projeto de arquitetura e planejamento urbano. Embora essas categorias não façam mais parte do programa olímpico, a arquitetura e o planejamento urbano continuam a exercer um impacto crucial no desenvolvimento desse evento esportivo global. As cidades candidatas a sediar os Jogos enfrentam o grande desafio de adaptar sua infraestrutura para acomodar não apenas as arenas e instalações, mas também todas as estruturas de apoio necessárias para uma edição segura e agradável. Com Paris não é diferente. Embora a cidade tenha sediado duas edições anteriores dos Jogos há mais de um século, os desafios das Olimpíadas modernas têm se mostrado significativos. No entanto, a ampla infraestrutura da cidade permitiu que as autoridades ajustassem as medidas na busca por um desenvolvimento sustentável durante e após os Jogos. A menos de um mês da cerimônia de abertura, explore as medidas adotadas pelas autoridades municipais e os impactos de longo prazo de sediar um evento olímpico.

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Transformando os levantamentos de campo com tecnologia de vídeo 360 graus

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Levantamentos precisos são essenciais para que o projeto de arquitetura e a subsequente construção ocorram da maneira mais fluida possível. Eles fornecem informações detalhadas sobre as características físicas de um terreno, estruturas existentes, condições ambientais e possíveis obstáculos, servindo como pré-requisitos para a etapa de projeto e garantindo que todos os fatores relevantes sejam considerados antes do início da construção. Essas informações são fundamentais para a tomada de decisões fundamentadas, que se harmonizem com o entorno e cumpram as regulamentações locais de zoneamento, códigos de obras e normas ambientais. Tradicionalmente, esses levantamentos dependiam de medições manuais com trenas, fotografias básicas e, mais recentemente, de escaneamento a laser de alto custo. Todos esses métodos são suscetíveis a erros humanos e podem demandar muito tempo, especialmente em áreas grandes ou complexas. O escaneamento a laser, apesar de ser mais preciso e abrangente, envolve equipamentos caros e técnicos especializados, o que eleva os custos do projeto e muitas vezes prolonga o prazo necessário para a realização do levantamento. 

Ítala Fulvia Villa e seu Sexto Panteão: a história por trás da necrópole brutalista de Buenos Aires

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Por volta de 1949, a cidade de Buenos Aires liderava a construção do Sexto Panteão no bairro da Chacarita. De caráter monumental e estilo brutalista, esta necrópole subterrânea revelou-se a primeira e maior experimentação de arquitetura moderna no âmbito funerário. Projetada por Ítala Fulvia Villa, uma das primeiras arquitetas e urbanistas argentinas, além de pioneira do modernismo sul-americano, juntamente com sua equipe formada por Leila Cornell, Raquel S. de Días, Gunter Ernest, Carlos A. Gabutti, Ludovico Koppman e Clorindo Testa, esta obra foi investigada por Léa Namer, que desenvolveu um profundo trabalho de estudo e análise, refletindo sobre o legado de uma utopia moderna e de uma releitura feminista da história.

Como utilizar revestimentos ripados em paredes internas?

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A forma como percebemos o espaço é uma dimensão crucial na arquitetura e no design de interiores, influenciando profundamente a nossa interação com o entorno. Desse modo, a percepção espacial é determinada por aspectos como a organização do mobiliário, a iluminação, o uso das cores e os materiais selecionados. Este último componente adquire uma relevância particular, considerando que um mesmo material pode ser empregado de múltiplas maneiras e, consequentemente, propiciar atmosferas com caráter próprio.

Um exemplo do potencial das variações no uso da materialidade são os revestimentos ripados. Trata-se de superfícies de MDF fresadas com um padrão linear para ambientar paredes e forros internos, aplicáveis em uma variedade de superfícies, sempre em áreas não expostas à umidade. O sistema destaca-se por sua capacidade de acentuar o espaço por meio de diferentes configurações que, dependendo de sua disposição e tipo de ripado, podem modificar a experiência espacial, destacando, direcionando, envolvendo e alcançando um equilíbrio visual em residências, escritórios, espaços comerciais, entre outros.

Design urbano queer: planejamento para cidades inclusivas

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As teorias em evolução do design urbano buscam reformular como as cidades são construídas e vivenciadas. Com uma crescente empatia em relação às necessidades de diversos grupos, o design urbano queer representa uma mudança abrangente e holística na compreensão da identidade e da comunidade nos espaços públicos. Essa abordagem desafia os métodos tradicionais - que costumam ser rígidos - de planejamento urbano ao aplicar os princípios da teoria queer, que valoriza a fluidez e a interconexão. Em comemoração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+ de 2024, o ArchDaily explora os fundamentos do "design urbano queer" para influenciar práticas mais inclusivas no planejamento das cidades.

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Um arranha-céu na China e uma sede na França: 8 escritórios não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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No cenário em constante evolução do design de ambientes de trabalho e da arquitetura corporativa, os limites da criatividade e da funcionalidade estão sendo constantemente expandidos. De arranha-céus futuristas a espaços de coworking, o futuro dos ambientes de trabalho responde às necessidades dinâmicas das empresas modernas e de seus colaboradores e colaboradoras. A seleção com curadoria desta semana de Arquitetura Não Construída foca em edifícios de escritórios, espaços de trabalho e edifícios administrativos enviados pela Comunidade ArchDaily.

O campo da arquitetura corporativa é uma oportunidade para designers inovarem e influenciarem as culturas de trabalho. Desde o arranha-céu Sinuating Flow em Chongqing, na China, que busca inspiração nas montanhas e vales vizinhos, até a sede parisiense da GRDF, que reimagina os escritórios urbanos como pequenos distritos da cidade. O ABS Workspace integra elementos marítimos ao design do espaço de trabalho, enquanto a torre FUTURA em Kyiv rompe com as normas convencionais por meio de formas artísticas e esculturais e do uso da cor preta. Juntos, esses projetos demonstram a diversidade na arquitetura corporativa, cada um atuando em seu próprio contexto para oferecer soluções singulares para ambientes de trabalho sustentáveis.

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Sistemas de Isolamento e Acabamento Externo (EIFS): uma solução essencial para a construção sustentável

Na indústria da construção civil atual, alcançar eficiência energética, sustentabilidade e segurança, sem abrir mão da estética, são objetivos essenciais para arquitetos/as e consultores/as. Os Sistemas de Isolamento Térmico pelo Exterior (EIFS, na sigla em inglês) são soluções versáteis e de alto desempenho que atendem a esses requisitos, tanto em novas construções quanto em reformas. Esses sistemas multicamadas de isolamento externo melhoram significativamente o desempenho térmico e oferecem uma economia de energia de até 50%, proporcionando, ao mesmo tempo, flexibilidade projetual.

De acordo com o relatório da Markets and Markets sobre o "Mercado de Sistemas de Isolamento Térmico pelo Exterior (EIFS) - Previsão Global até 2028", o crescimento desse setor é impulsionado principalmente pela necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e pelo aumento no desenvolvimento de edifícios verdes, impulsionado pela introdução de normas rigorosas de eficiência energética em alguns países. Diante disso, defende-se amplamente a importância de utilizar sistemas EIFS certificados de acordo com as regulamentações locais.

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