Videos
A mais recente família de cabines da Mute apresenta 30 modelos em 11 tamanhos, projetados para acomodar de 1 a 8 pessoas.
A Mute, pioneira em arquitetura corporativa adaptável, apresenta as Modular Pods—a maior e primeira coleção de cabines acústicas de escritório verdadeiramente adaptáveis do mercado. Ao oferecer uma variedade inigualável de tamanhos, opções ilimitadas de personalização e soluções pioneiras de acessibilidade, as Modular Pods da Mute estabelecem novos parâmetros para toda a categoria de produtos.
Boise, Estados Unidos. Imagem via usuário do Wikipedia: Fæ. Licença sob CC0 1.0. Autor da imagem: Alden Skeie
Das emissões de gases de efeito estufa e da poluição do ar ao desmatamento, um dos principais fatores para o aquecimento global atualmente são as emissões vindas do setor de transportes. Ao explorar suas origens e evolução, bem como os principais desafios enfrentados, o desenvolvimento da mobilidade elétrica em ambientes urbanos representa uma transição global que exige uma combinação coordenada de políticas e ações para alcançar sistemas de transporte mais limpos e sustentáveis. Projetar uma infraestrutura segura e confortável para caminhar e pedalar, promover o transporte público e a mobilidade compartilhada, além de desenhar ruas mais eficientes que incorporem veículos elétricos, entre outras ações, fazem parte de um esforço global crescente para reduzir as emissões de carbono.
Fundado em 1870, o Metropolitan Museum of Art — carinhosamente conhecido como The Met — é um dos museus mais importantes e visitados do mundo, abrigando mais de dois milhões de obras que abrangem cinco milênios da história humana. Localizado no coração de Nova York, junto ao Central Park, o museu é celebrado por suas coleções vastas e diversas, que vão da arte do Antigo Egito a mestres europeus e obras contemporâneas. Pinturas, esculturas, documentos, artefatos históricos e peças multimídia compõem um acervo que exige soluções de exposição meticulosamente planejadas para garantir tanto a preservação quanto a comunicação eficaz de seu valor histórico e artístico.
Em 2021, o The Met lançou um de seus projetos mais ambiciosos: a renovação da Ala Michael C. Rockefeller, dedicada às Artes da África, das Américas Antigas e da Oceania. Com um investimento de 70 milhões de dólares, a iniciativa engloba uma reorganização curatorial, orientada por uma abordagem mais regional e histórica, além de intervenções arquitetônicas. A modernização das galerias inclui melhorias na iluminação natural, aprimoramentos de acessibilidade e a incorporação de sistemas museográficos contemporâneos, projetados para otimizar a conservação e a experiência interpretativa do público visitante.
Nos Estados Unidos, quase 1 em cada 10 crianças é afetada pela asma, uma condição com taxas significativamente mais altas nas áreas urbanas do país. No entanto, em uma comunidade nos arredores de Atlanta com uma população de mais de 300 crianças, não foi registrado um único caso da doença. Isso é intencional. A maioria das cidades e bairros do país não é projetada levando em consideração a biologia humana — uma negligência que contribui para a prevalência crescente de doenças cardiovasculares e problemas de saúde mental. Estaríamos tratando condições crônicas como questões puramente médicas quando, na verdade, elas podem ser sintomas de um planejamento urbano deficiente?
Construir uma cúpula monumental sem o uso de correntes de ferro externas ou de cimbres tradicionais foi o enorme desafio enfrentado por Filippo Brunelleschi na Catedral de Santa Maria del Fiore, em Florença. Para demonstrar a viabilidade de sua proposta e orientar a obra, ele recorreu a uma maquete de madeira em grande escala que desempenhou um papel fundamental no estudo das proporções, no encaixe das nervuras e na disposição inovadora dos tijolos em escama de peixe (sistema a spina di pesce). Como ferramenta técnica essencial, esse modelo — que ainda está em exibição no Museo dell'Opera del Duomo em Florença — orientou os mestres de obras ao longo de toda a construção, consolidando-se como um exemplo seminal do valor das maquetes no planejamento arquitetônico, na comunicação construtiva e na experimentação.
Ao examinar fotos de casas japonesas, frequentemente se nota um espaço recorrente com esteiras de tatame, muitas vezes ligeiramente elevado e integrado às áreas sociais da casa. Trata-se do washitsu, ou quarto de estilo japonês: um espaço tradicional e multifuncional ainda comumente encontrado na arquitetura residencial moderna. Utilizado para atividades que variam da leitura e do sono à acomodação de um altar familiar, sua versatilidade é fundamental para sua relevância contínua. Este artigo explora o layout e o significado do *washitsu*, partindo de suas origens históricas para compreender melhor seu papel e sua interpretação nas residências japonesas contemporâneas.
Rota do Pérola - Muharraq. Imagem via Shutterstock - Kirk Fisher
O Reino do Bahrein tem ganhado grande destaque recentemente por suas contribuições arquitetônicas globais na Expo 2025 em Osaka, com o pavilhão Anatomy of a Dhow, de Lina Ghotmeh; e na Bienal de Veneza, onde a exposição Heatwave recebeu o Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional. Contudo, nos últimos anos, cidades do Bahrein como Muharraq têm servido de palco para que arquitetos e arquitetas regionais e internacionais explorem a arquitetura típica do Golfo Pérsico e deixem suas próprias marcas nos sítios locais. É por meio de projetos de Leopold Banchini, Anne Holtrop ou Valerio Olgiati que o passado ganha nova vida, em consonância com os esforços das autoridades locais e de figuras do meio cultural.
Uma série de projetos anunciados recentemente na Europa, Ásia, no Oriente Médio e na América do Norte reflete uma mudança contínua no pensamento arquitetônico em direção a abordagens que integram as edificações com suas paisagens, os programas com a vida pública e o design com objetivos ambientais de longo prazo. Em Nantes, na França, um campus de saúde redefine a formação médica por meio de um planejamento consciente do clima, enquanto em San Antonio, no Texas, um novo arboreto transforma um antigo campo de golfe em uma paisagem pública voltada para a pesquisa. Torres residenciais começam a se erguer ao lado do Parque Lumphini, em Bangkok; uma nova comunidade costeira está em desenvolvimento nos Emirados Árabes Unidos; e a ampliação do Museu Nelson-Atkins, em Kansas City, propõe repensar como as instituições culturais se conectam com seu entorno. Juntos, esses anúncios apontam para um interesse crescente em projetos que inserem a arquitetura em sistemas ecológicos e cívicos mais amplos, propondo novos modelos de integração espacial, acessibilidade e resiliência.
Existe um tipo particular de arquitetura que não começa com uma página em branco. Ela começa no silêncio, em ruínas, em paredes moldadas pelo tempo. Começa pela escuta. Em vez de se impor, ela se aproxima, lentamente, escolhendo tocar em vez de sobrescrever. Trata-se de uma arquitetura que dialoga com o passado sob a ótica do presente, não para apagá-lo ou imitá-lo, mas para lhe oferecer continuidade.
A arquitetura contemporânea reconhece cada vez mais que construir com o passado não significa se deixar limitar por ele. O patrimônio já não é visto como um obstáculo, mas como um campo ativo para o projeto. Nessa mudança de perspectiva, a preexistência torna-se mais do que uma condição física — transforma-se em um fio condutor, uma presença estrutural e simbólica que convida ao cuidado. Em vez de impor dominância, muitos/as arquitetos/as hoje optam por responder com gestos deliberados, silenciosos e precisos. Essas intervenções emolduram em vez de substituir, protegem em vez de obscurecer. Com isso, permitem que a história permaneça visível, não como um mero pano de fundo, mas como uma camada viva da experiência arquitetônica.
As inscrições para o German Design Awards 2026 estão abertas globalmente. Sob o tema Connecting Global Excellence, a premiação faz um convite não apenas para participar, mas para se engajar — com ideias, com lugares e com pessoas. A convocatória deste ano é acompanhada por uma nova série de Design Masterclasses em Zurique e Copenhague, criadas em colaboração com as plataformas DAAily, oferecendo espaços para compartilhar, aprender e conectar. No momento em que a região de Frankfurt RheinMain se prepara para assumir o palco global como Capital Mundial do Design 2026, o German Design Awards 2026 reflete todo o espectro do design contemporâneo — da inovação visionária à continuidade cultural. O prêmio funciona tanto como um espelho de nosso diverso panorama do design quanto como um catalisador para transformações inovadoras em todas as disciplinas.
O papel principal da arquitetura é criar estruturas que nos protejam do ambiente e gerem espaços seguros e confortáveis para todos os tipos de necessidades e atividades. Ao fornecer abrigo, a arquitetura também molda a maneira como as pessoas interagem com seu entorno. As tecnologias construtivas do passado, contudo, raramente conseguiam criar uma separação completa entre nós e o mundo exterior.
Embora a impermeabilidade fosse um resultado desejado, os materiais de construção porosos então disponíveis sempre permitiam que água, vento ou partículas externas se infiltrassem nos espaços internos. Em contrapartida, as tecnologias modernas hoje possibilitam envoltórias quase completamente impermeáveis, permitindo uma separação total entre o interior e o exterior e passando a depender de sistemas de engenharia para regular a temperatura, o fluxo de ar ou a umidade. Este artigo explora as diferenças entre essas duas abordagens contrastantes, analisando como as fachadas dos edifícios são equipadas para regular o conforto interno e seu impacto ambiental.
O espaço tornou-se um luxo em muitas das cidades mais densamente povoadas do mundo — uma realidade crescente que é difícil de ignorar. Megacidades como Tóquio, Xangai, Mumbai, Cidade do México e São Paulo já contam com populações que superam os 20 milhões de habitantes, ao passo que outros centros urbanos na Ásia e na África continuam a se expandir rapidamente. Entre eles, Deli se destaca: se as tendências atuais persistirem, a projeção é que se torne a cidade mais populosa do mundo até 2028. À medida que essas metrópoles crescem, a habitação — especialmente os novos empreendimentos — passa a seguir uma lógica inédita: conforme o metro quadrado encolhe, o mobiliário se adapta e a vida cotidiana aprende a se acomodar e a prosperar em ambientes de alta densidade. Essa mudança não diz respeito apenas às dimensões físicas; ela reflete um novo modo de vida. Onde antes predominava a amplitude, hoje impera a densidade. Cada canto ganha valor espacial e comercial, com a cozinha emergindo como um dos maiores desafios do projeto residencial contemporâneo.
A Buildner anunciou os resultados de sua terceira edição anual do concurso internacional de ideias de arquitetura Home of Shadows. A série de concursos foi concebida para focar na interação vital entre luz e sombra na criação de espaços residenciais funcionais e acolhedores. A iniciativa destaca a importância da luz natural no projeto residencial, essencial para criar ambientes confortáveis, convidativos e práticos.
A luz é vista como uma linguagem através da qual arquitetos/as comunicam emoções em seus projetos, com as sombras desempenhando um papel igualmente significativo ao influenciar a atmosfera de um espaço. O equilíbrio entre luz e sombra permite criar espaços com profundidade e textura, definindo diferentes humores para propósitos diversos. Muitas vezes, esse equilíbrio pode ser alcançado através do posicionamento estratégico de janelas e portas.
Pouco se escreveu sobre a obra de Abdelmoneim Mustafa, um dos nomes mais respeitados da arquitetura em sua terra natal, o Sudão, e pioneiro da profissão em meados do século XX. Esra Akcan, que realizou uma pesquisa aprofundada sobre seu trabalho com uma equipe no Sudão durante uma breve janela de oportunidade entre 2019 e 2021, lamenta essa falta de reconhecimento da seguinte forma: "Como alguém tão talentoso quanto Moneim Mustafa… autor de alguns dos edifícios modernistas de meados do século mais instigantes do mundo, pôde ser tão negligenciado, tão ignorado fora do Sudão, a ponto de, até hoje, não haver nenhuma publicação de circulação internacional em seu nome?" Os escritos de Akcan, somados ao blog pessoal de Hashim Khalifa, que se formou sob a tutela de Mustafa, lançam luz sobre seu vasto legado.
Haut Pays Bigouden / Pierre Brulé. Imagem cortesia de Cupa Pizarras
Inspirada nas casas solares experimentais desenvolvidas após a crise do petróleo dos anos 1970, a certificação Passive House surgiu no final da década de 1980 como uma resposta às crescentes preocupações com a eficiência energética e o impacto ambiental da indústria da construção. Seu objetivo é ao mesmo tempo simples e radical: reduzir as demandas de aquecimento e resfriamento ao mínimo absoluto por meio de estratégias passivas, ventilação mecânica controlada e uma envoltória predial extremamente eficiente — eliminando a necessidade de sistemas complexos ou caros.
A escolha dos materiais de revestimento externo desempenha um papel estratégico para alcançar esse desempenho. Superfícies mal projetadas, pontes térmicas ou falhas de vedação podem comprometer toda a lógica térmica do edifício, especialmente em climas rigorosos. Nesse cenário, os sistemas de fachada ventilada se destacam: ao criarem uma camada de ar ventilada entre o revestimento e a parede estrutural, eles promovem um fluxo de ar contínuo, controlam a umidade e aumentam a estabilidade térmica. Materiais que combinam desempenho, durabilidade e apelo visual são raros — e a ardósia natural da espanhola Cupa Pizarras é uma solução de destaque.
No momento de criar espaços de exposição, o design da experiência, a proposta de percurso ou a transmissão de certas percepções e sentidos contribuem para a criação de diferentes vínculos e conexões entre os objetos exibidos e seus visitantes. Compreendendo o caráter de um showroom como aquele espaço pensado para mostrar produtos e serviços de forma criativa e experiencial, que estratégias de design poderiam melhorar as experiências internas de seus usuários? Como o design de interiores dialoga com a arquitetura de exposição?
"Os limites da nossa linguagem de projeto são os limites do nosso pensamento de projeto". A declaração de Patrik Schumacher sugere sutilmente uma mudança em curso no ambiente construído, que vai além da mera integração tecnológica para incorporar a inteligência nos espaços e cidades que habitamos. O futuro aponta para a possibilidade de os edifícios desempenharem funções que vão além de abrigar a atividade humana, passando a participar ativamente na configuração da vida urbana.
Um lugar de renascimento, a cidade de Muharraq, no Bahrein, passou por uma visionária transformação cultural e urbana, emergindo como um modelo pioneiro de regeneração impulsionada pela cultura no mundo árabe, particularmente na região do Golfo. Outrora a capital da indústria de pérolas do país, Muharraq preservou, reinterpretou e reintegrou seu legado histórico em sua malha urbana em constante evolução.
Diante do desafio de redefinir seu futuro — marcado por um traçado urbano intacto, mas com estruturas arquitetônicas em deterioração — Muharraq vislumbrou uma narrativa urbana linear, tecendo a memória da indústria por meio de uma sequência de edifícios-chave. A cidade propôs-se a conectar as propriedades individuais ligadas ao seu passado perlífero, tais como as casas de mergulhadores/as, capitães de barcos e comerciantes de pérolas.
A água é um catalisador de experiências sensoriais: manifesta-se no contato direto pelo toque, em sua presença ao ser ouvida ou vista refletida, e em suas transformações—seja pela temperatura, do frio ao calor, ou pelo estado físico, do líquido ao vapor. Trata-se de um elemento fundamental no design para os sentidos, capaz de evocar atmosferas percebidas física e emocionalmente. Como sugere Juhani Pallasmaa, a arquitetura não se dirige apenas aos olhos, mas envolve todo o corpo e a memória sensorial. O banheiro, em especial, concentra grande parte da experiência física e emocional associada à água, abrindo possibilidades para criar ambientes que intensificam essa conexão sensorial. Diante disso, surge a questão: quais elementos ou conceitos devem moldar esse espaço para que a experiência do banho escape do comum?
https://www.archdaily.com.br/pt/1142838/o-despertar-do-banheiro-conceitos-de-design-contemporaneo-para-uma-experiencia-sensorialEnrique Tovar
O movimento modernista mid-century foi mais do que uma transição estética ou material nos Estados Unidos; ele representou uma resposta a um mundo em rápida transformação. Emergida após a Segunda Guerra Mundial, essa revolução arquitetônica rejeitou os estilos ornamentados e tradicionais do passado em favor de linhas limpas, design funcional e da incorporação de materiais marcantes como o aço, o vidro e o concreto. O modernismo representou uma ruptura com a tradição, concentrando-se na simplicidade, na eficiência e em uma visão de futuro. Refletia o otimismo de uma nação em reconstrução, onde a tecnologia e a inovação moldavam desde as paisagens urbanas até as residências suburbanas.
O Master in Advanced Architecture do IAAC celebra seu 25º aniversário como um dos programas mais voltados para o futuro no ensino de arquitetura. Fundado no ano 2000 em Barcelona, o programa foi criado como um espaço de experimentação — onde o projeto encontra a tecnologia, a ecologia e o pensamento crítico, distante das convenções da formação tradicional em arquitetura.
Ao longo dos anos, o programa recebeu mais de mil estudantes de mais de 80 países. Essa mistura internacional não é por acaso; ela reflete a visão do IAAC sobre a inovação como algo que se desenvolve por meio do diálogo, da diversidade e da ambição compartilhada. O resultado é uma rede de profissionais que atuam na intersecção entre projeto, pesquisa e transformação sistêmica.
Em um momento em que a prática arquitetônica está cada vez mais atrelada ao clima e ao contexto, a fronteira entre o construído e o natural tornou-se um território crítico de experimentação. A seleção de projetos não construídos deste mês reúne oito propostas conceituais que trabalham nos limites da paisagem. Em Ramia, do João Teles Atelier, a arquitetura inspira-se diretamente na metáfora de uma semente que rompe a terra, utilizando madeira, concreto e água para criar um percurso sensorial pela ecologia de Tulum. Por sua vez, o Mobius Pier, do X Atelier, projeta-se em uma curva suave sobre a margem do rio, funcionando simultaneamente como infraestrutura e ponto de observação. De forma semelhante, o projeto Il mare degli Umbri aborda esse limiar de outra maneira, restaurando a linha costeira histórica do Lago Trasimeno e reintroduzindo as ecologias de áreas úmidas locais. Cada projeto desta coletânea reflete uma postura singular: alguns tratam o limite como uma experiência espacial, outros como uma linha reguladora e, ainda, outros como um ponto de retorno cultural ou ecológico.
Na busca por fomentar o sentido de pertencimento de seus habitantes, valorizar suas culturas ancestrais e preservar sua identidade, o território latino-americano reconhece uma arquitetura com amplas nuances e características regionais. O uso de técnicas construtivas e materiais locais, ou o diálogo entre o modular e o vernáculo, entre outras questões, revelam a intenção de promover a participação de comunidades nativas, estudantes e suas famílias, povos originários e construtores locais durante o processo de projeto e construção de uma grande variedade de escolas rurais ao longo de toda a América Latina.
Em parceria com o European Cultural Center (ECC), o ArchDaily lança sua exposição inaugural como parte da sétima edição da Time Space Existence, uma mostra de arquitetura realizada simultaneamente à 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza. Aberta de 10 de maio a 23 de novembro de 2025 em diversos locais de Veneza, esta edição se concentra no tema "Reparar, Regenerar e Reutilizar", promovendo abordagens inovadoras e sustentáveis na arquitetura. A contribuição do ArchDaily está localizada no Palazzo Mora, complementando outros espaços como o Palazzo Bembo, os Jardins de Marinaressa e o Palazzo Michiel.