Ao investigar a envoltória da edificação e como o interior se relaciona com o exterior, a figura das estufas surge como uma oportunidade de gerar vida em um espaço interno a partir de fatores externos (ou não). Conhecida como o espaço revestido por vidro ou qualquer outro material plástico transparente, a estufa permite cultivar hortaliças e plantas ornamentais em épocas cujas condições climáticas externas não permitiriam o cultivo ao ar livre. No entanto, o que envolve projetar para plantas? O clima, as espécies, o projeto estrutural e o tipo de cobertura são apenas algumas das considerações a serem levadas em conta.
No cenário em constante evolução da tecnologia e da criatividade, manter-se na vanguarda é fundamental. Durante a recente apresentação virtual Chaos Unboxed Live, participantes como o CEO Christian Lang e o cofundador e chefe de inovação Vladimir “Vlado” Koylazov apresentaram uma série de avanços prontos para redefinir o processo criativo.
No cerne da estratégia da Chaos está o compromisso com três princípios fundamentais: acelerar a criatividade, entregar soluções totalmente interconectadas e garantir a acessibilidade entre plataformas. Por meio de uma integração fluida e de ferramentas de ponta, a Chaos capacita arquitetos/as e artistas, revolucionando indústrias e moldando o futuro do design.
Os anúncios feitos durante a apresentação revelaram inovações capazes de redefinir o campo da visualização — e ir além.
A economia urbana na América Latina tem desempenhado um papel essencial na transformação das cidades, influenciando tanto o desenvolvimento econômico quanto a estrutura social urbana.
A cidade não é apenas o motor do desenvolvimento econômico, mas também uma máquina de desenvolvimento social. É amplamente reconhecido que existe uma relação positiva e estável entre a taxa de urbanização de um país e seu desenvolvimento social; contudo, essa relação é diretamente proporcional à qualidade urbana.
Quatro anos após o início da pandemia de COVID-19, seus reflexos ainda são sentidos nos setores de construção e imobiliário nos Estados Unidos. A aceleração do trabalho remoto e dos modelos híbridos tem provocado uma queda acentuada na demanda por espaços corporativos tradicionais nas cidades do país. Em grandes metrópoles como Nova York e São Francisco, as taxas de ocupação despencaram, o valor dos imóveis diminuiu e os aluguéis caíram significativamente. Enquanto os/as arquitetos/as projetam o futuro do trabalho, o mercado imobiliário divide-se sobre a viabilidade de se investir no crescente estoque de edifícios de escritórios vazios do país.
Porta por Maxim Velcovsky. Imagem cortesia de Lasvit
Com “Re/Creation,” a Lasvit —referência em fabricação artesanal de vidro—estabelece um santuário para o escapismo criativo em meio à agitação da Semana de Design de Milão. No abraço sereno do Palazzo Isimbardi, “Re/Creation” oferece um espaço onde as mentes são livres para divagar, inspiradas pela graça fluida do vidro fundido. O título faz referência à técnica inovadora do vidro fundido, cuja essência reside em deixar fluir. O vidro derretido a temperaturas altíssimas é deixado para repousar, espalhar-se e tomar a forma de um molde projetado para recebê-lo. Seu próprio peso e a gravidade encarregam-se do resto. Da mesma forma, a mente criativa torna-se mais prolífica e inovadora quando está relaxada, livre das pressões e exigências cotidianas. É por isso que, no belíssimo cenário do Palazzo Isimbardi, a Lasvit cria um refúgio para profissionais da criação escaparem, recarregarem as energias e relaxarem.
Em cartaz de 11 de novembro de 2023 a 10 de março de 2024, a Trienal de Arquitetura de Sharjah celebra inovações no ambiente construído, com foco especial no Sul Global. O objetivo principal da mostra é chamar a atenção para futuros sustentáveis, acessíveis e equitativos, destacando o valor de respostas alternativas à escassez de recursos. Com o encerramento do evento se aproximando, o ArchDaily explora 10 instalações arquitetônicas que respondem ao tema geral por meio de diferentes linguagens.
Com curadoria de Tosin Oshinowo sob o tema “A Beleza da Impermanência: Uma Arquitetura de Adaptabilidade”, a trienal conta com contribuições de 29 arquitetos/as e estúdios de 25 países. Desde o 51-1 Arquitectos, que transforma um terreno antes inacessível em um espaço lúdico dinâmico com jogos de tabuleiro populares de várias regiões, até o Al Borde, que redefine uma área por meio de uma estrutura de sombreamento sob medida feita com materiais naturais, a Trienal de Arquitetura de Sharjah apresenta um conjunto diversificado de intervenções. A mostra do escritório WaiWai destaca três exemplos da arquitetura moderna em Tashkent, no Uzbequistão, evidenciando sua evolução significativa. Já a "Tenda de Concreto" do DAAR combina elementos de uma tenda móvel e de uma casa de concreto, explorando o conceito de "temporariedade permanente". Essas instalações oferecem perspectivas inovadoras sobre adaptabilidade, sustentabilidade e relevância cultural no panorama arquitetônico.
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Esboço do Bonnet Springs Park / Sasaki. Imagem cortesia de Sasaki
“Os/as arquitetos/as paisagistas começaram a debater o carbono incorporado. Há uma conscientização de que não podemos mais ignorar as partes cinzas”, afirmou Stephanie Carlisle, pesquisadora sênior do Carbon Leadership Forum e da Universidade de Washington, durante o primeiro de uma série de webinars organizados pelo Comitê de Biodiversidade e Ação Climática da ASLA.
As partes cinzas são o concreto, o aço e outros produtos manufaturados presentes nos projetos. Essas discussões estão lançando as bases para uma transição que visa reduzir o uso desses materiais. Os/as arquitetos/as paisagistas na liderança da ação climática que impulsionam esses debates propõem caminhos práticos para descarbonizar projetos e especificar materiais de baixo carbono.
Comuna 13 de Medellín via Shutterstock. Imagem cortesia de CityMakers
A CityMakers, Comunidade Global de Arquitetos e Arquitetas que Aprendem com Cidades-Modelo e Seus Criadores, está trabalhando em parceria com o ArchDaily para publicar uma série de artigos sobre Barcelona, Medellín e Roterdã. Os autores e autoras são os/as arquitetos/as, urbanistas e/ou estrategistas por trás dos projetos que transformaram essas três cidades, conhecidos/as nas "Escolas de Cidades" e "Cursos Documentários" realizados pela CityMakers.
Atualmente, há um amplo consenso sobre a importância do espaço público na cidade. Embora pareça bastante lógico, essa relevância não é tão antiga quanto os assentamentos humanos, que existem há milênios. A Carta de Atenas, escrita há apenas 91 anos, não tratava tanto a cidade como um lugar para se viver, mas como uma máquina funcional. Quase um século depois, o paradigma mudou: a cidade é, acima de tudo, seu espaço público. No entanto, o que acontece quando o espaço público é ameaçado pela proliferação de carros, pela insegurança ou até mesmo pela água?
Entre 4 e 6 de abril, a conferência internacional FABRICATE 2024será realizada na Real Academia Dinamarquesa, em Copenhague. Desde a sua criação em 2011, o FABRICATE consolidou-se como um fórum global para novas possibilidades radicais na arquitetura, acolhendo milhares de participantes da prática profissional, da indústria e da pesquisa.
Neste segundo artigo, apresentamos o/a arquiteto/aIndy Johar, diretor/a da WikiHouse Foundation e CEO e fundador/a do Dark Matters Lab, que trabalha com instituições de todo o mundo, desde o PNUD, a Comissão Europeia para Cidades Neutras em Carbono, a Agência Europeia do Ambiente e diversas agências nacionais e municípios. O texto é um trecho do próximo livro do FABRICATE 2024 e baseia-se em uma entrevista conduzida pelo/a co-coordenador/a Phil Ayres entre Indy Johare o/a professor/a Philippe Block, diretor/a do Instituto de Tecnologia em Arquitetura (ITA) da ETH Zürich. O livro será publicado na noite de abertura da conferência FABRICATE 2024.
Diversos acontecimentos moldaram o Marrocos desde sua independência. Um deles é a transição dos/as arquitetos/as, que deixaram de servir ao decadente império francês para atender à recém-independente nação marroquina. Ao conquistar a independência em 1956, jovens arquitetos/as marroquinos/as e estrangeiros/as receberam a tarefa de construir um Marrocos autossuficiente. A demanda por infraestrutura moderna, novos edifícios administrativos e melhores instalações de educação e saúde gerou um boom na construção civil. Esse crescimento acelerado ofereceu a arquitetos/as e urbanistas a oportunidade de expressar sua visão.
Inspirados/as pela popularidade do modernismo na Europa, os/as arquitetos/as experimentaram edificações que incorporavam o brutalismo. Esse estilo arquitetônico não representava apenas uma rebeldia contra a visão colonial de desenho urbano no Marrocos, mas também um símbolo de unidade arquitetônica na paisagem urbana. Foram criados edifícios de diversas tipologias marcados pelo concreto aparente, que evidenciava suas qualidades intrínsecas de resistência, durabilidade e funcionalidade. Essas obras, que podem ser vistas em cidades como Agadir, Casablanca, Tânger e partes de Marrakech, representam um diálogo entre o brutalismo e a cultura, o ambiente e o clima marroquinos.
Mesmo no mundo da mídia especializada em design, a notícia poderia facilmente ter passado despercebida: no final de janeiro, a Escola de Arquitetura de Notre Dame anunciou que Peter Pennoyer, arquiteto e autor sediado em Nova York, venceu o Prêmio Richard H. Driehaus de 2024. O Driehaus é a versão de arquitetura tradicional e clássica do Prêmio Pritzker. Embora venha acompanhado de um generoso cheque de US$ 200 mil — o dobro do valor pago pelo Pritzker — e tenha entre seus vencedores anteriores nomes de destaque como Robert A.M. Stern, Michael Graves, Leon Krier e Andrés Duany e Elizabeth Plater-Zyberk, a premiação ainda parece existir em uma espécie de vácuo midiático.
As crescentes demandas por eficiência energética, funcionalidade técnica e conforto interno nas edificações exigem o desenvolvimento de sistemas de envoltórias mais eficientes. A envoltória atua como mediadora entre o exterior e o interior de um edifício. No cenário arquitetônico atual, ela desempenha uma infinidade de funções para potencializar o desempenho da edificação. Tais funções incluem sistemas de controle predial, fornecimento de energia (como gás e eletricidade) e aquecimento, ventilação e ar-condicionado (HVAC), entre outros. Esses elementos determinam fundamentalmente a funcionalidade, a eficiência e a segurança dos espaços construídos. Diante do fato de que a natureza das envoltórias depende fortemente dessas instalações técnicas, de que maneira elas podem servir como diretrizes fundamentais para o desenvolvimento do projeto de arquitetura?
Indo muito além do dia 8 de março, o ArchDaily reconhece e celebra as contribuições contínuas das mulheres que moldam o desenvolvimento do ambiente construído em escala global. O tema "Mulheres na Arquitetura" é central em nossa estratégia de conteúdo, reforçando nosso compromisso diário em destacar o papel fundamental e o impacto das arquitetas.
Esta seleção de projetos apresenta as histórias de algumas das obras arquitetônicas mais instigantes realizadas por mulheres do Sul Global. Das ruas singulares de Dubai às paisagens rurais do Níger, cada projeto serve como testemunho do poder da arquitetura em transcender as barreiras de gênero e criar propostas significativas que conectam as pessoas e seus entornos.
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e discussões pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de profissão, avaliações de edificações e outros projetos, ou explorações informais sobre a vida cotidiana e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem se os/as arquitetos/as são de fato otimistas. Muitos/as afirmam que sim, mas será mesmo? Ambos debatem de que maneiras a classe profissional se mostra otimista, em quais momentos surge o pessimismo, como manter uma postura positiva e o impacto disso no próprio trabalho, além de abordar o realismo e outros temas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140893/the-second-studio-podcast-ser-um-a-arquiteto-a-otimistaThe Second Studio Podcast
A fachada de um edifício costuma funcionar como um reflexo tanto da malha urbana na qual está inserida quanto do que se encontra por trás dela. Para além da estética, as fachadas possuem um papel funcional, cultural e sustentável de grande importância, sobretudo em relação ao design de interiores. Embora a luz natural, as vistas e a organização espacial sejam influenciadas pela fachada, os/as arquitetos/as vêm priorizando a relação entre o envelope da edificação e a qualidade do interior, tendo em vista as transformações culturais, econômicas e ambientais contemporâneas que afetam a maneira como as pessoas projetam seus espaços de vida. Assim, para responder a essas necessidades e hábitos em constante mudança, somados ao foco no bem-estar geral, os/as profissionais recuam a fachada e o teto — e, em alguns casos específicos, os pisos — para criar interiores dentro de interiores: envelopes secundários que protegem o espaço interno do ambiente externo.
Riverside Art Studio por Patrizio Maria Puppo & Martina Di Marco (Vencedor). Imagem cortesia de Dar[e]-Europe
O Polo Sustentável em Sevilha surgiu como um conceito inovador por meio de um concurso aberto de ideias de projeto sustentável passivo, lançado em outubro de 2023, com propostas recebidas até fevereiro de 2024. Liderado pela Dar[e]-Europe, uma renomada empresa de pesquisa sediada em Sevilha, Espanha, o concurso teve como objetivo fomentar soluções de design sustentável e, ao mesmo tempo, promover o conforto do público usuário, com dependência mínima de fontes de energia não renováveis e baixo impacto ambiental.
Os princípios da economia circular têm se mostrado altamente influentes e aplicáveis na indústria da construção civil. Com ênfase no uso eficiente de recursos, modelos baseados no reuso e na reciclagem de componentes e materiais estão sendo cada vez mais implementados de forma pioneira por escritórios de arquitetura globais. O conceito de "design para desmontagem" surge como uma abordagem inovadora, especialmente no caso das fachadas de edifícios. Alcançar um equilíbrio entre as demandas por novas infraestruturas e a transição para a sustentabilidade exige uma revisão do projeto tradicional de fachadas ao longo de todo o seu ciclo de vida.
A preparação de superfície é crucial para garantir a longevidade e a eficácia de revestimentos na construção civil. De fato, estudos mostram que até 80% das falhas prematuras de revestimento podem ser atribuídas a uma preparação inadequada da superfície. Essas falhas geralmente se manifestam na forma de descascamento, bolhas e fissuras, o que prejudica a aparência do edifício e compromete a integridade estrutural.
As fachadas dos edifícios são altamente visíveis e expostas, sofrendo o impacto direto de fatores ambientais. A preparação inadequada da superfície tem um impacto direto no desempenho e na aparência a longo prazo dos acabamentos de fachada, que, por sua vez, podem sofrer uma degradação acelerada, exigindo manutenção e reparos frequentes.
The Sacred Grove Burning Man Temple / DIALOG. Imagem cortesia de DIALOG
No mundo da arquitetura, os concursos funcionam como catalisadores de inovação e criatividade. Ao incentivar a comunidade de arquitetura a refletir sobre um determinado tema e a intervir em espaços bem definidos, eles proporcionam algumas das melhores plataformas para experimentação, permitindo que arquitetos/as e designers explorem novos conceitos, desafiem convenções e respondam a demandas sociais urgentes, ao mesmo tempo que comparam a grande variedade de soluções emergentes. A seleção desta semana reúne exemplos de propostas de concursos de todo o mundo enviadas pela comunidade do ArchDaily.
Os projetos selecionados variam em escala e programa, indo de concursos de renome mundial, como os organizados para os pavilhões nacionais na próxima Expo Mundial em Osaka ou para o Templo no centro de Black Rock City no Burning Man, a intervenções locais que destacam espaços singulares, como a reimaginação criativa de um mercado popular no centro histórico de Sibiu, na Romênia, ou a presença sutil de uma casa de campo na paisagem mediterrânea.
O que é a simetria na arquitetura? Por que ela é utilizada para projetar espaços? Que vantagens e desvantagens ela apresenta em relação a outras ferramentas de projeto, como a rotação, translação e/ou repetição? A arquitetura contemporânea evolui dia após dia, implementando diferentes estratégias para criar espaços habitáveis onde as pessoas possam realizar suas atividades cotidianas, atender às suas necessidades, entre outras funções. Considerando a simetria como um possível meio de organização, distribuição e movimento no plano, a arquitetura se expressa e se comunica em grande parte por meio de recursos gráficos (planimetrias, volumetrias, fotografias, etc.) em uma relação que busca a convivência harmoniosa, na maioria dos casos, entre espaços, proporções e escalas.
Figura 01: Galpón Complejo Recreativo Funcionarios de la Salud. Comuna de Coyhaique, Sector Lago Frío.. Image Cortesía de Alejandro Muñoz Massoglia
O patrimônio arquitetônico constituído pelos/as primeiros/as habitantes da região de Aysén — inicialmente a expressão mínima do morar, um espaço destinado a proteger o/a usuário/a das intempéries climáticas, e que mais tarde evoluiria de forma intrínseca às transformações das necessidades dos/as residentes — representa, no plano simbólico, uma identidade arquitetônica vernácula em madeira.
Atualmente, salvo raras exceções, as poucas casas ainda de pé dos primeiros anos de colonização espontânea na região apresentam um avançado estado de deterioração. Elas acabam destinadas a depósitos ou espaços anexos à habitação principal devido ao desgaste dos materiais, à inexistência de instalações ou ao seu precário isolamento térmico.
Da mesma forma, embora as residências mais complexas e de maior porte pertencentes a um período mais recente, construídas sobretudo em áreas urbanas, ainda estejam em sua grande maioria habitadas, os processos de desgaste de suas estruturas são evidentes. Essa condição de instabilidade está estreitamente relacionada com seus/suas ocupantes, majoritariamente pessoas idosas que não dispõem de recursos econômicos nem de capacidade física para realizar as reformas necessárias.
O concreto, em suas diversas facetas, exibe uma dualidade interessante graças às suas qualidades estéticas e técnicas, as quais têm sido exploradas por arquitetos/as e designers em diferentes tipologias e contextos. Por um lado, o concreto armado apresenta robustez e durabilidade suficientes para viabilizar a construção de obras de grande porte, capazes de resistir com eficiência a condições climáticas adversas. Por outro lado, a maleabilidade do concreto estampado permite que ele se adapte com elegância a formas complexas e grave paginações na superfície, utilizando texturas e padrões para criar uma atmosfera singular no ambiente construído.
O concreto estampado tem ganhado destaque devido à sua durabilidade e versatilidade, oferecendo variações e paginações adaptáveis a diferentes estilos arquitetônicos. No entanto, embora estejamos familiarizados com seu uso e aplicações, sua especificação exige uma abordagem meticulosa para alcançar resultados ideais. A seguir, apresentamos um guia prático com as principais recomendações da Melón Hormigones para especificar esse material inovador, desde a seleção do padrão até os cuidados e a manutenção adequados.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140275/guia-pratico-e-consideracoes-essenciais-para-especificar-concreto-estampadoEnrique Tovar