A construção modular, também conhecida como pré-fabricação, vem despontando rapidamente como uma tendência transformadora na indústria da construção. Essa abordagem inovadora envolve a montagem de componentes edilícios fora do canteiro de obras, em um ambiente de fábrica controlado, antes de serem transportados para o local para a montagem final. A ascensão da construção modular é impulsionada, em grande parte, por sua capacidade de superar diversos desafios associados aos métodos tradicionais de construção.
Em celebração ao Dia Mundial do Turismo, vale destacar o papel crucial dos postos de informações turísticas (TICs) em toda a Europa. Esses centros oferecem serviços essenciais, que vão desde a disponibilização de mapas e recomendações locais até a promoção de viagens sustentáveis. Localizados estrategicamente em importantes nós de transporte e marcos urbanos, os TICs garantem que visitantes recebam orientação personalizada para aprimorar sua experiência de viagem. Segundo a Organização Mundial do Turismo (UNWTO), a Europa recebeu cerca de 585 milhões de turistas internacionais em 2023, o que reforça a importância de um suporte local e eficiente. Os TICs têm se adaptado a essa demanda oferecendo serviços tanto presenciais quanto digitais, ajudando viajantes a tomar decisões informadas sobre seus roteiros.
Localizado na junção da London Wall com a Aldersgate Street, no distrito de Barbican, na City de Londres, encontra-se o Museum of London. Construído em 1977, o edifício brutalista abrigava o maior acervo de história urbana do mundo, com mais de seis milhões de objetos selecionados para evidenciar a história social de Londres. O museu está fechado há mais de dois anos devido a planos de relocação, enquanto seu edifício histórico corre o risco de ser demolido para dar lugar a um novo empreendimento — o projeto London Wall West. A medida gerou reações divergentes entre os habitantes de Londres e de todo o país, motivando apelos pela revisão da proposta e campanhas que defendem o retrofit em vez da demolição deste singular edifício modernista. O/A fotógrafo/a Arnolt Smead visitou recentemente o museu para capturar seus belos momentos arquitetônicos e destacar suas características únicas.
Mais um ano, mais uma edição de sucesso do ArchDaily China Building of the Year Awards! Com mais de 50.000 votos computados nas últimas semanas, os resultados da edição de 2024 já estão definidos! Mais uma vez, a premiação se consolida como o maior prêmio de arquitetura baseado na opinião do público. Por meio de uma escolha coletiva, os projetos mais relevantes do ano foram indicados e selecionados por nossos leitores e leitoras.
O prêmio China Building of the Year 2024 é apresentado graças ao apoio da Dornbracht, marca reconhecida por seus designs inovadores para a arquitetura, presentes em banheiros e cozinhas de todo o mundo.
Anthem+™ - Ambiente de chuveiro. Imagem cortesia de Kohler
A incorporação da tecnologia na arquitetura transformou a maneira como projetamos e vivenciamos os ambientes em várias escalas, estendendo-se do desenvolvimento urbano aos espaços internos. Hoje, o conceito de "espaços inteligentes" materializa a fusão entre inovação e design para elevar o bem-estar e a qualidade de vida em nossas atividades cotidianas. Isso é alcançado por meio de uma integração tecnológica fluida, que abrange uma série de funções e sistemas controlados por softwares, ferramentas digitais e dispositivos de uso diário, como smartphones. Como resultado, atividades cotidianas como o banho vêm passando por avanços significativos, evoluindo para uma experiência multissensorial digital que oferece controle personalizado sobre os fatores ambientais, potencializando o relaxamento e o bem-estar. Essas inovações aprimoram a interação entre tecnologia, design e os/as usuários/as, fomentando novas maneiras de interagir com os espaços e enriquecendo sutilmente nossas rotinas diárias.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140612/criando-uma-experiencia-de-banho-digital-multissensorial-para-bem-estar-relaxamento-e-controleEnrique Tovar
A Bienal de Arquitetura Latino-Americana (BAL), evento que conquistou significativa relevância no cenário arquitetônico contemporâneo, celebrará no próximo ano a sua nona edição. O encontro reúne em Pamplona, na Espanha, escritórios de arquitetura latino-americanos emergentes com o objetivo de compartilhar e divulgar seus trabalhos, fomentando o diálogo e o debate sobre o estado atual da disciplina, além de funcionar como uma ponte entre a América Latina e o contexto espanhol. Nesta edição, a Costa Rica será o país convidado, acompanhada por Honduras, El Salvador, Panamá, Guatemala e Nicarágua. Como parte deste convite, a programação incluirá uma exposição e seminários específicos dedicados a analisar o panorama da arquitetura nesses países.
Situada em um estuário do Lago Prien, na divisa entre a Louisiana e o Texas, a Pelican House exala a estética de uma cabana sofisticada. Revestida de cedro-vermelho-ocidental e adornada com colunas de calcário Lueder do Texas, amplos beirais e vigas de madeira aparente, trata-se de uma impressionante residência à beira do bayou ancorada por paredes de vidro que a conectam à paisagem circundante — mantendo-a segura diante da fúria da natureza.
“É uma localização muito pitoresca, mas, como se pode imaginar, também muito sujeita a tempestades”, afirma o/a arquiteto/a Winn Wittman, que projetou a residência para integrar os espaços internos e externos sob o clima da Costa do Golfo. Abraçada e castigada pela natureza, a Pelican House resistiu a quatro furacões, tanto durante quanto após a sua construção. “A única evidência dos furacões é que a madeira, que inicialmente era lisa, agora apresenta um aspecto jateado de areia”, diz Wittman.
À medida que o setor da arquitetura volta seu foco para uma maior sustentabilidade e eficiência energética, muitos projetos contemporâneos nos ambientes mais quentes (e cada vez mais quentes) do mundo estão resgatando métodos tradicionais de controle de temperatura, luz e ventilação, aprendendo com o passado para nos salvar do futuro.
Parque Aquático da Universidade do Sudeste / SEU-ARCH Zhou Qi Studio. Imagem Cortesia de SEU-ARCH Zhou Qi Studio
A infraestrutura esportiva tornou-se um aspecto fundamental da vida contemporânea, atendendo à crescente necessidade de atividade física e espaços de lazer para mitigar o estresse da vida urbana. Nesse contexto, a arquitetura, especialmente no âmbito das instalações esportivas, desempenha um papel crucial na configuração desses ambientes. A arquitetura esportiva, em particular, evoluiu para uma disciplina altamente especializada que não apenas atende aos aspectos funcionais e técnicos — como integridade estrutural, normas de segurança e os requisitos específicos de diferentes modalidades —, mas também enfatiza a importância de um projeto cuidadoso. Um complexo esportivo bem projetado não apenas aprimora a experiência de quem o utiliza, mas também se integra perfeitamente ao seu entorno urbano ou natural, contribuindo para o valor estético e social geral do espaço. Ao aliar funcionalidade com inovação e criatividade, a arquitetura esportiva tem o potencial de impactar positivamente tanto o bem-estar individual quanto a coesão comunitária.
Faz quatro anos desde que o Grupo VELUX, junto aos parceiros do escritório de arquitetura EFFEKT e da empresa de engenharia Artelia, deu início ao Living Places. O projeto habitacional experimental demonstrou que é possível construir casas mais sustentáveis utilizando produtos, materiais e tecnologias facilmente disponíveis. Para colocar à prova o conceito de habitação com baixíssima emissão de carbono, a VELUX realizou um estudo com 98 hóspedes residentes para avaliar se casas sustentáveis também podem proporcionar conforto térmico e ambiental. A partir de uma combinação de sensores ambientais e questionários respondidos pelos/as participantes, os resultados revelam que as residências mantêm um clima interno confortável, em conformidade com as normas europeias, e geraram um impacto positivo no bem-estar dos/as ocupantes, demonstrando que construir para o planeta também traz grandes benefícios para as pessoas.
Ao longo de 2024, o ArchDaily, em colaboração com o evento de arquitetura Open House Europe, trouxe à tona projetos e histórias inspiradoras. Verdadeiras joias arquitetônicas foram reveladas por meio de visitas, e suas narrativas compartilhadas enriqueceram o debate arquitetônico. Trata-se de um convite para explorar as histórias por trás de edifícios que, embora façam parte do cotidiano dos cidadãos, muitas vezes passam despercebidos em meio à rotina automatizada do dia a dia.
Essas narrativas abordaram projetos de diferentes escalas, usos e contextos, revelando desde edifícios religiosos até exemplos notáveis de reuso adaptativo de antigas estruturas industriais, que agora assumem novas funções em suas comunidades. Cada história desvendou as diversas camadas que compõem uma edificação – do projeto inicial aos novos significados adquiridos com o tempo.
As janelas são um elemento arquitetônico essencial cuja função básica, embora simples, continua vital. Projetadas primordialmente para permitir a entrada de luz natural e facilitar a circulação do ar, elas desempenham um papel constante no cotidiano, apresentando uma dualidade interessante. Sob a perspectiva artística, pintores como Johannes Vermeer e Henri Matisse as utilizaram como ferramentas expressivas, explorando sua capacidade de emoldurar vistas e contar histórias. Em contrapartida, em sua dimensão arquitetônica contemporânea e minimalista, as janelas transcenderam as escalas e os desenhos tradicionais, criando conexões espaciais fluidas entre o interior e o exterior. Para além da inovação formal e estilística, essa evolução encontra eco nos conceitos e tratados fundamentais que orientam a arquitetura desde o passado.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140551/como-emoldurar-uma-vista-que-vale-a-pena-emoldurar-principios-vitruvianos-e-a-janela-idealEnrique Tovar
A continuidade do trabalho remoto transformou o dinamismo do centro das cidades e a paisagem tradicional dos escritórios, deixando para trás muitos espaços vazios cujo destino ainda é motivo de especulação. Quatro anos após o início das políticas de trabalho híbrido, as taxas de ocupação de escritórios nos centros urbanos continuam abaixo dos níveis pré-pandemia, sinalizando uma mudança de longo prazo no ambiente corporativo. Algumas incorporadoras buscaram reposicionar esses edifícios, enquanto outras buscam usos alternativos para prédios desocupados em áreas centrais. Embora ambas as abordagens tragam benefícios à sua maneira, o potencial de reconversão de edifícios de escritórios é vasto e promissor. Da habitação residencial a instalações de pesquisa de ponta, profissionais de arquitetura e incorporação exploram as diversas possibilidades e os desafios de transformar essas estruturas subutilizadas em novos espaços vibrantes.
Boas-vindas à mais recente edição do Prêmio ArchDaily Building of the Year, que celebra mais de 15 anos de excelência e inovação na arquitetura. Este prêmio consolidou-se como o ápice do reconhecimento democrático na comunidade da arquitetura, contando com uma participação sem precedentes de mais de 4.000 projetos anualmente. Impulsionado pela voz coletiva de nossos leitores e leitoras apaixonados em todo o mundo, o prêmio anual do ArchDaily consolidou-se como um farol de imparcialidade, apresentando os projetos mais extraordinários que moldam nosso ambiente construído.
Ao iniciarmos esta jornada mais uma vez, convidamos você a se juntar a nós para homenagear a diversidade, a criatividade e a engenhosidade demonstradas por arquitetos/as e designers em todo o mundo. Por meio do processo democrático de votação, nossos leitores e leitoras tornam-se participantes essenciais, contribuindo para uma visão compartilhada de grandeza arquitetônica. Juntos, continuamos a redefinir e a elevar os padrões de excelência, garantindo que as obras mais merecedoras recebam o reconhecimento que lhes é devido.
O Prêmio ArchDaily Building of the Year é realizado com o apoio da Dornbracht, reconhecida por seus designs inovadores voltados à arquitetura, presentes internacionalmente em cozinhas e banheiros.
No coração de Tallinn, onde a história se entrelaça em ruas de paralelepípedos e torres antigas, ergue-se o Palácio Ungern-Sternberg — um monumento que une o passado opulento da aristocracia da Estônia ao vibrante mundo acadêmico contemporâneo. Hoje sede da Academia de Ciências da Estônia, este edifício histórico encarna a duradoura dedicação da Estônia ao conhecimento e à preservação cultural. Por meio do Open House Tallinn, evento que destaca o patrimônio arquitetônico da cidade, a relevante história do palácio e seus notáveis detalhes arquitetônicos são apresentados a um público mais amplo, oferecendo uma perspectiva única sobre a resiliência cultural do país.
Construído no século XIX como símbolo do poder aristocrático, o palácio transformou-se de residência privada em um polo nacional de vida intelectual. Seus grandes salões, outrora palco de recepções suntuosas, agora acolhem atividades científicas e acadêmicas, ilustrando como a arquitetura patrimonial pode evoluir junto às transformações sociais.
Qual é a relação entre a arquitetura e a confeitaria? Que estratégias de design são aplicadas nos interiores contemporâneos de padarias e confeitarias? Embora a arquitetura seja capaz de servir de inspiração para o design de formas e configurações de elementos comestíveis, ela também agrega a técnica do desenho descritivo, a composição arquitetônica e o planejamento por etapas à linguagem gastronômica. Centrando seu pensamento nas pessoas e em suas necessidades, ambas as disciplinas buscam alcançar a precisão, sendo o design de interiores um amplo campo de atuação para explorar o uso de formas, cores, materiais e diversos equipamentos para melhorar as experiências de seus usuários.
A Cidade do México é reconhecida por sua abundância de museus, patrimônios históricos e riqueza cultural. De fato, a capital conta com mais de 173 museus, grandes e pequenos, espalhados por suas 16 alcaldías (distritos municipais). A presença desses espaços culturais intensifica o apelo artístico de uma metrópole vibrante. Como diversos arquitetos e arquitetas pioneiras do México souberam entrelaçar arte e arquitetura moderna, a cidade se tornou o berço de museus icônicos e clássicos da arquitetura modernista mexicana.
O Plano para a Baía de Tóquio de 1960, de Kenzo Tange, refletia o *zeitgeist* de uma sociedade fascinada pelo rápido avanço tecnológico e pelo otimismo do pós-guerra. A proposta de cúpula sobre Manhattan de 1959, de Buckminster Fuller, baseava-se na crença na capacidade humana de moldar seu próprio ambiente em uma escala sem precedentes. Ao longo de meados do século XX, ideias utópicas de planejamento urbano surgiram em várias partes do mundo, impulsionadas por uma combinação única de fatores sociais e motivações psicológicas.
Ainda que essas visões fossem marcadas por esperança e ambição, elas também refletiam o amplo crescimento econômico e a inovação tecnológica da época — fatores que alimentavam as fantasias ousadas de profissionais de arquitetura e urbanismo ávidos por transformar a paisagem urbana. Grande parte desses profissionais via uma oportunidade de redesenhar cidades do zero, muitas vezes ignorando as complexidades dos tecidos urbanos existentes em favor de ideais futuristas. Contudo, se por um lado essas visões estimulavam práticas inovadoras, por outro frequentemente causavam estranheza na população, parecendo distantes ou inalcançáveis. Como esses conceitos teriam evoluído se tivessem sido moldados pelo planejamento participativo de hoje, que prioriza o engajamento público e a colaboração da comunidade?
Refletir sobre o passado costuma ser visto como nostalgia ou, sob uma perspectiva mais crítica, como um sinal de retrocesso. No entanto, olhar para trás pode oferecer percepções valiosas sobre uma sociedade que por vezes parece excessivamente focada — quando não obcecada — no futuro e na tecnologia. Na arquitetura, essa reflexão nos permite reconectar com nossas raízes e valorizar o conhecimento acumulado ao longo de gerações. Ela nos convida a explorar como as gerações passadas projetavam estruturas duráveis e adaptadas ao seu ambiente. Refinados por séculos de observação, experimentação e, muito provavelmente, erros, esses sistemas demonstram uma compreensão profunda dos materiais locais e das técnicas construtivas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140518/patrimonio-em-barro-pedra-e-juncos-redescobrindo-tecnicas-construtivas-ancestraisEnrique Tovar
Cortesia de [applied] Foreign Affairs, Institute of Architecture, University of Applied Arts Vienna
Os mercados públicos são casos complexos que combinam de forma primorosa a exploração da engenharia com o fomento de uma função pública benéfica. De fato, não é preciso muito para estabelecer um polo comercial aberto e acessível que incentive o intercâmbio comercial e o desenvolvimento econômico de pequenos negócios ou comércios locais. Basta apenas um lote e uma cobertura protetora. No entanto, muitos/as designers e arquitetos/as decidiram levar esse exercício para além do âmbito social, adentrando em uma exploração técnica e material mais profunda.
PRISMO brushed white⁺. Imagem cortesia de RHEINZINK
No projeto de arquitetura, os materiais desempenham um papel crucial não apenas na definição da estética de um edifício, mas também em seu desempenho e na tradução das ideologias de quem os concebe. As megatendências arquitetônicas atuais são impulsionadas pela necessidade de sustentabilidade, resiliência e inovação de materiais, especialmente em resposta às mudanças climáticas e à conservação de recursos. O design focado no bem-estar também vem ganhando relevância, priorizando ambientes que promovam a saúde física e mental. Nesse contexto, materiais naturais, princípios biofílicos e uma melhor qualidade ambiental interna são cada vez mais utilizados para ampliar o conforto e estimular uma conexão mais profunda com a natureza. Entre esses materiais, o zinco-titânio destaca-se como uma opção versátil e sustentável, oferecendo durabilidade, apelo estético e potenciais benefícios para a saúde em aplicações arquitetônicas.
Atualmente, grande parte dos profissionais da construção civil sabe que mitigar as emissões de carbono provenientes do ambiente construído é fundamental para enfrentar o desafio climático. No entanto, saber por onde começar pode ser um desafio para muitos/as profissionais. É por isso que a educação e a capacitação em toda a cadeia de valor — de arquitetos/as a urbanistas, e de incorporadores/as imobiliários/as a engenheiros/as — são essenciais para promover práticas de construção sustentável.
Das maravilhas futuristas do célebre Marina Bay Sands e do Jewel Changi Airport, projetados pelo escritório Safdie Architects, ao patrimônio icônico do antigo Supremo Tribunal, hoje a National Gallery Singapore, a cidade exibe uma rica tapeçaria de estilos e influências. Singapura também adotou sua própria versão do modernismo, expressa em obras como o Colonnade Condominiums, projetado pelo arquiteto Paul Rudolph, e o Pearl Bank Apartments, de Tan Cheng Siong. Nomes consagrados da arquitetura, como Moshe Safdie, Norman Foster e o escritório WOHA, deixaram marcas indeléveis na cidade com seus projetos inovadores.
Em uma nação tão diversa quanto a Índia, o panorama da saúde apresenta desafios complexos e inúmeras oportunidades. A infraestrutura hospitalar do país está sob crescente pressão em termos de acessibilidade, qualidade e equidade, sobretudo diante de um crescimento populacional vertiginoso. Enquanto o desenvolvimento urbano se expande em meio a essas limitações, arquitetos e arquitetas têm conseguido posicionar soluções inovadoras de projeto como agentes mediadores, também reduzindo o abismo entre as zonas urbana e rural no que se refere à qualidade e ao acesso à saúde na Índia.