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Arquitetos(as) paisagistas enfrentam o desafio das inundações costeiras

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É aquela época do ano novamente: estudantes e suas famílias estão ocupados com os preparativos para o início das aulas, enquanto nos preparamos para assumir a sala de aula. Ao me preparar para ministrar uma disciplina introdutória sobre o clima, lembro-me de por que usamos o termo mudança climática e não aquecimento global.

Sim, a Terra está aquecendo devido ao espessamento da camada de gases de efeito estufa na atmosfera provocado por nós. No entanto, as mudanças climáticas vão desde a elevação do nível do mar até o aumento de tempestades, inundações, incêndios e secas, fatores que também impactam negativamente a biodiversidade. Trata-se, portanto, de muito mais do que apenas aquecimento. Tempestades recentes que atingiram a costa leste dos EUA e as Bermudas nos lembram dessa diferença. Enquanto algumas comunidades enfrentam calor extremo, outras se preparam para tempestades e elevação das águas, e muitas lidam com múltiplos impactos combinados.

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Revitalizando o Cairo Histórico: A visão de May al-Ibrashy para o patrimônio, a comunidade e a conservação sustentável

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Cairo, muitas vezes chamada de "Cidade dos Mil Minaretes", ostenta uma das tapeçarias culturais e arquitetônicas mais ricas do mundo. Seu patrimônio reflete séculos de influências diversas, desde monumentos faraônicos até a arquitetura islâmica e mameluca. No entanto, a preservação desse legado é um desafio constante diante das pressões urbanas, das mudanças climáticas e das dinâmicas socioeconômicas. A conservação do patrimônio no Cairo não se resume a salvaguardar essas estruturas, mas sim a integrá-las à vida das comunidades locais, garantindo que permaneçam como espaços dinâmicos e acessíveis.

Na vanguarda dessa missão está a Dra. May al-Ibrashy, arquiteta e conservadora cuja abordagem inovadora e voltada para a comunidade redefiniu a forma como o patrimônio é preservado. Como fundadora do Megawra–Built Environment Collective, ela tem trabalhado incansavelmente em bairros como Al-Khalifa, Al-Hattaba e Sayyida Zeinab para restaurar monumentos históricos ao mesmo tempo em que cria espaços públicos vibrantes. Seu trabalho faz a ponte entre a preservação arquitetônica e a regeneração urbana, garantindo que esses distritos históricos funcionem tanto como marcos culturais quanto como espaços vivos e funcionais para a população local.

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Narrativas não polidas: materiais aparentes na habitação social da América Latina

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O que faz de um edifício arquitetura? O eterno debate sobre o que distingue a arquitetura da mera construção utilitária frequentemente inclui a habitação social e de baixo custo como um tema de grande influência, despertando diferentes pontos de vista. Esta questão é particularmente significativa no contexto latino-americano, onde condições singulares vão além das preocupações com custos, sejam elas impostas ou inevitáveis. O acesso limitado ao financiamento, a prevalência da autoconstrução e a disseminação de assentamentos informais são fatores interligados que moldam o ambiente construído. Essas dinâmicas fomentam uma estética que, para alguns, desafia as noções de boa arquitetura, manifestando-se em paisagens urbanas onde os materiais aparentes se tornam uma característica definidora.

O lado brilhante do design de casas inteligentes: liberdade modular com o interruptor 55x55

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O primeiro interruptor de luz percorreu um longo caminho desde sua invenção em 1884 por John Henry Holmes em Newcastle, na Inglaterra. A engenhosa "tecnologia de interrupção rápida" de Holmes transformou a gestão da eletricidade, garantindo um controle de iluminação mais seguro e eficiente. Desde então, os interruptores evoluíram tanto em forma quanto em função, adotando diversos designs — de alavancas e teclas a modelos iluminados por LED e elegantes sensores de toque. A função do interruptor também se expandiu, permitindo controlar muito mais do que apenas a luz ao alcance dos nossos dedos, revolucionando a conveniência de moldar nossos ambientes internos.

Inteligente e retrô: interruptores de alavanca avançados harmonizados com o sistema de cores de Le Corbusier

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Barragán, Bofill, Graves e Le Corbusier são figuras da arquitetura renomadas por seu uso excepcional e sensível da cor. Em suas abordagens, a cor assume uma importância quase comparável à funcionalidade, alcançada por meio de uma percepção detalhada e abrangente de seu contexto. Mas o que é a cor? Do ponto de vista técnico, trata-se de uma percepção visual que surge da interação da luz com nossos olhos e cérebro. No entanto, ao explorarmos seu significado em um nível mais emocional e poético, ela assume um sentido mais profundo. Para Ricardo Bofill, a cor infunde vida à arquitetura, ao passo que para Charles-Édouard Jeanneret — mais conhecido como Le Corbusier —, ela serve como uma ferramenta poderosa para evocar emoções e criar ilusões espaciais.

Em 'Polychromie Architecturale', Le Corbusier argumenta que a cor não é apenas um elemento decorativo, mas também uma ferramenta fundamental para criar ambientes e potencializar a funcionalidade dos espaços arquitetônicos. Essa ideia, desenvolvida entre 1931 e 1959, articula-se em torno de um sistema composto por uma gama de cores, no qual cada tom tem sua relevância e contribui para a criação de atmosferas que transcendem o mero projeto arquitetônico. Um exemplo disso é a gama de interruptores de alavanca LS 1912 da JUNG, que combina um design clássico com opções avançadas de controle e apresenta as diversas variações de tonalidade das 63 cores do sistema de cores de Le Corbusier.

Soluções de design para espaços reduzidos: maximizando o espaço em apartamentos com menos de 40 metros quadrados

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Viver em cidades densamente povoadas é uma realidade para muitas pessoas. Embora os benefícios da vida urbana—como a proximidade de comodidades, infraestrutura, oportunidades de emprego e estilo de vida—continuem sendo muito valorizados, as residências sofreram uma redução significativa em sua área útil. A tendência de apartamentos menores tem se tornado cada vez mais comum, com o design de interiores desempenhando um papel fundamental. A redução da metragem quadrada exige o uso eficiente do espaço e layouts de planta inteligentes. No entanto, longe de gerar espaços monótonos, a criatividade no design tem levado a soluções arquitetônicas interessantes que condensam uma vida de alta qualidade no que frequentemente se chama de microapartamento ou estúdio, com áreas de até 40 m².

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Vidro Arquitetônico 101: Tendências Transparentes para 2024

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No século XXI, o vidro se tornou um material fundamental para a arquitetura. Antes limitado a esquadrias e aberturas, hoje o vidro domina fachadas inteiras, especialmente em edifícios altos, onde o fechamento transparente é preferido para maximizar as vistas. Os avanços tecnológicos do vidro têm sido notáveis, transitando de painéis de vidro simples, como os usados nas esquadrias de ferro da Bauhaus, para os sistemas atuais de vidro triplo com preenchimento de gases especializados, como o argônio, projetados para solucionar as antigas limitações térmicas do material.

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12 eventos de arquitetura para prestar atenção em 2024

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Abrangendo continentes e culturas, os eventos de arquitetura servem como plataformas para o encontro de diversos grupos de profissionais, com o objetivo de compartilhar inovações e iniciar diálogos sobre algumas das questões mais urgentes enfrentadas pela profissão. Incorporando o espírito de colaboração, destacando culturas e práticas locais e fomentando debates abertos, a lista de eventos deste ano abrange uma gama diversificada de bienais, fóruns, celebrações urbanas, feiras internacionais e prêmios.

Desde a celebração ao longo de todo o ano da Capital Mundial do Design nas cidades vizinhas de San Diego e Tijuana, até a primeira Bienal de Design de Doha no Catar, que começa em fevereiro; da celebração dos espaços públicos na Espanha durante o Concêntrico 10 a bienais focadas no contexto local no Leste Europeu, essas convenções, exposições e celebrações globais buscam unir as comunidades de arquitetura e design para moldar, em conjunto, o futuro do ambiente construído.

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Navegando pelo panorama jurídico da IA na AEC: o que líderes em tecnologia de design precisam saber

Há apenas dois anos, a IA era mais ficção científica do que realidade — algo de que se fazia piada após referências distópicas a filmes como Eu, Robô. No entanto, com o lançamento do ChatGPT pela OpenAI em 2022, o interesse pela tecnologia atingiu o ápice, à medida que ela reformula rapidamente setores que vão da tecnologia e do direito à saúde e, claro, o de AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção).

Há um velho ditado que diz: "Para quem só tem um martelo, tudo parece prego". Com ferramentas de design baseadas em IA como o Snaptrude, softwares de automação generativa como o TestFit e ferramentas de sustentabilidade como o Cove.tool, fica claro que a IA está impactando profundamente o setor de AEC em múltiplos aspectos.

Um olhar sobre seu universo criativo interdisciplinar: conheça a obra de Iván Bravo

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É extremamente interessante aprofundar-se na prática de Iván Bravo. Em primeiro lugar, porque o percurso em direção à sua obra arquitetônica nos submerge em um vasto universo criativo através do interesse e da curiosidade do arquiteto por diversas disciplinas tangenciais, que depois se refletem diretamente em sua obra construída. Uma constante reflexão sobre a metodologia do fazer, os processos, as peças, o design e a materialidade converge em uma arquitetura nobre e honesta.

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Sustentabilidade no dia a dia: Electrolux EcoLine Hub no Fuorisalone 2024 une educação e inspiração

No coração de Portanuova, o distrito verde de Milão, a Electrolux apresenta uma iniciativa inovadora. De 16 a 21 de abril, o Electrolux EcoLine Hub no Fuorisalone 2024 surge como um espaço único onde a educação se encontra com a inspiração.

Mais do que uma simples exposição, o Electrolux EcoLine Hub oferece uma experiência totalmente imersiva, projetada para conscientizar os/as visitantes sobre a simplicidade e a importância de práticas que podem ajudá-los/as a viver de forma mais sustentável em casa. Com esta iniciativa, a Electrolux busca estimular um diálogo mais amplo sobre o tema. O Electrolux EcoLine Hub também inclui uma exposição de produtos da linha Electrolux EcoLine, uma seleção dos eletrodomésticos de cozinha e lavanderia mais eficientes da marca em termos de consumo de energia, desenvolvidos para ajudar os/as usuários/as a fazerem escolhas melhores.

Como os guarda-corpos elevam o projeto de paisagismo?

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Independentemente da região, os parques e espaços públicos oferecem um refúgio revigorante em meio aos ambientes urbanos agitados, proporcionando uma pausa momentânea no ritmo acelerado da vida diária. Projetados para o benefício coletivo, esses locais funcionam como ecossistemas dinâmicos onde o lazer e o relaxamento se integram harmoniosamente à experiência de quem os visita. Contudo, qual é o principal desafio ao projetar esses espaços? Ter a sensibilidade necessária para encontrar o equilíbrio que atenda a diversas demandas, garantindo, ao mesmo tempo, acessibilidade, conforto e segurança. Como o arquiteto austro-americano Richard Neutra disse certa vez: "Se você precisa projetar para as pessoas, deve observá-las, compreendê-las e simpatizar com elas."

Nesses ambientes, a dinâmica que se desenvolve em seu "interior" é particularmente intrigante. Diferentes atividades se desenrolam e as pessoas que os frequentam apresentam características diversas. Diante da escala ou da vegetação densa desses locais, caminhos sinuosos e declives são frequentemente utilizados para conectar diferentes áreas, criando trajetos complexos. Nesse contexto, os sistemas de guarda-corpos reforçam a continuidade e oferecem orientação e segurança ao longo de percursos intrincados. Essas estruturas direcionam o fluxo de movimento, garantindo que o público navegue pelo espaço de forma confortável e, consequentemente, enriquecendo de maneira significativa sua interação geral com o ambiente construído. Essa influência também molda a forma como esses elementos de design afetam a experiência ao ar livre de modo geral, algo que exploraremos mais a fundo.

Eficiência Energética em Edifícios Residenciais: Alcançando 40% de Economia no Gardea Residencial

Em uma paisagem urbana em rápida evolução, o novo edifício residencial redefine o conceito de vida em comunidade. O Gardea Residencial está localizado em Miralbueno, um dos 15 bairros da cidade de Zaragoza, uma área caracterizada pela expansão de empreendimentos residenciais. O projeto exemplifica um design funcional e sustentável, materializado em dois blocos lineares, cada um otimizando o espaço disponível com um subsolo, um pavimento térreo e pavimentos adicionais—dois em um bloco e três no outro. Com seu desenho elegante, o edifício concebido pelo escritório Tash&Partners apresenta uma fachada ventilada feita de placas cerâmicas extrudadas de porcelanato da Faveker. Estas placas, além de serem recicláveis, potencializam a sustentabilidade e a eficiência do conjunto.

XIII Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo: descubra os projetos premiados e finalistas

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De 2 a 6 de dezembro, será realizada em Lima, Peru, a XIII Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo (BIAU), sob o tema CLIMA: Ações para o bem viver. Desde 1998, a BIAU — promovida pelo governo da Espanha por meio do Ministério da Habitação e Agenda Urbana (MIVAU), em colaboração com o Conselho Superior dos Colégios de Arquitetos da Espanha e com o apoio da Fundação ARQUIA — tem como objetivo difundir boas práticas de arquitetura e urbanismo na Ibero-América, fomentando um espaço de debate em torno dos desafios contemporâneos compartilhados entre a Espanha e a América Latina. Ao construir pontes de conhecimento entre ambos os continentes, a BIAU abre suas portas mais uma vez, agora em Lima.

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Fachadas solares duráveis e resilientes: 5 princípios arquitetônicos essenciais

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No projeto de fachadas, diversos fatores influenciam sua concepção. A partir de elementos compositivos, geográficos e ambientais, as fachadas incorporam uma série de gestos que moldam o envelope do edifício, funcionando como a interface entre o ambiente externo e a vida em seu interior. Nesse contexto, a arquitetura contemporânea busca enriquecer o papel das fachadas, maximizando seu potencial por meio da inovação tecnológica. Atualmente, a tecnologia se integra de forma a criar uma arquitetura mais expressiva e texturizada, explorar diferentes materialidades e promover uma arquitetura circular e de baixo carbono.

Ao compreender as fachadas como a pele dos edifícios e reconhecer a crescente demanda global pelo uso eficiente de recursos no ambiente construído, surge a necessidade de aproveitar a incidência de luz solar nas fachadas das edificações. Em resposta a isso, e considerando um cenário arquitetônico estreitamente ligado à tecnologia, os sistemas fotovoltaicos integrados à edificação (BIPV) ganharam ainda mais relevância na criação de novas estéticas para fachadas e na minimização dos impactos ambientais. Esses sistemas, com suas capacidades técnicas e qualidades estéticas, resultam em fachadas solares atraentes, duráveis e resilientes. Eles geram um impacto positivo no ambiente construído ao incorporar de forma integrada a produção de energia sustentável aos edifícios.

Celebrando a vida de arquitetos e arquitetas inspiradores que nos deixaram em 2024

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Com o encerramento do ano, dedicamos um momento para homenagear as trajetórias e contribuições de célebres arquitetos/as, designers e artistas que faleceram em 2024. Essas figuras influentes deixaram um legado duradouro no ambiente construído, estimulando uma reflexão mais profunda sobre o papel de suas disciplinas na sociedade e sua capacidade de evoluir ao longo do tempo.

Seja por meio de sua atuação na academia, na prática profissional ou nas artes, cada uma dessas pessoas se destacou pela dedicação em impulsionar os campos da arquitetura, do paisagismo, do design, da materialidade, entre outros. Do arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker Fumihiko Maki ao renomado escultor Richard Serra, cada um apresentou uma visão e uma abordagem singulares de projeto, deixando um vasto repertório de conhecimento a ser explorado.

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Sandra Iturriaga: "A cidade precisa ser pensada como um ecossistema"

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Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com a arquiteta chilena Sandra Iturriaga sobre o livro ⁠Mapocho Aguas Abajo⁠ (Ediciones ARQ), uma publicação desenvolvida pelo Mapocho 42K Lab da Pontifícia Universidade Católica do Chile que propõe a valorização do patrimônio e da paisagem do Rio Mapocho em seu trecho a jusante em Santiago, Chile.

Integrar a natureza como material construtivo: conhecendo as obras do Estudio Planta

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Combinando experiência, conhecimento, tradição, inovação e experimentação, o Estudio Planta, com sede em Buenos Aires, Argentina, foca em fomentar a relação entre a arquitetura e a natureza, utilizando a vegetação como material construtivo e integrando os espaços externos ao cotidiano. Ao abordar as diferentes características de cada local, a inovação programática, a sustentabilidade, o cuidado com os materiais nobres e os detalhes construtivos, o estúdio define sua identidade, propondo formas de viver em sintonia com os habitantes e compreendendo o legado que, por meio da arquitetura, pode deixar para a sociedade.

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Megacidades, megaprojetos e megafavelas: explorando a urbanização na Índia

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Impulsionada pelas ardentes aspirações de crescimento e desenvolvimento da nação, a paisagem social, econômica e física da Índia se transformou. Uma parcela significativa da população da região está em idade ativa e constitui um mercado de dimensões massivas, tornando a Índia uma terra de oportunidades, especialmente aos olhos de investidores/as estrangeiros/as.

Refletindo esse contexto, múltiplas megacidades e megaprojetos caracterizam o ambiente construído e impulsionam a nação rumo ao status de superpotência. Por outro lado, esses projetos visionários, somados à tendência de rápida urbanização, também trazem consigo uma série de efeitos colaterais — a disseminação de assentamentos informais e, consequentemente, os desafios para o desenvolvimento equitativo.

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O renascimento de Gyumri: reconstruindo o patrimônio cultural da Armênia após o terremoto de 1988

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Gyumri, capital da região de Shirak na Armênia e segunda maior cidade do país, era historicamente conhecida por sua cultura e patrimônio arquitetônico. Quando integrava a União Soviética, a cidade abrigava diversas fábricas que a transformaram no principal polo industrial da região, alcançando uma população de aproximadamente 225 mil habitantes. No entanto, nas últimas décadas, Gyumri registrou um declínio populacional considerável em decorrência de um terremoto devastador que destruiu a cidade em 1988 e causou a morte de milhares de pessoas. Mais de 30 anos depois, o processo de regeneração de Gyumri ainda está em andamento. Os esforços contínuos da cidade para restaurar seu ambiente construído e impulsionar o desenvolvimento econômico oferecem lições valiosas sobre como conduzir a regeneração urbana após um desastre.

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Como o projeto-piloto da Roofscapes em Paris é pioneiro na arquitetura resiliente ao clima na Europa

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À medida que temperaturas recordes assolam as cidades europeias, profissionais do setor reconhecem que a infraestrutura existente está mal equipada para lidar com os impactos das mudanças climáticas. Diante dessa preocupação, a Roofscapes, uma startup surgida na MIT School of Architecture and Planning, desenvolveu soluções inovadoras para ampliar a resiliência climática urbana. Sua abordagem foca na adaptação estratégica de espaços subutilizados, como as coberturas. Ao enfrentar os desafios imediatos impostos pelo calor extremo, o trabalho da startup exemplifica como a inovação arquitetônica pode contribuir diretamente para atender às necessidades de adaptação climática nas cidades. A empresa foi reconhecida como uma das Melhores Novas Práticas de 2024 do ArchDaily por sua abordagem inovadora no enfrentamento de problemas urbanos, como acessibilidade habitacional, perda de biodiversidade, aumento das temperaturas urbanas e reutilização de espaços.

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Tijuana-San Diego como farol criativo: explorando a crescente influência da Capital Mundial do Design

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Conferências, eventos e exposições globais influenciaram profundamente a evolução da arquitetura e do design, funcionando como catalisadores de inovação, novas ideias e debates fundamentais. Alguns encontros, como o histórico Congrès International d'Architecture Moderne, impactaram profundamente a disciplina. Outros, por sua vez, como a Bienal de Veneza e a Capital Mundial do Design (WDC, na sigla em inglês), continuam moldando a paisagem arquitetônica por meio de suas edições periódicas. Iniciada em Turim, na Itália, a WDC celebra uma cidade diferente a cada dois anos como um polo de reflexão e criatividade em design. Na edição mais recente, a região binacional de Tijuana-San Diego fez história como a primeira WDC transfronteiriça, emergindo como um epicentro criativo com uma programação rica e inovadora que merece atenção especial.

Villa Sidonius: Soluções de vedação pneumática em contextos incomuns

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No vale do rio tcheco Berounka, próximo a Praga, o escritório Stempel & Tesař Architekti projetou uma residência privada extraordinária. A estrutura alongada, construída principalmente de aço e vidro, apresenta janelas de correr monumentais da air-lux. Todo o volume se projeta na paisagem como um píer.

Villa Sidonius materializa a forma mais pura de contemplação e amplitude visual. E não é por acaso: a paisagem ao longo do rio Berounka é caracterizada pela flora e fauna de diversas reservas naturais. A cidade de Černošice, localizada na periferia sudoeste de Praga, também está imersa em meio ao verde. Esse entorno inspirou a equipe do escritório Stempel & Tesař a projetar esta residência unifamiliar, que se assemelha a um píer que se estende da encosta em direção à paisagem.

Projetando Ambientes Rurais Compartilhados: Definindo Espaços Públicos além das Métricas Urbanas

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Os ambientes rurais costumam ser difíceis de definir nos contextos administrativo e profissional, trazendo consigo preconceitos e complexidades notáveis. Embora os limites de população e densidade sejam os determinantes mais comuns para traçar fronteiras administrativas, outros fatores, como infraestrutura, emprego e serviços, também contribuem para caracterizar o meio rural. Nos Estados Unidos, o Census Bureau define a ruralidade não por suas características ou recursos, mas por suas ausências, como "qualquer população, habitação ou território que não esteja em uma área urbana". Para a comunidade de projeto e planejamento, é importante definir o futuro dos ambientes rurais não por meio de métricas de recursos ou infraestrutura urbana, mas desenhando uma nova estrutura voltada à flexibilidade, à adaptação e à saúde.

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