Os revestimentos cerâmicos são uma forma decorativa quase tão antiga quanto o próprio tempo, com origem na antiga Mesopotâmia, onde foram utilizados pela primeira vez há cerca de 4.000 anos. Hoje, funcionam como um elemento estético global, ao mesmo tempo ascético e pictórico, disponíveis em uma ampla gama de cores e texturas. Produzidos a partir do processo elementar de queima de argila, minerais e água a altas temperaturas, tornam-se um material robusto e altamente resistente, com uma infinidade de aplicações.
Na região que hoje corresponde à Itália, o uso e a produção de revestimentos proliferaram na era romana — sobretudo sob a forma de mosaicos complexos e multicoloridos —, e as estéticas adotadas na antiguidade estabeleceram um precedente histórico para as soluções contemporâneas. Esse uso expandiu-se ainda mais no final do período renascentista, com artesãos e artesãs italianos aperfeiçoando a técnica como um meio de expressão artística. Como resultado, o país continua sendo, talvez, o produtor por excelência de revestimentos cerâmicos e porcelanatos.
Ao longo das últimas duas décadas, o Holcim Foundation Awards destinou US$ 20 milhões para destacar projetos transformadores de arquitetos/as, designers e engenheiros/as pioneiros em práticas de design e construção sustentáveis. Para registrar essas trajetórias, a Fundação lançou uma série de curtas-metragens intituladaWords withWinners.
A série oferece um olhar detalhado sobre projetos premiados de design sustentável por meio de entrevistas exclusivas com seus autores e autoras. A produção inclui um dos primeiros filmes a apresentar o BIG U, também conhecido como DryLine, em sua forma construída, trazendo um diálogo exclusivo com Bjarke Ingels, diretor criativo e fundador do Bjarke Ingels Group (BIG).
O Kunsthaus Graz, projetado por Peter Cook e Colin Fournier, redefine de forma ousada a arquitetura contemporânea em uma cidade histórica. Concluído em 2003 como peça central das celebrações de Graz como Capital Europeia da Cultura, sua forma biomórfica, apelidada de "Friendly Alien" ("alien amigável"), atraiu as atenções do mundo todo. Em meio ao seu entorno barroco e medieval, o edifício estabelece uma ponte entre o passado e o futuro, servindo como testemunho das ambições culturais da cidade.
Situado às margens do Rio Mur, no distrito de Lend, o Kunsthaus desafia as normas arquitetônicas tradicionais com seu design orgânico e fluido. Ao rejeitar a geometria ortogonal, o museu funde de forma harmônica arte, arquitetura e interação pública, redefinindo o conceito de instituição cultural. Seu impacto vai muito além da estética, impulsionando a revitalização urbana de um bairro outrora negligenciado, além de trazer dinamismo cultural e atividade econômica.
Videoclipe do 2 World Trade Center / BIG, Squint/Opera. Imagem cortesia de BIG
Apresentações de arquitetura para clientes costumam incluir renders, diagramas e desenhos. Interpretar esses elementos e vislumbrar o resultado final exige imaginação e repertório arquitetônico para preencher as lacunas e visualizar a obra concluída. O BIG e a Squint/Opera, em uma parceria que une uma potência da arquitetura a um estúdio digital criativo, exploram métodos inovadores para transmitir o projeto espacial e arquitetônico para além dos meios tradicionais. Ambos reimaginam a narrativa arquitetônica para além dos recursos visuais estáticos em 2D, utilizando produções de vídeo de última geração e tecnologias imersivas, o que permite a clientes e ao público em geral vivenciar plenamente suas visões futuristas de planejamento urbano e design de arquitetura. Entre suas colaborações mais notáveis estão a produção de vídeo para o projeto Toyota Woven City e a criação da ferramenta colaborativa de projeto em realidade virtual (VR) HyperForm.
Em entrevista ao ArchDaily, Daniel Sundlin, sócio do BIG, e Matt Quinn, diretor comercial da Squint/Opera, compartilham suas perspectivas sobre o futuro da narrativa digital na arquitetura.
Nova York é uma cidade em constante transformação. Desde o final do século XVIII, quando se tornou um dos maiores portos do mundo, a metrópole se estabeleceu como um polo de inovação, comércio e diversidade cultural, atraindo imigrantes de todas as partes. A rápida industrialização do século XIX impulsionou a proliferação de fábricas, armazéns e bairros de classe trabalhadora, como o Brooklyn e o Lower East Side, que moldaram o crescimento urbano e econômico da cidade.
A Forestier colabora com designers de renome para criar peças de iluminação que misturam formas geométricas e orgânicas, valorizando qualquer espaço interior. Imagem cortesia de Forestier
Lida isoladamente, a premissa da Maison Forestier de uma constante "busca pela originalidade perpétua e o domínio do delicado equilíbrio entre a natureza e o design" pode soar um pouco abstrata. No entanto, a marca parisiense de iluminação – desde sua fundação inspirada na topiaria por Bernard Forestier em 1992 – conquistou um nicho singular em seu setor, unindo paixão, liberdade e descoberta para criar peças radiantes que mesclam uma estética única com extrema funcionalidade, adaptando-se aos mais diversos ambientes.
Arquitetos/as de todo o mundo estão convidados/as a participar do concurso "Best House in the World", uma nova competição internacional criada para descobrir e premiar projetos de arquitetura residencial inovadores que ainda não foram construídos e seguem em fase de desenvolvimento. A marca inHAUS, com o patrocínio de Geberit, Porcelanosa, Schüco, Joquer e S&P, apresenta o desafio da construção industrializada para os projetos mais ousados e criativos. Trata-se de projetos reais, com clientes e terrenos reais, desenvolvidos por profissionais que buscam alcançar novos padrões de excelência e qualidade em suas construções residenciais. Desafie os limites com o inovador sistema de construção off-site da inHAUS!
Nas últimas duas décadas, o prêmio Holcim Foundation Awards destinou US$ 20 milhões para destacar projetos transformadores de profissionais de arquitetura, design e engenharia pioneiros em práticas de projeto e construção sustentáveis. Para registrar essas trajetórias, a Fundação lançou uma série de curtas-metragens intitulada Words withWinners.
À medida que as grandes cidades continuam a se desenvolver, enfrentamos desafios intrigantes em relação à preservação e ao reuso adaptativo de edifícios, locais e artefatos significativos. Isso propõe uma questão complexa que envolve história política, teoria da arquitetura e significado cultural. O reuso adaptativo vai além dos projetos arquitetônicos e espaciais; ele permite que cidades e comunidades reflitam, reavaliem e reinterpretem sua história sob diferentes perspectivas. Contudo, ao contrário dos livros e das palavras, os edifícios podem não resistir ao teste do tempo por si mesmos para servir como testemunhos diretos das histórias que contam. Como devemos nos questionar sobre o que preservar e o que demolir? Como as comunidades podem se envolver na restauração ativa ou na adaptação de edifícios históricos?
Ao projetar e iluminar um espaço, o objetivo é atender a uma exigência específica ou exercitar a criatividade? Ambas as perspectivas têm seu mérito; contudo, um princípio unificador deve sempre prevalecer: as pessoas precisam estar no centro de tudo o que fazemos. Hoje, compreende-se perfeitamente que o ambiente significativamente influencia nosso bem-estar, afetando o humor e o desempenho, mesmo em contextos desafiadores como o espaço sideral. Embora esse ponto de vista tradicionalmente englobe aspectos antropométricos e biológicos, novas abordagens estão expandindo o design para além do tangível. A iluminação passa a ser utilizada para moldar atmosferas que ecoam profundamente em nossas emoções.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140238/moldando-atmosferas-com-a-iluminacao-uma-abordagem-centrada-no-ser-humano-para-o-design-emocionalEnrique Tovar
O Factory 52, batizado em referência à produção de baralhos de 52 cartas que outrora ocorria no local, é um exemplo notável de reuso adaptativo, transformando uma antiga fábrica em uma vibrante comunidade de uso misto. Localizado em Norwood, Ohio, no antigo edifício da U.S. Playing Card Company, o projeto de renovação reimagina o patrimônio industrial ao integrar o design moderno sem perder de vista suas raízes históricas, incorporando áreas residenciais, comerciais e de lazer. O uso de revestimento de tijolos desempenha um papel crucial na conexão entre o passado e o futuro, oferecendo uma textura rústica que homenageia a história industrial ao mesmo tempo em que destaca as novas estruturas com seus tons singulares em um cenário contemporâneo.
Até hoje, o Cairo ostenta uma história vibrante, além de uma rica cultura arquitetônica e patrimonial que, sob uma perspectiva externa, continuam a ser a representação mais viva e marcante da cidade. Mas o que é o Cairo de hoje para além de ser a capital do Egito, do Nilo, dos desertos, das ruas movimentadas, dos museus, dos sítios arqueológicos e de seus edifícios históricos? A cidade passou por uma rápida transformação urbana nas últimas décadas, adquirindo um caráter notavelmente diferente daquele que as gerações passadas e recentes lembram de sua juventude nas ruas, bairros e edifícios locais.
O Cairo viu sua população saltar de 4 milhões de habitantes na década de 1960 para mais de 20 milhões atualmente, ao passo que sua área urbana expandiu-se cerca de 400% desde então. A área construída representa quase metade da região metropolitana, com uma taxa de crescimento urbano anual de 2% a 4% — muito superior à média de 1% típica de países como Canadá, Alemanha, Japão, Itália e Suécia. Em decorrência dessa rápida urbanização, as terras agrícolas hoje constituem menos de 10% da área total do Grande Cairo. A cidade configura-se como um mosaico em constante evolução de mais de 50 bairros distintos, cada um com identidade e composição demográfica próprias, que enriquecem o diversificado tecido urbano do Cairo.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140239/cairo-um-mosaico-de-narrativas-urbanas-contrastantesHadir Al Koshta
O recurso Animação de Fases (Phasing Animation) no D5 Render 2.9 redefine a maneira como profissionais apresentam projetos complexos. Ele simplifica a criação de visualizações dinâmicas e passo a passo, perfeitas para demonstrar etapas de construção, montagem de produtos e transformações paisagísticas. Com modelos predefinidos como Queda/Subida (Drop/Rise) ou Ascender/Descender (Ascend/Descend), usuários/as podem organizar objetos em sequência rapidamente, sem a necessidade de quadros-chave (keyframes) complexos. Isso facilita a ilustração de como uma estrutura é construída, como um produto é instalado ou de que forma os elementos crescem e evoluem em uma paisagem.
Nesta quarta-feira, 9 de outubro, abre ao público a 19ª edição da Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. O evento, que será realizado novamente no Faena Art Center, se estenderá até o domingo, 13 de outubro. Durante cinco dias, a cidade será palco de reflexões sobre sustentabilidade, meio ambiente e novas tecnologias aplicadas à arquitetura e ao design. Além da exposição central, a programação incluirá conferências internacionais, workshops e diversas instalações distribuídas por vários pontos estratégicos de Buenos Aires.
O conceito de arquitetura inclusiva tem ganhado destaque à medida que o ambiente construído evolui para refletir e atender às diversas necessidades da humanidade. Essa abordagem prioriza a empatia, a acessibilidade e a equidade, buscando criar espaços que ressoem com indivíduos de diferentes perfis demográficos, habilidades e contextos culturais. O conceito vai além do mero cumprimento de normas de acessibilidade ou da incorporação de elementos de desenho universal; em vez disso, representa uma mudança de paradigma que humaniza a arquitetura e a alinha a valores sociais fundamentais. Sob essa ótica, a arquitetura inclusiva estimula conexões, acolhe a diversidade e garante que os espaços físicos contribuam para o bem-estar coletivo.
Este artigo explora quatro temas interligados — Empatia, Arquitetura Inclusiva, Equidade Espacial e Acessibilidade — por meio de artigos selecionados publicados em 2024. Juntos, esses temas revelam como a arquitetura pode responder aos desafios e aspirações da sociedade, ilustrando seu potencial como catalisadora de transformação social. Desde projetar para a conexão emocional até enfrentar as desigualdades espaciais, as lições de 2024 enfatizam a responsabilidade de profissionais de arquitetura em criar espaços que transcendam a funcionalidade, promovam a inclusão em todas as escalas e fomentem ambientes onde todas as pessoas se sintam vistas, valorizadas e integradas.
Vencedores Globais: The Light Filter e Solar Sinter. Imagem cortesia de The International Velux Award for Students of Architecture 2024
O Grupo VELUX tem o orgulho de anunciar que os projetos “Solar Sinter”, de Anders Eugen Lund (Dinamarca), e “The Light Filter”, de Wan Zilin, Poon Gin Yong e Zang Jiayou (China), foram selecionados como os vencedores globais do International VELUX Award for Students of Architecture 2024.
A história dos materiais na construção é uma trajetória de inovação e adaptação às necessidades do entorno. Em suas formas mais rudimentares, por exemplo, os primeiros adesivos eram fabricados a partir de fontes naturais, como misturas de resinas de árvores, cal e água. Posteriormente, culturas como a egípcia refinaram esses métodos, utilizando amido e caseína (proteína do leite) para unir elementos em suas edificações. Essa evolução atingiu um marco com a Revolução Industrial, quando a industrialização e a introdução de compostos sintéticos lançaram as bases para os produtos avançados que conhecemos hoje. Os métodos de produção desses materiais transformaram a construção, otimizando processos e promovendo avanços significativos em prol da sustentabilidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140208/adesivos-arquitetonicos-uma-trajetoria-de-inovacao-rumo-a-um-futuro-sustentavelEnrique Tovar
O Office ParkScheerbarth, selecionado como uma das Novas Práticas de 2024 do ArchDaily, foi fundado em Berlim em 2019 pelos sócios Moojin Park e Benjamin Scheerbarth. Juntos, criam uma síntese entre arquitetura, planejamento urbano e ciências sociais, baseando-se em contextos culturais e educacionais da Coreia, dos EUA e da Alemanha. Seu trabalho gera espaços que acolhem a versatilidade, os desafios e o crescimento. A dupla personifica uma fusão de culturas, nacionalidades e diversas disciplinas, abordando cada projeto sob múltiplas perspectivas e enfatizando a adaptabilidade, o respeito pela apropriação do espaço e a busca contínua por conhecimento e inovação. Desafiando normas e regulamentações do ambiente construído, Moojin Park e Benjamin Scheerbarth compartilham o compromisso de expandir e explorar os limites do design. Eles se conheceram durante o mestrado nos EUA, onde a visão compartilhada de ambos tomou forma e marcou o início de sua trajetória conjunta.
Temos o prazer de anunciar nossos próximos workshops de dezembro em parceria com a Parametric Architecture, nossa parceira do ArchDaily Plus. Esses workshops foram cuidadosamente planejados para capacitar arquitetos/as, designers e entusiastas, proporcionando-lhes as mais recentes perspectivas e habilidades no dinâmico campo do design paramétrico. Conduzidas por especialistas e profissionais visionários do setor, essas sessões imersivas explorarão técnicas de ponta, ferramentas inovadoras e aplicações práticas, criando um ambiente de aprendizado dinâmico e inspirador onde os/as participantes poderão elevar seus conhecimentos em design a patamares inéditos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140218/workshops-de-dezembro-de-arquitetura-parametricaArchDaily Team
Cortesia do American Institute of Architects (AIA)
A seção do Oriente Médio do American Institute of Architects (AIA) está com inscrições abertas para a 11ª edição de sua Conferência de Fim de Ano e do Design Awards, que acontecerá na vibrante cidade de Doha, no Catar, entre os dias 22 e 23 de novembro de 2024. O prestigiado evento reunirá lideranças de pensamento, profissionais e entusiastas para explorar as últimas tendências, inovações e desafios no campo do design, com foco no notável desenvolvimento do Catar.
Em 1900, Paris sediou seus primeiros Jogos Olímpicos. Tratava-se da segunda cidade a receber o evento, logo após a edição inaugural em Atenas. Aquele foi também o ano da *Exposition Universelle* (Exposição Universal), ocasião em que a capital francesa pôde demonstrar, mais uma vez, como havia se reinventado em menos de 30 anos. Até hoje, Paris permanece como um polo de inovação e desenvolvimento arquitetônico de toda ordem, impulsionado por projetos ousados que transformam o modo de viver, além de novas técnicas e materiais. A cidade justapõe, de forma fascinante, a grandiosidade e o monumentalismo de suas obras predominantemente barrocas, "segundo império" e *art nouveau* a propostas que buscam reformas na habitação social, como nos trabalhos experimentais de Le Corbusier ou nas intervenções sensíveis de Lacaton & Vassal.
É essa abertura para o mundo que atrai não apenas milhões de visitantes anualmente, mas também mentes inovadoras e profissionais da arquitetura que se estabeleceram na cidade e fizeram dela seu segundo lar. Mais uma vez, Paris se transforma à medida que canteiros de obras de grande porte, reformas e restaurações se espalham por todo o território para receber atletas do mundo inteiro nas Olimpíadas de 2024.
A criação de imagens por meio da inteligência artificial (IA) nos surpreendeu há alguns anos. Utilizando algoritmos como redes neurais convolucionais (CNNs), esses sistemas são treinados para identificar padrões visuais em imagens do imenso banco de dados da internet, interpretá-los e gerar novas composições. Inicialmente, os resultados tendiam a ser rudimentares, frequentemente distorcidos e estranhos, mas com a evolução dos sistemas e dos métodos de treinamento, a IA passou a produzir imagens altamente detalhadas e visualmente impressionantes, desafiando os limites da criatividade digital. Na arquitetura, isso não tem sido diferente. À medida que o projeto de arquitetura evolui, as tecnologias que permitem a arquitetos e arquitetas dar vida às suas visões progridem no mesmo ritmo. As renderizações por IA estão transformando a maneira como visualizamos e conceituamos espaços, com potencial para reduzir significativamente os custos, aumentar a eficiência e melhorar a precisão, especialmente em termos de fidelidade de escala e representação espacial.
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As coleções de metais da Villeroy & Boch impressionam pelos seus materiais de alta qualidade e são ideais para banheiros exclusivos. Imagem cortesia de Villeroy & Boch
Além de louças com design elegante, mobiliário sofisticado e acessórios práticos, a gama de banheiros da Villeroy & Boch também inclui elegantes metais. Assim como ocorre com todos os produtos da marca, sua ampla variedade oferece qualidade duradoura e funcionalidade confiável, garantindo vida útil prolongada graças aos materiais de alto padrão e ao acabamento meticuloso. Além disso, os metais são perfeitamente coordenados com as coleções de banheiro da própria empresa em termos de design e funcionalidade — o selo Top-Together, apresentado pela Villeroy & Boch, destaca combinações particularmente harmoniosas para profissionais de arquitetura e projetistas de banheiros. Ao todo, estão disponíveis 13 coleções de metais, oferecendo uma ampla gama de estilos, tamanhos e formas.