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Eduardo Castillo: "Tive a ambição de construir sozinho, o que é muito complexo"

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A notícia correu rapidamente naquela tarde de quarta-feira. O arquiteto chileno Eduardo Castillo, sócio de Smiljan Radic, estava em estado grave após um acidente automobilístico sofrido naquele mesmo dia em Santiago. A comunidade local da arquitetura mal teve tempo de reagir quando, na manhã seguinte, quinta-feira, 5 de outubro de 2017, foi confirmado seu inesperado falecimento aos 45 anos de idade.

A Espanha ainda não possui uma Lei de Arquitetura. Este 2018 pode ser o ano

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Por mais surpreendente que possa parecer, a Espanha atualmente não possui, em âmbito nacional, nenhuma Lei de Arquitetura e Habitabilidade que reconheça e promova o valor que essa profissão tem para o desenvolvimento econômico, social e cultural do país.

No entanto, o ano de 2017 trouxe duas ótimas notícias que podem e devem servir de impulso para avançar em direção a uma lei nacional realmente necessária. Por um lado, a aprovação, no dia 8 de novembro passado, da Lei de Contratos do Setor Público que, segundo o próprio presidente do Conselho Superior dos Colégios de Arquitetos da Espanha (CSCAE), Jordi Ludevid, representa “uma mudança espetacular e muito positiva” para os/as arquitetos/as. Por outro, a aprovação, em 28 de junho de 2017, da primeira Lei de Arquitetura promulgada na Espanha, a Lei de Arquitetura da Catalunha.

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As melhores teses de graduação em arquitetura na Colômbia de 2018

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Em setembro lançamos na Colômbia a terceira edição da nossa convocatória para que arquitetas e arquitetos enviassem seus trabalhos de conclusão de curso (conhecidos no país como tesis de grado). Nesta edição, a convocatória recebeu 94 projetos de mais de 10 cidades e 22 universidades de todo o país, um aumento de 34% nas propostas recebidas em relação a 2017.

Após uma avaliação exaustiva, 6 trabalhos de conclusão de curso foram eleitos vencedores pelo nosso júri editorial (Fabián Dejtiar, Mónica Arellano, José Tomás Franco e Nicolás Valencia). Obras construídas, investigações históricas e planos diretores fazem parte da nossa seleção: desde um protótipo residencial rural até uma detalhada pesquisa sobre o Edificio de Renta, formato residencial popular em Bogotá entre as décadas de 1940 e 1970.

Além disso, incluímos pela primeira vez um júri externo de alto nível, encarregado de escolher o projeto Grande Vencedor 2018. O júri foi composto por Lina Toro (Madri), Carlos Cano (OPUS, Medellín) e Jorge Noreña (Ruta 4, Pereira). "Embora a arquitetura exija rigor, dedicação e habilidades comunicativas, ela também necessita consolidar vínculos com o urbanismo e a paisagem, bem como com profissões que viabilizam ideias transformadoras", comenta Cano na avaliação do júri.

Os 10 melhores projetos de fim de curso desenvolvidos por estudantes de arquitetura na Argentina em 2017

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Com o objetivo de dar visibilidade à valiosa produção das universidades argentinas, lançamos uma chamada aberta na qual convidamos nossos leitores e leitoras na Argentina a enviar seus projetos de conclusão de curso, difundindo o fruto do trabalho que lhes permitiu se tornarem, recentemente, arquitetos e arquitetas.

Após receber mais de 70 propostas de diferentes faculdades e cidades argentinas, nossa equipe editorial selecionou 10 delas, considerando os projetos que evidenciavam um pensamento crítico em relação às problemáticas, à forma adotada e à sua representação. A seleção não apenas valoriza os projetos que entregaram a melhor arquitetura possível por meio de um desenho simples, adequado ao seu contexto, ao seu programa e aos seus usuários e usuárias, mas também aqueles que demonstram uma atenção especial à escala humana, à mediação e transição, e a novas formas de abordar a arquitetura nas cidades.

Confira os nossos 10 projetos de destaque a seguir.

Putucos: a arquitetura vernacular tem algo a dizer sobre sustentabilidade

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No contexto do XV Taller Social Latinoamericano, que atualmente ocorre em Puno, no Peru, visitamos a região de Iruito Tupi (província de Huancané) acompanhados por Francisco Mariscal, Diretor da Direção Desconcentrada de Cultura de Puno do Ministério da Cultura, que em sua conferência apresentou a história dos putucos, habitações construídas unicamente com blocos de terra e capim extraídos do próprio solo.

Às vezes, tem-se a impressão de que a história gira sobre si mesma. Um mesmo roteiro com outros nomes, outros rostos e outros lugares. Há 10.000 anos, o planalto andino e a bacia do Lago Titicaca — atualmente compartilhada por Peru e Bolívia — começaram a ser povoados por grupos de caçadores e coletores que chegaram a essas altitudes atraídos pelas lhamas, vicunhas, aves e peixes disponíveis.

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Uma experiência atípica em um espaço tradicional: 3 banheiros de destaque na Casa FOA 2018

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Modernos e surrealistas, mas sem deixar de lado a funcionalidade e o conforto. Os banheiros projetados por arquitetos/as e designers emergentes na atual mostra de design e arquitetura de interiores Casa FOA, em Santiago do Chile, buscam repensar um espaço tradicional em um contexto inovador, com o objetivo de provocar uma experiência diferente em seus usuários e espectadores.

Uma experiência atípica em um espaço tradicional: 3 banheiros de destaque na Casa FOA 2018 - Image 1 of 4Uma experiência atípica em um espaço tradicional: 3 banheiros de destaque na Casa FOA 2018 - Image 2 of 4Uma experiência atípica em um espaço tradicional: 3 banheiros de destaque na Casa FOA 2018 - Image 3 of 4Uma experiência atípica em um espaço tradicional: 3 banheiros de destaque na Casa FOA 2018 - Image 4 of 4Uma experiência atípica em um espaço tradicional: 3 banheiros de destaque na Casa FOA 2018 - Mais Imagens+ 24

A maquete arquitetônica, um exercício de estilo

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Poucos nomes se ajustam tanto ao rótulo de “escritor de culto” quanto Raymond Queneau, que conta com uma minoria fanática de seguidores, quase militantes da causa: a literatura como um jogo muito sério. À primeira vista, e mesmo em uma leitura menos atenta, Exercícios de Estilo, escrito pelo francês em 1949, revela-se radicalmente diferente de uma obra literária convencional. O livro se situa, ou finge se situar, em uma espécie de terra de ninguém entre a teoria e a prática literárias, transmitindo a impressão de ter sido elaborado com base nos capítulos de um manual de estilística. Queneau rejeita qualquer esquema prévio que pudesse organizar os “exercícios” em agrupamentos temáticos, por sua complexidade gradual ou, simplesmente, por ordem alfabética. Ele sequer trabalha sobre um mesmo fragmento de partida. Em alguns momentos, prefere-se o mero jogo mecânico de transformação textual para alcançar uma sensação de puro absurdo.

Não é de surpreender que este livro de sete décadas atrás continue parecendo revolucionário e seja considerado um manual indispensável em todas as faculdades de letras. O que Queneau nos ensinou na época, essa liberdade criativa quase debochada, é algo ainda difícil de igualar hoje em dia. Por isso, esse exercício de variação, de não impor limites à imaginação, é e deve ser compatível com o trabalho com maquetes arquitetônicas. O que Queneau nos ensinava, partiendo de um texto irrelevante e transformando-o até 99 vezes, é o mesmo que qualquer arquiteto/a deveria tentar traduzir em seu trabalho com maquetes. A arte da variação e da acumulação. “Diferença e repetição”, como diria Gilles Deleuze. Trabalhar 99 vezes sobre uma mesma ideia, vê-la mudar até, em dado momento, saber enxergar nela a sua própria síntese.

Em defesa de uma casa menor: convencendo clientes a desistirem da casa grande que querem construir

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Como arquitetos e arquitetas, frequentemente nos vemos em um dilema: o que fazer quando temos clientes que querem casas gigantescas, que superam de longe qualquer necessidade real? Como demovê-los da ideia de que precisam de uma residência de 325 metros quadrados para uma família de quatro pessoas?

Por um lado, queremos fazer o projeto. Afinal, um trabalho de maior porte nos mantém em atividade e financeiramente estáveis por muito mais tempo. Por outro lado, como conciliar isso com a ideia de sustentabilidade e com a responsabilidade que nós, profissionais da arquitetura, temos de promovê-la?

13 contas do Instagram dedicadas a fotografar fachadas

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13 contas do Instagram dedicadas a fotografar fachadas - Image 5 of 4
Usuário do Instagram @serjios (Serge Najjar). Imagem Zaha Hadid em Beirute

Nos últimos anos, as redes sociais — especialmente o Instagram — tornaram-se ferramentas extremamente importantes para o campo da arquitetura. O Instagram se consolidou como a plataforma visual por excelência para exibir uma ampla variedade de tipologias e estilos arquitetônicos, paisagens urbanas e edifícios impressionantes. Embora essas estruturas possam parecer comuns aos olhos do público geral, elas não são obras de arte apenas para os/as arquitetos/as, mas também para quem decide parar e contemplar seu design.

A seguir, selecionamos 13 perfis do Instagram dedicados a registrar fachadas e paredes ao redor do mundo, revelando a rica diversidade de nossas cidades.

Opinião: O Pavilhão do Chile apresenta o manifesto arquitetônico mais potente da Bienal de Veneza de 2018

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge sob o título "STADIUM: the Venice Biennale’s Most Powerful Architectural Statement".

A abertura da Bienal de Veneza traz consigo uma sensação geral de agitação e cacofonia estética. Todo o cenário é exuberante, quase avassalador em sua riqueza. Há milhares de pontos onde repousar o olhar. Há os figurinos: o ar salgado e úmido de Veneza consegue fazer com que pelo menos alguns arquitetos e arquitetas abandonem o tradicional traje inteiramente preto por sua versão de verão inteiramente branca, muitas vezes contrastada com joias geométricas de cores vibrantes. Há os eventos: a qualquer momento, ao longo de todo o fim de semana, há cerca de uma dúzia de profissionais da arquitetura reunidos em um debate para discutir tópicos relevantes ao tema de um pavilhão, da própria edição ou da arquitetura em geral. Há festas, piqueniques ao longo dos canais, taças de Aperol Spritz com seu brilho laranja vibrante e ecobags com design milimetricamente planejado que se esgotam tão rápido que o simples ato de carregá-las é um sinal de que você esteve lá, entre os primeiros a chegar, no centro dos acontecimentos.

Tudo é vertiginoso, caótico e brilhante, e de alguma forma é preciso conseguir prestar atenção em ideias sérias sobre arquitetura enquanto se tenta entender como é possível continuar suando mesmo já sendo quatro da tarde.

'Da Vila à Célula' aborda a possível reinvenção da quadra típica do pericentro de Santiago

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O workshop e simpósio internacional “De la Villa a la Célula”, realizado na Escola de Arquitetura da Pontifícia Universidade Católica do Chile entre os dias 2 e 20 de abril, focou na habitação social e coletiva, compreendida não apenas como de extrema relevância para a cidade, mas como um problema eminentemente arquitetônico. O workshop contou com a participação da equipe de tutoria local, composta por Alejandra Celedón, Álvaro Arancibia, Tatiana Carbonell e José Manuel Monge, juntamente com os convidados internacionais Sam Jacoby (AA/RCA, Londres), Francesco Marullo (UIC, Chicago) e Max Kahlen (AA, Londres).

Como explica a equipe organizadora, "questionamos a definição da palavra 'villa', que tem sido usada para designar arquiteturas muito distintas: desde a 'villa palladiana' até a 'villa' como conjunto habitacional popular, e a 'villa' como projeto coletivo. O workshop construirá sua própria definição. Por meio da ideia de “célula”, buscou-se questionar o conceito de “habitação mínima”, considerada não mais de forma individual nem em sua arquitetura como um objeto isolado, mas sim através das ideias de Karel Teige, que já em 1932 convidava a entender esse problema não como uma versão reduzida da tipologia dominante de habitação mínima, mas como uma transição espacial em direção a um modo de habitar coletivo".

Urban Sketchers Bogotá homenageia Rogelio Salmona com estes desenhos

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Conversamos com a arquiteta Mayerlly Cuta que, junto ao arquiteto e artista plástico Carlos Alberto Hernández, fundou o Urban Sketchers Bogotá, um movimento mundial de desenho promovido a partir da prática de desenhar nas ruas de Bogotá e que, por meio de encontros gratuitos e abertos a todo o público, motiva os/as artistas a capturarem em tempo real traços do que está ao seu redor.

De 24 de outubro a 9 de novembro, realizou-se uma exposição em homenagem ao arquiteto Rogelio Salmona. Segundo Mayerlly, a ideia surgiu após um dos encontros de desenho, enquanto tomavam um café e manifestaram a intenção de homenagear os 11 anos de seu falecimento registrando suas obras presentes na cidade de Bogotá. “Como gestores/as, começamos a desenhar e a promover os encontros, e logo surgiram oportunidades de transformar os trabalhos em uma exposição. A Sociedade Colombiana de Arquitetos e a Fundação Rogelio Salmona uniram-se ao projeto, que coincidiu com as atividades de outubro dessas entidades, resultando na convocatória 'Desenhando Salmona'. Essa chamada reuniu mais de 100 pessoas e foram coletados mais de 300 desenhos de diferentes cidades do país e do mundo.

Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito

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Os anos 70 e 80 testemunharam a nova imagem urbana da capital equatoriana. Rafael Vélez Calisto formou-se em 1970 e, desde então, foi um de seus mais destacados e prolíficos arquitetos. Expressou sua arquitetura para um país e uma capital pujantes que ofereciam oportunidades únicas aos profissionais, como consequência da exploração petrolífera, do crescimento das esferas pública e privada e do acelerado crescimento urbano.

A capital mudou o perfil de seus eixos principais, configurando-se como uma cidade vertical. Na avenida Amazonas, em Quito, a imagem dominante de grandes casarões, ainda com vida útil, foi desaparecendo, substituída pela de edifícios em altura (1); uma paisagem urbana que se estendeu por novas artérias em direção ao norte.

Nesses setores, destacam-se notáveis edifícios de sua autoria, contemporâneos e cosmopolitas.

Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito - Image 1 of 4Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito - Image 2 of 4Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito - Image 7 of 4Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito - Image 11 of 4Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito - Mais Imagens+ 7

Este perfil único do Instagram apresenta a bizarra variedade de banheiros públicos japoneses

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Ao resgatar a rica história da arquitetura japonesa, alguns dos elementos que imediatamente vêm à mente são os complexos encaixes de madeira, os telhados de quatro águas e a relação íntima com a água. Hoje, o Japão está na vanguarda da inovação em diversas tipologias arquitetônicas — como arranha-céus, edifícios de escritórios e micro-habitações, para citar apenas algumas. Contudo, este perfil do Instagram prefere colocar em evidência uma tipologia frequentemente subestimada: os banheiros públicos.

Com o nome espirituoso de @toilets_a_go_go, o perfil promete ao público a "descoberta dos banheiros japoneses", reunindo desde pavilhões sanitários inspirados na arquitetura tradicional japonesa até cabines de estética metabolista — além de algumas estruturas inusitadas para complementar. Se o próprio nome do perfil já não revelasse a função de tais estruturas, seria fácil confundir muitas delas com outra coisa. Embora costumemos ignorar os banheiros públicos ou até mesmo associá-los a uma imagem negativa, este perfil demonstra o poder da arquitetura em qualificar uma tipologia negligenciada, mostrando que mesmo uma ida ao banheiro pode (e deve) ser bela.

Curvado, não quebrado: o processo natural de moldar formas fantásticas em madeira

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Mesmo com o avanço da tecnologia — que torna obsoletos muitos dos antigos métodos construtivos — certas técnicas tradicionais e ofícios artesanais continuam a cativar nossa imaginação por sua engenhosidade simples e eficácia incontestável. Embora utilizado há milênios, o processo de transformar temporariamente peças rígidas de madeira em elementos altamente flexíveis, maleáveis e torcíveis continua sendo um truque clássico da marcenaria, capaz de produzir transformações fantásticas e formas esculturais a partir do mais natural dos materiais.

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Biourban Arquitetos projetará o maior terminal da ilha de Chiloé, no Chile

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O escritório chileno Biourban Arquitectos venceu a licitação para o projeto do novo terminal rodoviário de Castro, no extremo sul do Chile. O projeto será implantado no centro histórico da principal cidade da Ilha Grande de Chiloé e contará com estacionamento, supermercado, centro comercial e um mirante urbano.

"Parte do desafio da nova concessão é aproveitar os benefícios sociais e urbanos de estar em pleno centro da cidade, com boa acessibilidade a todos os serviços básicos", afirma a equipe de projeto.

Estufa na Ilha Teja, terceiro lugar do XXXII Concurso CAP Chile

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A equipe integrada por Giovani Valeria, Nitzy Vera, Sofía Vargas e Stefanía Ruiz (Universidad San Sebastián) conquistou o terceiro lugar do XXXII Concurso CAP Chile. Projetado para a Isla Teja, em Valdivia, o júri do certame destacou o fato de se tratar de um sistema de estufas cuja "estrutura de aço inovadora e bem pensada, com percursos externos e internos que valorizam a flora. Deve, contudo, atentar para a escala dos elementos estruturais nos espaços de menor dimensão".

Fechamentos e divisórias móveis: Transparência e abertura em 6 obras de arquitetura

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Na hora de dividir ambientes ou fechar espaços, é importante contar com soluções integradas que se adaptem ao projeto arquitetônico. Nesta etapa, não apenas é importante definir a materialidade dos elementos, mas também o sistema que será utilizado para responder de forma eficaz às necessidades de seus ocupantes. Algumas das soluções mais recomendadas são os sistemas articulados, de abrir, empilháveis, sincronizados e suspensos, que permitem integrar interiores e exteriores sem perder sua independência.

Para inspirar e ajudar você nesse processo, confira a seguir 6 projetos que utilizam esses sistemas de fechamentos e divisórias móveis.

O balcão compositivo na obra de Abraham Schapira e Raquel Eskenazi

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O escritório dos arquitetos chilenos Abraham Schapira y Raquel Eskenazi destaca-se, entre muitos outros aspectos, pelo uso da varanda como um elemento decisivo na composição da fachada. Sua obra, concentrada principalmente nas comunas de Providencia e Las Condes, em Santiago, e em Viña del Mar, oferece, a partir do tratamento formal, uma grande diversidade de tipologias, usos e disposições, dialogando com a proposta urbana moderna no Chile.

A arquitetura tradicional do Vale do Baztán, protagonista da Escola de Verão Rafael Manzano

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Organizada pelo INTBAU e pelo Prêmio Rafael Manzano de Nova Arquitetura Tradicional, a mais recente edição da Escola de Verão de Arquitetura Tradicional centrou seus trabalhos no Vale do Baztán (Navarra, Espanha). Nela, foram estudados a construção, a arquitetura e o urbanismo tradicionais com o objetivo de produzir um manual para a conservação e a nova construção tradicional na região. O desenho à mão e o levantamento de dados dos edifícios foram, além disso, as principais atividades desenvolvidas por estudantes participantes desta edição.

Embora a área de atuação se estendesse a todo o Vale do Baztán, a maior parte do estudo foi realizada em Amaiur, localidade que acolheu o grupo durante aquelas duas semanas. Articulada em torno do ramal do Caminho de Santiago que a atravessa, sua malha urbana se configura praticamente como um desenvolvimento linear. Ao longo desse eixo, revela-se toda a riqueza, diversidade e versatilidade de sua tradição arquitetônica, um verdadeiro mostruário de soluções de diversas épocas que se adaptam, sem nunca perder sua essência, a múltiplas tendências e funções. Dessa forma, procedeu-se ao estudo de toda a arquitetura do núcleo urbano, desde o detalhe até a sua estrutura urbana.  

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Documentários de arquitetura imperdíveis de 2018: mergulhe nas histórias por trás de mestres como Ando e Koolhaas

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O Ano Novo chegou! Não perca a seleção de documentários de arquitetura deste ano do ArchDaily.

1000 metros lineares de madeira para criar dispositivos públicos em Córdoba

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Organizado conjuntamente pela Câmara da Madeira, Móveis e Equipamentos de Córdoba (CAMMEC) e pela Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Design da Universidade Nacional de Córdoba, o workshop 'Toco Madera XL' surge no âmbito da Segunda Bienal de Design de Córdoba, Argentina, com o principal objetivo de promover o uso da madeira.

Nove equipes compostas por mais de 200 estudantes e 50 docentes projetaram dispositivos utilizando exclusivamente este material, que posteriormente foram instalados em diferentes espaços públicos da cidade. A iniciativa buscava valorizar e dar visibilidade à indústria da madeira na região, posicionando a cidade como uma referência no design local e internacional.

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Experimente texturas digitalmente

Unificando o design por meio da aparência e do toque.

Quando se trata de materiais derivados de madeira, um fator é fundamental: a autenticidade. Além do aspecto visual, o toque de uma superfície é igualmente importante. A textura certa confere personalidade e profundidade ao padrão decorativo, bem como um apelo natural que o aproxima ainda mais do material real.

O Equipo Mazzanti recupera uma fenda no tecido urbano de Bogotá com estes jardins

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Publicado originalmente na Metropolis Magazine como El Equipo Mazzanti Heals a Gash in Bogotá’s Urban Fabric. With a Patchwork of Verdant Gardens, Anna Fixsen escreve sobre o Parque Bicentenário em Bogotá. "O que antes era foco de controvérsias agora é um parque inovador que reconecta duas áreas no coração do seu centro histórico", escreve.

É impossível vivenciar Bogotá sem se deparar com a aura de Rogelio Salmona. Talvez mais do que qualquer arquiteto/a, Salmona moldou a identidade urbana desta cidade andina por meio de edifícios cívicos e poéticos. De uma pequena varanda no último escritório desse arquiteto —localizado no topo de uma torre projetada por ele mesmo— descortina-se um verdadeiro panorama de Salmona: bem em frente, os enormes volumes das Torres del Parque, um complexo residencial de três torres concluído em 1970; e, ao sul, o MAMBO, o Museu de Arte Moderna de Bogotá.

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