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Espaços lúdicos de hospitalidade projetados para gamers de todas as idades e eras

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O principal objetivo de bares, pubs e restaurantes é proporcionar aos clientes – tanto individuais quanto em grupo – um ambiente e uma atmosfera onde possam aliviar as tensões do dia ou da semana, seja com uma bebida tranquila em um canto reservado, seja em grupos maiores e mais sociáveis.

Mesmo antes de a pandemia trazer horários de fechamento mais rígidos, o avanço da TV sob demanda e dos serviços de entrega de comida já fazia com que ficar em casa – com o abraço acolhedor do travesseiro a poucos passos de distância – se tornasse uma escolha cada vez mais popular. Diante disso, não surpreende o surgimento crescente de estabelecimentos que oferecem um entretenimento mais ativo do que apenas uma noite de trívia ou salas de karaokê.

Apresentamos a seguir cinco exemplos de bares e restaurantes projetados para quem gosta de jogar.

ISH 2023: Soluções de HVAC e de água para um futuro sustentável

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Nenhum tema permeia mais áreas da sociedade atual do que as preocupações com o clima global nas próximas décadas. Quão extremos serão seus efeitos e, acima de tudo, como podemos nos adaptar o mais rápido possível para enfrentar e gerenciar melhor essa situação? Afinal, uma coisa é certa: os últimos cem anos poderiam ser definidos pelo termo "excesso" — em relação às emissões, ao consumo de recursos e ao desequilíbrio na natureza. Movida pela determinação internacional de limitar as mudanças climáticas, a indústria vem reagindo com firmeza e reconhecendo a crise como uma oportunidade.

Assim, é natural que a maior plataforma internacional de HVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado) e água também assuma esse desafio e o torne o tema central de sua próxima edição. “Soluções para um futuro sustentável” será o lema quando a ISH convidar mais uma vez o público a Frankfurt am Main, de 13 a 17 de março de 2023. Após uma pausa mais longa devido à pandemia, desta vez a feira apresentará um número especialmente grande de inovações. Como de costume, as empresas expositoras dividem-se em dois segmentos principais: ISH Energy, que compreende os setores de aquecimento e ar, e ISH Water, que engloba tudo o que diz respeito ao design de banheiros e à tecnologia de instalações.

Um centro de experiências viking na Dinamarca e uma galeria inspirada na arte de mulheres iranianas: 9 centros culturais não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Em qualquer cidade, os centros culturais podem desempenhar um papel fundamental na preservação e celebração do patrimônio e da história de uma comunidade, oferecendo espaço para uma ampla gama de atividades e iniciativas que incentivam a interação social e o compartilhamento de ideias e memórias. Trata-se também de instituições que promovem a educação e o aprendizado, frequentemente oferecendo aulas, oficinas e palestras sobre diversos temas relacionados à cultura, à história e às artes. Ao desempenhar esses papéis cruciais em uma determinada comunidade, esses espaços também podem se tornar polos de atração para turistas interessados em conhecer identidades, culturas e tradições locais.

A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily dedicadas a instituições culturais. De um centro cultural multifuncional em Buenos Aires a uma reserva técnica cultural na Coreia do Sul ou uma biblioteca revestida de madeira no Vietnã, esta seleção apresenta projetos que buscam incentivar as comunidades a se reunirem para celebrar suas culturas e histórias compartilhadas. O artigo reúne projetos de escritórios como LOOP Architects, Eddea, Salon Alper Derinboğaz e Boozhgan Architecture Studio.

Abrindo-se / Histórias da luz de Lisboa: elementos naturais em uma residência portuguesa minimalista

A segunda parte de "Stories of Lisbon's Light" se passa em Cascais, um vibrante refúgio litorâneo a uma hora de Lisboa, situado no extremo mais ocidental do continente europeu. Em plena Riviera Portuguesa, o arquiteto Bruno Novo trouxe seu toque moderno e minimalista a uma casa de veraneio onde a luz natural é a grande protagonista. Ao priorizar elementos naturais e intervenções minimalistas que ampliam e conectam os espaços internos e externos, a residência foi concebida sob medida para as férias em família.

Iluminação escultural: diluindo as fronteiras entre o design residencial, corporativo e de hospitalidade

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Com o mero toque de um interruptor, a iluminação tem a capacidade de transformar completamente um espaço, definir sua atmosfera e criar uma experiência multissensorial fascinante. Ela pode projetar sombras e realces, adicionar profundidade e textura, e tem até mesmo o poder de despertar emoções e influenciar nosso bem-estar. Muito mais do que uma simples fonte prática de luz, trata-se de uma ferramenta para esculpir espaços e expressar uma identidade marcante. As luminárias surgem em diversas formas, tamanhos e estilos, cada uma com caráter e propósito únicos; da elegância rebuscada de um lustre pendente ao minimalismo fluido de uma luminária de embutir na parede. As possibilidades de expressão criativa são infinitas. Inovando e rompendo as fronteiras do design de iluminação tradicional, as luminárias esculturais de Tom Dixon são um testemunho dessas possibilidades.

Linguagem de design aberta em restaurantes com cozinha aberta

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Diz-se que o que se vê é o que se leva. As técnicas de preparo simplificadas e os equipamentos utilizados em redes de fast-food, por exemplo, ficam totalmente visíveis para os clientes na fila de espera. Contudo, esse conceito de projetar ambientes de hospitalidade abertos e transparentes ao menos oferece honestidade ao público, pois, embora os ingredientes mais frescos e as técnicas de alta gastronomia não estejam presentes, a gordura e a sujeira antes associadas a esse tipo de estabelecimento também não estão.

Ao comparar essa realidade com a de estabelecimentos mais sofisticados, que mantêm a cacofonia de uma cozinha comercial oculta aos olhos do público durante o serviço, passa-se a questionar o que mais poderia estar escondido. Ao adotar o mesmo conceito de cozinha aberta, cozinhas profissionais que contam com chefs talentosos/as e ingredientes de alta qualidade conseguem provar seu valor.

Arquitetura e integração urbana: é possível transformar a cidade com uma varanda voltada para a rua

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Há alguns anos, uma das minhas professoras favoritas da universidade (que me inspirou a estudar urbanismo) me procurou com um pequeno pedido: ela queria transformar a janelinha do seu quarto em uma varanda para olhar a rua.

Estúdios de design de interiores e arquitetura de paisagem liderados por mulheres no México

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O design de interiores é a arte de transformar a experiência do espaço interno por meio da manipulação do volume espacial e do tratamento de superfícies, melhorando o interior de casas, apartamentos, edifícios, restaurantes, etc. De forma complementar, a arquitetura de paisagem consiste na conformação de espaços abertos e externos.

Madeira na arquitetura: 9 projetos em madeira não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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A sustentabilidade assumiu o papel de protagonista no vasto universo da arquitetura e do design, inspirando e direcionando a construção de novas estruturas em direção à harmonia ambiental. O uso da madeira — um material clássico com enorme potencial para reduzir nosso impacto ecológico, ao mesmo tempo que oferece possibilidades ilimitadas de projeto — é um exemplo notável da implementação desse movimento. Na busca pela sustentabilidade no campo da arquitetura, a madeira tornou-se uma grande aliada. Suas qualidades singulares, como a renovabilidade e a neutralidade de carbono, têm inspirado métodos criativos entre arquitetos e arquitetas em todo o mundo.

Uma ampla gama de projetos arquitetônicos — desde instalações de saúde essenciais até edifícios de uso misto dinâmicos, polos culturais e espaços residenciais acolhedores — beneficia-se da extraordinária versatilidade da madeira como material de construção. De fato, o calor natural e as qualidades biofílicas da madeira podem criar espaços que reduzem o estresse e promovem o bem-estar. Além disso, a neutralidade de carbono inerente à madeira alinha-se perfeitamente ao compromisso do setor de design com a responsabilidade ambiental.

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5 estilos de cozinhas modulares e como combiná-los

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O papel do fogo no desenvolvimento da humanidade é inegável. Nossos ancestrais aproveitaram essa descoberta para enfrentar as baixas temperaturas, proteger-se de predadores e transformar os alimentos para torná-los mais digestíveis. Assim, ao longo do tempo, o ritual da cozinha evoluiu de uma simples fogueira em espaços abertos para o confinamento do fogo em câmaras, que se sofisticaram paulatinamente com o passar dos anos até se tornarem elementos complexos e modernos que marcaram o ponto de partida para o surgimento das cozinhas como espaços arquitetônicos sociais.

Independentemente de seu tamanho ou configuração, a cozinha como espaço de convivência mantém sua ritualidade até os dias de hoje. Na antiguidade, nos reuníamos ao redor do fogo para preparar alimentos e contar histórias; hoje, nos reunimos na cozinha de nossos lares para nos conectar com os outros. A relevância desse espaço na vida cotidiana é potencializada por linhas de mobiliário de cozinha como a Wasser, marca distribuída pela CHC que equilibra estética e funcionalidade para conceber as cozinhas como espaços utilitários e de convivência, com atenção especial ao seu design.

The Second Studio Podcast: Entrevista com Andrew Kudless

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O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e cotidiano. Apresentado pela dupla de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais das áreas criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Os temas abordados variam de forma honesta e bem-humorada: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para profissionais de design, análises de edifícios e projetos, ou reflexões descontraídas sobre a vida cotidiana e o design. O Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, recebem o designer e educador Andrew Kudless, fundador do Matsys. Juntos, eles discutem os fundamentos da Inteligência Artificial (I.A.) generativa; como ele ensina a usar o Midjourney; o papel potencial dessa tecnologia na arquitetura; a evolução da profissão de arquiteto/a; como os/as estudantes podem aproveitar ao máximo essas ferramentas, entre outros assuntos.

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História visualizada: redescobrindo a história da Villa Rufolo, na Itália

Consagrada como uma excelente ferramenta para vivenciar um edifício antes mesmo de sua construção, a visualização em tempo real também se mostra um recurso valioso para compreender a história de estruturas que já deixaram de existir.

A seguir, veja como duas pesquisadoras da Universidade de Salerno (UNISA) reconstituíram séculos de história e revelaram o rico passado da Villa Rufolo com o auxílio da visualização em tempo real.

Baixe o livro "Arquitetura Efêmera: Reflexões sobre a mutabilidade do espaço construído" editado pela Faculdade de Arquitetura da UNAM

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Um grupo interdisciplinar de docentes, em sua maioria da UNAM, fundou o seminário permanente de arquitetura efêmera em janeiro de 2019 com a intenção de formalizar os trabalhos que vêm sendo realizados em torno do tema desde 2010. Atualmente, como resultado de uma série de reflexões surgidas a partir das apresentações feitas no colóquio "Arquitetura Efêmera: reflexões sobre a mutabilidade do espaço construído" — realizado na Faculdade de Arquitetura da UNAM —, foi publicado o documento homônimo, que pode ser baixado gratuitamente neste link.

Mesclado e atemporal: Por que arquitetos/as e designers especificam o terrazzo epóxi?

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Concebido inicialmente como uma forma de reaproveitar fragmentos de resíduos de construção de mármore, o terrazzo é um material amplamente utilizado em todo o mundo, com suas raízes modernas remontando a séculos atrás, em Veneza, na Itália. Sua estética é inconfundível, caracterizada por padrões mesclados e uma ampla gama de cores vertidas sobre o piso. Não surpreende que esse material seja amplamente apreciado por profissionais de arquitetura em diversos tipos de projeto devido à sua aparência única. Um exemplo notável do uso do terrazzo é o Museu Guggenheim de Nova York, projetado por Frank Lloyd Wright. Ao descobri-lo em uma de suas viagens, Wright reconheceu que, graças ao seu apelo estético e à sua versatilidade, o material resistiria ao tempo como acabamento interno do museu.

A evolução dos materiais de construção transformou o terrazzo da mistura tradicional usada por Wright, que incluía o cimento como aglomerante, para uma versão que incorpora uma matriz epóxi, aprimorando sua estética icônica e integrando novas capacidades técnicas. Hoje, a Terrazzo & Marble capacita designers contemporâneos/as a criar padrões singulares e paletas de cores vibrantes que se alinham perfeitamente ao contexto da arquitetura moderna. Isso se viabiliza por meio de quatro princípios fundamentais que orientam os/as profissionais de arquitetura na especificação do terrazzo epóxi.

Construindo com policarbonato reciclado: a linha de produtos SaveEnergy

A sustentabilidade é muito mais do que simplesmente decidir a favor ou contra um produto específico. É um conceito que deve ser integrado à maneira como construímos e projetamos a arquitetura, bem como ao uso inteligente de edifícios existentes e suas potenciais reformas. Sob a perspectiva da sustentabilidade, demolir um edifício antigo é tão insustentável quanto construir um novo. Ambos consomem grandes volumes de energia incorporada que poderiam ser evitados se todas as partes envolvidas no planejamento considerassem novas formas de trabalhar e colaborassem de maneira mais estreita.

Nesse sentido, o uso eficiente de matérias-primas e a redução de resíduos para reutilização são fundamentais. O policarbonato em fachadas, por exemplo, tem um ciclo de vida médio de pelo menos 20 anos e pode ser reciclado e reutilizado de várias maneiras, duplicando assim sua vida útil até que não possa mais ser reciclado de forma viável.

Vinte anos transformando o transporte: onde estamos agora?

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“Choques econômicos, mudanças climáticas e a COVID-19 alteraram os sistemas de transporte de maneira fundamental. Não podemos desperdiçar uma crise. É possível ampliar o acesso ao transporte e, ao mesmo tempo, reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Podemos alcançar mais mobilidade com menos impactos”, argumentou Ani Dasgupta, presidente do World Resources Institute (WRI), na 20ª conferência anual Transforming Transportation. Durante dois dias, líderes globais refletiram sobre a situação dos sistemas de transporte em todo o mundo no evento híbrido em Washington, D.C., que também foi acompanhado online por dezenas de milhares de pessoas. O evento foi coorganizado pelo WRI e pelo Banco Mundial.

O setor de transportes ainda responde por 25% das emissões globais de gases de efeito estufa e por até 30% das emissões nos países desenvolvidos. Trata-se de um setor diverso, que abrange desde calçadas e bicicletas até carros, ônibus, trens, metrôs, navios e aviões.

Alta-costura encontra o design de interiores: BoConcept x Lars Wallin

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Se há alguém que realmente entende os desejos e sonhos das futuras noivas, certamente são as mentes por trás da criação daquele mítico objeto matrimonial: o vestido de noiva. Há mais de 30 anos, Lars Wallin, um dos estilistas mais famosos da Suécia, cria vestidos para mulheres prestes a vivenciar o que, para muitas, é a experiência romântica definitiva. E com o projeto de uma recém-concluída suíte nupcial no hotel Radisson Blu Scandinavia em Gotemburgo, Wallin demonstrou não apenas sua delicadeza de alta costura em materializar sonhos de glamour e romance, mas também a habilidade de transferir perfeitamente seus talentos criativos do ateliê para o quarto.

Espaços expositivos: a influência do design na construção de percepções

Em um contexto no qual as manifestações da nossa cultura adquirem cada vez mais valor, e suas apresentações e representações são fundamentais para transmitir diferentes conteúdos, o design de espaços expositivos assume especial relevância na hora de projetar e estabelecer diferentes percepções e narrativas, tanto no cotidiano quanto em eventos específicos.

O que é um vomitório? 25 exemplos modernos de gestão eficiente de fluxo em edifícios e espaços públicos

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O vomitório e sua finalidade constituem um dos equívocos mais comuns da história da arquitetura. Diz-se que o vomitório era uma sala adjacente aos banquetes romanos, onde os/as convidados/as podiam purgar socialmente o conteúdo de seus estômagos antes de retornar à festa com capacidade renovada. Embora essa teoria não seja inteiramente fictícia — já que se sabe que os romanos de fato praticavam a regurgitação habitual, possivelmente como um sinal de extrema riqueza —, não há motivos para acreditar que existisse um espaço específico dedicado a essa prática.

O uso original do termo "vomitório" — derivado da mesma raiz latina "vomere" (vomitar) — refere-se, na verdade, a um espaço que permite a um grande edifício esvaziar rapidamente seu conteúdo. Um vomitório, portanto, nada mais é do que um corredor. Trata-se, especificamente, de um corredor amplo e arterial que conduz a — ou provém de — um espaço público de grande capacidade, como um teatro, arena ou estádio, projetado com o objetivo de permitir que o maior número possível de pessoas entre ou saia do local o mais rápido possível. Um vomitório bem projetado, por exemplo, é essencial para procedimentos eficientes de evacuação de emergência. No entanto, mesmo no cotidiano, a capacidade de deslocar grandes volumes de público agiliza a rotatividade do espaço e proporciona uma experiência coletiva mais agradável.

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Modelos de Construção Sustentável: Uma estrutura ecológica de ardósia natural em um bairro multiecológico

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Caminhar rumo à modernidade implica questionar conceitos estabelecidos. Atualmente, testemunhamos diversos projetos e abordagens na arquitetura que exploram alternativas a sistemas construtivos, materiais e tecnologias de alto consumo energético comumente utilizados na construção civil contemporânea. Longe de adotar posturas que rejeitam a tecnologia, esses projetos buscam promover práticas arquitetônicas conscientes. O objetivo é retornar ao essencial por meio de estratégias passivas, utilizando materiais naturais e uma compreensão contextual para desenvolver uma arquitetura sustentável.

Para impulsionar a arquitetura sustentável, é fundamental contar com modelos construtivos e materiais que se tornem ícones reconhecíveis em seu contexto imediato, estabelecendo assim um precedente para o desenvolvimento de propostas futuras. Um exemplo disso está na Espanha, com o projeto "Impulso Verde", realizado na cidade de Lugo, que se destaca por seu modelo construtivo baseado em estratégias passivas e materiais regionais. Nesse projeto, a utilização da ardósia natural como revestimento do sistema de fachada ventilada e o emprego de recursos locais na estrutura foram essenciais para reduzir a pegada ecológica do edifício. Além disso, esses elementos fortalecem a identidade da edificação ao conectá-la com a paisagem circundante.

Uma praça central na Grécia e um relógio gigante na Alemanha: 8 espaços públicos não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Espaços públicos são o coração pulsante de nossas cidades. Eles atuam como polos de atividade social e cultural onde as pessoas se reúnem, interagem e escapam do clamor urbano. Essas áreas são cruciais para determinar a identidade e o caráter de uma cidade, bem como o bem-estar e o padrão de vida de seus cidadãos e cidadãs. Por meio de seus projetos arquitetônicos, equipamentos e atividades, os espaços públicos podem definir nossas comunidades e impactar significativamente a maneira como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Além disso, oferecem oportunidades de lazer, exercícios e recreação, permitindo que as pessoas escapem da rotina diária e se conectem com a natureza.

A seleção com curadoria desta semana de Melhor Arquitetura Não Construída destaca projetos enviados pela comunidade do ArchDaily que apresentam diferentes propostas para aprimorar o espaço público. Desde a reimaginação de praças centrais até a inserção de monumentais obras de Land Art no epicentro urbano, esses espaços públicos elevam a qualidade de vida da população local. Na Alemanha, o redesenho de todo o entorno do Memorial dos Julgamentos de Nuremberg propõe um local de encontro enraizado na história, ao passo que, em Havana, a nova Praça Cubana explora a metáfora da união no centro da cidade. O desenho e a acessibilidade dos espaços públicos impactam significativamente nosso bem-estar e qualidade de vida. Espaços inclusivos e bem planejados, com assentos, áreas verdes e infraestrutura amigável para pedestres, podem promover a atividade física, a saúde mental e o engajamento comunitário no meio urbano.

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Piscinas de Pedra Sukabumi: Uma proposta de estética versátil

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O projeto de piscinas é uma oportunidade para criar espaços sofisticados e relaxantes que complementem e valorizem o entorno existente. Ao escolher os materiais, é importante buscar opções que não apenas sejam esteticamente atraentes, mas também duráveis e resistentes ao desgaste. Um material que atende a todas essas características é a pedra Sukabumi.

Esta pedra natural é extraída de pedreiras localizadas na região de onde provém o seu nome, Sukabumi, na Indonésia. Além de seu apelo visual e de seu tom verde-esmeralda, a pedra Sukabumi conta com propriedades antiderrapantes e é altamente resistente à erosão. Essas qualidades a tornam uma escolha popular para projetos de piscinas e detalhes decorativos de estética natural em diversas partes do mundo.

Um Centro de Exposições da Bauhaus na Alemanha e um Patrimônio Mundial da UNESCO reabilitado na Tunísia: 8 museus não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Como repositórios de conhecimento e catalisadores de inovação, os museus representam uma tipologia arquitetônica repleta de oportunidades. Eles atuam como intermediários entre o público geral e os/as artistas, historiadores/as e pesquisadores/as, criando o meio para a exibição de culturas e da criatividade, ao mesmo tempo em que buscam tornar o conhecimento acessível a todas as pessoas. Por meio de uma curadoria atenta e do design de exposições, oferecem uma plataforma para a educação e a pesquisa, promovendo a compreensão e a valorização de diversas culturas, histórias e ideias. Para os/as arquitetos/as, representam também a oportunidade de conceber espaços alinhados às obras expostas, criando uma experiência imersiva para os/as visitantes.

A seleção desta semana do Melhor da Arquitetura Não Construída destaca projetos enviados pela comunidade do ArchDaily que evidenciam arte, tecnologia e inovação por meio de programas de museus e centros culturais. Apresentando propostas de escritórios de arquitetura emergentes e consagrados, como Hariri Pontarini Architects, Beyer Blinder Belle, Studio Saheb, RAMSA e Ho Khue Architects, a seleção abrange uma variedade de escalas e programas — desde um museu dedicado à memória do Holocausto até um museu privado de carros esportivos na Áustria ou uma galeria de arte de formas complexas no Vietnã.

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Desafiando os limites do mobiliário para banheiros por meio do design sob medida

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Ao longo da história, a essência funcional dos banheiros permaneceu inalterada devido ao fato de seu design ser moldado por parâmetros biológicos. Inicialmente, a função dos banheiros limitava-se à higiene e à gestão de resíduos, resultando na concepção desses ambientes como espaços insalubres e meramente utilitários. Esse cenário levou à sua separação das demais áreas destinadas à convivência.

No entanto, a implantação de sistemas de abastecimento de água e de redes de esgoto resgatou o papel do banheiro nos espaços habitáveis. Esses ambientes assumiram um papel primordial nos projetos de design de interiores, refletindo a personalidade do/a usuário/a por meio da combinação de cores, revestimentos, acessórios e elementos decorativos. Na evolução do design de banheiros, surgiram propostas que se destacam pela pureza formal, múltiplas nuances, coexistência sutil de elementos e possibilidades de personalização. Marcas como a antoniolupi desenvolveram mobiliários para banheiro que integram essas propostas e levam os limites do design ainda mais longe, colaborando com arquitetos/as e designers de renome, como Paolo Ulian, Brian Sironi, Luca Galofaro e Mario Ferrarini, para citar apenas alguns. Dando continuidade a essa série de colaborações, Carlo Colombo ficou encarregado de desenvolver a coleção Borderline.

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