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O guia completo de panoramas 360° para apresentações imersivas a clientes

No mundo da arquitetura e do design, os métodos tradicionais de apresentação de projetos 3D por meio de plantas em 2D, renderizações e passeios virtuais em vídeo são práticas comuns. No entanto, falta-lhes um aspecto fundamental: a imersão. Para os/as clientes, é difícil visualizar os espaços apenas observando representações bidimensionais. Isso gerou a necessidade de criar rapidamente ambientes imersivos que proporcionem uma melhor compreensão aos/às clientes a partir de softwares 3D já utilizados, como Enscape, V-Ray, Lumion ou Twinmotion. 

Utilizando panoramas 360°, arquitetos/as e designers podem agora transportar projetos existentes para a realidade virtual (VR) em questão de minutos. Este artigo servirá como um guia sobre como converter seus projetos 3D em experiências leves para web e VR utilizando panoramas 360°.

A arquitetura de Duna: tirando partido do passado para criar um mito do futuro

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Imagine um mundo milhares de anos no futuro, onde a humanidade conquistou planetas em galáxias distantes, apenas para se ver reduzida a uma ordem social neofeudal em constante disputa por poder, tudo construído sobre uma intrincada tapeçaria de culturas e religiões, e ambientado em uma paisagem inóspita, porém vívida, que se torna uma personagem por si só. Este foi o desafio enfrentado pelo/a cineasta Denis Villeneuve e pelo/a designer de produção Patrice Vermette ao criar a adaptação cinematográfica do romance de 1965 de Frank Herbert. Os dois filmes de Duna, lançados em 2021 e 2024, foram concebidos de forma conjunta e, por isso, compartilham um estilo e uma expressão cinematográfica coerentes. Para além da estética, o ambiente e a arquitetura de Duna apresentam um mundo habitado e verossímil, que ancora a ação e as personagens, oferecendo silenciosamente visões valiosas sobre os valores e a mitologia de cada civilização.

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De véus finos a barreiras espessas: explorando diferentes larguras em envelopes arquitetônicos

A arquitetura sempre desempenhou o papel primordial de prover abrigo e proteção para os seres humanos. Na pré-história, buscamos refúgio em cavernas naturais, aproveitando-se da estrutura rochosa para proteção contra os elementos naturais e os predadores. Com o tempo, os abrigos começaram a ser feitos de materiais encontrados na natureza, como galhos, folhas e peles de animais, evoluindo para casas mais permanentes e complexas, com paredes feitas de pedra, tijolos ou madeira, telhados para proteger contra a chuva e o sol, e portas para controlar o acesso. Desenvolvendo habilidades de construção mais avançadas, utilizamos materiais como madeira, pedra, argila e a arquitetura evoluiu significativamente, com a construção de templos, palácios, casas e fortificações que proporcionaram não apenas abrigo, mas também simbolizavam poder, status e identidade cultural. Mesmo assim, basicamente, nossas construções permanecem sendo uma envoltória que nos protegem das intempéries. 

Das pedras maciças dos templos gregos aos arranha céus envidraçados, flertamos com uma gama de possibilidades e espessuras para separarmos o que consideramos interno e externo. Este artigo busca explorar essa diversidade de espessuras na arquitetura, desde materiais simples até técnicas construtivas complexas, destacando como essa variação não só proporciona proteção, mas também influencia nossa percepção e interação com o ambiente construído.

Fechamentos móveis de madeira: Proteção solar em casas na Espanha

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De acordo com as condições climáticas de cada região e o seu entorno de implantação, os fechamentos externos desempenham um papel fundamental ao proporcionar aos espaços internos as condições de climatização e ventilação necessárias para torná-los habitáveis e confortáveis. Embora existam diversas estratégias e projetos bioclimáticos que podem ser aplicados para alcançar a eficiência energética, a definição da materialidade, a escolha das ferragens e a determinação das tecnologias de abertura e fechamento contribuem para o desempenho das fachadas, aportando funcionalidade e um alto grau de adaptabilidade aos usos contemporâneos, entre outros fatores.

O tamanho realmente importa? Uma análise sobre fascínio pelos edifícios super altos

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Dois quilômetros. Essa é a altura esperada para a futura torre saudita que Foster + Partners está projetando. Com o dobro da altura do atual recordista - Burj Khalifa de Dubai -, o edifício multibilionário coroará o céu da cidade de Riad abrigando escritórios, residências e espaços de entretenimento. O projeto faz parte de um programa de desenvolvimento pelo qual a Arábia Saudita está passando, liderado pela visão do príncipe herdeiro Mohammad bin Salman de marcar o país com escala e ambição por meio de uma série de empreendimentos gigantes. Dentro desse plano de ação, as torres super altas destacam-se como símbolos de visibilidade e fama global, mas também como alvos de críticas pelos seus excessos, tais quais os custos de construção astronômicos e a falta de preocupação ambiental.

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Uma abordagem única para a criação de espaços públicos: em conversa com Alejandro Haiek

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Escritórios de arquitetura costumam iniciar seu processo de projeto a partir de um/a cliente, que define o programa e o terreno. Alejandro Haiek, fundador do The Public Machinery, adota uma abordagem diferente. O The Public Machinery se descreve como uma rede de arquitetos/as e designers que trabalham coletivamente, observando, imaginando e propondo, por iniciativa própria, intervenções urbanas públicas. Suas propostas situam-se na interseção entre arte, arquitetura e engenharia, articulando engajamento comunitário, ecologia e novas tecnologias em formas inovadoras de infraestrutura social. O financiamento é obtido por meio de pesquisas e bolsas públicas, o que permite criar espaços públicos que desafiam expectativas, tanto em seu processo de projeto quanto na forma física que assumem.

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The Second Studio Podcast: Projetar uma casa como narrativa

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O Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa reúne diferentes profissionais das indústrias criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para outros/as designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre o cotidiano e o design. O Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

World Architecture Festival 2024: Conheça os jurados e ganhe uma entrada gratuita

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O World Architecture Festival (WAF) tem o prazer de anunciar os primeiros membros de destaque do seu júri de 2024. Este prestigiado grupo é composto por alguns dos profissionais de arquitetura, design e lideranças do setor mais respeitados do mundo.

A 17ª edição do WAF está recebendo propostas de arquitetos/as e designers de todo o mundo até 19 de abril de 2024. O festival será realizado no Marina Bay Sands, em Singapura, de 6 a 8 de novembro de 2024. Além do exclusivo programa de prêmios com julgamento ao vivo e apresentações de projetos perante a banca, o evento deste ano incluirá atividades paralelas, uma exposição e palestras com um painel internacional de palestrantes. 

Criando formas fluidas de dupla curvatura através da impressão 3D não-planar

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Como um método de fabricação aditiva, a impressão 3D tem sido caracterizada pela construção de objetos através da deposição horizontal de material, camada por camada. Isso ainda restringe, no entanto, a fabricação de elementos e limita a forma dos primeiros protótipos dentro da faixa que permite a adição de material em uma única direção, tornando difícil criar formas complexas com curvas suaves.

No entanto, a equipe da disciplina de Tecnologias de Construção Digital na ETH Zurique – integrando design computacional, fabricação digital e novos materiais – tem explorado um método de fabricação aditiva robótica não planar, que facilita a impressão de estruturas finas com dupla curvatura.

As cores da favela: o que um pouco de tinta pode fazer pelas comunidades

No imaginário de grande parte da população, a favela assume representações muitas vezes paradoxais e proporcionalmente opostas. Sob o olhar de quem não a vive, ela é constantemente associada ao crime, a sujeira ou a doenças, ao mesmo tempo em que é considerada a expressão estética de um país, sendo o berço de elementos culturais reconhecidos mundialmente, como o samba no caso do Brasil.

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O Modelo Barcelona: espaço público como sinônimo de adaptação urbana

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CityMakers, a comunidade global de profissionais de arquitetura que aprendem com cidades exemplares e seus idealizadores, está trabalhando em parceria com o ArchDaily para publicar uma série de artigos sobre Barcelona, Medellín e Roterdã. Os textos são de autoria de arquitetos/as, urbanistas e/ou estrategistas por trás dos projetos que transformaram essas três cidades e que são estudados nas "Schools of Cities" e nos "Documentary Courses" promovidos pela CityMakers. Nesta ocasião, Jaume Barnada, coordenador do premiado projeto de Abrigos Climáticos nas escolas de Barcelona e palestrante no "Schools of Cities", apresenta seu artigo "Barcelona: o espaço público como sinônimo de adaptação da cidade construída".

As cidades são espaços densos e construídos nos quais a pavimentação se impôs de forma eficiente sobre o solo natural. Cidades como Barcelona têm quase 75% de seu solo pavimentado e impermeável. Sem dúvida, trata-se de um excesso a ser revertido em um momento de emergência climática, no qual devemos nos reconectar com a natureza. Oriol Bohigas [1] nos dizia que a boa urbanização havia pavimentado as praças das cidades mediterrâneas e que ninguém queria viver em um lamaçal. Certamente ele tinha razão. Além disso, ele nos ensinou que o verde e, consequentemente, o solo natural deveriam ter dimensão e, sobretudo, uma inserção urbana. Praças são praças e parques são parques, e cada espaço demanda um tipo de projeto. Hoje em dia, com a frequente confusão conceitual na urbanização dos espaços públicos, deparamo-nos com projetos que acabam por descaracterizar o modelo.

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Cultivando arquitetura: um vislumbre de três materiais à base de plantas

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Por décadas, nossa sociedade predominantemente adotou uma abordagem extrativista ao formular modelos para fabricação de materiais em diversas indústrias. Embora agora saibamos que esse modelo é insustentável, uma grande questão permanece: Como devemos fazer? Pode ser que ainda estejamos longe de oferecer uma resposta definitiva a esse desafio. Ainda assim, é empolgante notar que, em um contexto marcado por um horizonte global e ecológico desafiador, a comunidade arquitetônica mantém uma abordagem positiva ao buscar uma reavaliação do que fazemos e como fazemos.

Esse movimento pode estar ganhando relevância devido ao surgimento de novas gerações mais conscientes ambientalmente, como a Geração Z e Alpha. O que é certo é que estamos testemunhando o desenvolvimento de novas filosofias de produção, como materiais à base de plantas, que adotam práticas voltadas para favorecer o uso de recursos derivados de plantas, reduzir a dependência de processos extrativos e promover alternativas conscientes e sustentáveis em diversos aspectos da fabricação e produção de materiais na arquitetura.

Reabilitação social: explorando o envolvimento comunitário no restauro arquitetônico

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A reabilitação envolve o reparo, a reforma, a alteração ou a reconstrução de qualquer edifício ou estrutura. Ela atende à necessidade de melhorar significativamente os elementos deteriorados de uma edificação, principalmente por meio do reforço ou da substituição de componentes para restaurar o desempenho ideal da estrutura. O impacto da reabilitação de edifícios no meio ambiente é significativo, constituindo uma estratégia sustentável para preservar o ambiente construído e mitigar o impacto da indústria da construção nas mudanças climáticas.

No entanto, seu impacto social também é considerável quando visto como uma base fundamental para resultados sustentáveis. A reabilitação pode servir como um modelo que une os membros da comunidade em torno do reparo e do restauro inclusivos de estruturas. Isso gera impactos positivos na qualidade de vida coletiva, na integração social, na sustentabilidade ambiental e na percepção da própria comunidade sobre a arquitetura local.

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Simetria na arquitetura: 15 habitações coletivas contemporâneas na América Latina

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O que é a simetria na arquitetura? Por que ela é utilizada para projetar espaços? Que vantagens e desvantagens ela apresenta em relação a outras ferramentas de projeto, como a rotação, translação e/ou repetição? A arquitetura contemporânea evolui dia após dia, implementando diferentes estratégias para criar espaços habitáveis onde as pessoas possam realizar suas atividades cotidianas, atender às suas necessidades, entre outras funções. Considerando a simetria como um possível meio de organização, distribuição e movimento no plano, a arquitetura se expressa e se comunica em grande parte por meio de recursos gráficos (planimetrias, volumetrias, fotografias, etc.) em uma relação que busca a convivência harmoniosa, na maioria dos casos, entre espaços, proporções e escalas.

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Estreia do Filme: "A Voice for the 450 Plus" do Black Females in Architecture

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A Black Females in Architecture (BFA) é uma empresa social que apoia uma rede de mais de 450 mulheres negras em profissões do ambiente construído em todo o mundo. Fundado pelas arquitetas Neba Sere, Selasi Setufe e Akua Danso, o grupo defende a diversidade e a equidade racial e de gênero em todos os setores do ambiente construído, incluindo arquitetura, urbanismo, paisagismo, engenharia, design e construção.

Temos o prazer de apresentar a estreia de seu curta-metragem "A Voice for the 450 Plus" para o público global pela primeira vez desde sua exibição na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023. O filme celebra as contribuições contínuas de mulheres negras nas áreas do ambiente construído, mostrando ao mundo como elas colaboram para moldar o futuro de nossas cidades.

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Como tornar o bambu durável? Um guia passo a passo

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O bambu, conhecido pela sua resistência e ecologia, enfrenta frequentemente um adversário formidável: insetos e fungos. Apesar da sua resiliência, estas pragas podem comprometer a sua durabilidade ao longo do tempo. No entanto, existe uma solução simples, mas eficaz, para aumentar a longevidade e a robustez do bambu. Neste artigo, revelamos o método Vertical Soak Diffusion (VSD) – uma abordagem econômica que garante que seus projetos de bambu resistam ao teste do tempo.

Os olhos da rua: o conceito de Jane Jacobs e a arquitetura residencial contemporânea no Brasil

O conceito de “olhos da rua” talvez seja o mais famoso dentro da literatura arquitetônica e urbanística quando o assunto é segurança urbana. Jane Jacobs utiliza essa expressão para se referir às pessoas que – de forma consciente ou inconsciente – utilizam os espaços públicos ou os contemplam desde suas casas, gerando uma vigilância natural. Um movimento que, no âmbito da nossa disciplina, é fomentando tanto por meio de espaços públicos de qualidade quanto pela potente relação entre o público e o privado criada através das fachadas das edificações. Defendendo esse controle cotidiano, Jacobs acredita em um modo de fazer arquitetura e cidades que condena a verticalização em excesso, reforçada por edifícios isolados e de uso único os quais negam o contato com rua.

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Fachadas solares duráveis e resilientes: 5 princípios arquitetônicos essenciais

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No projeto de fachadas, diversos fatores influenciam sua concepção. A partir de elementos compositivos, geográficos e ambientais, as fachadas incorporam uma série de gestos que moldam o envelope do edifício, funcionando como a interface entre o ambiente externo e a vida em seu interior. Nesse contexto, a arquitetura contemporânea busca enriquecer o papel das fachadas, maximizando seu potencial por meio da inovação tecnológica. Atualmente, a tecnologia se integra de forma a criar uma arquitetura mais expressiva e texturizada, explorar diferentes materialidades e promover uma arquitetura circular e de baixo carbono.

Ao compreender as fachadas como a pele dos edifícios e reconhecer a crescente demanda global pelo uso eficiente de recursos no ambiente construído, surge a necessidade de aproveitar a incidência de luz solar nas fachadas das edificações. Em resposta a isso, e considerando um cenário arquitetônico estreitamente ligado à tecnologia, os sistemas fotovoltaicos integrados à edificação (BIPV) ganharam ainda mais relevância na criação de novas estéticas para fachadas e na minimização dos impactos ambientais. Esses sistemas, com suas capacidades técnicas e qualidades estéticas, resultam em fachadas solares atraentes, duráveis e resilientes. Eles geram um impacto positivo no ambiente construído ao incorporar de forma integrada a produção de energia sustentável aos edifícios.

The Second Studio Podcast: Ser um/a arquiteto/a otimista

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O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e discussões pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de profissão, avaliações de edificações e outros projetos, ou explorações informais sobre a vida cotidiana e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem se os/as arquitetos/as são de fato otimistas. Muitos/as afirmam que sim, mas será mesmo? Ambos debatem de que maneiras a classe profissional se mostra otimista, em quais momentos surge o pessimismo, como manter uma postura positiva e o impacto disso no próprio trabalho, além de abordar o realismo e outros temas.

O Poder da Inovação: Brick Award 24

Em todo o mundo, os/as profissionais de arquitetura de hoje enfrentam diversos desafios crescentes. A demanda por habitação de baixo custo está aumentando significativamente, assim como a necessidade urgente de poupar os recursos do planeta e reduzir as emissões de carbono. À primeira vista, esses dois objetivos podem parecer mutuamente excludentes. No entanto, a história da arquitetura é marcada por grandes mentes que superam desafios por meio da criatividade e da inovação. 

Em 2004, a wienerberger, fornecedora líder de soluções inovadoras e ecológicas para toda a envoltória do edifício nas áreas de novas construções e reformas, bem como de infraestrutura para gestão de água e energia, lançou o prêmio bienal Brick Award para reconhecer e, mais importante ainda, apoiar tais soluções inovadoras e as pessoas que as criam. Em junho de 2024, em sua 11ª edição, o prêmio será mais uma vez concedido a feitos extraordinários da arquitetura de tijolos de todo o mundo.

Borrando limites: explorando a transparência na arquitetura de Riken Yamamoto

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Transparência, integração e limites são palavras chave para entender a obra de Riken Yamamoto. Vencedor do Prêmio Pritzker em 2024, o arquiteto japonês pode ser reconhecido por sua capacidade de estabelecer e desafiar conceitos espaciais de materialidade convencionais, criando espaços que promovem interações e conexões entre as pessoas e seu entorno. A transparência, seja na configuração física dos edifícios, na escolha dos materiais empregados ou na filosofia subjacente aplicada a todas as obras, emerge como um elemento central que perpassa toda sua carreira.

Arquiteto japonês Riken Yamamoto recebe o Prêmio Pritzker de Arquitetura 2024

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O arquiteto japonês Riken Yamamoto foi agraciado com o Prêmio Pritzker de Arquitetura 2024. Conhecido por estabelecer uma “relação de parentesco entre os domínios público e privado" e criar "arquitetura como pano de fundo e também destaque para a vida cotidiana", Yamamoto é o 53º homenageado do mais prestigiado prêmio arquitetura do mundo — e o nono arquiteto do Japão a receber a honraria, juntando-se a Arata Isozaki, Shigeru Ban, Kazuyo Sejima, Ryue Nishizawa, Kenzō Tange, Fumihiko Maki, Toyo Ito e Tadao Ando. Sucessor de David Chipperfield em 2023, Francis Kéré em 2022, e Anne Lacaton e Jean-Philippe Vassal em 2021, Yamamoto receberá prêmio durante a 46ª cerimônia do Prêmio Pritzker em Chicago ainda no primeiro semestre deste ano, e dará uma palestra no S.R. Crown Hall, no Instituto de Tecnologia de Illinois, em 16 de maio.

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Quem é Riken Yamamoto? 16 fatos sobre o vencedor do Prêmio Pritzker 2024

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A escolha de Riken Yamamoto como vencedor do prestigiado Prêmio Pritzker 2024 é recebida com agradável surpresa. Seu portfólio arquitetônico, caracterizado por um profundo compromisso com o engajamento comunitário e uma percepção aguçada das dinâmicas locais, exemplifica o poder transformador da arquitetura na sociedade. Atendendo às demandas de crianças, adultos e idosos, o trabalho de Yamamoto destaca o impacto profundo que a arquitetura pode ter na vida de indivíduos de todas as faixas etárias. Para conhecer mais a fundo a formação e trajetória profissional do arquiteto, reunimos a seguir 15 fatos e curiosidades sobre Riken Yamamoto.

Quem é Riken Yamamoto? 16 fatos sobre o vencedor do Prêmio Pritzker 2024 - Image 1 of 4Quem é Riken Yamamoto? 16 fatos sobre o vencedor do Prêmio Pritzker 2024 - Image 2 of 4Quem é Riken Yamamoto? 16 fatos sobre o vencedor do Prêmio Pritzker 2024 - Image 3 of 4Quem é Riken Yamamoto? 16 fatos sobre o vencedor do Prêmio Pritzker 2024 - Image 4 of 4Quem é Riken Yamamoto? 16 fatos sobre o vencedor do Prêmio Pritzker 2024 - Mais Imagens+ 7

Riken Yamamoto: conheça a obra construída do vencedor do Prêmio Pritzker 2024

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Este ano, o Prêmio Pritzker foi concedido a Riken Yamamoto, arquiteto nascido em Pequim, que logo após a Segunda Guerra Mundial se estabeleceu em Yokohama, Japão, onde desenvolveu um profundo interesse pela arquitetura e por como ela poderia moldar as vidas das pessoas e da sociedade como um todo. Yamamoto fundou sua prática, Riken Yamamoto & Field Shop, em 1973, apenas cinco anos após se formar na Universidade Nihon, Departamento de Arquitetura, Faculdade de Ciência e Tecnologia, e após obter seu Mestrado em Artes em Arquitetura pela Universidade de Artes de Tóquio, Faculdade de Arquitetura em 1971. Desde então, Yamamoto tem atuado como professor titular e professor visitante em várias universidades e instituições, incluindo a Universidade Kogakuin, Departamento de Arquitetura, a Escola de Pós-Graduação de Arquitetura de Yokohama e a Universidade de Artes de Tóquio.

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