O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Antes da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Urban Interactions", o ArchDaily está trabalhando com os curadores da seção "Eyes of the City" na Bienal para estimular uma discussão sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler o manifesto curatorial da seção “Eyes of the City” escrito por Carlo Ratti, pelo Politecnico di Torino e pela SCUT.
Atualmente, exige-se dos materiais um papel mais ativo na sociedade digital.
Eles podem ser customizados até suas propriedades moleculares, e essa capacidade tem um impacto enorme em campos científicos correlatos, mas seu significado também precisa ser interpretado graças ao nosso "capital semântico", como disse Luciano Floridi.
Não podemos reduzir os materiais às suas propriedades e desempenhos, uma vez que, como seres humanos, nós os usamos para interpretar o mundo; eles constituem nossa cultura material em constante transformação para encontrar um equilíbrio entre a natureza e o ambiente construído.
Sunee Yoo, Manfredini Studio. Multiplicando/revelando o espetáculo, explodindo/expandindo a representação no centro da fronteira: Vista binocular do paralelo 38 norte
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" (Urban Interactions), o ArchDaily colabora com a curadoria da seção "Eyes of the City" para estimular o debate sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler o manifesto curatorial de "Eyes of the City" elaborado por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT.
Dois fenômenos fundamentais da produção espacial contemporânea estão desafiando criticamente a resiliência integral das comunidades atuais: a translocalização e a transdução. Sua crescente difusão e dinamismo estão transformando profundamente a nossa sociedade. A translocalização consiste na redefinição dos padrões de territorialização devido a uma mobilidade cada vez maior de pessoas e coisas, o que dissipa a continuidade, a coesão e a permanência das redes sociais e espaciais tradicionais. A transdução implica a convergência de forças heterogêneas, seja em processos iterativos progressivos ou irregulares, que reestruturam determinados domínios em unidades provisórias por meio da difusão de uma atividade exógena. A combinação desses dois fenômenos em um ambiente permeado por realidades aumentadas e mistas produz espacialidades metaestáveis inéditas, com capacidades relacionais potentes, embora ambivalentes.
Cortesia de Workshop Architects, Cooper Carry, OLIN e Gilbane
Atualmente, nos Estados Unidos, as edificações respondem por quase 40% das emissões de carbono (EESI) e por 78% do consumo de eletricidade. No entanto, mesmo os escritórios mais focados em sustentabilidade realizam simulações energéticas em menos de 50% de seus projetos (número que cai para 10% em escritórios convencionais), e costumam fazê-lo apenas em etapas avançadas do processo, quando as alterações projetuais já são limitadas e insuficientes para mitigar os problemas apontados no relatório de desempenho (relatório AIA 2030). Podemos disseminar o foco no desempenho das edificações se ajudarmos toda a comunidade a discutir o tema sob a ótica de investimento e retorno. Essa abordagem é crucial sobretudo durante a prospecção de projetos, já que o alinhamento de toda a equipe ajuda a garantir o cumprimento das principais métricas estabelecidas. Os/as proprietários/as buscam equipes que utilizem métricas reais e processos orientados por dados que impactem diretamente seus resultados financeiros. Essa nova abordagem prática destaca as equipes mais jovens e beneficia tanto o clima quanto o retorno financeiro. A seguir, apresentamos 5 maneiras de abordar o desempenho das edificações na prospecção de seus projetos:
Tecelãs na escadaria da Bauhaus, 1927. De cima para baixo: Gunta Stölzl (esquerda), Ljuba Monastirskaja (direita), Grete Reichardt (esquerda), Otti Berger (direita), Elisabeth Müller (suéter estampado claro), Rosa Berger (suéter escuro), Lis Beyer-Volger (centro, colarinho branco), Lena Meyer-Bergner (esquerda), Ruth Hollós (extrema direita) e Elisabeth Oestreicher.. Imagem: Fotografia de T. Lux Feininger; coleção do Bauhaus-Archiv Berlin
A Bauhaus foi fundada sob a promessa de igualdade de gênero, mas as mulheres da escola tiveram que lutar por reconhecimento. Um novo livro relata as conquistas e os talentos de 45 mulheres da Bauhaus.
Após o fim da Primeira Guerra Mundial, um espírito de otimismo e uma atmosfera de euforia dominavam a Alemanha. Graças a um novo governo republicano e ao sufrágio feminino, a nação devastada pela guerra vivenciava um recomeço radical.
Como parte dessa onda de ruptura com as convenções, em 1919 o arquiteto alemão Walter Gropius assumiu a liderança do que viria a ser a lendária Bauhaus. Inicialmente, ele declarou que haveria “igualdade absoluta” entre estudantes de ambos os sexos.
A escola de verão e festival Hello Wood expandiu-se ao longo dos anos, conquistando grande reconhecimento internacional na comunidade de arquitetura. Edições anteriores contaram com mais de 1.000 participantes de 70 países e mais de 50 universidades no evento educacional do Hello Wood. Ao olhar para o futuro e adotar uma postura de renascimento, grande parte do décimo aniversário do festival concentrou-se na crítica ao papel estereotipado do/a arquiteto/a — limitado por expectativas e prazos —, ao mesmo tempo em que buscou o verdadeiro superpoder de quem deseja fazer a diferença com espírito livre. Vinte workshops liderados por um grupo verdadeiramente global de profissionais ajudaram a celebrar a década de existência do evento com abordagens únicas sobre a transformação do/a arquiteto/a. Por meio de uma série de ritos e cerimônias que incluíram a construção de 20 instalações, a semana teve como objetivo libertar os/as participantes para que seguissem seus sonhos.
No ano passado, recebi um convite para lecionar no ateliê de projeto pela primeira vez na Universidade de Tsinghua, em Pequim, sede da melhor faculdade de arquitetura da China e uma das mais prestigiadas do mundo, segundo as classificações internacionais mais recentes. Lá, conheci Qing Fei e Frank Fu, casal de arquitetos e docentes. Assim que presenciei sua abordagem pouco convencional de ensino, desafiando os estudantes com questionamentos rigorosos, quis entrevistá-los. Sua metodologia inovadora não correspondia à minha impressão sobre como a arquitetura é tratada na China. Graduados pela Tsinghua, Fei e Fu mudaram-se para os Estados Unidos no final da década de 1980, onde estudaram, trabalharam e pesquisaram arte e arquitetura por quase duas décadas.
Kimbell Art Museum / Louis Kahn. Imagem cortesia de Xavier de Jauréguiberry
O AD Classics apresenta alguns dos maiores edifícios do passado que influenciaram e moldaram a arquitetura atual. Ao longo dos 13 anos do ArchDaily, mais de 200 clássicos foram publicados e, para esta edição, reunimos os 20 Clássicos da Arquitetura mais visitados até o momento.
Prevê-se que, nas próximas décadas, a Terra não terá absolutamente nada a oferecer a quem ou ao que for capaz de sobreviver nela. Embora a humanidade seja a única responsável pelos danos causados ao planeta, ainda é possível vislumbrar uma tênue esperança se mudarmos radicalmente a maneira como habitamos a Terra e como a sustentamos.
Como arquitetos/as e designers carregam a responsabilidade de construir um futuro viável, reunimos uma lista de A a Z de todos os termos de sustentabilidade com os quais você pode se deparar. A cada semana, um novo conjunto de letras será publicado, ajudando você a se manter atualizado/a sobre tudo o que se refere à arquitetura e ao design sustentáveis. Abaixo estão os termos que começam com as letras D, E e F.
O Malaquita é um projeto localizado no terraço do Hotel City Center, no coração do Centro Histórico, cujo design busca ser um refúgio da agitação da Cidade do México. Ali, é possível sentir a passagem do tempo por meio das diferentes épocas que compõem o território: o pré-hispânico, o colonial, o moderno e o pós-moderno convivem em constante resiliência.
Open More Doors é uma seção do ArchDaily, em parceria com o MINI Clubman, que apresenta os bastidores dos escritórios de arquitetura mais inovadores do mundo por meio de entrevistas em vídeo instigantes e de uma galeria de fotos exclusiva do espaço de trabalho de cada estúdio.
Este mês, conversamos com o escritório de design Heatherwick Studio, sediado em Londres, para falar sobre sua prática multidisciplinar, seus escritórios e como sua abordagem colaborativa de projeto se traduz de seu próprio espaço de trabalho para sua equipe e seus projetos.
O que acontece quando a cidade dotada de sensores adquire a capacidade de ver — quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas", o ArchDaily está trabalhando em conjunto com a curadoria da seção "Olhos da Cidade" (Eyes of the City) na Bienal para estimular o debate sobre como as novas tecnologias — e a Inteligência Artificial em particular — podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler o manifesto curatorial de "Olhos da Cidade" por Carlo Ratti, o Politecnico di Torino e a SCUT.
Os olhos de mais de 250 espécies de animais que foram observadas no Nature Boardwalk do Studio Gang no Lincoln Park Zoo em Chicago. Imagem cortesia de Studio Gang
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas", o ArchDaily colabora com a curadoria da seção "Eyes of the City" da Bienal para estimular um debate sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler o manifesto curatorial da seção "Eyes of the City", escrito por Carlo Ratti, pelo Politecnico di Torino e pela SCUT.
“Todos nós vivemos em um ecossistema; apenas não sabemos disso. Quando se trata de áreas urbanas, as pessoas têm um ponto cego ecológico.” — Seth Magle, Diretor do Lincoln Park Zoo Urban Wildlife Institute, Chicago.
O avanço das tecnologias de IA pode dar a impressão de que sabemos tudo sobre nossas cidades — como se todos os habitantes estivessem contados e catalogados, e nossa existência urbana estivesse totalmente monitorada, mapeada e prevista.
https://www.archdaily.com.br/pt/1119428/olhos-da-cidade-olhar-e-projetar-alem-do-humano-jeanne-gang-para-a-bienal-de-shenzhen-uabb-2019Studio Gang
Como parte do programa de design da AGO Projects – um espaço multidisciplinar focado na promoção de design, fotografia e arquitetura, sediado em Nova York e que abriu suas portas na Cidade do México há apenas algumas semanas –, foi inaugurada a exposição "Otro Reino", uma mostra composta por peças inéditas e conhecidas do escritório de arquitetura Lanza Atelier, de Isabel Abascal e Alessandro Arienzo, complementada por um conjunto de cerâmicas “Neo-neo" da MT Objects, baseado em acidentes urbanos de concreto.
Se por um lado 2019 testemunhou a conclusão de grandes obras de arquitetura, por outro também foi um ano movimentado para projetos não construídos. Sejam visões conceituais destinadas a ampliar horizontes e propor inovações, ou projetos práticos voltados à construção, o ArchDaily publicou ao longo do ano uma infinidade de propostas não executadas que foram reconhecidas e celebradas por júris, profissionais da área e instituições.
Com a proximidade do fim do ano, relembramos as principais arquiteturas premiadas em concursos em 2019. De propostas vencedoras destinadas à construção, desenvolvidas pelos escritórios mais importantes do mundo, a trabalhos de estudantes e jovens arquitetos/as que imaginam a arquitetura do futuro, a lista oferece um vislumbre do que o campo da arquitetura reserva para o próximo ano, década ou mesmo século.
O A’ Design Award é uma premiação internacional cujo objetivo é proporcionar a designers, arquitetos/as e inovadores/as de todas as áreas de arquitetura e design uma plataforma competitiva para apresentar seus trabalhos e produtos a um público global. Entre as diversas premiações do mundo do design, o A' Design Award se destaca por sua escala e abrangência excepcionais; de 2018 a 2019, mais de 2.000 projetos individuais de 106 países foram premiados em 98 disciplinas de design diferentes. As inscrições para a edição deste ano já estão abertas, e os/as profissionais de design podem registrar seus trabalhos aqui.
Past, Present, Future é um projeto de entrevistas idealizado pelo Itinerant Office, que convida arquitetos e arquitetas de destaque a compartilhar suas perspectivas sobre o mundo em constante evolução da arquitetura. Cada entrevista é dividida em três segmentos de vídeo: Passado, Presente e Futuro, nos quais os/as entrevistados/as discutem suas reflexões e experiências na arquitetura sob cada uma dessas lentes. O primeiro episódio do projeto contou com 11 arquitetos/as da Itália e dos Países Baixos, e o Episódio II é composto por entrevistas com 13 arquitetos/as da Espanha, Portugal, França e Bélgica.
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Antes da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas", o ArchDaily colabora com a curadoria da seção "Olhos da Cidade" da Bienal para estimular o debate sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler o manifesto curatorial de “Olhos da Cidade”, elaborado por Carlo Ratti, pelo Politecnico di Torino e pela SCUT.
https://www.archdaily.com.br/pt/1119180/de-quem-sao-os-olhos-da-rua-liu-jian-para-a-bienal-de-shenzhen-uabb-2019Jian Liu
Nos dias 19 e 20 de abril, estudantes do quinto ano da graduação do SCI-Arc apresentaram seus projetos de conclusão de curso (TCC) a bancas compostas por docentes e júris convidados, reunindo alguns dos principais nomes da arquitetura, crítica e teoria do campo – incluindo Tom Wiscombe (diretor do programa de graduação), Jenny Wu (coordenadora de TCC da graduação) e Neil M. Denari (orientador especial de TCC e ex-diretor do SCI-Arc). Este ano, a orientação dos trabalhos ficou a cargo de Kristy Balliet, Marcelo Spina e Peter Testa.
https://www.archdaily.com.br/pt/1119187/fim-de-semana-de-tccs-encerra-o-semestre-de-primavera-da-sci-arcSponsored Post
No episódio mais recente do podcast Time Sensitive, produzido pela empresa de mídia de “entretenimento consciente” sediada em Nova York The Slowdown, o coapresentador Spencer Bailey conversa com o crítico de arquitetura do New York Times, Michael Kimmelman. Ambos discutem os talentos menos conhecidos de Kimmelman como pianista; seus mais de 30 anos escrevendo no The New York Times (ele começou a trabalhar no jornal como crítico-chefe de arte em 1990, cargo que ocupou até 2007, quando se mudou para Berlim como colunista da seção “Abroad” por quatro anos); e seu objetivo, como crítico de arquitetura, de promover um debate mais amplo sobre o projeto de cidades melhores, mais saudáveis e, simplesmente, mais justas para todas as pessoas.
Cortesia de Jakub Kulisa, Piotr Pańczyk e Damian Granosik.
"Há cerca de um ano, estávamos trabalhando arduamente, fazendo o nosso melhor para desenvolver uma proposta com chances de vencer a próxima edição do mundialmente famoso eVolo Skyscraper Competition. Aqui está o nosso relato de como conseguimos alcançar esse objetivo, além de algumas dicas e reflexões que nos pediram para compartilhar e que esperamos que sejam úteis caso você planeje seguir nossos passos". Texto original por: Damian Granosik, Jakub Kulisa e Piotr Pańczyk.
Logos corporativos dos seis coletivos de arquitetura, extraídos de https://arquitecturascolectivas.net/, http://www.recetasurbanas.net, http://zuloark.com, http://www.boamistura.com, http://www.eeestudio.es, https://enormestudio.es e https://assemblestudio.co.uk/. Imagem via Revista rita_
Este artigo de Alberto Bravo de Laguna Socorro foi publicado originalmente na edição número 12 da revista rita_ com o título "Transgressão, experimentación y comunicabilidad de lo gráfico en arquitecturas colectivas. Índices de una expresión gráfica implicada".
https://www.archdaily.com.br/pt/1127235/transgressao-experimentacao-e-comunicabilidade-do-grafico-em-arquiteturas-coletivasAlberto Bravo de Laguna Socorro
"Estou interessado em como fazemos a transição, como pessoas, de uma fase da vida para outra, e, como culturas, de um período histórico para outro. As transições costumam ser difíceis, talvez até assustadoras." Com essa introdução, é de se imaginar que o trabalho do arquiteto e artista Jorge Otero-Pailos seja diferente, especialmente quanto ao modo como compreendemos a passagem do tempo da arquitetura na história.
A seguir, ele compartilha conosco fotografias de sua série de obras "The Ethics of Dust", que evidencia a remoção de poeira e resíduos de poluição de renomados edifícios e monumentos históricos. Tornando visível o invisível.
Force Majeure - Futura. Imagem cortesia de Jeanne Schultz Design Studio
Reunindo propostas de concursos de todo o mundo, a seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos apresenta abordagens e conceitos inspiradores. Enviada por nossa comunidade de leitores e leitoras, a curadoria destaca propostas singulares que integram certames internacionais. Enquanto alguns são projetos vencedores, outros receberam menções honrosas.
O escritório Serie imagina escritórios semelhantes a pavilhões de madeira empilhados; Schlaich Bergermann Partner, LAVA e Latz + Partner projetam uma nova ponte para pedestres e ciclistas sobre o rio Neckar em Heidelberg, Alemanha; e o Aidia Studio cria um "Oculus" no deserto dos Emirados. Outras propostas de concurso incluem uma avenida paisagística pelo ZXD Architects em Hangzhou, uma escola comunitária no Egito desenvolvida pelo Hand Over, o pavilhão vencedor do Archifest 2020 de Cingapura, assinado por ADDP Architects e OWIU Design Studio, e uma Casa de Adoração Baha’i pelo SpaceMatters na Índia.
A seleção curada desta semana de Melhores Projetos Não Construídos abrange propostas conceituais enviadas por nosso público leitor. Reunindo funções diversas, a seleção aborda diferentes escalas, desde uma ponte em espiral na China até um hub de transporte voltado principalmente a viagens espaciais no Japão.
Apresentando abordagens projetuais singulares, este artigo introduz uma resposta arquitetônica humanitária voltada às necessidades de habitantes de um assentamento informal no Egito. Na categoria de masterplans, a proposta de uma cidade verde destaca como devemos desenvolver nossas cidades e bairros no futuro, enquanto o primeiro aeroporto de energia líquida zero no México reinterpreta abordagens holísticas de projeto. Além disso, a seleção apresenta diferentes intervenções culturais, como um museu em Botsuana, uma instalação no festival Burning Man desenvolvida pelo AI Studio e um observatório no Vietnã.