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América Latina: O mais recente de arquitetura e notícia

Design Week México 2026: um diálogo entre a identidade, o artesanato e o futuro do design na América Latina

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Até 11 de outubro de 2026, a Cidade do México se transforma mais uma vez em um epicentro global de inovação e excelência criativa com a abertura da Design Week México 2026 (#DWM26). Esta edição adota uma visão curatorial mais ampla e diversa, convidando tanto o público quanto profissionais do design a refletirem sobre a disciplina a partir de perspectivas globais, fluidas e inclusivas que vão além das abordagens tradicionais.

Desenhando uma nova cidade: Brasília, Fordlândia e Ciudad Guayana

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Uma ordem social diferente é mais fácil de imaginar quando se situa longe daquela que já existe. Na América Latina, essa distância frequentemente tem sido territorial. Partes da região foram repetidamente tratadas como lugares onde outro mundo poderia começar. Esses lugares, contudo, nunca estiveram vazios.

Para os/as arquitetos/as, essa ideia tem um ponto de partida familiar: o plano. Visto de cima, um território pode parecer uma folha em branco, pronta para um eixo ou uma malha urbana. Ao nível dos olhos, esse mesmo chão já está repleto de pessoas e dos caminhos que elas utilizam.

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América Latina em Foco: Este Mês em Arquitetura, Habitar, Memória e Intercâmbio Cultural

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A arquitetura na América Latina neste mês reflete um diálogo contínuo sobre o habitar, o patrimônio cultural e as maneiras pelas quais a arquitetura pode conectar a vida contemporânea com lugares e saberes existentes. Da Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires e iniciativas voltadas a práticas construtivas tradicionais e ao patrimônio arqueológico, passando por novas infraestruturas culturais e projetos habitacionais na Argentina, no Equador e no Peru, os desdobramentos recentes destacam diferentes abordagens para trabalhar com os contextos locais. Em toda a região, questões de memória, comunidade, paisagem e prática material continuam a moldar tanto projetos arquitetônicos quanto discussões mais amplas sobre como as cidades e os territórios são habitados.

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Campanha liderada por cidadãos busca reconhecimento da UNESCO para sítios pré-coloniais selecionados em Lima, Peru

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Uma campanha liderada pela Red Lima Milenaria busca o reconhecimento da UNESCO para sítios pré-coloniais na capital peruana. Atualmente, restam mais de 600 sítios arqueológicos em Lima, uma metrópole de 11 milhões de habitantes. A campanha, movida por cidadãos/ãs, visa melhorar as condições de conservação e a conscientização pública sobre os locais que resistiram à colonização europeia, promovendo a indicação de uma seleção de estruturas para inscrição na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. A iniciativa pública foi lançada recentemente com o objetivo de reunir apoio popular e estabelecer parcerias com organizações que atuam na área do patrimônio e em campos correlatos, a fim de preparar a estrutura para uma candidatura formal a ser apresentada pelo Estado peruano. A iniciativa coincide com movimentos de reconstrução no continente que respondem à desigualdade socioeconômica e a injustiças históricas estruturais, levantando questionamentos sobre a própria definição de patrimônio.

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Da sala de aula ao pátio: como 10 universidades brasileiras repensam o espaço de aprendizagem

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Em 1961, ao conceberem a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, em São Paulo, Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi estabeleceram um paradigma que continua a ecoar na arquitetura universitária brasileira: o edifício como um território contínuo, articulado por rampas, pátios e vãos livres, onde a experiência de aprendizado se estende para além da sala de aula. A ideia surgiu em um momento de transformação no ensino superior brasileiro que, nas décadas seguintes, se expandiria de um público relativamente restrito para alcançar uma população muito mais ampla e diversa. Se, em 1960, o Brasil tinha cerca de 226.218 matrículas na graduação, em 2023 esse número se aproximava de 10 milhões.

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Uma casa sobre a água: a história da joia modernista de Amancio e Delfina Williams

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O que acontece com uma casa quando a vida para a qual ela foi projetada chega ao fim? Na Casa sobre el Arroyo, a resposta se desenrolou gradualmente à medida que o edifício mudou de uso, propriedade e estado de conservação ao longo de quase oito décadas. Mesmo diante dessas transformações, a estrutura, a circulação e a relação com o terreno permaneceram fundamentais para a compreensão da casa e, eventualmente, para seu restauro.

Projetada por Amancio Williams e Delfina Gálvez Bunge de Williams a partir de 1943 para o pai de Amancio, Alberto Williams, a Casa sobre el Arroyo nasceu diretamente das condicionantes de seu terreno em Mar del Plata, Argentina. Em vez de tratar o arroio Las Chacras como um obstáculo a ser contornado, o projeto o utiliza para organizar a própria casa. Um arco de concreto armado cruza as águas e eleva os espaços de permanência, transformando o curso d'água em parte da experiência de circulação e habitação da casa.

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Construir como prática política: a USINA e o legado da construção coletiva no Brasil

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Filippo Brunelleschi e a cúpula de Santa Maria del Fiore, concluída em 1436 na cidade italiana de Florença, representam um capítulo importante na história da arquitetura, frequentemente associado ao crescente distanciamento entre o desenho e a construção. Essa separação, consolidada gradualmente ao longo do tempo, encontra um ponto de inflexão decisivo no Renascimento. O desenho torna-se um instrumento para antecipar e impor autoridade sobre a construção. O canteiro de obras, outrora um espaço de invenção e tomada de decisões, passa a ser compreendido primordialmente como um local de execução.

Nos séculos seguintes, esse distanciamento torna-se cada vez mais acentuado, sobretudo com a construção moderna. A industrialização, la especialização técnica e a organização corporativa fragmentam o processo construtivo em etapas progressivamente distintas. Quem projeta raramente constrói; quem constrói nem sempre participa das decisões; quem financia, gerencia e habita ocupa posições ainda mais distanciadas entre si. A eficiência desse modelo permitiu construir em escala, mas também concentrou o conhecimento e o poder de decisão nas mãos de determinados agentes.

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Mapeando narrativas: o que o mapa da ONU revela sobre as reparações simbólicas

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Este artigo faz parte da nossa nova seção de Opinião, um formato para ensaios argumentativos sobre questões cruciais que moldam nossa área.

Durante séculos, a maior parte do mundo se enxergou por meio de um instrumento de representação espacial do século XVI. No dia 4 de setembro, a Assembleia Geral das Nações Unidas votou para mudar esse cenário, adotando uma resolução que solicita a governos, escolas, veículos de imprensa e empresas de tecnologia que deixem de usar a projeção de Mercator onde o tamanho relativo dos países de fato importe, substituindo-a por alternativas de áreas equivalentes, como a projeção Equal Earth de 2018. A votação foi aprovada por 164 votos a 1, sendo os Estados Unidos o único voto contrário.

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Bienal de Arquitetura de Buenos Aires celebra 40 anos com programação gratuita sob o tema "Habitar"

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A Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires celebra 40 anos de história este ano, ao longo de 20 edições. Como um dos principais encontros de arquitetura da América Latina, o evento comemorará este aniversário com uma edição que reúne cerca de 100 escritórios de arquitetura, 15 exposições, 50 conferências, 40 convidados/as internacionais e representantes de mais de 55 cidades do mundo, em uma programação gratuita e aberta que se estenderá por cinco semanas. A partir de 22 de setembro e durante todo o mês de outubro, integrando o Mês do Design e da Arquitetura de Buenos Aires, serão realizadas conferências, abertas exposições, inauguradas instalações e promovidas atividades em pontos específicos da cidade. Sob o tema HABITAR, a Bienal também sediará um fórum de seis dias com o/a vencedor/a do Prêmio Pritzker 2026, Smiljan Radić, culminando na entrega dos prêmios desta edição.

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Quem decide o que merece ser preservado? Poder e patrimônio na América Latina

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Este artigo faz parte de "Thresholds", uma edição especial impressa em formato de jornal produzida por Cobe Notes x ArchDaily.

Quando entramos em um museu, percorremos um centro histórico ou verificamos a lista de bens tombados de um país, raramente pensamos no processo por trás dessas escolhas. Quem decidiu, em nome de todos nós, que estes objetos, lugares, arquiteturas, merecessem ser conservados e difundidos, enquanto outros são descartados?

Geralmente, são os profissionais especialistas aqueles que tem o poder da decisão, sejam eles historiadores, museólogos, arquitetos, geógrafos. Mas com base em que essas decisões são tomadas? Caberia a complexidade da história em um checklist? Ou, ainda mais elementar, em qual versão da história estariam sendo baseadas essas decisões?

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América Latina em Foco: Este mês em arquitetura, design ambiental, infraestrutura social e prática profissional

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A arquitetura na América Latina este mês reflete um diálogo contínuo entre desafios ambientais, patrimônio cultural e novas abordagens para a vida pública e profissional. Desde o terremoto na Colômbia e seu impacto no patrimônio histórico até os novos projetos culturais na Argentina e propostas de design responsivo ao clima no Equador e em Medellín, os acontecimentos recentes destacam como a arquitetura segue respondendo tanto às condições regionais quanto aos desafios globais. Questões de patrimônio e infraestrutura também ganharam destaque, à medida que a UNESCO expressou preocupação com os impactos do Trem Maia sobre o sítio de Calakmul, no México, declarado Patrimônio Mundial, ao mesmo tempo em que novas iniciativas no Chile e na Costa Rica exploraram o design ecológico e práticas sustentáveis. Os destaques do mês apontam para um panorama arquitetônico regional moldado pela resiliência, pela adaptação e pela relação entre o ambiente construído e seus contextos sociais e naturais mais amplos.

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Radicalmente Coletivo: O Legado do Programa Habitacional das Microbrigadas de Cuba

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Na década de 1970, Cuba enfrentou um grave déficit habitacional em todo o país, decorrente do crescimento populacional, da migração campo-cidade e da deterioração do parque habitacional existente. A resposta do governo foi um sistema que afastava trabalhadores comuns de seus empregos habituais para direcioná-los aos canteiros de obras. Esse programa, conhecido como as Microbrigadas, reformulou distritos inteiros de Havana ao combinar a autoconstrução coletiva com o conhecimento técnico apoiado pelo Estado, deixando uma marca na malha urbana de sua capital que persiste até hoje.

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Construindo uma imagem nacional: arquitetura, capital e poder político

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A Pirâmide de Tirana foi inaugurada como um museu dedicado a Enver Hoxha em outubro de 1988, três anos após sua morte e três anos antes do colapso do regime. Nas décadas seguintes, o espaço funcionou como estação de rádio, centro de convenções, boate e base da OTAN durante a Guerra do Kosovo. Em 2023, o escritório MVRDV a reabriu como um parque e escola de tecnologia, adicionando degraus às fachadas para que as pessoas pudessem caminhar sobre o edifício. A inauguração coincidiu com a Cúpula dos Balcãs Ocidentais em 16 de outubro, data que, como apontaram alguns críticos, correspondia ao aniversário de Hoxha. Dois projetos de autodefinição nacional, separados por trinta e cinco anos e concebidos sob premissas políticas opostas, utilizaram a mesma estrutura.

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O protótipo como método: TAKK, salazarsequeromedina e Ensamble Studio

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Protótipos arquitetônicos são frequentemente usados para testar decisões antes que a construção comece. No entanto, em alguns escritórios, a prototipagem se inicia enquanto essas decisões ainda estão tomando forma. Transportar uma ideia do desenho para a matéria introduz questões que dependem do próprio fazer: como um material pode ser cortado ou unido, quanto pesa uma peça, como um encaixe se articula, se as partes podem ser reutilizadas ou até mesmo que forma o projeto deve assumir.

TAKK, salazarsequeromedina e Ensamble Studio fazem da experimentação física parte de seus processos de projeto, mas buscam respostas distintas por meio dela. Para o TAKK, os protótipos ajudam a testar como materiais e componentes se unem para formar um sistema construtivo. Para o salazarsequeromedina, maquetes e sistemas construídos permanecem abertos ao desmonte, à recombinação e a usos posteriores. O Ensamble Studio utiliza experimentos físicos para gerar geometria e conhecimento técnico-construtivo que possam ser aplicados na engenharia e na construção em escala real. O que distingue essas abordagens não é simplesmente o fato de prototiparem, mas sim o que cada escritório espera aprender por meio do protótipo.

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Como habitar um território: 10 casas moldadas pelas paisagens da Argentina

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O vasto território da Argentina revela múltiplas formas de construir moldadas por sua diversidade geográfica, climática e cultural. Ao projetar residências unifamiliares em Córdoba, Mendoza, Santa Fe e Buenos Aires, diversos escritórios jovens de arquitetura do país respondem a diferentes condições materiais, paisagísticas e culturais, trabalhando com os recursos, sistemas construtivos e ofícios artesanais disponíveis em cada região. A casa torna-se, assim, um meio de interpretar seu contexto, dialogar com as tradições locais e incorporar novas abordagens à produção arquitetônica.

Como cenário da vida cotidiana, a casa faz parte de uma experiência contínua, agindo como um organismo complexo e sutil que responde não apenas ao modo de vida das pessoas que a habitam, mas também às paisagens em que se insere. Após apresentar diferentes perspectivas e definições de figuras como Le Corbusier, Ernesto Rogers e Lewis Mumford, o arquiteto argentino Eduardo Sacriste enfatiza em seu livro Qué es la casa seu papel como reflexo do passado, que compartilha o presente e ilumina o futuro.

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Uma arquitetura da coletividade: por dentro da prática do Taller General

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Fundado em Quito em 2017 por Martín Real e Florencia Sobrero, o Taller General atua em habitação, reabilitação, exposições e projetos comunitários. O que os une é menos uma tipologia construtiva e mais uma forma de construir: arquitetos/as, construtores/as, artesãos/ãs, estudantes, organizações e comunidades entram e saem do processo, e cada projeto toma forma a partir daquilo que já está presente no local.

Essa abordagem surgiu da experiência direta com o canteiro de obras. Antes de o Taller General ser formalmente estabelecido, Real e Sobrero se envolveram com a iniciativa Actuemos Ecuador, uma das organizações da sociedade civil criadas em resposta ao terremoto que atingiu a costa do Equador em 2016. Atuar sob as reais condições da construção vinculou as decisões arquitetônicas a materiais, orçamentos, mão de obra disponível e saberes locais, estabelecendo uma relação com o fazer construtivo que permanece central na prática do escritório.

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Arquitetura Comunitária no Brasil: 4 Projetos de Transformação Social

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Em 2021, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou um levantamento a respeito da quantidade de equipamentos culturais e sociais existentes nas cidades do Brasil. Os resultados eram alarmantes, apenas 29,6% dos municípios brasileiros possuíam equipamentos culturais e sociais como museus, enquanto teatros e casas de espetáculos estavam presentes em apenas 23,3% das cidades. Um recorte que diz muito em relação à carência de espaços desse gênero nas cidades brasileiras. Nesse contexto, quando uma cooperativa de mulheres no Maranhão ou um grupo de voluntários na Bahia decide construir seu próprio equipamento cultural e comunitário, o gesto não apenas supre uma carência material, mas reivindica, por iniciativa própria, um direito que deveria ser garantido como política pública.

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América Latina em Foco: Este Mês na Arquitetura, Instituições Culturais, Patrimônio e Resiliência

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A arquitetura na América Latina este mês reflete uma ênfase crescente na adaptação, seja respondendo a riscos ambientais, repensando instituições culturais ou estendendo a vida útil de edifícios existentes. Os desdobramentos recentes revelam um debate regional moldado pela resiliência, patrimônio e espaço público, onde a arquitetura é cada vez mais compreendida como parte de sistemas urbanos, sociais e ambientais mais amplos. Das consequências dos grandes terremotos na Venezuela ao debate em torno do futuro Museu Nacional do Equador, as histórias deste mês destacam como o design está interligado a questões de identidade, vida cívica e sustentabilidade a longo prazo.

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