Timothy Hursley

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Como o movimento Arts and Crafts ainda molda a arquitetura contemporânea

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O movimento Arts and Crafts costuma ser lembrado como um estilo arquitetônico definido por detalhes artesanais, escala íntima, materiais naturais e pela rejeição ao excesso e à indústria. Sua influência é frequentemente rastreada por meio de características visuais que continuam a aparecer na arquitetura e nos interiores contemporâneos — da madeira exposta e da marcenaria artesanal à ênfase na textura e na permanência —, contudo, reduzir o movimento a um vocabulário estético significa ignorar sua contribuição muito mais significativa. Para William Morris, Philip Webb, John Ruskin e seus contemporâneos, a arquitetura era uma questão de como as coisas eram feitas, quem as fazia e se o processo de feitura poderia cultivar dignidade, significado, cultura e beleza.

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Clássicos da Arquitetura: Museum of Modern Art

A entrada do Museum of Modern Art (MoMA) está inserida sob uma fachada sóbria de granito e vidro em Midtown Manhattan. Seus planos limpos e regulares marcam a ampliação de 2004, assinada por Yoshio Taniguchi, na sequência de fachadas do MoMA — mantida por ele como um registro histórico de sua forma. A intervenção de Taniguchi situa-se ao lado da torre residencial de 1984 projetada por Cesar Pelli and Associates, seguida pelo edifício original de 1939 de Philip Goodwin e Edward Durell Stone, e pela posterior ampliação de Philip Johnson em 1964. Taniguchi foi contratado em 1997 para expandir o espaço do museu e unificar seus elementos dispersos. Sua solução elegante e minimalista apresenta uma face contemporânea para o MoMA, ao mesmo tempo em que respeita suas raízes modernistas.

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The Landing no Evermore Resort / Polk Stanley Wilcox Architects

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Capela da Universidade Loyola / Trahan Architects

Capela da Universidade Loyola / Trahan Architects - Mais Imagens+ 29

  • Arquitetos: Trahan Architects
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  4625 ft²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2025
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Assa Abloy, FabriTRAK®, FritsJurgens, dormakaba, DuPont, +28

Casa Dogtrot: Saber Vernacular e Projeto Responsivo ao Clima

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A casa dogtrot surgiu no sul dos Estados Unidos no final do século XIX como uma resposta direta aos climas úmidos, à disponibilidade de materiais e aos padrões de habitação rural. Presente em toda a região dos Montes Apalaches, no litoral das Carolinas e nas planícies da Louisiana, a casa dogtrot apresentava inúmeras variações regionais; no entanto, sua lógica espacial fundamental permanecia notavelmente consistente. Dois volumes habitáveis fechados são separados por uma passagem central aberta e unificados sob uma cobertura contínua, criando uma habitação que é, ao mesmo tempo, econômica e sensível aos verões longos e quentes. Embora historiadores/as da arquitetura continuem a debater as origens geográficas precisas da dogtrot, a tipologia representa uma inteligência vernacular mais ampla que surgiu da convergência entre necessidade ambiental, práticas construtivas locais e a vida rural.

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Polos de transporte rural: projeto de infraestrutura, acesso e mobilidade regional

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O futuro dos hubs de transporte nos Estados Unidos não será definido por icônicos terminais aeroportuários metropolitanos e amplas estações ferroviárias centrais. As comunidades rurais concentram a maior parte da malha rodoviária do país, respondem por quase metade de toda a quilometragem percorrida por caminhões e dão origem a dois terços do transporte ferroviário de carga. Essas realidades posicionam os hubs de transporte rurais como pontos vitais de acesso regional e centros de distribuição que moldam a mobilidade nacional fora dos modelos de expansão urbana.

Os hubs de transporte rurais nos Estados Unidos são âncoras cívicas e logísticas essenciais cujo sucesso não pode ser medido a partir de métricas urbanas. Em vez de replicar os hubs de transporte de tipologias urbanas densas, os/as projetistas estão desenvolvendo modelos arquitetônicos que refletem as realidades rurais: populações dispersas, infraestrutura predominantemente voltada à carga, multimodalidade modesta, desafios de segurança e demandas de acesso social. Em muitas regiões rurais, um terminal aeroportuário modesto sustenta a viabilidade econômica, uma estação de transbordo ferroviário conecta indústrias baseadas em recursos naturais aos mercados nacionais e um terminal de ônibus regional garante o acesso a emprego, educação e serviços essenciais.

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Refletindo sobre o Dia Internacional da Educação: Dos ambientes lúdicos ao protagonismo juvenil na arquitetura

A educação é há muito tempo compreendida como um pilar do desenvolvimento social, moldando não apenas os futuros individuais, mas também a capacidade coletiva das sociedades de responder a mudanças. Celebrado anualmente em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação propõe uma reflexão sobre o papel do ensino no enfrentamento de desafios globais e na sustentação do progresso social. Diante de desafios globais sobrepostos, que vão da transformação tecnológica ao aprofundamento das desigualdades, a discussão sobre como a educação é concebida, gerida e vivenciada tornou-se cada vez mais urgente.

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Escola Thaden / Marlon Blackwell Architects

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Para além do currículo: o ensino de arquitetura e a defesa da profissão

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Discussões federais recentes nos Estados Unidos sobre a reclassificação da arquitetura como uma graduação que não confere mais habilitação profissional intensificaram a necessidade de articular o propósito e a estrutura dos programas credenciados. Esse cenário político gerou um momento no qual a coerência interna dos currículos de arquitetura se cruza com questões mais amplas de bem-estar público, responsabilidade técnica e os deveres éticos que definem a competência profissional. O ensino de arquitetura nos Estados Unidos exige uma análise que reconheça sua lógica pedagógica interna e as pressões externas que moldam sua recepção contemporânea.

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Encenando a Cultura: O/A Arquiteto/a como Curador/a

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A arquitetura nunca se limitou ao ato de construir. Ela negocia constantemente entre a prática material e a reflexão intelectual; no entanto, ao longo dos séculos XX e XXI, muitos/as arquitetos/as sentiram que o projeto construído, por si só, era insuficiente para responder à totalidade das questões que se colocavam à disciplina. Pressões econômicas, contextos políticos e exigências programáticas frequentemente limitavam o escopo da prática profissional.

Em contrapartida, as exposições e plataformas curatoriais criaram espaços de experimentação e crítica, abrindo arenas onde a arquitetura podia interrogar a si mesma, onde seu passado podia ser reinterpretado, seu presente desafiado e seu futuro projetado. Nessa tensão, surgiu a figura do/a arquiteto/a-curador/a, tratando a própria curadoria como uma forma de projeto — não de paredes ou fachadas, mas de discursos, narrativas e estruturas de significado.

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Casas de hóspedes e lições de generosidade: espaços de hospitalidade na América rural

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Os espaços de hospitalidade refletem a forma como diferentes culturas articulam generosidade, cuidado, pertencimento e identidade. Em contextos urbanos dinâmicos, isso se traduz em hotéis, sistemas de serviços e comodidades selecionadas que moldam diretamente a experiência de quem os visita. Esses espaços traduzem o cuidado em formas mensuráveis, onde o sucesso está associado à eficiência, ao luxo e à identidade da marca.

Na América rural, no entanto, a hospitalidade opera sob outra lógica. Nesses ambientes, o cuidado se fundamenta no trabalho e na comunidade, ao mesmo tempo que responde diretamente às geografias ecológicas e culturais específicas. A distância, a infraestrutura limitada e as redes sociais estreitas exigem formas de arquitetura que sejam flexíveis e autossuficientes. Os projetos respondem às variações climáticas, aos materiais locais e a uma cultura onde o apoio mútuo costuma começar entre vizinhos. Nessa paisagem, os limiares arquitetônicos da hospitalidade emergem de maneiras adaptativas e, ainda assim, inesperadas.

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A Arquitetura do Rewilding: Projetando para a Recuperação de Ecossistemas

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À medida que a instabilidade climática reformula as prioridades projetuais, a arquitetura é cada vez mais atraída para os debates ecológicos, não como espectadora, mas como participante. Entre os conceitos que ganham força está o de rewilding (ou renaturalização), uma prática fundamentada na restauração de ecossistemas autossustentáveis por meio da reintrodução da biodiversidade, da remoção de barreiras e do reequilíbrio da presença humana na paisagem. Embora frequentemente associado à biologia da conservação, o rewilding também abre novos imaginários espaciais e arquitetônicos — que desafiam as noções convencionais de permanência, autoria e uso.

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Descubra as melhores universidades do mundo para estudar arquitetura em 2025, segundo o ranking QS

Todos os anos, o QS World University Rankings de Quacquarelli Symonds (QS) divulga uma lista atualizada dos melhores programas universitários do mundo. No campo de Arquitetura e Ambiente Construído, a lista inclui 250 instituições. O ranking avalia instituições em todos os continentes. Este ano, a The Bartlett School of Architecture (parte da UCL) mantém-se no primeiro lugar, enquanto a lista das 10 principais instituições apresenta uma reorganização das universidades selecionadas, sem novas entradas. A Tsinghua University é a única entre elas a subir de posição em relação ao ano passado, passando da oitava posição para a sétima, empatada.

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Pavilhão dos EUA na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 apresenta 'PORCH: Uma Arquitetura de Generosidade'

A Fay Jones School of Architecture and Design da Universidade do Arkansas, em colaboração com a DesignConnects e o Crystal Bridges Museum of American Art, foi selecionada pelo Escritório de Assuntos Educacionais e Culturais do Departamento de Estado dos EUA para representar os Estados Unidos na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025. O tema selecionado, "PORCH: An Architecture of Generosity" [Varanda: Uma Arquitetura de Generosidade], explora o significado arquitetônico e cultural atemporal da varanda americana, evidenciando sua relevância contínua como um espaço de conexão, inclusão e engajamento cívico.

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Conheça a lista completa dos 65 pavilhões nacionais da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025

Intitulada Intelligens. Natural. Artificial. Collective. e com curadoria de Carlo Ratti, a Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 sediará a 19ª Exposição Internacional de Arquitetura de 10 de maio a 23 de novembro de 2025.

A edição de 2025 da Bienal de Arquitetura de Veneza contará com um total de 65 pavilhões nacionais. Dentre eles, quatro países participam pela primeira vez: Azerbaijão, Catar, Omã e Togo. A mostra se distribuirá por três locais principais: 26 pavilhões no Giardini, 22 no Arsenale e 15 espalhados pelo centro histórico de Veneza. Reunindo mais de 750 participantes em equipes interdisciplinares e multigeracionais, a expectativa é que esta seja a maior edição na história da Bienal.

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MCHAP anuncia a Thaden School, de EskewDumezRipple, Marlon Blackwell Architects e Andropogon Associates, como vencedora da quinta edição do Americas Prize

O Mies Crown Hall Americas Prize (MCHAP) acaba de anunciar o vencedor da quinta edição do MCHAP Americas Prize: a Thaden School, projetada por EskewDumezRipple, Marlon Blackwell Architects e Andropogon Associates. Localizado em Bentonville, no Arkansas, em um terreno de 30 acres, o campus explora a relação entre arquitetura, paisagem e comunidade no contexto educacional. O anúncio foi feito após um dia de celebrações no S.R. Crown Hall, no campus do Illinois Institute of Technology (IIT). O evento contou com apresentações de Masterclasses ministradas por estudantes do IIT e de universidades da região, além de uma mesa-redonda com os finalistas e o júri durante o Simpósio MCHAP.

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The Singapore EDITION e Boulevard 88 / Safdie Architects

The Singapore EDITION e Boulevard 88 / Safdie Architects - Mais Imagens+ 25

  • Arquitetos: Safdie Architects
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  52200 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024

MCHAP revela os cinco finalistas do Prêmio das Américas de 2025

Mies Crown Hall Americas Prize (MCHAP) anunciou os cinco projetos finalistas do Prêmio Américas de 2025, destacando obras na Argentina, Canadá, México e Estados Unidos. O anúncio foi feito pelo diretor do MCHAP, Dirk Denison, e pelo presidente do júri deste ano, Maurice Cox. O prêmio bienal, instituído em 2013 pela Faculdade de Arquitetura do Illinois Institute of Technology, reconhece realizações arquitetônicas excepcionais nas Américas do Norte, Central e do Sul. Avaliando obras concluídas entre junho de 2022 e dezembro de 2023, a premiação busca destacar projetos que contribuem significativamente para suas comunidades e elevam os padrões profissionais.

O projeto vencedor será anunciado em 5 de maio, durante um simpósio no Illinois Institute of Technology.  Os/as autores/as do projeto vencedor receberão o Prêmio MCHAP, uma cátedra na Faculdade de Arquitetura do IIT e uma bolsa de US$ 50.000 para pesquisa e publicação.

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