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Explorando a evolução dos materiais isolantes na arquitetura

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Embora mais relacionada a aspectos evolutivos do que à própria arquitetura, a fragilidade física inerente aos seres humanos tem exigido, desde os tempos pré-históricos, que protejamos nossos corpos e nossos edifícios dos elementos externos. Como exemplo, começando com as cabanas primitivas utilizadas nas primeiras formas de arquitetura doméstica, peles foram empregadas como cobertura externa para restringir o fluxo de ar e, consequentemente, regular o ambiente interior.

Posteriormente, observamos uma evolução que mostra claramente avanços nas técnicas de isolamento, passando de materiais vernaculares como o adobe até um aumento na espessura das paredes usando pedra ou tijolo, finalmente chegando às paredes de cavidade desenvolvidas no século XIX, que deixavam uma pequena câmara de ar entre uma face exterior e interior da parede. Sua posterior popularização levou à introdução de isolamento térmico entre ambas as faces, um sistema que é amplamente reconhecido e utilizado atualmente e que lançou as bases para futuros desenvolvimentos nesse campo.

8 Opiniões sobre arquitetura em 2023 (por uma maior ecoeficiência na construção)

Se os últimos anos foram uma ocasião perfeita para refletir e debater sobre bem-estar, digitalização e democratização no projeto arquitetônico, este ano de 2023 foi uma tremenda oportunidade para aprofundar e comentar outras das questões mais urgentes: a crise climática e o ambiente natural entraram definitivamente na agenda global de arquitetura e construção, juntamente com a circularidade, a eficiência energética e a descarbonização. É hora de falar sobre isso para construir de forma consciente.

Analisando o futuro da madeira, da água e da iluminação, em cada um dos tópicos relacionados que o ArchDaily desenvolveu mês a mês, fizemos uma pergunta aberta para que vocês - nossos queridos leitores - pudessem participar ativamente com a contribuição de suas experiências e conhecimentos. Depois de ler e compilar um grande número de mensagens recebidas, tanto de profissionais da construção civil quanto de estudantes e entusiastas da arquitetura, chegou a hora de apresentar um resumo das principais posições. Muito obrigado por suas opiniões e aguardamos seus comentários para 2024!

Natal em Pyongyang: o relato de um fotógrafo brasileiro na capital da Coreia do Norte

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“Procurando por um lugar único para passar este Natal e ter uma história divertida para contar à família e aos amigos? Junte-se a nós em nossa terceira visita de Natal à República Popular Democrática da Coreia! Que melhor lugar para passar o Natal do que no coração de Pyongyang?”

Até agora não sei se deveria ter levado a sério o anúncio. Em todo caso, no dia 24 de dezembro de 2018 embarquei no “ultra-budget tour de Natal” promovido pela Young Pioneer, uma das poucas operadoras de viagem autorizadas a levar visitantes estrangeiros à Coreia do Norte.

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24 projetos vencedores mundiais dos prêmios Prix Versailles 2023

Diante de um total de 95 novos projetos reconhecidos pelo Prix Versailles, foram anunciados recentemente os 24 vencedores mundiais desta edição de 2023. Os projetos são um testemunho da vitalidade estética de suas respectivas regiões, em uma homenagem ao trabalho de diversos escritórios pioneiros e de renome internacional.

The Second Studio Podcast: Os prós e contras da visualização 3D

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The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões aprofundadas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre a vida cotidiana e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify, e YouTube.

Nesta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem como utilizam imagens 3D e renderizações em seu processo de trabalho. A dupla aborda o valor das imagens tridimensionais como ferramenta de projeto e de comunicação, as limitações e desvantagens do 3D, e como esses recursos visuais são empregados ao longo das diferentes etapas de um projeto.

Resumo do ano: as 10 fotos de arquitetura mais curtidas em 2023

O final do ano se aproxima e com ele a oportunidade de revisar quais foram os momentos de grande destaque no campo da arquitetura em 2023. Assim, buscamos pelas fotografias que foram as mais curtidas no Instagram do ArchDaily Brasil.

O paradoxo da simetria e a graça na repetição de elementos arquitetônicos

O ir e vir de valores arquitetônicos ao longo dos séculos demonstra a prevalência de certos parâmetros em detrimento de outros em cada período histórico. Em termos de composição, uma das leituras mais básicas gira em torno de questões de simetria e equilíbrio. De fato, um projeto não precisa ser simétrico para dar a ideia de equilíbrio compositivo. Seus elementos não precisam estar repetidos lado a lado para que o todo passe uma ideia de completude, estabilidade e… simetria, paradoxalmente. Grande parte dos projetos contemporâneos se vale de um todo compositivo equilibrado sem repetir seus elementos, inclusive.

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Espaços públicos socialmente justos são cruciais para sociedades prósperas

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Uma das instâncias mais radicais de transformação do espaço público aconteceu recentemente. Durante os primeiros meses da pandemia de Covid-19, o espaço público se transformou em "um recurso médico, centro de distribuição, espaço de transbordamento, local de protesto e resistência, academia, centro para idosos, centro comunitário, creche, pátio escolar, boate, via de transporte, restaurante ao ar livre, shopping center, parquinho infantil, teatro aberto, espaço de música, refugio natural e um lugar de pertencimento, de 'sentir-se em casa'".

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Descarbonização e soluções regionais: os principais temas da arquitetura para a COP28

Em 30 de novembro teve início em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a COP28, a cúpula climática da ONU. O evento consiste no encontro anual de governos nacionais e tem como objetivo de estabelecer estratégias para limitar a extensão da crise climática e seus efeitos adversos. A cúpula do ano passado definiu várias medidas importantes, incluindo a promessa de um fundo global destinado a fornecer ajuda financeira a países em desenvolvimento afetados por desastres climáticos.

O propósito principal da COP é reforçar os compromissos do Acordo de Paris, assinado em 2015, que busca manter o aumento da temperatura global abaixo de 1,5ºC. Como a indústria da construção é responsável por 39% das emissões globais, a arquitetura desempenha um papel vital na redução da pegada de carbono, tornando a COP28 um evento crucial para os arquitetos.

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O impacto das ferramentas de inteligência artificial na arquitetura em 2024 (e além)

Em 2022, uma audiência mais ampla teve acesso a ferramentas de inteligência artificial inesperadamente poderosas, como Stable Diffusion, Midjourney e DALL-E 2 para geração de texto para imagem, além do chatbot da OpenGPT.  

Um ano depois, analistas, organizações e governos afirmaram que essas tecnologias representarão riscos profundos para a sociedade e a humanidade, desde a perda de empregos causada pela automação até a perturbação dos processos democráticos e a automatização de armas.

Eladio Dieste e a arte de projetar estruturas

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Para muito além do conhecimento técnico de sua formação como engenheiro, Eladio Dieste (1917-2000) adquiriu sensibilidade arquitetônica rara. Foi pioneiro e mestre da técnica da alvenaria armada, que em resumo trata-se de um sistema de "casca" relativamente fina em que os blocos cerâmicos são comprimidos, as barras de aço são tracionadas e o concreto solidariza o conjunto. A resistência estrutural é aumentada através do desenho de geometrias espaciais complexas que respondem com precisão aos esforços solicitantes, utilizando assim o mínimo possível de material. Desta forma são vencidos grandes vãos e balanços e as cargas são elegantemente conduzidas ao solo.

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Emilio López: "A arquitetura latino-americana está experimentando com a geografia e os recursos"

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Emilio López é arquiteto pela Pontifícia Universidade Católica do Equador e possui mestrado em História e Teoria da Arquitetura pela Universidade Politécnica da Catalunha. Participou de vários projetos que mostram uma interessante conexão com o território, como a Casa Muta ou a Casa Don Juan, e recentemente recebeu um destaque por seu trabalho em Pamplona, durante a Bienal de Arquitetura Latino-americana 2023.

Ele afirma que ainda vive no Equador, um território com uma das maiores biodiversidades do mundo. Ele pontua que a geografia, as plantas, os climas e as culturas do país são grandes estímulos, além de sustentar que, com a arquitetura, surge a possibilidade de imersão e mistura com o meio, permitindo que ele se deixe transformar pelo outro. Ele diz que a força da arquitetura reside em ser produto da afetação imersiva que implica repensar sua relação com os recursos e com o mundo em que vive.

Nesta entrevista a seguir, conheça ainda mais sobre as inspirações e processos de trabalho do arquiteto Emilio López.

Tornando cada parte da arquitetura visível: Kim Lenschow fala sobre materiais e desenvolvimento sustentável

O ambiente construído representa, para a maioria de nós, o pano de fundo da vida cotidiana, no entanto, ao olharmos para um edifício, raramente entendemos do que é feito. Esse olhar superficial nos impede de compreender seu impacto em nós e na natureza. O Office Kim Lenschow busca chamar a atenção para essa questão, promovendo reflexões críticas sobre arquitetura e seus materiais. Ao focar em projetos de pequena escala, principalmente residenciais, o escritório busca revelar essa narrativa oculta dos materiais e aumentar a consciência sobre as estruturas ao nosso redor. Reconhecido pela exploração de materiais e desenvolvimento sustentável, Kim Lenschow foi selecionado como uma das Novas Práticas de 2023 pelo ArchDaily. Desde 2020, o ArchDaily destaca e promove escritórios emergentes que trazem uma nova perspectiva para o campo da arquitetura e do design.

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Bloco B arquitetura fica em segundo lugar no concurso para a reforma da sede do CAU/SC

O escritório Bloco B arquitetura, liderado pelas arquitetas Júlia De Fáveri, Camilla Ghisleni e Gabriela Fávero, foi premiado com o segundo lugar no concurso para a reforma do edifício sede do CAU/SC. O certame buscava soluções para as áreas nobres do edifício, como o átrio, a recepção e a fachada, numa tentativa do Conselho de "acolher todos os arquitetos e urbanistas, se aproximar da sociedade, dialogar com a rua e exercitar o compromisso de tornar a cidade mais humana".

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Presenteie com inspiração arquitetônica com a Assinatura do ArchDaily

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Abra as portas para um universo de inspiração arquitetônica com a Assinatura de Presente do ArchDaily. Quer você conheça um/a arquiteto/a ou alguém entusiasta da arquitetura e do design, a assinatura de presente do ArchDaily é o presente perfeito para alimentar essa paixão, expandir conhecimentos e apoiar a missão do ArchDaily.

Dos resíduos agrícolas à descarbonização: os materiais mais inovadores de 2023

Materiais inovadores desempenham um papel crucial no futuro da arquitetura. Eles não só oferecem outras perspectivas sobre os modos de construir edifícios, como também apresentam soluções sustentáveis e eficientes para enfrentar desafios ambientais. Ao aproveitar as propriedades singulares desses materiais, arquitetos e designers têm buscado criar estruturas com novas linguagens visuais, ao mesmo tempo em que são ecologicamente corretas.

Como parte da nossa revisão do ano, refletimos sobre os materiais inovadores que foram destaque. Esses materiais exploraram os conceitos de reciclagem de resíduos agrícolas, adaptação de produtos à base biológica, transformação de materiais locais e descarbonização do concreto. O objetivo não foi apenas oferecer alternativas às práticas tradicionais de construção, mas também ajudar a reduzir as emissões de carbono e promover um ambiente construído mais sustentável. Neste campo dinâmico, esses materiais demonstram o potencial de revolucionar o design e a construção de edifícios em contextos diversos, abrindo caminho para um futuro mais sustentável e resiliente.

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Neuroarquitetura residencial: projetando ambientes para o Ciclo de Setênios de Rudolf Steiner

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A arquitetura residencial desempenha um papel vital na vida das pessoas, influenciando sua qualidade de vida e bem-estar. Para criar ambientes que sejam verdadeiramente adaptados às necessidades biopsicossociais de cada usuário, é essencial incorporar os princípios da neurociência aplicada à arquitetura. Nesse sentido, a Teoria dos Setênios de Rudolf Steiner oferece um quadro conceitual valioso para entender as diferentes fases da vida e suas implicações na concepção de espaços habitacionais. Este texto abordará as etapas do projeto arquitetônico, desde o briefing até a execução, destacando a relevância de conceitos da neurociência cognitiva e comportamental, como priming, framing, nudging, wayfinding, design salutogênico e design biofílico, à luz da Teoria dos Setênios.

O papel das membranas flexíveis de cobertura no projeto de edificações sustentáveis

Nossos edifícios tornam-se símbolos dos tempos em que vivemos, refletindo o espírito de uma determinada época e atendendo a diferentes necessidades, estilos de vida e funções. “A arquitetura deve falar de seu tempo e lugar, mas ansiar por intemporalidade”, diz um dos arquitetos mais proeminentes de nossa era, Frank Gehry. Para profissionais que buscam a inovação na arquitetura, explorar novos potenciais tecnológicos e vislumbrar maneiras de enriquecer a vida das pessoas há muito tempo são forças motrizes que moldam as respostas aos desafios contemporâneos. Atualmente, a sustentabilidade se apresenta como um desafio fundamental, adicionando novas dimensões ao debate e unindo forma, função, escolha responsável de materiais e pensamento de longo prazo. Adaptar-se a essas demandas nunca foi tão significativo.

MVRDV explora soluções de baixo carbono e amigáveis para crianças no Centro de Mulheres e Crianças de Shenzhen

“ReviveR,” uma nova exposição do MVRDV inaugurada no Shenzhen Women & Children’s Centre, foca nas diferentes narrativas que envolvem o edifício que a sedia, desde o papel do brincar e da interação social até a importância de ambientes lúdicos para pessoas de todas as idades, além da necessidade de reduzir as emissões de carbono por meio da aplicação de princípios de circularidade. A mostra estará em cartaz no auditório do 5º andar do edifício de 6 de dezembro de 2023 a 28 de fevereiro de 2024.

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RSHP vence concurso para transformar terreno Jean Moulin em empreendimento de uso misto de baixo carbono em La Défense, Paris

O escritório RSHP acaba de vencer o concurso Jean Moulin, realizado em La Défense, Paris, para projetar um empreendimento de baixo carbono e de uso misto. O concurso faz parte da iniciativa do distrito financeiro de Paris para se tornar o primeiro centro de negócios pós-carbono do mundo por meio do programa “Empreintes”, que visa revolucionar cinco áreas urbanas na periferia do distrito. Em colaboração com os centros urbanos vizinhos, a proposta busca criar diversas propriedades sustentáveis de uso misto.

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Bill McKibben sobre a COP28, manter a esperança e caminhar pelos bosques

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

A conferência bienal do clima da ONU, a COP28, encerrou-se em Dubai esta semana com o compromisso de uma eventual "eliminação gradual" dos combustíveis fósseis. Foi um clássico gesto do copo meio cheio ou meio vazio. De fato, como apontaram os otimistas, foi a primeira vez que qualquer menção ao afastamento dos combustíveis fósseis constou no texto do comunicado final. No entanto, a exemplo das COPs anteriores, esta resolução também não tem caráter vinculante e foi alcançada sob fortes protestos tanto de países produtores de petróleo quanto de nações em desenvolvimento que dependem das cadeias de suprimento de energia existentes para seu crescimento futuro. O caráter tortuoso do resultado, brando e oficialmente sem força prática, gerou desânimo. Se não conseguirmos entrar em acordo sobre a natureza do problema, será excepcionalmente difícil solucioná-lo.

Para ampliar a perspectiva, conversei com o veterano ativista Bill McKibben. Professor no Middlebury College, ele já publicou 20 livros; seu primeiro, The End of Nature, foi lançado em 1989. Ao lado do Dr. James Hansen, ele foi um dos primeiros a acender o alerta climático. McKibben é colaborador da revista New Yorker e fundador do Third Act, movimento que mobiliza pessoas com mais de 60 anos em prol da justiça climática e racial. Em colaboração com sete estudantes do Middlebury, fundou a 350.org, a primeira campanha climática de base global.

Fachadas de Proteção Solar: Dos Sistemas de Tecido Cerâmico ao Vidro de Pele Dupla

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A dualidade da luz solar no campo do projeto de arquitetura apresenta contrastes fascinantes, especialmente ao abordar a questão de como interagir com ela por meio do ambiente construído e dos materiais que definem a arquitetura. A influência do sol nesta disciplina tornou-se parte essencial do patrimônio cultural de alguns países, como demonstra a arquitetura espanhola, onde a interação com a luz solar se manifesta por meio de elementos como as celosias. Essas estruturas são marcantes em fachadas de edifícios que remontam à Idade Média, com exemplos célebres como a Alhambra, chegando até construções do século XX, como a Casa Gomis, consideradas monumentos históricos.

A fachada, sendo a pele do edifício, é o componente arquitetônico que costuma estar diretamente exposto à luz solar. Partindo dessa premissa, busca-se estabelecer um diálogo entre a abertura para o entorno e a necessidade de proteção, criando assim uma sinergia entre funcionalidade e estética. Nesse contexto, as fachadas de controle solar têm sido desenvolvidas sob diversas abordagens, destacando-se por sua capacidade de responder a essa condicionante de projeto. Por esse motivo, selecionamos soluções de controle solar de marcas espanholas que se destacam por suas características técnicas e pela diversidade no uso dos materiais.

Festivais de música em 2023: a interseção entre arte, tecnologia e arquitetura

Festivais de música podem oferecer a artistas, designers e arquitetos uma plataforma para apresentar seu trabalho para grandes multidões. A própria escala dessas instalações, o espaço para exploração artística e o vasto público que alcançam podem representar aos designers uma oportunidade para mostrar suas ideias. Através da escala, cor, imagens e iluminação, essas instalações criam impressões duradouras nas pessoas que frequentam esses eventos e naqueles que as veem através de notícias ou redes sociais. Alguns temas explorados este ano incluíram reformular elementos familiares de formas inéditas, geometrias abstratas de grande escala e o uso de materiais inovadores.

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Os melhores projetos de arquitetura de 2023

A cada ano, o ArchDaily apresenta milhares de novos projetos que compõem a maior biblioteca de arquitetura on-line do mundo. Nossa equipe de curadores pesquisa, seleciona e se certifica de promover alguns dos trabalhos de arquitetura mais inovadores e relevantes do mundo. Assim como fizemos no primeiro livro do ArchDaily, nossos objetivos são expandir nossa plataforma e destacar (o que é) uma boa arquitetura.

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