A primeira vila olímpica da história foi construída para os Jogos Olímpicos de Verão de 1924 em Paris. Antes disso, os atletas se hospedavam em hotéis, albergues, escolas, quartéis e até mesmo nos barcos em que viajavam para as cidades-sede. Pierre de Coubertin, co-fundador do Comitê Olímpico Internacional (COI), foi o idealizador da vila inaugural ao perceber que seria economicamente mais viável abrigar atletas em estruturas novas e temporárias do que em hotéis, enquanto as vilas poderiam incutir também um senso de comunidade entre os competidores internacionais.
Ao projetar edifícios, a atenção muitas vezes se concentra nas unidades residenciais, priorizando o conforto e a funcionalidade dos apartamentos. No entanto, é igualmente importante considerar as áreas comuns, que desempenham um papel fundamental na qualidade de vida dos moradores e na construção de uma comunidade que compartilha o mesmo espaço. Além dos benefícios sociais, estes espaços de convivência também podem desempenhar um papel importante na promoção da sustentabilidade e no bem-estar de seus usuários. Afinal, a integração de áreas verdes e espaços dedicados ao lazer e esporte ajudam a reduzir o estresse e brinda novas atividades ao morador.
Fabricantes: Arte Pedras- Penha-SC, Cerâmica Tupy Guarani, Tijucas-SC, Cerâmicas Elizabeth, GMR Artefatos de cimento-Itajaí, Mario Calhas e Alumínios, +2Max Mohr, Olaria do pinho-2
O Studio Gang acaba de apresentar as ultimas imagens de seu mais novo projeto, a torre residencial MIRA. Implantada no coração da cidade de São Francisco, a torre de mais de 120 metros de altura está em processo de construção. Quando for inaugurado, o arranha-céu contará com quase 400 unidades residenciais, 40% das quais deverão ser comercializadas abaixo do valor médio de mercado.
Conceitualmente, os arquitetos buscaram inspiração nas tradicionais varandas de São Francisco. O convencional elemento arquitetônico foi reinventado em um novo contexto, girando ao redor da torre de forma a proporcionar diferentes vistas para o panorâma da cidade.
O escritório Zaha Hadid Architects divulgou imagens de sua proposta de reforma da histórica Mercury House, situada no centro de turismo e entretenimento de Paceville, na costa leste de Malta. Uma extensa renovação da estrutura existente permitirá a integração de apartamentos residenciais, um hotel e uma variedade de espaços públicos, entre outros serviços.
A mais ousada adição ao patrimônio abandonado será uma torre de 31 pavimentos que rotaciona à medida que se eleva, respondendo a diferentes programas funcionais. A forma resultante procura incluir “um senso de dinamismo dentro de sua silhueta que muda quando vista de diferentes direções ao redor de Paceville”.
As duas estruturas projetadas pelo BIG, localizadas nos dois extremos do país, foram reconhecidas por serem estruturas inovadoras dentro da arquitetura. A Vancouver House, além e receber a certificação LEED-Platinum, foi premiada no World Architecture Festival como o Edifício do Ano de 2015. Por outro lado, chamado de “unzipped wall”, o projeto realizado por Bjarke Ingels e seus arquitetos para a Serpentine Pavilion, passou por uma infinidade de cidades antes de desembarcar permanentemente na orla de Vancouver.
O escritório Penda divulgou imagens de seu edifício residencial em Tel Aviv, com arcos de tijolos e terraços escalonados. O projeto de 116 metros de altura abrigará diferentes tipologias de apartamentos, de um a quatro quartos, e coberturas de pé-direito duplo.
Para este projeto, Penda rejeitou o"genérico edifício em vidro" em favor de uma forma e uma materialidade que respondesse ao clima mediterrâneo ensolarado de Tel Aviv.