Expo Osaka 2025

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Como medir o ciclo de vida de um material de construção?

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Como uma das principais propulsoras do consumo de recursos naturais, do uso de energia e das emissões de gases de efeito estufa, a indústria da construção civil causa um impacto significativo no meio ambiente, consumindo 32% da energia global e contribuindo para 34% das emissões mundiais de CO₂. Os materiais de construção desempenham um papel crucial na definição do ambiente construído. Por meio dos princípios da economia circular, de soluções renováveis e autossuficientes e de inovações tecnológicas, a análise do desempenho ambiental de cada material evidencia a oportunidade de revisar e avaliar as diferentes etapas de seu ciclo de vida.

Ao estabelecer uma estrutura comum para medir e gerenciar o impacto ambiental dos materiais de construção, a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) surge como uma abordagem fundamental. Essa metodologia oferece uma avaliação abrangente dos impactos ambientais associados a produtos, processos ou atividades ao longo de todo o seu ciclo de vida. Desde a extração da matéria-prima, fabricação e transporte até a construção, o uso e o tratamento de fim de vida, a análise considera as cargas ambientais vinculadas a cada etapa. No contexto dos materiais de construção, a ACV oferece uma abordagem holística e sistemática para avaliar o desempenho ambiental e identificar oportunidades de otimização de projeto, entre outras melhorias. Dessa forma, ela quantifica impactos como as emissões de carbono, o consumo de energia, o uso de água, a poluição do ar, a geração de resíduos e o esgotamento dos ecossistemas.

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A segunda vida do Grande Anel da Expo Osaka: como a estrutura de madeira está sendo reutilizada em todo o Japão

Exposições podem ser uma oportunidade de estender o discurso arquitetônico além dos círculos profissionais, abrindo conversas com um público mais amplo e servindo de interface entre a arquitetura e a sociedade. Sob essa premissa, grandes eventos internacionais, como a Expo Internacional de Osaka 2025 e a Bienal de Arquitetura de Veneza, adotaram o conceito de economia circular como um de seus objetivos organizacionais. A ideia de circularidade em eventos pode se refletir, por exemplo, no consumo de energia, no impacto do deslocamento gerado, nos resíduos produzidos ou na vida útil de sua infraestrutura. O local destinado à última Exposição Mundial, realizada em Osaka de 13 de abril a 13 de outubro de 2025, foi cercado por uma imensa estrutura de madeira projetada pelo escritório Sou Fujimoto Architects, uma das maiores construções de madeira do mundo. A Associação Japonesa para a Exposição Mundial de 2025 comprometeu-se a reutilizar os materiais de construção "o máximo possível", com planos concretos para sua reutilização previstos para serem finalizados até março. Enquanto isso, já começam a surgir alternativas de realocação para as partes da estrutura da Expo Mundial.

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Reveladas as primeiras fotos do 'Grand Ring' de Sou Fujimoto para a Expo 2025 Osaka

Em preparação para a Expo 2025 Osaka, Kansai, Japão, o "Grand Ring", com projeto de Sou Fujimoto, alcançou um marco significativo. Em agosto de 2024, a construção em madeira da estrutura foi concluída, unindo completamente o anel de 2 quilômetros em um circuito contínuo. Essa conquista é uma etapa crucial no desenvolvimento do local da Expo em Yumeshima, uma ilha artificial na orla de Osaka, onde o evento ocorrerá de 13 de abril a 13 de outubro de 2025.

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Expo 2025 Osaka: 8 pavilhões nacionais imperdíveis

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Com abertura marcada para 13 de abril de 2025, a Expo 2025 Osaka reunirá países e organizações de todo o mundo sob o tema "Projetando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas". Localizado na ilha artificial de Yumeshima, o evento deve atrair milhões de visitantes, com foco em inovação, sustentabilidade e intercâmbio cultural. O masterplan geral é liderado pelo arquiteto japonês Sou Fujimoto, que idealizou uma estrutura circular conhecida como Grand Roof, ou "Grand Ring". Com 1,5 quilômetro de diâmetro, a cobertura flutuante conectará os pavilhões nacionais e temáticos situados abaixo, funcionando como um símbolo de união e colaboração, ao mesmo tempo em que oferece caminhos sombreados e espaços para eventos.

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Projetando o futuro, novamente: o que o retorno da Expo Mundial a Osaka após 55 anos revela

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A Expo Osaka 2025 tem atraído atenção generalizada — não apenas por sua ambição arquitetônica e espetáculo, mas também por quebrar recordes e gerar controvérsias. Seu elemento mais icônico, um anel de madeira monumental projetado por Sou Fujimoto, já ganhou as manchetes como a maior estrutura de madeira do mundo pelo Guinness World Records. Construído sobre a ilha artificial de Yumeshima, o complexo tem despertado elogios e críticas na mesma medida. Para além de sua impressionante circunferência de 2 quilômetros — com trechos que avançam dramaticamente sobre a água —, a estrutura também gerou preocupações, incluindo questões de saúde e segurança, calor extremo e nuvens de insetos que podem afetar a experiência de quem a visita.

Este ano também marca um aniversário significativo: os 55 anos da Expo Osaka 1970, realizada sob condições socioeconômicas drasticamente diferentes. Comparar essas duas exposições — ambas sediadas na mesma cidade — oferece uma oportunidade rara de refletir sobre como a retórica, as propostas curatoriais e as ambições arquitetônicas das exposições mundiais evoluíram ao longo do tempo. De "Progresso e Harmonia para a Humanidade", em 1970, a "Projetando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas", em 2025, a mudança no foco temático revela transformações nas prioridades globais. Ao mesmo tempo, a escala e a natureza da participação arquitetônica também se transformaram, passando das visões futuristas do Metabolismo japonês para um grupo de profissionais de design e arquitetura mais internacionalizado e disperso, focado em sustentabilidade, tecnologia e engajamento cívico.

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Expo Osaka 2025 é inaugurada no Japão como laboratório para a sociedade do futuro

A Expo 2025 Osaka foi oficialmente inaugurada em 13 de abril de 2025, em Yumeshima, Osaka. Sob o tema central "Projetando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas", o evento se propõe a explorar três subtemas fundamentais: Salvar Vidas, Empoderar Vidas e Conectar Vidas. Esses temas buscam unir entusiastas de arquitetura e design ao demonstrar como tecnologias de ponta e soluções inovadoras podem enfrentar desafios globais, promover o diálogo e inspirar ações coletivas.

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Expo 2025 Osaka, do plano diretor de Sou Fujimoto aos pavilhões nacionais

A cidade de Osaka, no Japão, conquistou o direito de sediar a Expo 2025, um evento internacional que deve atrair milhões de visitantes. Com abertura programada para 13 de abril de 2025 e encerramento em 13 de outubro de 2025, esta será a segunda vez que o país sedia uma exposição mundial, sendo a anterior em 1970. Ao longo da história, as Exposições Mundiais têm servido como palcos para apresentar e popularizar novas tecnologias e produtos, impulsionando o avanço tecnológico e o design inovador. Para esta edição, Osaka escolheu o tema central “Projetando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas”, desenvolvendo este conceito por meio de três subtemas: Salvar Vidas, Empoderar Vidas e Conectar Vidas. A elaboração do plano diretor (masterplan) e a coordenação de diretrizes para as equipes de design dos países participantes foram confiadas a Sou Fujimoto, que atua como responsável pelo design da exposição.

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Os 25 projetos mais aguardados de 2025

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Com a proximidade do fim de 2024, o mundo da arquitetura volta seus olhos para 2025, um ano que promete revelar projetos transformadores em todo o mundo. Desde marcos culturais na Ásia — como o "Grand Ring" de Sou Fujimoto para a Expo 2025 em Osaka e o Museu de Ciência de Hainan, do escritório MAD Architects, na China — até desenvolvimentos urbanos dinâmicos, como o Harajuku Quest do OMA em Tóquio e a Elbtower de David Chipperfield em Hamburgo, esses projetos refletem o compromisso com a inovação, a sustentabilidade e a preservação do patrimônio cultural.

Na América do Norte, o Shirley Chisholm Recreation Center do Studio Gang, no Brooklyn, e o Lucas Museum of Narrative Art, em Los Angeles, destacam o papel da arquitetura no fortalecimento dos laços comunitários. Enquanto isso, a Europa aguarda a torre residencial híbrida de Shigeru Ban na Antuérpia e o Centro de Visitantes do Parque Nacional de Butrint, na Albânia, projetado por Kengo Kuma, evidenciando a interseção entre o design contemporâneo e o contexto local. À medida que essas obras ganham forma, oferecem um vislumbre do poder da arquitetura de redefinir espaços e inspirar comunidades.

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