O Mies Crown Hall Americas Prize (MCHAP) anunciou o vencedor do quinto prêmio MCHAP.emerge: o Centro de Produção Comunitária Las Tejedoras em Guayas, Equador, projetado pelo/a arquiteto/a da Natura Futura, José Fernando Gómez, e pelo/a arquiteto/a Juan Carlos Bamba. O projeto oferece um polo para artesãs locais, proporcionando-lhes espaços para aprender, criar e expor suas criações têxteis. O anúncio do vencedor foi feito na Conference on Critical Practice, realizada no S. R. Crown Hall de Mies van der Rohe, um evento inaugural que reuniu as quatro propostas finalistas do MCHAP.emerge para abrir discussões sobre o futuro da profissão de arquitetura nas Américas.
A exclusiva tecnologia Mineral LAB eleva a estampa a um patamar ainda mais sofisticado por conta dos relevos e efeitos surpreendentes. A granilha utilizada neste processo oferece ainda resistência ao escorregamento, sem a aspereza dos produtos convencionais. Image Cortesia de Roca Brasil Cerámica
Em 2024, a evolução dos porcelanatos tem elevado a experiência tátil a um novo nível, transformando-os em verdadeiras obras de arte. As coleções, produzidas com tecnologia de impressão de textura mineral, apresentam relevos surpreendentes nas dimensões 120 x 120 cm, 100 x 200 cm, 120 x 250 cm, 160 x 160 cm e 160 x 320 cm, que buscam despertar todos os sentidos. Por trás desse avanço está a Roca Brasil Cerámica, parte do Grupo Mexicano LAMOSA, à frente das marcas Roca Cerâmica e Incepa.
Dois métodos principais de construção são comumente identificados na arquitetura e no design: a construção sólida versus a construção oca. Esses métodos variam significativamente entre diferentes culturas e regiões, especificamente no que diz respeito aos sistemas de divisórias internas, mesmo quando parecem intercambiáveis. Cada um possui suas próprias práticas consolidadas, influenciadas por materiais locais, preferências da mão de obra, condições climáticas e tradições culturais. Quando arquitetos/as e designers se concentram apenas em seu contexto local, é fácil ignorar premissas construtivas mais amplas, o que limita a flexibilidade e a metodologia projetual. Isso levanta uma questão importante: como essas duas abordagens construtivas se diferenciam?
Concentrando-se principalmente nos sistemas internos, as distinções entre a construção sólida e a oca decorrem, em grande parte, da disponibilidade de materiais e das preferências da mão de obra. Por exemplo, nos Estados Unidos e no Japão, paredes estruturadas em montantes (studs), tanto de madeira quanto de metal, são frequentemente utilizadas para divisórias. Por outro lado, o tijolo continua sendo o material predominante para paredes divisórias em regiões como Hong Kong e o sul da China. Por que construímos de maneiras tão distintas, e quais são as vantagens e os desafios de cada metodologia construtiva?
O The Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelo arquiteto David Lee e pela arquiteta Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais do campo criativo em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Diversos temas são abordados com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, compartilham o que mais gostam na profissão de arquiteto/a. Eles conversam sobre oportunidades de aprendizado contínuo; criar algo do zero; o companheirismo na arquitetura; o processo de construção; a valorização de elementos naturais e daqueles criados pelo ser humano; desenhos técnicos; o momento em que os projetos de arquitetura são concluídos; e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140509/the-second-studio-podcast-6-motivos-para-amar-a-arquiteturaThe Second Studio Podcast
Nos últimos anos, os revestimentos contínuos que envelopam os espaços internos têm ganhado cada vez mais destaque, sobretudo em ambientes comerciais focados em branding. Um interior contínuo refere-se ao uso de materiais geralmente aplicados em estado líquido que, após a cura, criam superfícies monolíticas e ininterruptas, eliminando a aparência de juntas e emendas—ao menos na aplicação inicial. Uma gama crescente de produtos oferece atualmente diversas opções de cores, texturas e propriedades práticas, tornando esses acabamentos mais versáteis. Curiosamente, o efeito estético de tais interiores assemelha-se de forma singular ao avanço dos softwares de renderização 3D, nos quais o aspecto fluido e contínuo espelha os espaços suaves e idealizados típicos das imagens digitais. Esse efeito também contribui para uma sensação de "ausência de escala", pois a falta de emendas ou juntas visíveis torna mais difícil discernir a dimensão real do espaço, muitas vezes criando a ilusão de que o interior é maior do que realmente é.
O MVRDV revelou seu projeto para o Monaco, um edifício de escritórios de seis pavimentos situado no bairro de Werksviertel, em Munique, que passa por um processo de transformação. A região, anteriormente conhecida por seu passado industrial e, posteriormente, como um polo cultural, vem evoluindo desde 2016 para se tornar um distrito dinâmico de trabalho e lazer. Localizado próximo ao projeto anterior do MVRDV, o WERK12, o edifício Monaco utiliza materiais reciclados e formas marcantes para criar um ambiente corporativo equilibrado de "trabalho e lazer", inspirado no colorido e no espírito criativo da era Kultfabrik.
O turismo, como fenômeno urbano e arquitetônico, expandiu-se para além da simples visitação turística; ele conecta os visitantes às narrativas sociais, culturais e econômicas que as cidades expressam por meio de seus ambientes construídos. Em comemoração ao Dia Mundial do Turismo de 2024, esta coleção de guias de cidades destaca o papel da arquitetura na construção da experiência turística urbana. Atualmente, cidades de todo o mundo erguem-se como testemunhos da engenhosidade humana, da preservação histórica e da inovação moderna. Afinal, a arquitetura versátil de cada localidade oferece uma janela para sua própria identidade, atraindo milhões de visitantes todos os anos que buscam compreender como esses espaços moldam a vida cotidiana e a memória coletiva.
Em 2024, diversas cidades capturaram o imaginário coletivo mundial, cada uma com sua própria narrativa a ser revelada. Seja passeando por Londres, admirando Paris ou mergulhando nos tesouros culturais de Sharjah, sempre há uma história a ser desvendada. Dos canais de Amsterdã às ricas camadas históricas do Cairo, da arquitetura de vanguarda de Barcelona à vivacidade de Santiago, das antigas maravilhas de Roma à diversidade de Istambul e à agitação de Bangkok — cada cidade atesta o espírito resiliente da civilização humana.
A Espanha, com seu vasto território e notável diversidade de paisagens, tem sido uma referência no desenvolvimento de infraestruturas externas, tanto em áreas urbanas quanto rurais. O turismo tem desempenhado um papel fundamental nesse processo, com foco na criação de espaços que maximizem o usufruto do entorno natural e a integração das paisagens locais nas áreas urbanizadas. Isso deu origem a intervenções que vão desde a criação de passeios marítimos, mirantes e parques naturais, até projetos de parques urbanos em diferentes cidades. Além disso, o crescimento urbano impulsionou a criação de infraestruturas verdes, como jardins botânicos, trilhas ecológicas e reservas que buscam proteger o entorno, ao mesmo tempo em que se abrem ao público de maneira sustentável.
Em celebração ao Dia Mundial do Turismo, vale destacar o papel crucial dos postos de informações turísticas (TICs) em toda a Europa. Esses centros oferecem serviços essenciais, que vão desde a disponibilização de mapas e recomendações locais até a promoção de viagens sustentáveis. Localizados estrategicamente em importantes nós de transporte e marcos urbanos, os TICs garantem que visitantes recebam orientação personalizada para aprimorar sua experiência de viagem. Segundo a Organização Mundial do Turismo (UNWTO), a Europa recebeu cerca de 585 milhões de turistas internacionais em 2023, o que reforça a importância de um suporte local e eficiente. Os TICs têm se adaptado a essa demanda oferecendo serviços tanto presenciais quanto digitais, ajudando viajantes a tomar decisões informadas sobre seus roteiros.
Há cerca de uma década, o termo "planejamento de resiliência" tornou-se onipresente nos círculos de debate sobre o clima. Essa mudança, impulsionada por eventos cada vez mais imprevisíveis, foi moldada em parte pelo programa 100 Cidades Resilientes da Fundação Rockefeller, um esforço de seis anos e 160 milhões de dólares para estabelecer diretores de resiliência em cidades de todo o mundo. Desse programa, encerrado em 2019, surgiu seu sucessor, o Resilient Cities Catalyst (RCC), uma organização sem fins lucrativos sediada em Nova York e dedicada a projetos de "desenvolvimento de capacidades". Por ocasião da Climate Week, conversei com Sam Carter, um dos diretores fundadores do RCC, sobre sua definição de resiliência, os métodos filantrópicos e de planejamento da organização e o desafio de escalar as ações climáticas.
Sumayya Vally, arquiteta, curadora e fundadora do escritório de arquitetura Counterspace, passa a integrar o júri do Obel Award 2024. Este prêmio internacional de arquitetura, organizado pela Henrik Frode Obel Foundation, homenageia projetos que causam um impacto significativo nas pessoas e no planeta. O tema de 2024, "Architecture WITH" (Arquitetura COM), propõe repensar a profissão, enfatizando processos colaborativos e de cocriação que integram saberes diversos no cerne do projeto. A perspectiva de Vally sobre a redefinição dos papéis na arquitetura se alinha ao foco do tema em abordagens não hierárquicas e cocriativas.
A influência da Itália no design contemporâneo é profunda e cativante, com a arquitetura italiana estabelecendo pontes contínuas entre patrimônio cultural e inovação, desde avanços nas técnicas construtivas até a evolução do estilo neoclássico. Um exemplo primordial dessa integração é a tipologia da villa italiana, que atingiu seu auge durante o Renascimento com inovações revolucionárias. A Villa Almerico — projetada por Andrea Palladio e inspirada no tratado de Alberti, De re aedificatoria — exemplifica essa evolução. Reconhecida por sua planta centralizada e simétrica, sua construção marcou um ponto de virada pelas proporções clássicas e pela incorporação de pátios e jardins como extensões do espaço residencial, destacando uma notável relação contextual.
Embora a influência de Palladio tenha sido tão profunda a ponto de definir grande parte da arquitetura europeia e americana nos séculos seguintes, o conceito da villa italiana resistiu ao tempo e evoluiu. Sua capacidade de aliar funcionalidade, estética e respeito ao meio ambiente permitiu que seus princípios fundamentais permanecessem vigentes, fundindo-se hoje com as novas correntes do design contemporâneo. Um exemplo claro disso é a Villa Apua, projeto do escritório PAN Architetti inspirado no conceito versiliano de buen ritiro. O projeto meticuloso da casa atende às necessidades de seus/suas habitantes, ao mesmo tempo em que promove uma conexão íntima e reflexiva com a paisagem e com a memória de Forte dei Marmi, uma cidade situada entre a costa mediterrânea e os Alpes Apuanos. Essa harmonia é ainda mais potencializada pela grande flexibilidade das coleções da antoniolupi, cujos ricos acabamentos e materiais integram perfeitamente o espaço residencial ao mobiliário e ao entorno.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140852/onde-o-estilo-italiano-encontra-o-bem-estar-e-a-serenidade-o-caso-da-villa-apuaEnrique Tovar
O Museu do Louvre, em Paris, anunciou o consórcio franco-americano formado pelos escritórios WHY Architecture e BGC como o vencedor do concurso internacional para o projeto expográfico do nono departamento do museu, dedicado à Arte Bizantina e Cristã Oriental. O projeto de 5.500 metros quadrados tem como objetivo oferecer uma narrativa mais equilibrada e conectada das civilizações romana, bizantina e islâmica, promovendo uma maior compreensão das influências e relações entre as expressões artísticas dessas regiões históricas. A previsão é de que os espaços sejam abertos ao público em 2027.
A Bienal de Artes Islâmicas de 2023 no Terminal Hajj Ocidental do Aeroporto Internacional King Abdulaziz. Imagem cortesia de Diriyah Biennale Foundation
A Fundação Bienal de Diriyah revelou o tema e o título da Bienal de Artes Islâmicas de 2025: And all that is in between. Programada para ocorrer de 25 de janeiro a 25 de maio de 2025, no Terminal Hajj Ocidental do Aeroporto Internacional King Abdulaziz, em Jidá, esta segunda edição explorará como a fé é vivenciada, expressa e celebrada por meio das ações de sentir, pensar e fazer.
Localizada nas montanhas centrais de Honduras, Tegucigalpa se destaca como a maior cidade do país. Com uma população de aproximadamente 1,5 milhão de habitantes, trata-se também de um dos maiores centros urbanos da América Central, cujas origens remontam a 1578, ano de sua fundação por colonizadores espanhóis. Declarada capital em 1880, a cidade consolidou-se desde então como o coração político, cultural e econômico de Honduras. Essa trajetória histórica dotou a cidade de um patrimônio arquitetônico diverso, que evidencia estilos de diferentes épocas e influências.
Estilos que variam do barroco colonial, neoclássico e art déco ao modernismo e pós-modernismo refletem sua história dinâmica. O município abriga também diversos museus que celebram a arte hondurenha tradicional e contemporânea, como o Museu da Identidade Nacional (MIN) e a Galeria Nacional de Arte. Para além de suas atrações urbanas, as montanhas circundantes abrigam as trilhas de caminhada do Parque Nacional La Tigra e diversos povoados históricos de mineração de prata do período colonial, tornando a cidade um destino imperdível em um roteiro pela América Central.
O New Jersey Performing Arts Center (NJPAC) anunciou um plano de redesenvolvimento de três anos para seu campus de 2 acres (cerca de 8.000 metros quadrados) no centro de Newark. O projeto, assinado pelos escritórios de arquitetura Skidmore, Owings & Merrill (SOM) e Weiss/Manfredi, teve suas obras iniciadas recentemente e tem conclusão prevista para o segundo semestre de 2027. O complexo integra 350 unidades residenciais de renda mista, áreas comerciais e um dinâmico centro comunitário e educacional, além de salas de ensaio, uma nova sede para a rádio pública de jazz WBGO e diversos espaços de convivência ao ar livre.
Renderização do Pavilhão do Japão. Imagem cortesia do Ministério da Economia, Comércio e Indústria
O Pavilhão do Japão na Expo 2025 em Osaka, projetado pelo escritório Nikken Sekkei Ltd, centra-se no tema "Between Lives" (Entre Vidas), enfatizando os ciclos de transformação que moldam a vida de plantas, animais e sociedades. O projeto ilustra como, à medida que os seres se aproximam do fim de seus papéis, eles transitam para novas formas, transmitindo elementos de sua existência. O pavilhão reflete esse ciclo contínuo, demonstrando como o mundo funciona por meio de inúmeros circuitos interconectados.
Como surgem os pavilhões na arquitetura? Que papel desempenham nos espaços urbanos? Para além das múltiplas interpretações existentes ao redor do mundo, a figura do pavilhão como princípio e tipologia arquitetônica tende à extroversão, associando-se a um caráter centrífugo e de abertura visual em direção ao horizonte, o qual se vincula, desde as suas origens, à tenda como proteção contra as intempéries. Os pavilhões costumam ser identificados como edificações isoladas e independentes que podem promover aberturas laterais do espaço urbano, visuais panorâmicos ou introspectivos, reflexões tecnológicas e experimentações materiais reconhecíveis tanto de fora quanto de dentro.
Viajar por terra pelas vastas extensões regionais dos países africanos sempre foi uma provação ineficiente, sobretudo na África Ocidental. O Google Maps estima, de forma otimista, que seriam necessárias 53 horas de condução ininterrupta para ir de Lagos, a maior cidade da Nigéria, a Dakar, capital do Senegal. No entanto, essa estimativa ignora a precária infraestrutura rodoviária, as complexas travessias de fronteira e os desafios socioeconômicos que, na realidade, estendem a viagem para cerca de uma semana.
Por essa razão, o projeto em andamento da Rodovia Costeira Trans-Oeste-Africana surge como uma grande oportunidade para conectar e liberar o potencial da região. Essa iniciativa, também conhecida como TAH 7, é uma rodovia transnacional que interliga 12 nações costeiras da África Ocidental, da Mauritânia, no noroeste, à Nigéria, no leste. Sua construção gradual abre novos caminhos para o transporte de cargas, infraestrutura ferroviária e, acima de tudo, formas inovadoras de arquitetura nas regiões de fronteira, respondendo às suas funções socioculturais singulares.
A arquitetura paisagísticamodernista marcou uma ruptura radical com o tradicional desenho de jardins, enfatizando a simplicidade, a funcionalidade e uma conexão mais estreita entre as pessoas e seus ambientes. Entre as décadas de 1930 e 1960, esse movimento testemunhou o surgimento de nomes visionários da arquitetura paisagística que integraram forma e função de modo a redefinir os espaços externos. Seus projetos respondiam às paisagens urbanas em rápida evolução da época, priorizando a usabilidade e criando ambientes capazes de acomodar a vida moderna. A influência duradoura desses princípios continua a moldar as práticas contemporâneas, ao mesmo tempo em que impõe desafios únicos de preservação à medida que essas paisagens envelhecem.
Refletir sobre o passado costuma ser visto como nostalgia ou, sob uma perspectiva mais crítica, como um sinal de retrocesso. No entanto, olhar para trás pode oferecer percepções valiosas sobre uma sociedade que por vezes parece excessivamente focada — quando não obcecada — no futuro e na tecnologia. Na arquitetura, essa reflexão nos permite reconectar com nossas raízes e valorizar o conhecimento acumulado ao longo de gerações. Ela nos convida a explorar como as gerações passadas projetavam estruturas duráveis e adaptadas ao seu ambiente. Refinados por séculos de observação, experimentação e, muito provavelmente, erros, esses sistemas demonstram uma compreensão profunda dos materiais locais e das técnicas construtivas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140518/patrimonio-em-barro-pedra-e-juncos-redescobrindo-tecnicas-construtivas-ancestraisEnrique Tovar
Os/as arquitetos/as Belinda Tato e Jose Luis Vallejo, do escritório Ecosistema Urbano, desenvolveram um espaço público plug-in projetado para mitigar os efeitos das mudanças climáticas em ambientes urbanos sem infraestrutura adequada. Intitulada Polinature, a instalação foi financiada pelo Salata Institute for Climate and Sustainability de Harvard e está atualmente montada no pátio do Harvard Center for Green Buildings and Cities. O pavilhão, que apresenta plantas nativas integradas a uma estrutura de andaimes e uma cobertura bioclimática inflável, busca demonstrar como intervenções em pequena escala podem gerar efeitos positivos cumulativos para o microclima local e a biodiversidade.