Yiling Shen

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Arquitetura arco-íris de Istambul, fotografada pelo fotógrafo Yener Torun

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Ao pensar em Istambul, mesquitas imponentes e bazares movimentados logo vêm à mente. No entanto, o arquiteto e fotógrafo Yener Torun direciona suas lentes para uma outra faceta da cidade: documentar bairros locais pouco conhecidos para revelar uma Turquia surpreendente e colorida como um caleidoscópio.

Yener Torun frequentemente utiliza seus amigos, familiares e até a si mesmo como modelos, recorrendo à fotografia como meio para narrar histórias visuais lúdicas e peculiares. As figuras sob suas lentes parecem integradas à composição, complementando as paletas de cores das imagens. Torun define o processo de buscar e registrar esses edifícios como uma espécie de “caça ao tesouro”, com o objetivo de apresentar uma Istambul diferente e pouco explorada, desconstruindo a imagem orientalista e homogênea que se costuma ter do país.

Anunciados os finalistas do Prêmio Stephen Lawrence 2018 do RIBA

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Old Shed New House, Yorkshire / Tonkin Liu. Imagem © Greg Storrar

O Royal Institute of British Architects (RIBA) anunciou os finalistas de 2018 do Stephen Lawrence Prize, prêmio de arquitetura criado em memória de um jovem que aspirava à arquitetura e que foi tragicamente assassinado em 1993. Financiada e fundada pela Marco Goldschmied Foundation, a bolsa de estudos foi reajustada este ano de £ 5.000 para £ 25.000 para marcar os 25 anos da morte de Stephen. O prêmio tem como objetivo incentivar novos talentos da arquitetura e premiar as melhores obras com orçamento de construção inferior a £ 1 milhão.

Marco Goldschmied, fundador do Stephen Lawrence Prize, declarou: “Fomos mais uma vez surpreendidos pela habilidade, engenhosidade e determinação demonstradas em cada projeto. A lista de finalistas vai desde habitações novas e convertidas até um memorial emocionante, passando por projetos educacionais e de hotelaria. Cada obra apresenta uma arquitetura excepcional, digna de um prêmio de tamanha tradição.”

O projeto vencedor do Stephen Lawrence Prize 2018 será anunciado na cerimônia do RIBA Stirling Prize em 10 de outubro, na Roundhouse em Camden, Londres.

Abaixo estão os projetos finalistas:

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Entrevista com Anne Lacaton: Sempre somar, nunca subtrair

Neste vídeo do Louisiana Museum, Anne Lacaton, do premiado escritório Lacaton & Vassal, descreve a importância de construir a partir das condições preexistentes para criar uma nova arquitetura. Ela compartilha a abordagem do escritório em relação à arquitetura, que consiste em "nunca subtrair, sempre adicionar", além de destacar o foco na generosidade do espaço, no cuidado com as pessoas usuárias e no aproveitamento dos recursos naturais existentes para conceber uma arquitetura mais acessível.

O escritório Lacaton & Vassal conquistou aclamação mundial por seu trabalho transformador em habitação social. Entre as diversas distinções recebidas pela dupla estão o Grand Prix national de l'architecture em 2008, a Medalha Heinrich Tessenow em 2016 e o Global Award for Sustainable Architecture em 2018. Seus projetos, como as 23 Unidades de Habitação Semicoletiva em Trignac, na França, e a Habitação Estudantil e Social Ourcq Jaurès, demonstram dedicação à responsabilidade social na arquitetura. Na entrevista, Anne Lacaton descreve como extraem a riqueza da arquitetura preexistente e do entorno para propor projetos belos e acessíveis. Ao interpretar a história como "uma adição de camadas", ela expressa a oposição do escritório à ideia de tabula rasa e a importância de valorizar a beleza encontrada nos ambientes preexistentes: "Não vemos [as condições preexistentes] como uma restrição, mas sim como uma oportunidade."

Entrevista com Anne Lacaton: Sempre somar, nunca subtrair - Imagem 1 de 4Entrevista com Anne Lacaton: Sempre somar, nunca subtrair - Imagem de DestaqueEntrevista com Anne Lacaton: Sempre somar, nunca subtrair - Imagem 2 de 4Entrevista com Anne Lacaton: Sempre somar, nunca subtrair - Imagem 3 de 4Entrevista com Anne Lacaton: Sempre somar, nunca subtrair - Mais Imagens

Água e bem-estar: projetos que exploram o potencial de banhos públicos e piscinas

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Há algo na água que capta continuamente a nossa imaginação. Seja tranquila, dramática ou em constante mudança, a arquitetura dos banhos públicos e das piscinas pode realçar as qualidades inerentes da água. Tradicionalmente, as casas de banho eram espaços de encontro onde as diferenças sociais se dissipavam entre a pele e o vapor. Mesmo em projetos arquitetônicos contemporâneos, os espaços para natação e banho frequentemente parecem um mundo à parte, terapêuticos e íntimos.

Abaixo, apresentamos 12 projetos que revelam espaços deslumbrantes para banhos coletivos e natação.

Água e bem-estar: projetos que exploram o potencial de banhos públicos e piscinas - Mais Imagens+ 7

Divulgada a lista de finalistas do Prêmio Stephen Lawrence 2018 do RIBA

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Old Shed New House, Yorkshire / Tonkin Liu. Imagem © Greg Storrar

O Royal Institute of British Architects (RIBA) anunciou recentemente a lista de finalistas do Prêmio Stephen Lawrence (Stephen Lawrence Prize) de 2018. Estabelecido e apoiado pela Fundação Marco Goldschmied em 1993, o prêmio homenageia o arquiteto Stephen Lawrence, que faleceu precocemente. Este ano marca o 25º aniversário da morte de Stephen e, por esse motivo, o valor do prêmio foi reajustado de £ 5.000 para £ 25.000. A premiação busca incentivar novos talentos na arquitetura, contemplando os melhores projetos com orçamento de construção inferior a 1 milhão de libras.

Marco Goldschmied, fundador do Prêmio Stephen Lawrence, declarou: “Mais uma vez, fomos profundamente tocados pelo talento, criatividade, habilidade e convicção demonstrados em cada projeto. A seleção dos finalistas abrange uma grande diversidade de tipologias, incluindo habitação, memoriais, educação e instalações turísticas. Cada obra é verdadeiramente excepcional.”

O vencedor do Prêmio Stephen Lawrence 2018 será anunciado no dia 10 de outubro, juntamente com o Prêmio RIBA Stirling, em uma cerimônia no teatro Roundhouse, em Camden, Londres.

Confira os projetos finalistas a seguir:

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John McAslan + Partners e Woods Bagot entregam modernização do metrô de Sydney

John McAslan + Partners e Woods Bagot são os escritórios de arquitetura parceiros responsáveis pela modernização da Central Station do metrô de Sydney, um componente fundamental do maior projeto de transporte público da Austrália. A equipe de projeto multidisciplinar e internacional revelou uma proposta que preservará o patrimônio histórico da estação de 112 anos, adicionando elementos contemporâneos e inovadores para promover uma ampla renovação cívica e comercial no espaço.

John McAslan + Partners e Woods Bagot entregam modernização do metrô de Sydney - Imagem 1 de 4John McAslan + Partners e Woods Bagot entregam modernização do metrô de Sydney - Imagem 2 de 4John McAslan + Partners e Woods Bagot entregam modernização do metrô de Sydney - Imagem 3 de 4John McAslan + Partners e Woods Bagot entregam modernização do metrô de Sydney - Imagem 4 de 4John McAslan + Partners e Woods Bagot entregam modernização do metrô de Sydney - Mais Imagens

A "Universidade Vertical" do Nepal incluirá 6 campi em 5 zonas climáticas para ensinar sobre as mudanças climáticas

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A "Universidade Vertical" do Nepal incluirá 6 campi em 5 zonas climáticas para ensinar sobre as mudanças climáticas - Imagen 1 de 4
Cortesia de KTK-BELT Studio

O KTK-BELT Studio, uma organização sem fins lucrativos sediada na área rural do Nepal, está trabalhando atualmente com comunidades locais para criar uma fascinante "Universidade Vertical". A iniciativa ensinará estudantes sobre biodiversidade e conservação ambiental em 6 "salas de aula vivas" posicionadas ao longo de um corredor florestal vertical que se estende de 67 metros acima do nível do mar ao topo de um pico de 8.856 metros. Essas 6 paradas encapsulam as 5 zonas climáticas do leste do Nepal: tropical, subtropical, temperada, subártica e ártica.

O projeto explora os impactos específicos das mudanças climáticas em cada zona climática, criando "salas de aula" onde estudantes podem caminhar de Koshi Tappu ao Monte Kanchenjunga, o terceiro pico mais alto do mundo, e aprender no local com agricultores/as indígenas sobre a biodiversidade de cada área. Ao ensinar habilidades ancoradas no território nesses hubs de microconservação, o projeto visa conservar e ativar o conhecimento local. Cada uma dessas "salas de aula" responde às referências visuais e culturais de sua paisagem singular; assim, um dos campi foca em um projeto à prova de enchentes em uma área de monções intensas, enquanto outro mimetiza o estilo de vida seminômade dos/as pastores/as de iaques locais.

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Este perfil do Instagram é dedicado a paredes deslumbrantes ao redor do mundo

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Como arquitetos/as, todos/as temos uma queda por paredes, janelas e tudo o que há entre elas. A conta do Instagram apropriadamente batizada de @ihaveathingforwalls celebra a beleza das paredes—descascadas, pintadas, coloridas ou em ruínas. A partir de uma curadoria de imagens enviadas por seus/suas seguidores/as, a página exibe fotografias de paredes que vão de Varsóvia a Hong Kong, em verdadeiros instantâneos da beleza cotidiana.

Faça um tour por paredes de todo o mundo a seguir e inspire-se a prestar um pouco mais de atenção às superfícies ao seu redor:

Das ruínas românticas ao ultrarreal: uma história do render arquitetônico

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Das ruínas românticas ao ultrarreal: uma história do render arquitetônico - Imagem de Destaque

Ao longo da história, arquitetos e arquitetas utilizaram esboços e pinturas para apresentar a seus clientes os resultados potenciais dos projetos que habitavam suas mentes. Desde a adoção da perspectiva desenhada por Brunelleschi em 1415, as visualizações arquitetônicas vêm pintando projeções hiper-realistas de um ideal, onde as paredes são sempre limpas, a luz sempre incide da maneira mais perfeita e os habitantes são sempre felizes.

Com os avanços tecnológicos na modelagem 3D e na renderização digital, essa capacidade de vender uma ideia por meio de um recorte da experiência arquitetônica perfeita tornou-se quase ilimitada. Muitos criticam os perigos de renderizações irrealistas que superam a realidade e como elas podem criar a ilusão de um projeto perfeito quando, na verdade, este está longe de ser resolvido. No entanto, esse é apenas o passo seguinte natural em uma história de representações fantásticas, na qual o render se torna uma obra de arte em si.

Apresentamos a seguir uma breve história das maneiras instigantes pelas quais arquitetos e arquitetas escolheram retratar seus projetosdesde viagens imaginárias no tempo até o diagramático.

Das ruínas românticas ao ultrarreal: uma história do render arquitetônico - Imagem 1 de 4Das ruínas românticas ao ultrarreal: uma história do render arquitetônico - Imagem 2 de 4Das ruínas românticas ao ultrarreal: uma história do render arquitetônico - Imagem 3 de 4Das ruínas românticas ao ultrarreal: uma história do render arquitetônico - Imagem 5 de 4Das ruínas românticas ao ultrarreal: uma história do render arquitetônico - Mais Imagens+ 5

Repair: Pavilhão da Austrália na Bienal de Veneza 2018

Como parte da nossa cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018, apresentamos o Pavilhão da Austrália concluído. Para ler a proposta inicial, consulte nosso artigo publicado anteriormente, "Pavilhão Australiano na Bienal de Veneza de 2018 explorará a relação da arquitetura com plantas ameaçadas de extinção".

O tema do Pavilhão da Austrália na Bienal de Veneza de 2018 é Repair. Criado pela Baracco+Wright Architects em colaboração com Linda Tegg, o pavilhão consiste em uma instalação viva, Grasslands Repair, que apresenta mais de 60 espécies de plantas das pradarias de Western Plains, no sudeste da Austrália. Ao cobrir o solo do pavilhão com essas plantas, a obra explora a relação entre a arquitetura e o meio ambiente natural, especialmente no que diz respeito à paisagem ecologicamente sensível da Austrália e à importância cultural da terra para os povos indígenas.

Repair: Pavilhão da Austrália na Bienal de Veneza 2018 - Image 1 of 4Repair: Pavilhão da Austrália na Bienal de Veneza 2018 - Image 3 of 4Repair: Pavilhão da Austrália na Bienal de Veneza 2018 - Image 4 of 4Repair: Pavilhão da Austrália na Bienal de Veneza 2018 - Image 5 of 4Repair: Pavilhão da Austrália na Bienal de Veneza 2018 - Mais Imagens+ 1

Como ser um/a arquiteto/a antenado/a em tecnologia

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A arquitetura é uma disciplina colaborativa, na qual o dia a dia de trabalho frequentemente envolve o compartilhamento de arquivos, e-mails e informações ao longo do desenvolvimento de um projeto. Seja ao participar de concursos, candidatar-se a vagas de emprego ou publicar seus projetos, dominar o compartilhamento de arquivos de forma ágil e inteligente é uma habilidade crucial — enquanto a falta de familiaridade com essas ferramentas digitais pode gerar frustração em colegas de trabalho, desperdício de tempo e até mesmo a perda de oportunidades profissionais.

Para garantir que você não cometa deslizes, reunimos algumas dicas práticas para compartilhar seus trabalhos de forma online com mais eficiência e impacto.

"Mind-Building": O Pavilhão da Finlândia na Bienal de Veneza 2018

Como parte de nossa cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018, apresentamos o Pavilhão Finlandês concluído. Para ler a proposta inicial, consulte nossa publicação anterior: "Pavilhão da Finlândia na Bienal de Veneza de 2018 examinará o futuro das bibliotecas".

Concebido por Hanna Harris, à frente da comissão e direção da Archinfo Finland, e por Dr. Anni Vartola, responsável pela curadoria, o Pavilhão Finlandês apresenta Mind-Building na Bienal de Veneza de 2018, uma exposição que explora a importância da biblioteca pública na cultura finlandesa. Com expografia de Tuomas Siitonen e design gráfico de Johannes Nieminen, a mostra apresenta as bibliotecas finlandesas por meio de uma seleção temática de projetos de arquitetura, objetos e obras de som e vídeo comissionadas especialmente para a ocasião.

"Mind-Building": O Pavilhão da Finlândia na Bienal de Veneza 2018 - Image 4 of 4"Mind-Building": O Pavilhão da Finlândia na Bienal de Veneza 2018 - Image 8 of 4"Mind-Building": O Pavilhão da Finlândia na Bienal de Veneza 2018 - Image 14 of 4"Mind-Building": O Pavilhão da Finlândia na Bienal de Veneza 2018 - Image 15 of 4Mind-Building: O Pavilhão da Finlândia na Bienal de Veneza 2018 - Mais Imagens+ 11

Este(a) fotógrafo(a) captura a arquitetura arco-íris de Istambul

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Quando pensamos em Istambul, mesquitas opulentas e bazares movimentados costumam vir à mente. O arquiteto e fotógrafo Yener Torun foca em um lado diferente da cidade, explorando bairros menos conhecidos para capturar imagens impressionantes de uma Turquia oculta e multicolorida.

Utilizando frequentemente amigos, familiares e até a si mesmo como modelos, suas fotografias criam narrativas lúdicas nas quais figuras com cores coordenadas atuam como coadjuvantes em um mundo divertido de nuances. Torun descreve a busca por esses edifícios como uma "caça ao tesouro", revelando sua intenção de "documentar uma parte diferente e menos conhecida de Istambul para escapar de uma percepção unidimensional e orientalista".

O Museu de Arte Moderna de Xangai, do Atelier Deshaus, pelas lentes de Kris Provoost

O Museu de Arte Moderna de Xangai, do Atelier Deshaus, pelas lentes de Kris Provoost - Imagen 16 de 4
© Kris Provoost

O/A arquiteto/a Kris Provoost, que vive e trabalha em Xangai, registrou o novo Museu de Arte Moderna de Xangai, projetado pelo Atelier Deshaus, em uma série de fotografias que revelam tanto os detalhes do edifício quanto seu contexto na orla do rio em Xangai. O museu é um projeto de reuso adaptativo desenvolvido no antigo depósito de carvão de Laobaidu, cujo exterior industrial foi preservado e reinterpretado em uma proposta arquitetônica contemporânea. Provoost registrou o belo detalhamento do projeto, bem como sua transformação durante a temporada de floração das cerejeiras. 

O Museu de Arte Moderna de Xangai, do Atelier Deshaus, pelas lentes de Kris Provoost - Imagen 7 de 4O Museu de Arte Moderna de Xangai, do Atelier Deshaus, pelas lentes de Kris Provoost - Imagen 9 de 4O Museu de Arte Moderna de Xangai, do Atelier Deshaus, pelas lentes de Kris Provoost - Imagen 10 de 4O Museu de Arte Moderna de Xangai, do Atelier Deshaus, pelas lentes de Kris Provoost - Imagen 12 de 4O Museu de Arte Moderna de Xangai, do Atelier Deshaus, pelas lentes de Kris Provoost - Mais Imagens+ 20

Andrés Gallardo captura uma Copenhague surreal nestas coloridas fotografias

O fotógrafo espanhol Andrés Gallardo apresenta em sua série Urban Geometry formas, cores e sombras únicas da arquitetura moderna de diversas cidades do mundo. O projeto pessoal do fotógrafo residente na Estônia é um registro de longo prazo de sua jornada para se tornar fotógrafo profissional, no qual captura a beleza de cidades que vão de Pequim a Helsinque, passando por Seul e Copenhague.

A capital dinamarquesa é, justamente, a protagonista do ensaio fotográfico apresentado a seguir. Por meio de explosões vibrantes de cores, Gallardo revela uma versão quase surreal da cidade, onde as pessoas dão lugar às formas serrilhadas e curvas suaves de sua arquitetura contemporânea.

Andrés Gallardo captura uma Copenhague surreal nestas coloridas fotografias - Imagem de DestaqueAndrés Gallardo captura uma Copenhague surreal nestas coloridas fotografias - Imagem 7 de 4Andrés Gallardo captura uma Copenhague surreal nestas coloridas fotografias - Imagem 12 de 4Andrés Gallardo captura uma Copenhague surreal nestas coloridas fotografias - Imagem 2 de 4Andrés Gallardo captura uma Copenhague surreal nestas coloridas fotografias - Mais Imagens+ 9

6 tipos de edifícios modernos que em breve desaparecerão para sempre

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A arquitetura costuma ser vista como um marco temporal na história, refletindo o espírito de uma época. No entanto, como projetar arquitetura em um mundo que se transforma mais rápido do que nunca, onde tipologias inteiras de edifícios parecem desaparecer num piscar de olhos? Apresentamos aqui seis tipos de edifícios que surgiram nos tempos modernos e que estão desaparecendo tão rapidamente quanto surgiram. Majoritariamente banais e outrora onipresentes, a nostalgia associada ao desaparecimento dessas estruturas evoca uma reação emocional, muito mais do que uma admiração intelectual.

Memória e arquitetura estão intimamente ligadas. Em seu livro Os Olhos da Pele , Juhani Pallasmaa descreve como “o corpo sabe e lembra. O significado arquitetônico deriva de respostas e reações arcaicas recordadas pelo corpo e pelos sentidos.” Algumas das estruturas listadas a seguir tornaram-se obsoletas em menos de meia vida humana — um ponto interessante a ser considerado em uma disciplina que, historicamente, valorizou a permanência acima de tudo. Se as estruturas não servem mais a uma função social, será que ainda serão lembradas?

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Nova adição arquitetônica aos marcos imperdíveis nas trilhas turísticas cênicas da Noruega

A Administração Pública de Estradas da Noruega está inaugurando um novo marco, Ureddplassen, ao longo da Rota Turística Nacional de Helgelandskysten. Composto por bancos, instalações sanitárias e um terraço mirante voltado para o mar aberto, Ureddplassen evoca uma sensação de solidão poética, complementando a paisagem natural da Noruega.

Novo plano para o Rio de Los Angeles revitaliza e conecta a comunidade

Nos últimos anos, diversas propostas ambiciosas foram apresentadas para revitalizar e melhorar a área no entorno do Rio de Los Angeles. O Plano de Revitalização do Baixo Rio de Los Angeles (LLARP), proposto pela Perkins + Will Architects em conjunto com vários grupos comunitários e instituições públicas, visa conectar a população local ao rio e melhorar o ambiente ao seu redor.

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