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Lançando as bases: seis estratégias criativas para reutilizar fundações arquitetônicas

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O reúso adaptativo permite que profissionais de arquitetura possam conservar recursos, reduzir o desperdício e prolongar a vida útil de estruturas existentes. Ao trabalhar com o que já existe, quem projeta diminui a necessidade de novos materiais, reduz o consumo de energia e limita o volume de resíduos de demolição. Essa abordagem protege habitats naturais e áreas verdes ao reduzir a demanda pela ocupação de novos terrenos. Por meio do reúso, as cidades tornam-se mais sustentáveis e menos intensivas em carbono, ao mesmo tempo que preservam o valor material e cultural do ambiente construído.

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Paisagens Sonoras Computacionais: Esculpindo a Dimensão Visual e Invisível

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O que define um espaço primeiro ao entrar: o som ou a impressão visual? A arquitetura é frequentemente comunicada através de estruturas e superfícies, mas um de seus componentes mais essenciais move-se de forma invisível pelo ar: o som. Ele molda a sensação de um espaço muito antes de uma parede ou teto serem percebidos. O design computacional une essas dimensões, permitindo que arquitetos/as e designers criem estruturas exclusivas onde a acústica e a estética se complementam mutuamente, em vez de existirem em paralelo. Ao fazer uso de algoritmos avançados, processos complexos de projeto se transformam em soluções intuitivas e acessíveis que moldam destaques acústicos e visuais sob medida para cada projeto. Esta abordagem combina lógica paramétrica com inovação material, equilibrando eficiência, sustentabilidade e design expressivo na mesma medida.

Repensando o morar urbano: 8 projetos conceituais de habitação coletiva da comunidade ArchDaily

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O futuro da vida urbana é cada vez mais concebido como algo coletivo, em camadas e adaptável. À medida que as cidades se tornam mais densas e as fronteiras entre trabalho, casa e lazer se dissipam, profissionais de arquitetura repensam a noção tradicional de habitação, migrando de unidades isoladas para ambientes integrados e voltados para a comunidade. Esta seleção de projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, reflete essa transição: uma exploração global de como o design pode moldar formas de viver mais resilientes, inclusivas e conectadas.

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Ciclos Vivos na Arquitetura Regenerativa: Lições do Goetheanum

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À medida que a incerteza climática e as transformações nos ecossistemas reformulam as prioridades do projeto, a arquitetura passa a desempenhar um papel cada vez mais ativo nessas discussões, em vez de se limitar a uma postura de mera observação. Sob essa perspectiva, a ideia de propor um "re" estimula um recuo consciente para repensar, reconectar e realinhar a relação entre os edifícios e seus entornos. Essa abordagem, central para a arquitetura regenerativa, vai além de tecnologias ou escalas específicas, abrangendo desde planos diretores voltados à renaturalização de cidades até pavilhões nacionais que combinam arte e ciência.

Qual é o caminho a seguir? Se, por um lado, muitos debates atuais enfatizam a tecnologia; por outro, há abordagens que, longe de serem opostas, complementam-se e ampliam o espectro de possibilidades ao resgatar tradições, saberes ancestrais e uma compreensão profunda do meio ambiente. Entre essas perspectivas, a obra de Rudolf Steiner e o movimento antroposófico, desenvolvidos no início do século XX, oferecem uma visão e insights que conectam a arquitetura aos ritmos ecológicos, aos materiais e à vida comunitária.

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Uma alma escandinava em uma metrópole mexicana: a visão da BoConcept para o Riga Bosques

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Quando as sementes que floresceriam na BoConcept foram plantadas pelos marceneiros Tage Mølholm e Jens Ærthøj na pequena cidade dinamarquesa de Herning, em 1947, seus fundadores dificilmente poderiam prever que a recém-criada empresa de mobiliário se tornaria, com o tempo, uma líder global em design escandinavo contemporâneo.

E, de fato, foi o que aconteceu. Atualmente, a BoConcept opera 300 lojas exclusivas em mais de 65 países, e muitas de suas peças – da minimalista, orgânica e ergonômica cadeira Adelaide, desenhada por Henrik Pedersen, à mesa de jantar Santiago com tampo de cerâmica e traços clássicos, de Morten Georgsen – tornaram-se referências tanto para profissionais de design de interiores quanto para consumidores atentos à estética. Seu alcance global é respaldado por franqueados dedicados, como Carlos Salamonovitz, que recentemente trouxe a visão da BoConcept para um novo projeto residencial na Cidade do México.

Metal no topo: qual estilo de cobertura está liderando a mudança?

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As coberturas metálicas têm uma longa história que remonta às civilizações antigas, com exemplos remotos encontrados na arquitetura romana e bizantina, onde chapas de cobre e chumbo eram utilizadas por sua durabilidade e resistência às intempéries. Durante o século XIX, os avanços na fabricação industrial levaram à ampla adoção de coberturas de ferro e aço ondulados, que se tornaram populares por sua resistência, custo-benefício e facilidade de instalação. Hoje, os sistemas modernos de cobertura metálica utilizam materiais como alumínio, aço galvanizado e zinco, oferecendo desempenho superior contra condições climáticas extremas, resistência ao fogo e eficiência energética. Essas superfícies podem ser projetadas em vários perfis, incluindo junta alçada (standing seam), ondulado e telhas metálicas, permitindo flexibilidade estética e integridade estrutural. Além disso, revestimentos refletivos e opções de isolamento contribuem para a economia de energia, tornando as coberturas metálicas uma escolha preferencial para soluções construtivas sustentáveis e duradouras.

Co-projetando com a natureza: como as comunidades estão se tornando guardiãs da biodiversidade urbana

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O desfiladeiro de concreto da Degraves Street, em Melbourne, já foi um corredor de serviço árido e funcionalmente obscuro. Hoje, a ruela estreita pulsa com vida que vai muito além de seus famosos cafés. Gramíneas nativas caem em cascata de floreiras cuidadosamente posicionadas, enquanto pequenos arbustos criam microclimas refrescantes. Desafiando os modelos tradicionais de design ecológico, as abordagens à biodiversidade lideradas pela comunidade convidam a uma reimaginação de como arquitetos/as, urbanistas e comunidades colaboram para desenvolver futuros urbanos biodiversos.

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Inovação com impacto global: o poder transformador do A’ Design Award

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Disciplinas como arquitetura, design de interiores, design de produto e moda recorrem a premiações para celebrar a inovação, estabelecer referências para o setor e inspirar a excelência. Para além do simples reconhecimento, essas distinções validam conquistas criativas, fortalecem reputações e ampliam a visibilidade de ideias que desafiam convenções. Elas também fomentam a colaboração interdisciplinar, estimulam o crescimento profissional e destacam o impacto transformador do design no cotidiano. 

Entre as competições de design mais prestigiadas do mundo, o A' Design Awards & Competition está com inscrições abertas — uma oportunidade para profissionais de design, arquitetura e do campo criativo apresentarem seus trabalhos em um palco global. A conquista deste prêmio traz benefícios incomparáveis, incluindo exposições internacionais, visibilidade na mídia e uma posição de destaque no World Design Rankings. Profissionais premiados em edições anteriores tiveram suas obras exibidas globalmente, publicadas em veículos renomados e apresentadas em eventos do setor, conectando-os a lideranças influentes e ampliando seu alcance no competitivo mercado de design.

Como os sistemas de entrada estão se tornando a infraestrutura oculta dos edifícios inteligentes

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In Jacques Tati's Mon Oncle (1958), a própria arquitetura se torna uma personagem: portas de correr, uma fonte automática, portões que emitem sons mecânicos, dispositivos que ao mesmo tempo encantam e frustram os habitantes. A comédia surge justamente do fato de que esses sistemas aparentemente triviais moldam silenciosamente a vida cotidiana. Mais de seis décadas depois, a observação parece profética. Nos edifícios contemporâneos, inúmeros sistemas funcionam de maneira autônoma e discreta, passando despercebidos quando operam corretamente. Entre eles, as portas automáticas, tradicionalmente vistas como elementos secundários, despontam como parte de uma nova "infraestrutura invisível": sistemas conectados, eficientes e inteligentes que apoiam o conforto, a sustentabilidade e a resiliência operacional.

Uma tradição cultural, arquitetônica e territorial: casas que reciclam e valorizam as telhas de madeira no Chile

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Em um declive, às margens de um rio, entre árvores ou em meio a uma extensa encosta, cada território constitui um testemunho vivo de suas próprias tradições locais. Por meio de sua arquitetura, a experimentação, a valorização e o uso de determinados materiais, técnicas construtivas, ofícios e ferramentas locais buscam promover a perenidade de histórias e transmitir as descobertas e aprendizados que deram origem a várias das práticas empregadas na construção até os dias de hoje. No Chile, a linguagem das tejuelas evoca uma reflexão a partir da história e do conhecimento de relações, tempos e redes de vida.

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Arquitetura no Ritmo do Tempo: Projetando Através de Ciclos Solares, Lunares e Biológicos

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À medida que o solstício marca o dia mais curto do ano no Hemisfério Norte, ele também chama a atenção para um aspecto com o qual a arquitetura lida há muito tempo, mas que muitas vezes negligencia: o tempo. Para além da forma ou da função, edifícios e espaços são continuamente moldados por ciclos de luz e escuridão, mudanças sazonais e ritmos ambientais que afetam a maneira como são habitados.

Nos últimos anos, um número crescente de projetos de arquitetura começou a trabalhar explicitamente com esses ciclos. Em vez de projetar espaços para funcionar de uma única maneira fixa, arquitetos/as estão criando ambientes que se transformam ao longo do dia, das estações ou em resposta a fenômenos naturais como o percurso do sol, as fases lunares, os padrões de vento ou os ritmos circadianos. Esses projetos operam em diálogo com o tempo, surgindo, transformando-se e ativando-se de forma diferente conforme as condições ambientais.

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Um conto de dois estudantes: como as decisões de projeto em etapas iniciais moldam o sucesso educacional

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Dois estudantes sentam-se a uma carteira de distância. Um/a se destaca em ciências; o/a outro/a tem dificuldades. Um/a recebe elogios, o/a outro/a, críticas. Um/a ganha confiança, o/a outro/a a perde aos poucos. É fácil presumir que a diferença se deve ao esforço, à criação ou à habilidade natural. Mas e se o verdadeiro fator decisivo fosse a própria sala de aula? Imagine que o/a estudante que ficou para trás sentasse, todos os dias, em uma carteira ofuscada pelo brilho excessivo de janelas mal posicionadas. Com assentos fixos na sala, não era possível mudar de lugar. Com o tempo, essa distração pequena, mas constante, transformou-se em desinteresse, e o desinteresse minou sua confiança. Uma reação em cadeia desencadeada não pelo esforço, mas pelo design.

Design Resiliente ao Calor: Como Líderes Urbanos Utilizam Materiais de Construção para Combater o Calor Urbano

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O calor extremo é uma das consequências mais urgentes e de crescimento mais rápido das mudanças climáticas, especialmente nas cidades. As áreas urbanas são particularmente vulneráveis porque retêm o calor nos materiais de construção e nas vias urbanas, criando condições perigosas para a população. À medida que as temperaturas continuam a subir e as ondas de calor se prolongam, as cidades enfrentam o desafio de se manterem habitáveis diante dessa ameaça intensificada.

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Como funcionará o transporte no futuro? Um olhar sobre a ascensão da mobilidade elétrica nas cidades

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Das emissões de gases de efeito estufa e da poluição do ar ao desmatamento, um dos principais fatores para o aquecimento global atualmente são as emissões vindas do setor de transportes. Ao explorar suas origens e evolução, bem como os principais desafios enfrentados, o desenvolvimento da mobilidade elétrica em ambientes urbanos representa uma transição global que exige uma combinação coordenada de políticas e ações para alcançar sistemas de transporte mais limpos e sustentáveis. Projetar uma infraestrutura segura e confortável para caminhar e pedalar, promover o transporte público e a mobilidade compartilhada, além de desenhar ruas mais eficientes que incorporem veículos elétricos, entre outras ações, fazem parte de um esforço global crescente para reduzir as emissões de carbono.

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Escavando o Solo: Arquitetura e a Política do Subterrâneo

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Sob a superfície visível das cidades jaz uma arquitetura invisível. Metrôs, túneis, sistemas de água, cabos de dados e bunkers formam uma rede densa que sustenta a vida urbana enquanto permanece, em grande parte, invisível. O solo sob nossos pés não é um vazio, mas um território complexo que abriga as infraestruturas, memórias e ansiedades de nossa época. Nos últimos anos, à medida que a terra se torna escassa e as pressões climáticas se intensificam, arquitetos/as e urbanistas voltaram seus olhares para baixo, redescobrindo o subterrâneo como uma fronteira tanto física quanto conceitual. Projetar no subsolo significa engajar-se com os mecanismos invisíveis que moldam o mundo acima.

O subterrâneo há muito tempo é um espaço de interseção entre arquitetura, política, tecnologia e crença. Das catacumbas de Roma aos metrôs industriais da modernidade, o ato de descer simboliza tanto a proteção quanto a exposição. O urbanismo do século XX transformou esse gesto em sistema: metrôs, abrigos e serviços públicos redefiniram o corte urbano como um instrumento de governança. Sob a promessa de eficiência e progresso, o subsolo absorveu as ansiedades de uma era de guerra, vigilância e colapso. Sua evolução revela não apenas como as sociedades constroem, mas também como temem.

Hoje, o solo se tornou a nova fronteira da expansão urbana e da adaptação ecológica. À medida que infraestruturas digitais, sistemas de energia e amortecedores climáticos migram para baixo do nível do solo, a arquitetura confronta um espaço que é ao mesmo tempo técnico e metafísico — essencial, porém marginal; invisível, porém decisivo. Pensar em cortes, e não em planta, é reconhecer que as cidades contemporâneas não existem mais apenas em suas silhuetas, mas também em suas profundezas. O desafio para a arquitetura não é apenas ocupar esse espaço, mas torná-lo legível, transformar o invisível em conhecimento e o oculto em um novo território de projeto.

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Dando vida ao design curvo com produtos de acabamento curvos

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A famosa atriz Mae West certa vez descreveu a curva como "a distância mais encantadora entre dois pontos". Embora ela estivesse se referindo ao corpo humano, essa observação vai além da aparência física e toca no cerne daquilo que conforta e acalma a psique humana no design da natureza.

Colinas ondulantes, o arco de uma onda no oceano, o brilho intenso do amanhecer no horizonte—essas formas naturais evocam paz e serenidade a quem as observa. Ao projetar ambientes de trabalho e espaços comuns, é importante que os/as profissionais de design se lembrem de que existem pouquíssimas linhas retas na natureza. Quando bordas suaves, tetos em arco e paredes curvas são aplicados ao interior de um edifício, o design da natureza é trazido para dentro.

Encenando a Cultura: O/A Arquiteto/a como Curador/a

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A arquitetura nunca se limitou ao ato de construir. Ela negocia constantemente entre a prática material e a reflexão intelectual; no entanto, ao longo dos séculos XX e XXI, muitos/as arquitetos/as sentiram que o projeto construído, por si só, era insuficiente para responder à totalidade das questões que se colocavam à disciplina. Pressões econômicas, contextos políticos e exigências programáticas frequentemente limitavam o escopo da prática profissional.

Em contrapartida, as exposições e plataformas curatoriais criaram espaços de experimentação e crítica, abrindo arenas onde a arquitetura podia interrogar a si mesma, onde seu passado podia ser reinterpretado, seu presente desafiado e seu futuro projetado. Nessa tensão, surgiu a figura do/a arquiteto/a-curador/a, tratando a própria curadoria como uma forma de projeto — não de paredes ou fachadas, mas de discursos, narrativas e estruturas de significado.

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Resultados do Concurso Museum of Emotions da Buildner: Arquitetura que fala sem palavras

A Buildner anunciou os resultados da 6ª edição do Museum of Emotions Competition.

O Museum of Emotions é um concurso internacional de projetos anual que desafia os/as participantes a explorar até que ponto a arquitetura pode ser utilizada como ferramenta para evocar emoções. O edital propõe o projeto de um museu conceitual com duas salas de exposição: uma projetada para induzir emoções negativas; a outra, para evocar sentimentos positivos. Os/As participantes têm total liberdade para escolher qualquer terreno, real ou imaginário, bem como definir a escala do projeto. O significado de "positivo" e "negativo" fica aberto à interpretação: quais duas emoções um/a designer consideraria opostas? Como um/a arquiteto/a poderia conceber espaços que despertem medo, raiva, ansiedade, amor ou felicidade?

O Museum of Emotions é um concurso "silencioso": ou seja, os/as participantes devem comunicar suas ideias sem o uso de textos, utilizando apenas imagens. Nenhuma forma de texto é permitida — sejam memoriais descritivos, anotações ou mesmo legendas de diagramas.

Sente-se com as melhores cadeiras assinadas por arquitetos da Buildner

A Buildner tem o prazer de anunciar os resultados da terceira edição anual do seu concurso The Architect's Chair, que recebeu propostas excelentes de todas as partes do mundo. A Buildner publicou dois livros sobre o tema, destacando ideias fundamentais e projetos de destaque de suas edições anteriores. Com as inscrições já abertas, convidamos você a compartilhar sua visão da cadeira ideal até o dia 18 de setembro — envie sua proposta aqui.

O design de cadeiras exemplifica a natureza interdisciplinar da arquitetura, demonstrando a capacidade de arquitetos e arquitetas de adaptar habilidades e sensibilidades em diferentes escalas e contextos, atenuando as fronteiras entre arquitetura, design e arte. Essa versatilidade permite que esses e essas profissionais explorem novas ideias e desafiem noções convencionais sobre a estética, os materiais e a tecnologia das cadeiras.

Equilibrando habitabilidade e metas climáticas: O caminho de Edimburgo rumo à construção sustentável

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Edimburgo, a capital da Escócia, é reconhecida há muito tempo por sua rica história cultural e por sua intrincada malha urbana. A cidade pulsa através de seus museus, de seus edifícios residenciais tradicionais (tenements) e de seu comércio integrado a edifícios georgianos. Em 2022, a Time Out elegeu Edimburgo como a melhor cidade do mundo, destacando sua eficiência na coesão comunitária e em sistemas urbanos como o transporte público. Contudo, à medida que os efeitos das mudanças climáticas se tornam progressivamente visíveis no nível urbano, a cidade inevitavelmente se depara com um dilema urgente: como sustentar essa qualidade de vida sob condições cada vez mais desafiadoras.

O caminho em direção a esse equilíbrio envolve diversas estratégias interligadas — como o retrofit, o reuso adaptativo, o design circular e a colaboração comunitária —, onde cada uma delas contribui para consolidar a visão em constante evolução de Edimburgo rumo a um futuro urbano sustentável.

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Da inteligência material à circularidade: lições da arquitetura em 2025

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Quais materiais assumiram o papel de destaque no discurso arquitetônico de 2025? Quais projetos redescobriram novas práticas e métodos construtivos por meio da inovação material? Embora o futuro dos materiais de construção ainda pareça incerto, ano após ano, a experimentação e a pesquisa continuam a revelar diversas práticas, iniciativas e esforços dedicados a compreender seu valor e responsabilidade no ambiente construído. Desde resíduos agrícolas que reduzem a pegada de carbono até plásticos reciclados que ganham uma nova vida, passando por materiais vivos que dialogam com tecnologias emergentes ao mesmo tempo em que se reconectam com a natureza, o ano de 2025 destacou e fortaleceu o papel de arquitetos/as como mediadores/as entre materiais, disciplinas, saberes e interesses de diversas origens.

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Da expansão ao aprimoramento: a estrutura de desenvolvimento urbano de Xangai

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Em meio a ajustes econômicos globais e a um foco nacional no desenvolvimento de alta qualidade, Xangai implementou uma mudança estratégica em sua abordagem de desenvolvimento urbano — transitando da "expansão incremental" para a "qualificação intrínseca". Orientada pelo conceito de uma "cidade voltada para as pessoas", a metrópole elevou a construção urbana de uma mera agregação de espaços físicos para um esforço abrangente voltado a otimizar a qualidade funcional, revitalizar a vitalidade espacial e impulsionar a resiliência residencial por meio de iniciativas de renovação urbana. Essa transformação se configura não apenas como uma resposta à escassez de recursos, mas também como uma abordagem intencional em relação aos princípios de desenvolvimento urbano. Sua proposta central consiste em: sob o marco político de controle rigoroso do uso incremental do solo, como liberar o potencial de desenvolvimento através da "reprodução" dos espaços existentes.

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Melhores Artigos de 2025: Práticas Plurais, Respostas Ambientais e uma Arquitetura do Cuidado

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Ao longo dos últimos anos, o discurso arquitetônico tem sido moldado pela emergência de novas vozes, territórios redescobertos e por um compromisso crescente com formas compartilhadas de conhecimento. Essas preocupações permanecem plenamente presentes em 2025 como debates contínuos que ganham cada vez mais densidade e nuance. Questões sobre quem produz arquitetura, a partir de quais contextos e sob quais condições continuam centrais, cada vez mais informadas por práticas que operam de forma coletiva, interdisciplinar e para além da autoria individual.

Essa continuidade se reflete em como a arquitetura é entendida menos como um objeto acabado e mais como um processo contínuo integrado a sistemas sociais, culturais e ambientais. Persistem as discussões sobre agência, participação e produção de conhecimento, acompanhadas de uma atenção contínua a contextos rurais, periféricos e historicamente marginalizados. Em vez de privilegiar uma única escala ou geografia, a arquitetura é abordada como uma prática que transita entre territórios, reconhecendo as condições desiguais que moldam como os espaços são projetados, construídos, mantidos e habitados.

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Conheça os projetos vencedores da próxima edição do Festival Concéntrico 2025 em Logroño

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O consolidado festival de arquitetura efêmera e cidade, Concéntrico, prepara-se para sua décima primeira edição, que, como todos os anos, acontecerá na cidade de Logroño. Em 2025, o encontro será de 19 a 24 de junho, com uma programação que incluirá diversas atividades, conferências e percursos para refletir sobre o espaço público, as cidades e nossa forma de intervir e interagir com elas.

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