Quatro episódios da terceira temporada de “By Design”, a multipremiada série de conteúdo digital da GRAPHISOFT, têm conduzido o público por uma jornada de descobertas. By Design: Metamorphosis lança um olhar incisivo sobre o receio que muitos escritórios têm em relação à mudança tecnológica, e sobre o que é necessário para superá-lo, liberando seu verdadeiro potencial, elevando sua atuação e garantindo seu futuro de forma mais sólida.
Artigos
Terceira temporada de "By Design" explora como arquitetos/as e profissionais de AEC desafiam os limites da criatividade
Desmistificando 3 mitos sobre visualização 3D e realidade virtual em projetos de arquitetura

Muito se fala sobre a inovação impulsionada pela tecnologia no setor de AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção). Em especial, o uso crescente de renderizações 3D e realidade virtual em projetos de arquitetura domina o fluxo de notícias de arquitetos/as. Imagens fotorrealistas e passeios virtuais parecem estar se tornando o novo padrão do setor. Ainda assim, para muitos escritórios de arquitetura, parece difícil acompanhar a rápida evolução das novas tecnologias e, com isso, encontrar formas de se diferenciar da concorrência.
O que não sabemos sobre as mudanças climáticas

Vou fazer uma pausa aqui para que você sinta o peso dessa questão.

Pois bem, deixemos o fardo de lado por um momento e relaxemos um pouco, para que possamos começar a agir de fato. Temos muito trabalho a fazer. De acordo com o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), o prazo para reduzir as emissões de dióxido de carbono em 50% é de 11 anos. No entanto, nossa intuição nos diz que talvez não consigamos vencer essa contagem regressiva para o apocalipse, pois há barreiras severas em nosso caminho, como a ganância e a política. Reconhecemos, com pesar, que, mais do que os capitalistas, os barões do petróleo ou os políticos, a profissão de arquiteto/a carrega a maior responsabilidade pelo aquecimento global — afinal, os edifícios são a maior fonte de dióxido de carbono, os principais vilões na emissão de gases de efeito estufa. Duas gerações de arquitetos/as dedicaram esforços apaixonados à proteção ambiental, à conservação de água e energia, à sustentabilidade e à resiliência e, no entanto, isso de nada serviu para desacelerar as mudanças climáticas.
Richard Rogers sobre a construção de cidades para um pequeno planeta

O podcast da Architecture Academy é um novo podcast de arquitetura e design focado em ideias e educação. A equipe acredita que, por meio da educação e de debates mais qualificados, é possível melhorar a maneira como as pessoas projetam seus edifícios e cidades. A Architecture Academy acaba de concluir sua primeira temporada de podcasts, com conversas com especialistas de renome mundial sobre temas como beleza, felicidade, educação, sustentabilidade, arquitetura vernácula e habitação.
Neste episódio, a Architecture Academy conversa com o laureado com o Prêmio Pritzker, Richard Rogers, sobre uma ampla gama de temas, incluindo cidades compactas, uma sociedade justa, colaboração e espaços públicos.
BIM para Arquitetura de Paisagem: Como a Ares utiliza o Vectorworks

O movimento recente do setor de arquitetura da paisagem para padronizar os fluxos de trabalho em BIM é uma transição muito semelhante à sua antiga mudança dos desenhos à mão para o desenho assistido por computador (CAD). Agora, com o BIM, profissionais de arquitetura da paisagem podem trabalhar em colaboração mais estreita com arquitetos/as, engenheiros/as e outros/as colaboradores/as externos/as em projetos com requisitos estruturais e civis. Adotar um novo fluxo de trabalho para se adequar a parceiros que utilizam o BIM regularmente, no entanto, nem sempre é uma tarefa simples.
Precisamos de uma arquitetura ativista DIY para combater as mudanças climáticas

A arquitetura está intrinsecamente ligada a políticas públicas, política e poder. Com a responsabilidade pelo projeto e pela percepção do ambiente construído, arquitetos/as desempenham um papel singular na modelagem da experiência urbana humana. À medida que o mundo enfrenta questões como as mudanças climáticas, a migração forçada e a habitação acessível, arquitetos/as se colocam cada vez mais na linha de frente do debate, utilizando uma variedade de ferramentas e caminhos para clamar por mudanças e, de fato, projetar para elas. Contudo, embora existam muitos caminhos oficiais para que a classe profissional da arquitetura defenda reformas sociais e ambientais, há um método de resistência pouco teorizado — um "caminho menos percorrido" para o progresso social que vai além das instâncias oficiais.
Biocidades além do digital / Vicente Guallart para a Bienal de Shenzhen (UABB) 2019
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O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Antes da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" (Urban Interactions), o ArchDaily está colaborando com a equipe de curadoria da seção "Eyes of the City" ("Olhos da Cidade") da Bienal para estimular o debate sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você pode ler o manifesto curatorial de "Eyes of the City", escrito por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT.
Graças ao desenvolvimento do mundo digital, as cidades podem fazer parte da história natural. Esse é o nosso grande desafio para as próximas décadas.
A revolução digital deve nos permitir promover um mundo avançado, ecológico e humano. Ser digital nunca foi o objetivo final – era um meio para reinventar o mundo. Mas que tipo de mundo?
Pittsburgh de Cartão-Postal: A revitalização urbana de uma cidade norte-americana subestimada

Embora o público frequentemente condene os processos de renovação urbana, para a cidade de Pittsburgh, na Pensilvânia, sua revitalização alcançou o status de "renaissance" (renascimento). Em seu volume mais recente, intitulado Imagining the Modern: Architecture and Urbanism of Pittsburgh Renaissance, os/as editores/as Chris Grimley, Michael Kubo e Rami el Samahy investigam as razões por trás desse aclamado renascimento urbano.
Sustentabilidade no Espaço: O que as normas de construção sustentável da Califórnia e a Estação Espacial Von Braun têm em comum

Enquanto a Califórnia avança na sustentabilidade, a Estação Espacial Von Braun está dando passos consideravelmente grandes para a humanidade. Explorar o grande desconhecido não precisa significar abandonar o nosso planeta — pode significar exatamente o oposto. De fato, essa estação espacial pode ser o nosso passo mais monumental em direção a um futuro sustentável.
Documentário cinematográfico mostra a jornada de cura da paisagem

As diversas atividades humanas ao longo das últimas décadas têm cobrado um preço alto do meio ambiente. Pessoas de todas as nacionalidades, interesses e trajetórias profissionais têm buscado meios para curar as paisagens feridas e lançar luz sobre a crise ambiental.
Dirigido pelo cineasta indicado ao BAFTA Richard John Seymour e produzido pelo escritório de design norueguês 3RW arkitekter, Landscape Healing é um documentário cinematográfico que acompanha a jornada de um grupo diverso de pessoas que vem estabelecendo um novo paradigma para o maior desafio da humanidade: a renaturalização de nosso planeta a um nível sustentável.
Entrevista com Richard Rogers sobre como construir cidades para o planeta

O podcast da Architecture Academy é uma nova produção voltada aos campos da arquitetura e do design, com foco em ideias e educação. A equipe acredita que, por meio da educação e de debates qualificados, é possível aprimorar a forma como projetamos edifícios e cidades. A Architecture Academy acaba de lançar sua primeira série de episódios, conversando com especialistas de todo o mundo sobre temas como estética, bem-estar, educação, sustentabilidade, arquitetura vernácula e habitação.
Neste episódio, a Architecture Academy conversa amplamente com o vencedor do Prêmio Pritzker, Richard Rogers, sobre temas que vão desde cidades compactas e sociedades equitativas até colaboração e espaços públicos.
Projeto iraniano manipula lajes geométricas para garantir privacidade em residência na floresta

Situado entre o Mar Cáspio e a floresta de Sisangan, o escritório iraniano MADO Architects desenvolveu um projeto residencial privado que atende à demanda específica dos/as clientes por privacidade absoluta. O projeto da Sisangan Villa concentrou-se na implantação no terreno, na referência à arquitetura vernacular típica e na manipulação geométrica para criar uma estrutura dinâmica de paredes de concreto e fachadas de vidro que se interceptam.
O arquiteto Moon Hoon sobre sua visão sobrenatural da arquitetura
Seul é considerada uma das cidades mais densamente povoadas e caras do mundo, com valores que atingem impressionantes US$ 80.000 por metro quadrado. Essas condições extremas forçaram os/as arquitetos/as locais a atuar, projetar e construir articulando os problemas urbanos, as tradições e a história da cidade. Essa abordagem por parte dos/as profissionais estabeleceu a base teórica de “The Condition of Seoul Architecture”, publicação do escritório multidisciplinar TCA Think Tank que apresenta a perspectiva de 18 inovadores/as arquitetos/as sul-coreanos/as. Nesta entrevista, Pier Alessio Rizzardi, fundador do escritório, conversa com o irreverente arquiteto Moon Hoon, que explica sua visão singular da arquitetura e como seu trabalho é capaz de transportar as pessoas para outra dimensão.
Abra mais portas: Studio Gang
Open More Doors é uma seção do ArchDaily e do MINI Clubman que leva você aos bastidores dos escritórios mais inovadores do mundo por meio de entrevistas dinâmicas em vídeo e de uma galeria de fotos exclusiva do espaço de trabalho de cada estúdio.
Este mês, conversamos com o escritório norte-americano de arquitetura e desenho urbano Studio Gang sobre como o seu escritório de Chicago se concentra na biodiversidade ecológica, em projetos multidisciplinares colaborativos e na busca de potencial em estruturas históricas.
Documentário "Curando a Terra" registra o processo de restauração da paisagem natural.

As diversas atividades humanas das últimas décadas causaram graves danos ao meio ambiente. Atualmente, independentemente de nacionalidade, interesse ou profissão, pessoas de todo o mundo buscam soluções para recuperar a terra degradada, alertando para a urgência da crise ambiental.
Dirigido pelo cineasta Richard John Seymour — comissionado pelo BAFTA (British Academy of Film and Television Arts) — e produzido pelo escritório de design norueguês 3RW arkitekter, o documentário Landscape Healing retrata a trajetória de pessoas que lideram pelo exemplo diante do maior desafio da humanidade: devolver a Terra a um patamar original de sustentabilidade.
Cursos da YACademy oferecem experiência imersiva em design

Bivacco Bredy é o nome do projeto desenvolvido por Claudio Araya, Natalia Kogia, Iga Majorek e Maria Valese, uma jovem equipe de arquitetura que participou da última edição do curso de Arquitetura para a Paisagem da YACademy.
O arquiteto sul-coreano Moon Hoon: a fantasiosa "arquitetura sobrenatural"
Seul é considerada uma das cidades mais densamente povoadas e com o mercado imobiliário mais caro do mundo, com o metro quadrado chegando a custar 80 mil dólares. Esse cenário urbano extremo força os/as arquitetos/as locais a refletirem sobre as problemáticas urbanas, as tradições e os contextos históricos ao projetarem, intervirem e construírem a cidade. Essa abordagem deu origem à “Condição Arquitetônica de Seul”, um arcabouço teórico publicado pelo laboratório multidisciplinar TCA Think Tank que reúne a perspectiva de 18 arquitetos/as coreanos/as inovadores/as. Nesta entrevista, Pier Alessio Rizzardi conversa com o excêntrico arquiteto Moon Hoon, que compartilha sua visão única sobre a arquitetura e explica de que maneira seu trabalho busca transportar as pessoas para uma nova dimensão.
(Traduzido por Tian Shan Jiahui)
Vencedores do A' Good Architecture Design Award apresentam design integrativo

O A’ Design Award reconhece anualmente os/as principais designers do mundo em todas as disciplinas do design. Trata-se de uma premiação internacional com avaliação às cegas realizada por pares, cujo objetivo é oferecer uma vitrine para que esses/as profissionais apresentem seus trabalhos e produtos a um público global. A edição deste ano continua com inscrições abertas até o prazo final (Late Deadline) em 28 de fevereiro, e os/as vencedores/as serão anunciados/as em 15 de abril. Designers e projetistas podem registrar suas propostas aqui hoje mesmo!
Forense visual amadora e a visão de lugar nenhum / Dietmar Offenhuber para a Bienal de Shenzhen (UABB) 2019

O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" ("Urban Interactions"), o ArchDaily está colaborando com a curadoria da seção "Eyes of the City" na Bienal para estimular o debate sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você pode ler a declaração curatorial da seção “Eyes of the City”, escrita por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT.
Se a Guerra do Golfo de 1991 marcou o início da guerra de mídias eletrônicas, os recentes conflitos armados no Oriente Médio evidenciaram um papel igualmente central das redes sociais. Plataformas como Twitter e Facebook são usadas há muito tempo para mobilizar movimentos de protesto, organizar assembleias e disseminar informações. Ao longo da década que vai da Primavera Árabe à guerra civil na Síria, o papel das redes sociais cresceu de uma infraestrutura utilitária para o principal meio de conflito. A versão atual do “pornô de guerra” (war porn) de Jean Baudrillard surge na forma de filmagens de campos de batalha registradas por smartphones e drones, misturadas a mensagens de propaganda e referências da cultura pop a jogos de computador e memes da internet. Conforme documentado pelo jornalista Abdel Bari Atwan, grupos mercenários planejam operações militares de acordo com o impacto midiático esperado sobre seguidores, oponentes e financiadores estrangeiros. Às vezes, os combates são inteiramente encenados para capturar imagens persuasivas.
Promovendo o design biofílico em espaços comerciais com lâminas de madeira natural autênticas
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O design biofílico potencializa a conexão dos ocupantes com o ambiente natural e continua a influenciar a arquitetura comercial e o design de interiores. A biofilia — a ideia de que os seres humanos buscam intrinsecamente se conectar com a natureza — pode se refletir em uma ampla gama de elementos no projeto: iluminação natural, vistas para o exterior e o uso de padrões orgânicos são exemplos de como incluir o design biofílico em um espaço. Profissionais de design também podem incorporar o uso cuidadoso de materiais naturais, como produtos de madeira, pedras e couros. Os efeitos comprovados dessa estética de design no bem-estar dos ocupantes dos edifícios são evidentes na redução do estresse de funcionários em escritórios, na recuperação mais rápida de pacientes em hospitais e em melhores notas de estudantes em exames.
Carla Swickerath, do Studio Libeskind, fala sobre o World Trade Center e o impacto da tecnologia

O Design:ED Podcast oferece um olhar por dentro do campo da arquitetura, sob a perspectiva de profissionais que lideram o setor. Esta série inspiradora proporciona uma visão única sobre a construção de uma carreira de sucesso no design, desde origens humildes até o reconhecimento global. A cada semana, os convidados compartilham os altos e baixos de suas trajetórias rumo ao sucesso, servindo de inspiração para profissionais de todos os níveis da área. Ouvir suas histórias traz um roteiro valioso para quem deseja impulsionar sua carreira e elevar seu trabalho a um novo patamar.
Neste episódio, o apresentador Aaron Prinz conversa com Carla Swickerath, sócia do Studio Daniel Libeskind, sobre como ela ajudou a liderar o desenvolvimento do projeto para o World Trade Center, o impacto da tecnologia no futuro da profissão e o que diferencia o Studio Libeskind de outros escritórios.
Cinemática Urbana e a Vingança do Lugar / François Penz para a Bienal de Shenzhen (UABB) 2019

O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" (Urban Interactions), o ArchDaily trabalha em conjunto com a equipe curatorial da seção "Olhos da Cidade" (Eyes of the City) da Bienal para estimular uma discussão sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você pode ler a declaração curatorial da seção "Olhos da Cidade", escrita por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT.
Desde que os irmãos Lumière apontaram sua câmera para a Place des Cordeliers em Lyon, em 1895, o cinema molda nosso imaginário urbano coletivo. Ao longo de 125 anos, o cinema tem registrado incansavelmente a vida e a morte não apenas de grandes cidades americanas, mas de todas as grandes – e não tão grandes – cidades do mundo. Cineastas observaram, expressaram, caracterizaram, interpretaram e retrataram centenas de milhares de ruas urbanas. Ao mapear a evolução das cidades desde o século XX até os dias atuais, os filmes são, por excelência, os Olhos sobre e da Cidade.
Quando o concreto aparente de Tadao Ando encontra a luz

O laureado com o Prêmio Pritzker Tadao Ando afirma que, se existe uma busca constante em sua obra, esta é pela luz. A maestria com que o arquiteto manipula a iluminação permite que os/as visitantes experimentem transformações sutis ao longo de seu percurso. Em alguns momentos, as paredes aguardam serenamente o instante de revelar reflexos; em outros, a luz refletida pela água projeta-se sobre as superfícies da edificação, conferindo-lhes vida. Ao fundir o vocabulário da arquitetura tradicional japonesa com o modernismo, Ando deu uma contribuição fundamental ao regionalismo crítico. Suas obras respeitam o contexto de cada terreno, vinculando o conceito de identidade local ao espaço, aos materiais e à luz, o que se evidencia em projetos como a Igreja da Luz, a Casa Koshino e o Templo da Água Hompukuji. A luz difusa que atravessa as divisórias de papel shoji no Japão encontra uma interpretação muito distinta em outras culturas — como, por exemplo, no feixe de sol que despenca do óculo na cúpula do antigo Panteão de Roma. A rica imaginação de Ando resulta em sequências espaciais de luz e sombra, claramente expressas em seu projeto para a Fundação de Arte Contemporânea Pinault.
Qual deve ser o posicionamento da mídia de arquitetura?

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge sob o título "A mídia especializada em design precisa examinar seus próprios privilégios".
Kate Wagner cresceu na zona rural da Carolina do Norte. Sua mãe não tinha ensino superior e trabalhou desde jovem no setor de frios de uma mercearia, passando depois para uma creche. Seu pai era funcionário público, tinha um emprego estável e direito à aposentadoria; sua passagem pelo exército lhe garantiu recursos e benefícios para conquistar um diploma universitário. Wagner descreve laços financeiros de sua família como tendo "um pé na classe trabalhadora e outro na classe média, sempre oscilando entre as duas". Segundo ela, seus pais eram apenas "americanos comuns".






