Temos o prazer de anunciar nossos próximos workshops de dezembro em parceria com a Parametric Architecture, nossa parceira do ArchDaily Plus. Esses workshops foram cuidadosamente planejados para capacitar arquitetos/as, designers e entusiastas, proporcionando-lhes as mais recentes perspectivas e habilidades no dinâmico campo do design paramétrico. Conduzidas por especialistas e profissionais visionários do setor, essas sessões imersivas explorarão técnicas de ponta, ferramentas inovadoras e aplicações práticas, criando um ambiente de aprendizado dinâmico e inspirador onde os/as participantes poderão elevar seus conhecimentos em design a patamares inéditos.
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A nova sede do Chicago Park District demonstra como uma arquitetura consciente pode aproximar comunidades, ao mesmo tempo em que prioriza a sustentabilidade. Apresentado no episódio mais recente da série Design Matters, produzida pelo Chicago Architecture Center, este projeto exemplifica como o design inovador pode moldar positivamente a vida cotidiana.
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Há alguns meses, a arquiteta francesa Renée Gailhoustet ganhou o Prêmio de Arquitetura da Royal Academy 2022. Como Paris e outras cidades francesas continuam enfrentando desafios habitacionais até hoje, Gailhoustet foi uma escolha oportuna. Seu trabalho nos subúrbios de Paris na década de 1960 continua sendo um exemplo convincente de uma abordagem de habitação social que, ao mesmo tempo, abraça a comunidade e tem uma forma única.
O IR Arquitectura não é apenas um escritório, mas se define como uma plataforma de exploração que integra a prática arquitetônica a temas tangenciais, como a cidade, a paisagem, a tecnologia e a sustentabilidade. Fundado por Luciano Intile e Enrico Cavaglià, com sede em Buenos Aires, Argentina, o IR Arquitectura é um coletivo interdisciplinar formado por profissionais de arquitetura, design e diversas outras áreas, que abordam projetos de diferentes escalas e naturezas, aproveitando cada oportunidade para explorar novas soluções e estratégias no que se refere ao habitar contemporâneo, urbano e em estreita relação com o entorno.
A habitação estudantil passou por uma transformação notável ao longo do último século. Outrora vista como uma necessidade utilitária, limitada a fornecer abrigo e comodidades básicas para estudantes, essa tipologia arquitetônica evoluiu para atender a demandas sociais, culturais e urbanas cada vez mais complexas. A partir da abordagem modernista de Le Corbusier na Cité Universitaire em Paris, a moradia estudantil passou a refletir tendências mais amplas da arquitetura, do urbanismo e das transformações sociais.
Hoje, esses edifícios precisam atender a uma população altamente diversa e transitória, lidando com as pressões de acessibilidade econômica, densidade e com os novos padrões de vida dos jovens adultos. Diante da rápida urbanização e da crescente mobilidade estudantil, as universidades enfrentam agora o desafio de projetar habitações que não sejam apenas funcionais, mas também adaptáveis a diferentes contextos culturais e sociais. Isso tem levado a soluções mais flexíveis e inovadoras, que promovem tanto a privacidade quanto a vida em comunidade.
As edificações estão profundamente interconectadas com seu entorno — o clima, a cultura, a paisagem e a vida de seus ocupantes. Para Dorte Mandrup, renomada arquiteta dinamarquesa, o contexto é mais do que uma simples consideração; é a força motriz de seus projetos. Seu trabalho demonstra uma profunda curiosidade pelas pessoas que habitarão suas obras e pelas histórias singulares incrustadas em cada local. Seus edifícios não são apenas estruturas; são respostas atentas aos seus entornos, sem a pretensão de neles desaparecer.
Dorte Mandrup é destaque, ao lado de Tosin Oshinowo, na segunda parte do documentário Women in Architecture, lançado em 12 de novembro de 2024. Produzido pela Sky-Frame em colaboração com o ArchDaily e dirigido por Boris Noir, o filme expande o primeiro episódio — que destacou Toshiko Mori, Gabriela Carrillo e Johanna Meyer-Grohbrügge —, oferecendo uma exploração contínua de diversas perspectivas dentro da arquitetura.
Faz quatro anos desde que o Grupo VELUX, junto aos parceiros do escritório de arquitetura EFFEKT e da empresa de engenharia Artelia, deu início ao Living Places. O projeto habitacional experimental demonstrou que é possível construir casas mais sustentáveis utilizando produtos, materiais e tecnologias facilmente disponíveis. Para colocar à prova o conceito de habitação com baixíssima emissão de carbono, a VELUX realizou um estudo com 98 hóspedes residentes para avaliar se casas sustentáveis também podem proporcionar conforto térmico e ambiental. A partir de uma combinação de sensores ambientais e questionários respondidos pelos/as participantes, os resultados revelam que as residências mantêm um clima interno confortável, em conformidade com as normas europeias, e geraram um impacto positivo no bem-estar dos/as ocupantes, demonstrando que construir para o planeta também traz grandes benefícios para as pessoas.
Al-Imam Al-Shafi'i. Imagem cortesia de Megawra - Built Environment Collective
Cairo, muitas vezes chamada de "Cidade dos Mil Minaretes", ostenta uma das tapeçarias culturais e arquitetônicas mais ricas do mundo. Seu patrimônio reflete séculos de influências diversas, desde monumentos faraônicos até a arquitetura islâmica e mameluca. No entanto, a preservação desse legado é um desafio constante diante das pressões urbanas, das mudanças climáticas e das dinâmicas socioeconômicas. A conservação do patrimônio no Cairo não se resume a salvaguardar essas estruturas, mas sim a integrá-las à vida das comunidades locais, garantindo que permaneçam como espaços dinâmicos e acessíveis.
Na vanguarda dessa missão está a Dra. May al-Ibrashy, arquiteta e conservadora cuja abordagem inovadora e voltada para a comunidade redefiniu a forma como o patrimônio é preservado. Como fundadora do Megawra–Built Environment Collective, ela tem trabalhado incansavelmente em bairros como Al-Khalifa, Al-Hattaba e Sayyida Zeinab para restaurar monumentos históricos ao mesmo tempo em que cria espaços públicos vibrantes. Seu trabalho faz a ponte entre a preservação arquitetônica e a regeneração urbana, garantindo que esses distritos históricos funcionem tanto como marcos culturais quanto como espaços vivos e funcionais para a população local.
Essencialmente, o projeto de fachadas deve aliar proteção, desempenho e impacto visual, tornando-se um elemento arquitetônico definidor. A evolução das fachadas reflete os avanços em materiais, tecnologia e flexibilidade de projeto. Antigamente, as fachadas utilizavam materiais simples como tijolo, pedra e madeira, oferecendo suporte estrutural ao mesmo tempo em que expressavam estilos regionais. Com o tempo, novos materiais como ferro e aço foram introduzidos, permitindo edifícios mais altos com fachadas de vidro contínuas que marcaram o início do modernismo nos centros urbanos. O século XX trouxe o concreto armado e o alumínio para o perímetro das edificações, possibilitando projetos mais leves e variados. Avanços recentes em materiais de alto desempenho, como os painéis compostos e revestimentos de base biológica, oferecem aos profissionais de arquitetura novas opções estéticas e de eficiência energética. A STACBOND exemplifica essa inovação, viabilizando soluções de projeto criativas e sustentáveis.
Diante de uma grande escassez de moradia em nível global e de um crescimento acelerado das cidades, o fenômeno residencial do co-living se expande para consolidar uma vida em comunidade onde a socialização constitui um de seus preceitos fundamentais, por meio do compartilhamento de recursos, valores, interesses e até mesmo experiências que consolidam novas formas de habitar. Embora os edifícios de co-living também envolvam a concepção de espaços de individualidade, essa nova forma de domesticidade comunitária se apresenta como uma alternativa viável para diferentes usuários/as — não apenas estudantes ou jovens adultos, mas também idosos —, pois favorece o aproveitamento dos espaços e a interação entre diferentes gerações.
Embora exista mais equilíbrio entre o número de mulheres e homens na arquitetura atualmente, a paisagem era bem diferente há algumas décadas. As mulheres pioneiras arquitetas tiveram que resistir em uma profissão dominada por homens e enfrentaram ceticismo em contextos desafiadores, como os próprios canteiros de obra. Zaha Hadid comentou sobre a dificuldade de inclusão no que chamou de "Boys Club", listando as dificuldades em chegar a acordos ou criar parcerias. Lina Bo Bardi, por sua vez, usou sua forte personalidade para superar o machismo de seu tempo. Embora com essas dificuldades, algumas mulheres sempre encontraram uma maneira de se destacar e trazer contribuições inestimáveis à profissão.
Em diversas ocasiões, lembramos de arquitetos famosos e suas descobertas materiais ao longo do tempo. Mas que tal reconhecer as contribuições das mulheres para a disciplina? Discutir suas explorações materiais pioneiras é essencial para entender seu papel nos projetos. Com uma análise do trabalho das conhecidas arquitetas Lina Bo Bardi, Norma Merrick Sklarek e Zaha Hadid - que introduziram técnicas inovadoras e tendências materiais - a discussão a seguir traz à luz como as ideias das mulheres influenciaram o desenvolvimento da arquitetura. Identificar suas abordagens sobre como gerenciar estruturas e materiais ajuda a entender a personalidade de seu trabalho e como implementar estratégias semelhantes no futuro.
A construção modular, também conhecida como pré-fabricação, vem despontando rapidamente como uma tendência transformadora na indústria da construção. Essa abordagem inovadora envolve a montagem de componentes edilícios fora do canteiro de obras, em um ambiente de fábrica controlado, antes de serem transportados para o local para a montagem final. A ascensão da construção modular é impulsionada, em grande parte, por sua capacidade de superar diversos desafios associados aos métodos tradicionais de construção.
Nas últimas duas décadas, o prêmio Holcim Foundation Awards destinou US$ 20 milhões para destacar projetos transformadores de profissionais de arquitetura, design e engenharia pioneiros em práticas de projeto e construção sustentáveis. Para registrar essas trajetórias, a Fundação lançou uma série de curtas-metragens intitulada Words withWinners.
Lydia Kallipoliti é uma reconhecida arquiteta, autora e educadora cuja pesquisa transformou a maneira como a arquitetura se engaja com os desafios urgentes da sustentabilidade, da tecnologia e das políticas ambientais. Como professora associada na Graduate School of Architecture, Planning, and Preservation (GSAPP) da Columbia University, a abordagem de Kallipoliti para o ensino de arquitetura incentiva os/as estudantes a confrontarem questões críticas como resíduos, reutilização e sistemas de ciclo fechado. Sua filosofia pedagógica capacita o corpo discente a enxergar o projeto não apenas como uma busca estética ou funcional, mas como uma ferramenta poderosa para enfrentar crises ecológicas globais, instando-os a pensar de forma sistêmica e criativa sobre o futuro do ambiente construído.
Além de sua atuação na academia, Kallipoliti é autora de obras como The Architecture of Closed Worlds e Histories of Ecological Design: an Unfinished Cyclopedia, que se aprofundam na relação entre arquitetura e política ambiental. Suas pesquisas e escritos têm estimulado debates sobre métodos para que arquitetos e arquitetas reconsiderem os paradigmas tradicionais de projeto e adotem a sustentabilidade como um princípio fundamental da prática profissional.
O Buildner Unbuilt Award é um novo e instigante prêmio anual que oferece um fundo de 100.000 EUR, concebido para destacar projetos de arquitetura que ainda não foram concretizados.
Com o prazo final de inscrições se aproximando no final de outubro, o Unbuilt Award 2024 apresenta uma oportunidade única para que profissionais de arquitetura e design enviem seus melhores projetos não construídos — sejam eles publicados ou inéditos, totalmente desenvolvidos ou ainda em fase conceitual. O prêmio deste ano divide-se em três categorias baseadas na escala do projeto: pequeno, médio e grande porte. Essa estrutura permite que as propostas concorram em pé de igualdade, garantindo que cada visão, independentemente do porte, tenha a chance de ser celebrada.
Escolher o método correto para a instalação de painéis decorativos internos pode ser a diferença entre um processo impecável e uma tarefa excessivamente demorada. No cenário atual do design, os painéis de parede são amplamente valorizados por seu poder de transformação — conferindo profundidade, textura e personalidade a qualquer ambiente. Esses painéis carregam uma rica história, evoluindo ao longo dos séculos para refletir o espírito de cada época: da opulência dos entalhes renascentistas à elegância refinada da boiserie rococó, com cada estilo definido pela maestria artesanal de seu tempo.
No entanto, quando se trata de instalar esses painéis, os/as profissionais de design e arquitetura de hoje têm à disposição um verdadeiro arsenal de técnicas. Cada método apresenta suas próprias vantagens, sejam elas tradicionais ou de última geração, e a escolha da abordagem correta envolve tanto questões estéticas quanto práticas. Neste guia, analisaremos detalhadamente a gama de métodos disponíveis, desde as fixações clássicas até as inovações modernas — cada um pronto para ajudar a dar vida à visão do projeto.
O Plano para a Baía de Tóquio de 1960, de Kenzo Tange, refletia o *zeitgeist* de uma sociedade fascinada pelo rápido avanço tecnológico e pelo otimismo do pós-guerra. A proposta de cúpula sobre Manhattan de 1959, de Buckminster Fuller, baseava-se na crença na capacidade humana de moldar seu próprio ambiente em uma escala sem precedentes. Ao longo de meados do século XX, ideias utópicas de planejamento urbano surgiram em várias partes do mundo, impulsionadas por uma combinação única de fatores sociais e motivações psicológicas.
Ainda que essas visões fossem marcadas por esperança e ambição, elas também refletiam o amplo crescimento econômico e a inovação tecnológica da época — fatores que alimentavam as fantasias ousadas de profissionais de arquitetura e urbanismo ávidos por transformar a paisagem urbana. Grande parte desses profissionais via uma oportunidade de redesenhar cidades do zero, muitas vezes ignorando as complexidades dos tecidos urbanos existentes em favor de ideais futuristas. Contudo, se por um lado essas visões estimulavam práticas inovadoras, por outro frequentemente causavam estranheza na população, parecendo distantes ou inalcançáveis. Como esses conceitos teriam evoluído se tivessem sido moldados pelo planejamento participativo de hoje, que prioriza o engajamento público e a colaboração da comunidade?
Há 25 anos, quando nasceu na Suíça o padrão de construção sustentável Minergie, projetado para reduzir o consumo energético e melhorar o conforto nas edificações, era difícil prever que ele se tornaria uma das certificações mais demandadas do país: atualmente, alcançou uma presença significativa, com mais de 50.000 edifícios certificados. Também era difícil imaginar o seu futuro na América Latina de hoje: como um sistema desenvolvido para as exigências de um país poderia responder aos requisitos de outra região com geografia e cultura tão diversas?
Há algum tempo, o ArchDaily vem se dedicando a aprimorar a sua experiência – explorando formas de aprofundar a relação com nosso conteúdo e redefinir a maneira como ele é entregue. Que valor adicional pode ser oferecido tanto a novos(as) quanto a antigos(as) membros da comunidade para potencializar o que o ArchDaily representa?
O resultado é o ArchDaily Plus – um plano de assinatura que oferece uma interface de usuário totalmente renovada e recursos exclusivos, ao mesmo tempo em que apoia a continuidade da entrega de ferramentas e conhecimentos fundamentais para todas as pessoas envolvidas na criação de um ambiente construído melhor. Ele proporciona ainda mais inspiração diária, mantendo o acesso gratuito a informações essenciais (projetos, notícias e artigos próprios publicados nos últimos seis meses).
A evolução de novas tecnologias, aplicações inovadoras e a transição para soluções sustentáveis são fundamentais na arquitetura hoteleira contemporânea. Esses avanços buscam conscientizar sobre a preservação ambiental, ao mesmo tempo que elevam o conforto interno e o bem-estar. De resorts de grande porte e complexos turísticos a cabanas e refúgios remotos, o projeto de áreas comuns incorpora mobiliário essencial para o desenvolvimento de atividades, equipamentos de climatização adequados e acabamentos de pisos e paredes alinhados a necessidades específicas.
Pavilhões oferecem aos/às profissionais de arquitetura uma oportunidade única de experimentar, servindo como espaços compactos que desafiam os limites do design e dos conceitos espaciais. Livres de muitas das restrições funcionais convencionais, essas estruturas possibilitam a expressão artística e o teste de novas tecnologias. Muitas vezes, os pavilhões funcionam como laboratórios vivos de arquitetura, inseridos em contextos públicos ou culturais. Eles transformam o entorno em experiências interativas e memoráveis, servindo de palco para que os/as profissionais de arquitetura apresentem suas ideias mais inovadoras. Nos últimos anos, a responsividade climática emergiu como um foco crucial no projeto de pavilhões. Ao utilizar estruturas temporárias como campo de testes para práticas mais sustentáveis, projetistas podem experimentar materiais alternativos e abordagens ambientalmente conscientes que enfrentam a crise climática.
O projeto de banheiros públicos e vestiários historicamente atendeu a uma noção generalizada das necessidades das pessoas usuárias, muitas vezes simplificando as complexidades dos requisitos específicos de gênero e deixando de contemplar as necessidades particulares das mulheres. Essas demandas vão além das diferenças biológicas — como a exigência de maior privacidade nas cabines e diferenças de altura e postura corporal — para incluir fatores culturais que influenciam o uso e as expectativas em relação aos banheiros ao longo do tempo.
Por exemplo, as roupas contemporâneas femininas muitas vezes carecem de bolsos adequados, o que gera a necessidade de carregar bolsas, mesmo para itens básicos como celulares e carteiras. Apesar dos esforços em projetos de arquitetura recentes para mitigar essas disparidades, as nuances multifacetadas dos fatores biológicos, culturais e de identidade de gênero apresentam um desafio complexo que resiste a soluções padronizadas.
De 2 a 6 de dezembro, será realizada em Lima, Peru, a XIII Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo (BIAU), sob o tema CLIMA: Ações para o bem viver. Desde 1998, a BIAU — promovida pelo governo da Espanha por meio do Ministério da Habitação e Agenda Urbana (MIVAU), em colaboração com o Conselho Superior dos Colégios de Arquitetos da Espanha e com o apoio da Fundação ARQUIA — tem como objetivo difundir boas práticas de arquitetura e urbanismo na Ibero-América, fomentando um espaço de debate em torno dos desafios contemporâneos compartilhados entre a Espanha e a América Latina. Ao construir pontes de conhecimento entre ambos os continentes, a BIAU abre suas portas mais uma vez, agora em Lima.