
Uma pequena casa fora de série, ali entre todas as outras casas da encosta limenha. À primeira vista, poderia parecer fora de lugar, mas, quando conhecemos sua história e processos, percebemos que não poderia ser mais pertinente.

Uma pequena casa fora de série, ali entre todas as outras casas da encosta limenha. À primeira vista, poderia parecer fora de lugar, mas, quando conhecemos sua história e processos, percebemos que não poderia ser mais pertinente.
O Lumion sempre buscou definir o que a renderização deve ser: rápida, sem estresse e com resultados excepcionais. Agora, com a versão mais recente do software de renderização 3D, o Lumion 9, ficou ainda mais fácil apresentar seus modelos 3D em ambientes vivos, cercados por céus deslumbrantes e realistas, paisagens infinitas e materiais e iluminação de excelência. E o melhor: o processo leva apenas alguns minutos, não horas.

Ferramentas contemporâneas de visualização oferecem imagens excepcionais e se mostram cruciais para a representação arquitetônica hoje em dia. No entanto, alguns optam por explorar o tema de outras formas, em vez de mergulhar na "colagem pós-digital", abrindo diferentes instâncias do desenho.
Criado como uma experimentação de narrativas visuais, (ab)Normal é uma colcha de retalhos gráfica que expressa design, cenografia, ilustração, arquiteturas e utopias sociais de uma cultura que gira em torno da internet, jogos e religião. As imagens iconográficas, que se concentram particularmente na representação arquitetônica, exploram os potenciais de renderização, desconstrução e remontagem do foto-realismo com novas hierarquias.

Inovação e tecnologia geralmente são apresentadas como dois conceitos semelhantes, quando não utilizadas como sinônimos. Entretanto, quando se trata de resolver os atuais problemas de nossas cidades, tecnologia nem sempre é a melhor solução.
A inovação, por outro lado, deve ser uma atuação responsiva, a qual considera todas as funções e processos de uma cidade, incluindo suas carências e potencialidades. Tecnologia pode sim ajudar, mas isso não significa que devemos confiar cegamente em tudo aquilo que surge com a promessa de resolver todos os nossos problemas.

A desenvolvedora norte-americana de softwares e videogames Epic Games anunciou hoje a incorporação do Twinmotion ao seu catálogo, como a mais nova ferramenta para ajudar profissionais de visualização nas áreas de arquitetura, construção, planejamento urbano e paisagismo a comunicarem melhor seus projetos. Desenvolvido com o motor Unreal Engine 4, o Twinmotion oferece renderização em tempo real e com qualidade final através de uma interface simples e intuitiva, com a capacidade de produzir rapidamente diversas opções de apresentação, incluindo imagens, panoramas, vídeos e conteúdo em realidade virtual.

O trabalho em BIM propõe que a produção de desenhos técnicos seja uma consequência ou resultado de um trabalho de modelagem com informações em três dimensões. O resultado disso, em geral, são modelos 3D que, ao levá-los às planimetrias, não conseguem expressar o nível de detalhamento e complexidade que o trabalho com as metodologias BIM permite. Para isso, é necessário desenvolver configurações que permitam gerar desenhos técnicos expressivos e, assim, representar nossos projetos da melhor forma possível.
Neste artigo, você encontrará um arquivo de projeto de arquitetura no Revit com uma série de modelos de visualização (View Templates) configurados. Orientado a arquitetos que estão apenas começando a trabalhar com o Revit e sistemas BIM, este arquivo permitirá que você incorpore View Templates em seus projetos Revit, transmitindo de uma maneira melhor as idéias e conceitos que estão por trás das plantas e cortes.

O artista italiano Federico Babina publicou sua mais recente série de ilustrações, que se soma ao seu impressionante portfólio de ilustrações arquitetônicas. “Planimal” busca transmitir a estreita relação entre arquitetura e natureza, traduzindo animais em plantas arquitetônicas. Através desta série de ilustrações, Babina reimagina o espaço arquitetônico como “temas narrativos que nos guiam por um labirinto maravilhoso de realidade onírica, imaginando a arquitetura como esculturas zoomórficas metafóricas.”
Casas, museus e igrejas são retratados como leões rugindo, serpentes rastejando e baleias nadando, moldando espaços dinâmicos por meio da simetria e assimetria, de linhas retas e curvas, de cheios e vazios, de som e silêncio, e de luz e sombra.

Nos dias 19 e 20 de abril, estudantes do quinto ano da graduação do SCI-Arc apresentaram seus projetos de conclusão de curso (TCC) a bancas compostas por docentes e júris convidados, reunindo alguns dos principais nomes da arquitetura, crítica e teoria do campo – incluindo Tom Wiscombe (diretor do programa de graduação), Jenny Wu (coordenadora de TCC da graduação) e Neil M. Denari (orientador especial de TCC e ex-diretor do SCI-Arc). Este ano, a orientação dos trabalhos ficou a cargo de Kristy Balliet, Marcelo Spina e Peter Testa.

O arquiteto italiano Gaetano Boccia vem pesquisando desenhos e representações arquitetônicas nos últimos dois anos. O projeto Pdda (piccoli disegni di architettura) [pequenos desenhos de arquitetura] nasceu com a intenção de compartilhar suas reflexões, que ele sempre registrou mas manteve em cadernos.
Sem se referir a nenhum edifício em particular, estes desenhos têm inspiração no complexo contexto da vida cotidiana de Nápoles e da cultura italiana de maneira geral.

The Midnight Charette é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e cotidiano. Apresentado por David Lee e Marina Bourderonnet, designers de arquitetura, o programa reúne diversos profissionais do meio criativo em conversas espontâneas e de formato longo, abrindo espaço para reflexões aprofundadas e discussões mais pessoais. Com honestidade e humor, aborda-se uma ampla gama de temas: alguns episódios trazem dicas úteis para profissionais de design, enquanto outros apresentam análises de projetos, entrevistas ou simplesmente reflexões sobre o cotidiano e o design. The Midnight Charette está disponível gratuitamente no iTunes, YouTube, Spotify, e em todas as outras plataformas de podcast.

A próspera indústria de hospitalidade de Los Angeles tem levado diversos/as designers a desenvolver espaços inovadores e de vanguarda que encantam tanto os cidadãos quanto os visitantes da cidade contemporânea. No entanto, alguns/as designers estão experimentando com estruturas abandonadas, mesclando edifícios históricos com elementos contemporâneos. A tendência relativamente nova do reuso adaptativo, que era uma novidade no início dos anos 2000, tornou-se agora uma prática altamente demandada em LA, assumindo um papel de destaque no setor de restaurantes e hotéis.
Para compreender melhor por que o setor de hospitalidade de Los Angeles está adotando edifícios históricos, a revista Metropolis conversou com importantes designers e incorporadores/as do setor na cidade — como Historic Resources Group, 213 Hospitality e Design, Bitches — para saber mais sobre suas perspectivas a respeito do reuso adaptativo.

Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine.
Projetado pelo EAA – Emre Arolat Architecture, o hotel de 199 quartos em Antakya, na Turquia, foi construído com módulos pré-fabricados encaixados em uma enorme trama de vigas e colunas de aço.

Caminhamos todos os dias por calçadas e ruas, vagando pela superfície da terra sem saber os mistérios que ela oculta. Em algumas cidades, o passado permanece protegido e esquecido, enterrado em baixo do solo. Em outras porém, seus segredos brotam da terra como as flores da primavera. Escavar é redescobrir a história. Na cidade de Antakya, por exemplo, quando removemos uma pedra de lugar, revelam-se relíquias inestimáveis de um passado glorioso. Como aconteceu durante as obras do recém-inaugurado Antakya Museum Hotel, projetado pelo escritório de Emre Arolat (EAA). O projeto transformou este desafio em uma nova e ousada estratégia de preservação histórica.

Os/as arquitetos/as chineses/as contemporâneos/as podem ser divididos/as em duas categorias principais. De um lado, há uma enorme rede de institutos de projeto governamentais e universitários; de outro, escritórios de arquitetura independentes e privados — um fenômeno iniciado pelo arquiteto Yung Ho Chang quando ele abriu a primeira prática desse tipo em 1993. Embora tenham sido esses/as arquitetos/as independentes os/as responsáveis por produzir muitas obras originais, em sua maioria de pequena escala, que coletivamente estabeleceram uma nova identidade arquitetônica inconfundivelmente chinesa, são os institutos de projeto que produzem a maior parte do ambiente construído no país. Por essa razão, quis conversar com Weiping Shao, arquiteto-chefe executivo do Beijing Institute of Architectural Design (BIAD). De certa forma, Shao é o arquiteto-chefe da capital chinesa. Ele também atua como diretor executivo da Architectural Society of China. Shao formou-se na Universidade de Tongji, em Xangai, em 1984, com mestrado. Além de liderar as frentes de projeto do BIAD, o arquiteto é o diretor e principal projetista de seu escritório de 30 arquitetos/as, chamado UFo, fundado em 2003. Encontramo-nos no escritório de Shao, repleto de revistas internacionais e com uma ampla vista do centro de Pequim, e conversamos com o auxílio do/a tradutor/a e arquiteto/a Zewo Zhou, que trabalha no escritório.

À medida que os habitantes urbanos se conscientizam mais dos impactos ambientais da produção e transporte dos alimentos, além da origem e a segurança do que consomem, a agricultura urbana está fadada a crescer e atrair os olhos públicos e políticos. Trazer a produção de alimentos para mais perto é, além de sustentável, pedagógico. No entanto, geralmente com dimensões reduzidas e outras restrições, as preocupações do cultivo de alimentos em cidades difere um pouco da agricultura tradicional.
Hortas urbanas podem ocupar uma infinidade de locais e ter escalas variadas - peitoris de janelas e varandas, lajes e terrenos baldios, pátios de escolas, parques públicos e até em locais improváveis, como em túneis de metrô. Também podem ser comunitárias ou individuais. Seja qual for o caso, é importante considerar algumas variáveis:

Past, Present, Future é um projeto de entrevistas idealizado pelo Itinerant Office, que convida arquitetos e arquitetas de destaque a compartilharem suas perspectivas sobre o mundo da arquitetura em constante evolução. Cada entrevista é dividida em três segmentos de vídeo: Passado, Presente e Futuro, nos quais os/as entrevistados/as discutem suas reflexões e experiências sobre a arquitetura sob a ótica de cada um desses recortes. O primeiro episódio do projeto contou com 11 profissionais da Itália e dos Países Baixos, enquanto o Episódio II traz entrevistas com 13 arquitetos e arquitetas da Espanha, Portugal, França e Bélgica.

A recente tragédia que resultou na destruição parcial da Catedral de Notre Dame estimulou a reflexão sobre o valor do nosso patrimônio arquitetônico. Situações mobilizadoras como esta trazem ao debate temas de alta relevância e nos convidam a pensar qual é o papel da arquitetura na construção da memória coletiva de uma cidade.


Este ano, o Prêmio Pritzker anunciou o japonês Arata Isozaki como laureado de 2019. O arquiteto, desde a década de 1960, é considerado como um visionário pelos seus pares e tem seu trabalho vinculado a uma articulação entre as culturas ocidental e oriental, reinterpretando influências globais em sua arquitetura. Neste episódio #71, nossa conversa abrange tanto o campo multicultural pelo qual passou Isozaki em mais de 100 obras construídas, quanto pela peculiaridade do conceito de “Ma”, interpretação dos espaços intersticiais de uma obra arquitetônica.

Quando pensamos em uma combinação perfeita entre acústica e bons projetos, isso pode não ser tão fácil quanto parece. Uma série de decisões técnicas para tornar um espaço interior acusticamente eficiente - e para alcançar sua finalidade programática corretamente - pode fazer com que algumas das intenções projetuais do arquiteto diminuam e sejam substituídas por painéis padrão e pré-fabricados.
Neste artigo, apresentamos uma seleção de projetos de arquitetura capazes de criar um impacto visual memorável, bem como uma solução interior impecável para a acústica. Estes são os nossos 14 locais favoritos de música que fascinam por dentro e por fora.
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Uma casa provavelmente da década de 50, com varal próximo ao tanque de três bocas, banheiro de azulejos grandes cobertos de tapetes e cozinha cheia de comida. Uma casa de uma família de classe média em Barretos, no interior do estado de São Paulo. Uma casa que figura como protagonista na narrativa proposta pelo trabalho "Maria, José e menino" da fotógrafa paulistana Marina Schiesari.

O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Antes da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen de 2019 (UABB), intitulada "Urban Interactions", o ArchDaily está colaborando com a curadoria da seção "Eyes of the City" para propor uma discussão sobre como as novas tecnologias — e, em particular, a Inteligência Artificial — podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você pode ler o texto curatorial da seção “Eyes of the City”, escrito por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT. Caso tenha interesse em participar da exposição na UABB 2019, envie sua proposta para a convocatória aberta da seção “Eyes of the City” até 31 de maio de 2019: www.eyesofthecity.net
O desenvolvimento urbano intensificou o avanço de uma paisagem nacional de produção de energia – um território que poderia ser chamado de ‘rede de infraestrutura de extração’. Essa paisagem existe fora do campo de visão comum, ofuscada por uma complexa distribuição de bancos de dados corporativos, governamentais e ambientais. A cidade se beneficia dessa rede energética, ao mesmo tempo em que desvia o olhar das consequências sociais e ambientais do fluxo de energia que corre dos territórios de extração rumo às metrópoles.

“O prédio mais verde é aquele que já está construído.” (Carl Elefante, FAIA)
A população urbana mundial dobrará até 2050, e as cidades precisam encontrar formas sustentáveis de acomodar esse movimento de massa. Muitas vezes vemos projetos sendo construídos o mais rápido possível para apoiar o crescimento. No entanto, o crescimento rápido geralmente leva a cidades e prédios sem originalidade.
Uma solução mais inteligente e sustentável é aumentar a densidade dos centros existentes, bem como recuperar as estruturas existentes através de reformas e reaproveitamentos. Mas transformar algo antigo em algo novo é um processo desafiador - requer uma visão ousada e um compromisso rigoroso com o projeto.

A apresentação visual de um projeto, pela qual os arquitetos são responsáveis, deve efetivamente comunicar a organização dos elementos materiais do projeto. Este processo criativo essencial permite aos envolvidos identificar e mesmo modificar aspectos e componentes chave do edifício durante todas as fases da sua concepção.
Devido aos desafios inerentes à seleção de materiais e outras questões práticas, o desenvolvimento do que exatamente será construído tende a ser relegado até o final do processo de projeto. Mas uma compreensão profunda dos pequenos detalhes é um dos aspectos mais interessantes e importantes dos melhores projetos arquitetônicos.
Em nossa busca pelos exemplos recentes mais notáveis de representações de detalhes construtivos, compilamos uma série de dez desenhos que mostram diferentes estilos e abordagens.

Passado, Presente, Futuro é um projeto de entrevistas do Itinerant Office, que possibilita aos arquitetos aclamados compartilharem suas perspectivas sobre o mundo em constante evolução da arquitetura. Cada entrevista é dividida em três segmentos de vídeo: Passado, Presente e Futuro, nos quais os entrevistados discutem seus pensamentos e experiências de arquitetura através de cada uma dessas lentes. O primeiro episódio do projeto contou com a participação de 11 arquitetos da Itália e Países Baixos, já o segundo episódio é composto por entrevistas com 13 arquitetos da Espanha, Portugal, França e Bélgica.

"O edifício mais verde é aquele que já está construído."
(Carl Elefante, FAIA)
A população urbana mundial duplicará até 2050, e as cidades precisam encontrar formas sustentáveis de acomodar esse movimento de massa. As obras de arquitetura são construídas de maneira cada vez mais rápida para responder a tempo às demandas desse crescimento acelerado. Muitas vezes, essa velocidade gera edifícios sem personalidade, resultando em cidades totalmente genéricas.