A importância da conservação dos recursos naturais por meio de habitações e infraestrutura sustentáveis está cada vez mais presente, levando o universo da arquitetura, do design e da construção a tomar consciência dessas necessidades diante da constante redução de recursos e do aumento da população mundial.
Ao compreender os problemas atuais que as cidades enfrentam, e como resposta aos desafios ambientais e requisitos técnicos do setor, o desenvolvimento de materiais inovadores, soluções aprimoradas e de alta resistência e durabilidade torna-se parte essencial do desafio na construção de edifícios e infraestrutura.
Revestimientos porcelánicos. Image Cortesía de Llano de la Torre
O que é inércia térmica e como ela funciona? Pensemos em dois edifícios simples, um construído principalmente de pedra e outro de madeira sem isolamento. Em um dia ensolarado, o edifício de pedra, com alta inércia térmica, absorverá gradualmente o calor solar. Durante a noite, liberará lentamente o calor armazenado, mantendo o interior mais aquecido por mais tempo. Já o edifício de madeira sem isolamento, com baixa inércia térmica, se aquecerá e esfriará mais rapidamente, absorvendo o calor rapidamente durante o dia, mas perdendo-o com facilidade durante a noite.
A partir desse exemplo, podemos notar como o edifício de pedra apresenta uma capacidade melhor de regular la temperatura interna devido à sua maior inércia térmica. Essa propriedade física dos materiais é utilizada por arquitetos/as para otimizar o desempenho térmico dos edifícios e reduzir a necessidade de sistemas de aquecimento ou resfriamento. No entanto, cada caso é diferente e os níveis de inércia térmica necessários podem variar segundo o clima e o uso de cada edificação.
Veremos a seguir como funciona a inércia térmica de alguns materiais em diferentes cenários, bem como a contribuição dos revestimentos cerâmicos ou porcelanatos para alcançar um nível ideal de conforto.
Ao longo de nossas vidas, somos expostos a diversos estímulos e agentes poluentes que impactam diretamente o nosso bem-estar. Embora a poluição do ar e da água costumem atrair maior atenção devido aos efeitos visíveis e negativos que provocam, a poluição sonora às vezes é subestimada, mesmo representando um risco para a saúde física e mental, segundo a Agência Europeia do Ambiente.
Parte das estratégias para enfrentar esse desafio tem se concentrado em políticas que controlam o tráfego de veículos e estabelecem horários para atividades específicas. No âmbito da arquitetura, no contexto mexicano, as normas locais abordam cenários concretos relacionados ao ruído produzido por maquinários e usos específicos, como centros de entretenimento e serviços. Essa regulamentação estabelece como limite uma intensidade sonora de 65 dB (decibéis). No entanto, considerando que as residências representam possivelmente a manifestação mais arquetípica da arquitetura e que diversas fontes de ruído podem afetá-las, cabe a pergunta: Como posso isolar acusticamente uma residência? Em resposta a essa questão, a Soprema desenvolveu diversas soluções para criar um ambiente acusticamente isolado por meio dos diferentes elementos que compõem uma casa.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138204/como-isolar-acusticamente-os-elementos-que-compoem-uma-residenciaEnrique Tovar
A imagem quase clichê da cerca branca tornou-se sinônimo dos ideais do Sonho Americano. Atrás da cerca, há invariavelmente um gramado perfeitamente aparado, um tapete verde sobre o qual a vida pode se desenrolar. Essa imagem e suas associações não são, contudo, acidentais. Em seu livro "Domesticity at War", Beatriz Colomina observa que, desde a Segunda Guerra Mundial, o gramado assumiu um papel central no imaginário do país, tornando-se inicialmente um a fim de abrir espaço para a diversidade, tanto social quanto ecológica. símbolo da estabilidade dos lares para os quais os soldados esperavam retornar, oferecendo um espaço onde aqueles que ficavam em casa ainda podiam cumprir deveres para com a nação e, após a guerra, propagando a imagem de um estilo de vida idealizado, mantido com muito trabalho e dedicação. Nos últimos anos, o gramado emergiu mais uma vez como um local de conflito, desta vez entre aqueles que esperam preservar essa imagem idealizada e aqueles que buscam romper com a uniformidade a fim de abrir espaço para a diversidade, tanto social quanto ecológica.
Ao longo da costa sudoeste da Índia, pontuada por uma mistura de arquitetura colonial e patrimônio ancestral, a cidade de Kochi ergue-se como um vestígio da influência estrangeira. Anteriormente colonizada por portugueses, holandeses e britânicos, a cidade hoje sopra nova vida em sua paisagem construída. Do outro lado do mundo, na cidade alemã de Kassel, as cicatrizes da Segunda Guerra Mundial estão gravadas no ambiente, sob a superfície de sua alma cultural renascida. Kochi e Kassel, embora distantes geograficamente e historicamente, compartilham um ponto em comum: o poder de cura da arte e dos festivais. Diante de traumas históricos, ambas as cidades encontraram a renovação na expressão criativa de artistas de todo o mundo.
Vista da réplica do Castelo Animado dentro da área do Vale das Bruxas. Imagem via ghibli-park.jp, sob política de uso justo
Studio Ghibli e seu cofundador Hayao Miyazaki tornaram-se nomes amplamente conhecidos no Ocidente, graças a um impressionante corpo de trabalho que inclui mais de 10 longas-metragens, dois Oscars e mais de 100 prêmios em todo o mundo. Filmes como "A Viagem de Chihiro" e "O Castelo Animado" demonstram sua maestria na construção de mundos, narrativa e apelo visual marcante, o que lhes rendeu aclamação global. Com isso, consolidou-se uma base de fãs dedicada que, até então, contava apenas com o Museu do Studio Ghibli em Tóquio para vivenciar esses universos no mundo real. À medida que a popularidade do estúdio e seu catálogo de filmes cresciam, a expansão para um espaço físico maior tornou-se inevitável. Assim, novembro de 2022 marcou o início de uma nova fase, com a abertura do Ghibli Park em Nagoya, no Japão.
Um olhar sobre a maioria das cidades da América Latina revela semelhanças impressionantes entre os países, do México à Argentina: a maior parte das cidades possui uma área bem definida conhecida como "El Centro" (O Centro), articulada em torno de uma praça principal (Plaza Mayor), ladeada por uma igreja de um lado e edifícios institucionais fundamentais, como a prefeitura, de outro. Isso não é mera coincidência, mas sim o resultado de um sistema de planejamento urbano estabelecido durante a colonização espanhola das Américas nos séculos XVII e XVIII. Esse sistema forneceu diretrizes padronizadas para o desenho urbano em todos os seus vice-reinados. Ao contrário das colônias francesas e inglesas, os assentamentos espanhóis seguiam regulamentações estritas que contribuíram para o surgimento de uma identidade urbana compartilhada, resultando em cidades com lógica espacial e coesão arquitetônica semelhantes, independentemente de suas diferentes escalas e contextos.
O ambiente construído impacta significativamente a saúde pública; no entanto, seu potencial como ferramenta de promoção da saúde ainda é pouco reconhecido. Historicamente, profissionais de arquitetura e urbanismo têm explorado as conexões entre design e saúde, identificando fatores fundamentais que melhoram o desempenho de um edifício em termos de saúde. Profissionais do ambiente construído dispõem de evidências contundentes de como intervenções espaciais podem melhorar os resultados de saúde, mas profissionais da área da saúde frequentemente carecem dessa perspectiva. Romper esses silos é essencial para a criação de espaços que promovam o bem-estar dos/as ocupantes.
Antigas civilizações indianas floresceram às margens dos muitos rios do país, consolidando uma conexão entre a água e a cultura que resiste até hoje. Os rios sempre foram fundamentais para as diversas comunidades da Índia, servindo como recursos essenciais para a vida cotidiana e as práticas espirituais. Historicamente, esses corpos d'água contavam com um forte senso de custódia coletiva, sendo cuidados de forma comunitária pelas populações que deles dependiam. Hoje, a responsabilidade sobre os rios divide-se entre múltiplos agentes, exigindo um esforço conjunto que reconheça sua importância cultural.
A Wagner pega a estrada em 2025 com o Airstream Roadshow, uma experiência imersiva que inspira novas perspectivas sobre os espaços de escritório. Sob o lema "É hora do design de interiores sob medida", a exposição itinerante destaca o icônico Airstream Bambi de 1962, convertido em um espaço de trabalho móvel para apresentar o sistema de interiores sob medida D2 da Wagner, projetado pelos renomados escritórios Gonzalez Haase AAS e Stefan Diez. À medida que o Airstream viaja pela Alemanha, pessoas entusiastas do design são convidadas a explorar a leve estrutura de alumínio e a acompanhar de perto a impressão 3D ao vivo.
Os revestimentos cerâmicos são uma forma decorativa quase tão antiga quanto o próprio tempo, com origem na antiga Mesopotâmia, onde foram utilizados pela primeira vez há cerca de 4.000 anos. Hoje, funcionam como um elemento estético global, ao mesmo tempo ascético e pictórico, disponíveis em uma ampla gama de cores e texturas. Produzidos a partir do processo elementar de queima de argila, minerais e água a altas temperaturas, tornam-se um material robusto e altamente resistente, com uma infinidade de aplicações.
Na região que hoje corresponde à Itália, o uso e a produção de revestimentos proliferaram na era romana — sobretudo sob a forma de mosaicos complexos e multicoloridos —, e as estéticas adotadas na antiguidade estabeleceram um precedente histórico para as soluções contemporâneas. Esse uso expandiu-se ainda mais no final do período renascentista, com artesãos e artesãs italianos aperfeiçoando a técnica como um meio de expressão artística. Como resultado, o país continua sendo, talvez, o produtor por excelência de revestimentos cerâmicos e porcelanatos.
Ao longo das últimas duas décadas, o Holcim Foundation Awards destinou US$ 20 milhões para destacar projetos transformadores de arquitetos/as, designers e engenheiros/as pioneiros em práticas de design e construção sustentáveis. Para registrar essas trajetórias, a Fundação lançou uma série de curtas-metragens intituladaWords withWinners.
A série oferece um olhar detalhado sobre projetos premiados de design sustentável por meio de entrevistas exclusivas com seus autores e autoras. A produção inclui um dos primeiros filmes a apresentar o BIG U, também conhecido como DryLine, em sua forma construída, trazendo um diálogo exclusivo com Bjarke Ingels, diretor criativo e fundador do Bjarke Ingels Group (BIG).
O Kunsthaus Graz, projetado por Peter Cook e Colin Fournier, redefine de forma ousada a arquitetura contemporânea em uma cidade histórica. Concluído em 2003 como peça central das celebrações de Graz como Capital Europeia da Cultura, sua forma biomórfica, apelidada de "Friendly Alien" ("alien amigável"), atraiu as atenções do mundo todo. Em meio ao seu entorno barroco e medieval, o edifício estabelece uma ponte entre o passado e o futuro, servindo como testemunho das ambições culturais da cidade.
Situado às margens do Rio Mur, no distrito de Lend, o Kunsthaus desafia as normas arquitetônicas tradicionais com seu design orgânico e fluido. Ao rejeitar a geometria ortogonal, o museu funde de forma harmônica arte, arquitetura e interação pública, redefinindo o conceito de instituição cultural. Seu impacto vai muito além da estética, impulsionando a revitalização urbana de um bairro outrora negligenciado, além de trazer dinamismo cultural e atividade econômica.
Videoclipe do 2 World Trade Center / BIG, Squint/Opera. Imagem cortesia de BIG
Apresentações de arquitetura para clientes costumam incluir renders, diagramas e desenhos. Interpretar esses elementos e vislumbrar o resultado final exige imaginação e repertório arquitetônico para preencher as lacunas e visualizar a obra concluída. O BIG e a Squint/Opera, em uma parceria que une uma potência da arquitetura a um estúdio digital criativo, exploram métodos inovadores para transmitir o projeto espacial e arquitetônico para além dos meios tradicionais. Ambos reimaginam a narrativa arquitetônica para além dos recursos visuais estáticos em 2D, utilizando produções de vídeo de última geração e tecnologias imersivas, o que permite a clientes e ao público em geral vivenciar plenamente suas visões futuristas de planejamento urbano e design de arquitetura. Entre suas colaborações mais notáveis estão a produção de vídeo para o projeto Toyota Woven City e a criação da ferramenta colaborativa de projeto em realidade virtual (VR) HyperForm.
Em entrevista ao ArchDaily, Daniel Sundlin, sócio do BIG, e Matt Quinn, diretor comercial da Squint/Opera, compartilham suas perspectivas sobre o futuro da narrativa digital na arquitetura.
Nova York é uma cidade em constante transformação. Desde o final do século XVIII, quando se tornou um dos maiores portos do mundo, a metrópole se estabeleceu como um polo de inovação, comércio e diversidade cultural, atraindo imigrantes de todas as partes. A rápida industrialização do século XIX impulsionou a proliferação de fábricas, armazéns e bairros de classe trabalhadora, como o Brooklyn e o Lower East Side, que moldaram o crescimento urbano e econômico da cidade.
A Forestier colabora com designers de renome para criar peças de iluminação que misturam formas geométricas e orgânicas, valorizando qualquer espaço interior. Imagem cortesia de Forestier
Lida isoladamente, a premissa da Maison Forestier de uma constante "busca pela originalidade perpétua e o domínio do delicado equilíbrio entre a natureza e o design" pode soar um pouco abstrata. No entanto, a marca parisiense de iluminação – desde sua fundação inspirada na topiaria por Bernard Forestier em 1992 – conquistou um nicho singular em seu setor, unindo paixão, liberdade e descoberta para criar peças radiantes que mesclam uma estética única com extrema funcionalidade, adaptando-se aos mais diversos ambientes.
Arquitetos/as de todo o mundo estão convidados/as a participar do concurso "Best House in the World", uma nova competição internacional criada para descobrir e premiar projetos de arquitetura residencial inovadores que ainda não foram construídos e seguem em fase de desenvolvimento. A marca inHAUS, com o patrocínio de Geberit, Porcelanosa, Schüco, Joquer e S&P, apresenta o desafio da construção industrializada para os projetos mais ousados e criativos. Trata-se de projetos reais, com clientes e terrenos reais, desenvolvidos por profissionais que buscam alcançar novos padrões de excelência e qualidade em suas construções residenciais. Desafie os limites com o inovador sistema de construção off-site da inHAUS!
Nas últimas duas décadas, o prêmio Holcim Foundation Awards destinou US$ 20 milhões para destacar projetos transformadores de profissionais de arquitetura, design e engenharia pioneiros em práticas de projeto e construção sustentáveis. Para registrar essas trajetórias, a Fundação lançou uma série de curtas-metragens intitulada Words withWinners.
À medida que as grandes cidades continuam a se desenvolver, enfrentamos desafios intrigantes em relação à preservação e ao reuso adaptativo de edifícios, locais e artefatos significativos. Isso propõe uma questão complexa que envolve história política, teoria da arquitetura e significado cultural. O reuso adaptativo vai além dos projetos arquitetônicos e espaciais; ele permite que cidades e comunidades reflitam, reavaliem e reinterpretem sua história sob diferentes perspectivas. Contudo, ao contrário dos livros e das palavras, os edifícios podem não resistir ao teste do tempo por si mesmos para servir como testemunhos diretos das histórias que contam. Como devemos nos questionar sobre o que preservar e o que demolir? Como as comunidades podem se envolver na restauração ativa ou na adaptação de edifícios históricos?
Ao projetar e iluminar um espaço, o objetivo é atender a uma exigência específica ou exercitar a criatividade? Ambas as perspectivas têm seu mérito; contudo, um princípio unificador deve sempre prevalecer: as pessoas precisam estar no centro de tudo o que fazemos. Hoje, compreende-se perfeitamente que o ambiente significativamente influencia nosso bem-estar, afetando o humor e o desempenho, mesmo em contextos desafiadores como o espaço sideral. Embora esse ponto de vista tradicionalmente englobe aspectos antropométricos e biológicos, novas abordagens estão expandindo o design para além do tangível. A iluminação passa a ser utilizada para moldar atmosferas que ecoam profundamente em nossas emoções.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140238/moldando-atmosferas-com-a-iluminacao-uma-abordagem-centrada-no-ser-humano-para-o-design-emocionalEnrique Tovar
O Factory 52, batizado em referência à produção de baralhos de 52 cartas que outrora ocorria no local, é um exemplo notável de reuso adaptativo, transformando uma antiga fábrica em uma vibrante comunidade de uso misto. Localizado em Norwood, Ohio, no antigo edifício da U.S. Playing Card Company, o projeto de renovação reimagina o patrimônio industrial ao integrar o design moderno sem perder de vista suas raízes históricas, incorporando áreas residenciais, comerciais e de lazer. O uso de revestimento de tijolos desempenha um papel crucial na conexão entre o passado e o futuro, oferecendo uma textura rústica que homenageia a história industrial ao mesmo tempo em que destaca as novas estruturas com seus tons singulares em um cenário contemporâneo.
Até hoje, o Cairo ostenta uma história vibrante, além de uma rica cultura arquitetônica e patrimonial que, sob uma perspectiva externa, continuam a ser a representação mais viva e marcante da cidade. Mas o que é o Cairo de hoje para além de ser a capital do Egito, do Nilo, dos desertos, das ruas movimentadas, dos museus, dos sítios arqueológicos e de seus edifícios históricos? A cidade passou por uma rápida transformação urbana nas últimas décadas, adquirindo um caráter notavelmente diferente daquele que as gerações passadas e recentes lembram de sua juventude nas ruas, bairros e edifícios locais.
O Cairo viu sua população saltar de 4 milhões de habitantes na década de 1960 para mais de 20 milhões atualmente, ao passo que sua área urbana expandiu-se cerca de 400% desde então. A área construída representa quase metade da região metropolitana, com uma taxa de crescimento urbano anual de 2% a 4% — muito superior à média de 1% típica de países como Canadá, Alemanha, Japão, Itália e Suécia. Em decorrência dessa rápida urbanização, as terras agrícolas hoje constituem menos de 10% da área total do Grande Cairo. A cidade configura-se como um mosaico em constante evolução de mais de 50 bairros distintos, cada um com identidade e composição demográfica próprias, que enriquecem o diversificado tecido urbano do Cairo.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140239/cairo-um-mosaico-de-narrativas-urbanas-contrastantesHadir Al Koshta
O recurso Animação de Fases (Phasing Animation) no D5 Render 2.9 redefine a maneira como profissionais apresentam projetos complexos. Ele simplifica a criação de visualizações dinâmicas e passo a passo, perfeitas para demonstrar etapas de construção, montagem de produtos e transformações paisagísticas. Com modelos predefinidos como Queda/Subida (Drop/Rise) ou Ascender/Descender (Ascend/Descend), usuários/as podem organizar objetos em sequência rapidamente, sem a necessidade de quadros-chave (keyframes) complexos. Isso facilita a ilustração de como uma estrutura é construída, como um produto é instalado ou de que forma os elementos crescem e evoluem em uma paisagem.