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moradia popular: O mais recente de arquitetura e notícia

No Dia Internacional da Democracia: Encontro, Equidade e o Poder Simbólico da Arquitetura

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No Dia Internacional da Democracia, as Nações Unidas revisitam este ano uma ideia tradicional do conceito: a ampla participação cidadã nas tomadas de decisão governamentais. Na ocasião, o órgão internacional convida a uma reflexão sobre como a participação e a inclusão de vozes diversas nas decisões do governo podem ajudar a construir uma sociedade mais equitativa. Sob uma perspectiva espacial, a reflexão sobre a democracia pode ir além desse enquadramento vertical, passando a compreendê-la a partir do encontro. O que significa um espaço ser democrático? Como a arquitetura pode contribuir para alcançar os princípios historicamente associados à democracia? No atual contexto de crise nos sistemas de organização política em todo o mundo, este dia serve como plataforma para questionar a individualização e o autoritarismo por meio das ferramentas socioespaciais de que dispomos.

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Stefano Boeri Architetti vence concurso para habitação acessível em madeira em Ibiza

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Stefano Boeri Architetti venceu o concurso lançado pela Entidad Estatal de Vivienda da Espanha, Casa 47, para um novo empreendimento de habitação acessível em Ibiza. Batizado de "Sa Casa", o projeto propõe aproximadamente 190 apartamentos para aluguel abaixo do valor de mercado, distribuídos em quatro volumes residenciais. A proposta combina um sistema construtivo pré-fabricado em madeira com layouts habitacionais adaptáveis e espaços abertos compartilhados, com o projeto estruturado a partir da relação entre os edifícios residenciais, a paisagem e as áreas públicas.

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Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA

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Toda crise de habitação acaba se tornando uma questão fundiária, e toda questão fundiária se torna, inevitavelmente, uma questão de valores. A Costa Oeste dos Estados Unidos chegou a esse ponto. À medida que cidades de Los Angeles a Seattle buscam terrenos para construir as moradias acessíveis que prometem há anos, elas se deparam repetidamente com a mesma alternativa: o parque ou o cinturão verde. O que parece ser uma decisão de zoneamento é, na verdade, um referendo sobre qual forma de bem-estar a cidade está disposta a sacrificar em detrimento de outra.

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"Se você construir habitação social feia, criará problemas sociais": uma entrevista com os/as vencedores/as do OBEL Award 2026

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No dia 1º de setembro de 2026, o Modelo de Habitação Social das Baleares foi anunciado como o vencedor do Prêmio OBEL 2026. O foco desta edição do prêmio foi "Systems' Hack", propondo que a arquitetura dialogue criticamente com os sistemas que sustentam a sociedade contemporânea e examine como essas redes interconectadas podem ser reconfiguradas diante da aceleração dos desafios globais. O Modelo de Habitação Social das Baleares, criado pela/o economista e consultor/a independente Cris Ballester e pelo/a arquiteto/a e servidor/a público/a Carles Oliver, é uma abordagem de seis pontos para a habitação pública desenvolvida entre 2019 and 2023. A iniciativa agrega valor e conforto à tradicional habitação de interesse social ao integrar processos de licitação, arquitetura, materiais, energia, regime de posse, capacidade pública e aprendizado como respostas aos desafios sociais, ambientais e econômicos da atualidade. Nesta entrevista ao ArchDaily, a equipe criadora do modelo discute suas origens, ambições e os desafios materiais para tornar a habitação social um local desejável para se viver.

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Modelo de habitação social das Baleares recebe o Prêmio OBEL 2026

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Em meio à crescente instabilidade econômica, política e climática, o OBEL Award de 2026 destaca a necessidade de abordagens arquitetônicas que repensem tanto as infraestruturas existentes quanto as emergentes. O título desta edição é "Systems' Hack", no qual "sistemas" são compreendidos como mecanismos inter-relacionados regidos por regras comuns, e o "hackeamento" é definido como uma intervenção estratégica que busca alterar o funcionamento desses mecanismos. Sob esta perspectiva, a OBEL Foundation anunciou o Modelo de Habitação Social das Baleares como o vencedor do prêmio deste ano, ao mesmo tempo em que anunciou um novo ciclo em 2027 sob a mesma temática. O Modelo de Habitação Social das Baleares foi reconhecido por "transformar o papel da gestão de habitação social nas Ilhas Baleares entre 2019 e 2023", propondo novas abordagens em resposta a uma grave escassez de moradia e a um estoque de moradias públicas para aluguel criticamente limitado na Espanha.

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O Pavilhão da Ucrânia explora o deslocamento e o espaço compartilhado por meio de "Pool of Questions" na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2027

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O pavilhão ucraniano na 20ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia está sendo projetado pela equipe do CO-HATY, uma iniciativa voluntária local que restaura edifícios abandonados no país para transformá-los em moradias estáveis para pessoas deslocadas internamente. A equipe é formada pelo METALAB e por membros realocados da agência ucraniana Urban Curators, que vêm desenvolvendo o CO-HATY desde 2022. Intitulado "Pool of Questions" [Piscina de Perguntas], o projeto levanta uma questão que a organização argumenta ser raramente abordada no contexto de sobrevivência: não se trata apenas de onde as pessoas deslocadas devem morar, mas sim de quando elas podem começar a viver. Para Veneza, a instalação idealizada estende o trabalho de restauração e reutilização adaptativa para um debate sobre moradia acessível, dignidade e descanso em tempos de guerra.

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OMA/Jason Long e Y.A. Studio concluem o projeto de habitação acessível 730 Stanyan em São Francisco

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O OMA, liderado pelo/a sócio/a Jason Long, em conjunto com o escritório Y.A. Studio, sediado em São Francisco, concluiu o 730 Stanyan, um empreendimento de habitação de interesse social de uso misto no bairro de Haight-Ashbury, em São Francisco. Desenvolvido pela Tenderloin Neighborhood Development Corporation (TNDC) e pela Chinatown Community Development Center (CCDC), o projeto oferece 160 moradias permanentemente acessíveis para famílias de baixa renda, famílias anteriormente em situação de rua e jovens em idade de transição (TAY). Localizado no cruzamento das ruas Haight e Stanyan, ao lado da entrada do Golden Gate Park, o empreendimento marca o primeiro projeto de habitação de interesse social 100% acessível concluído pelo OMA nos Estados Unidos.

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Dia Internacional da Juventude 2026: Arquitetura para Diferentes Contextos, Aspirações Comuns

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O Dia Internacional da Juventude, celebrado anualmente em 12 de agosto, é marcado em 2026 sob o tema "Diferentes Contextos, Aspirações Comuns", destacando as aspirações compartilhadas por jovens em diversas realidades sociais, econômicas e geográficas. Apesar das diferenças de onde e como vivem, as pessoas jovens em todo o mundo continuam a buscar dignidade, oportunidades, participação significativa, trabalho decente, educação de qualidade e um futuro sustentável. A data oferece uma oportunidade para reconhecer suas contribuições, ao mesmo tempo em que chama a atenção para as condições e oportunidades que moldam suas vidas.

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"Promovendo outra forma de viver junto": Em conversa com Cristina Gamboa, da Lacol

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No Congresso Mundial de Arquitetos da UIA de 2026 em Barcelona, as discussões sobre o futuro da habitação frequentemente foram além das questões de projeto para abranger temas como governança, propriedade e gestão a longo prazo. Entre os/as palestrantes que participaram dessas conversas estava Cristina Gamboa, cofundadora da Lacol, cooperativa com sede em Barcelona, cuja prática alia arquitetura, ativismo pela habitação, gestão de obras e pesquisa ambiental por meio de um modelo cooperativo. Durante o Congresso, o ArchDaily conversou com Gamboa sobre como a prática cooperativa redefine o papel do/a arquiteto/a, por que a participação vai muito além da mera consulta e de que forma projetos como La Borda e La Morada continuam a alimentar debates mais amplos sobre habitação, cuidado e vida coletiva.

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Estados Unidos aprovam legislação abrangente de reforma habitacional para expandir moradia acessível

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A lei 21st Century ROAD to Housing Act, um projeto de lei bipartidário sobre habitação do Senado dos Estados Unidos, tornou-se lei de forma automática em 11 de julho de 2026. Oficialmente denominada "Renewing Opportunity in the American Dream (ROAD) to Housing Act", a medida tem sido descrita como a iniciativa habitacional mais significativa no país desde a Lei Nacional de Habitação de Interesse Social (National Affordable Housing Act) de 1990, e "a legislação de habitação mais abrangente em décadas". Diante de uma crise global de moradia, o texto revisa programas habitacionais federais, expande as opções de financiamento disponíveis, oferece subsídios para comunidades, foca em exigências regulatórias para a construção civil e enfrenta a concentração da propriedade imobiliária. Essa legislação soma-se a iniciativas globais por moradias dignas, tais como limites para aluguéis de curta temporada, a tributação de unidades residenciais desocupadas e o reaproveitamento e adaptação de estruturas existentes, com o duplo objetivo de aumentar o número de unidades residenciais e disponibilizar os imóveis já existentes.

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“Durante décadas, valorizamos o novo mais do que o antigo”: Em diálogo com os/as vencedores/as do Prêmio OBEL 2025, HouseEurope!

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O potencial de edifícios existentes para moldar cidades e comunidades em constante transformação por meio do reuso e da adaptação é o foco central do HouseEurope! e de seu ativismo: enfrentar o desafio premente em grande parte da Europa, onde costuma ser mais fácil, barato e rápido demolir edifícios do que renová-los. Durante décadas, as políticas de construção, as práticas industriais e as dinâmicas de mercado favoreceram os novos empreendimentos, frequentemente subestimando a importância cultural, social e ambiental das estruturas existentes. Por seu trabalho em prol de uma mudança sistêmica na arquitetura, o HouseEurope! recebeu o Prêmio OBEL 2025 sob o tema "Ready Made". Em conversa com o ArchDaily, Alina Kolar e Olaf Grawert, integrantes do coletivo HouseEurope!, discutiram a abordagem da organização em relação à arquitetura, às políticas públicas e à ação coletiva. Operando como um laboratório de políticas públicas sem fins lucrativos, o HouseEurope! conecta a prática arquitetônica com a legislação, a pesquisa e a participação pública. Seu trabalho começa pela análise do que já existe, traduzindo essas reflexões em diretrizes práticas para legisladores/as e profissionais da área. Projetos de conversão como a renovação de 530 moradias pelo escritório Lacaton & Vassal exemplificam essa "pesquisa pela ação", mostrando como o reuso adaptativo pode ser viável e, ao mesmo tempo, um motor para mudanças sistêmicas com benefícios sociais e ecológicos. Como explica Grawert:

Reconsiderando a Casa Shotgun: Entre Preservação, Experimentação e Deslocamento

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Surgida em cidades portuárias e bairros operários ao longo do século XIX, a casa shotgun tornou-se uma resposta duradoura à densidade, ao clima e a lotes urbanos restritos, consolidando-se como uma das formas domésticas mais emblemáticas do sul dos Estados Unidos. Sua implantação estreita, planta sequencial e varandas profundamente sombreadas geraram uma lógica espacial econômica e ambientalmente responsável muito antes de qualquer um desses termos se tornar central no discurso arquitetônico. De Nova Orleans e Mobile a Houston e Louisville, as casas shotgun formaram o tecido físico de bairros moldados pela migração, pelo trabalho, pela comunidade e pela vida cultural. Embora muitas vezes desdenhada como uma construção vernacular comum, essa tipologia residencial há muito tempo corporifica ideias sofisticadas de adaptação climática, adjacência social e crescimento urbano incremental, o que a torna uma das formas domésticas mais influentes na história das cidades estadunidenses.

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A edição de 2026 do Prêmio UIA 2030 reconhece projetos construídos que impulsionam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

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Durante uma cerimônia realizada no Fórum Urbano Mundial (WUF) em Baku, Azerbaijão, em 20 de maio de 2026, a União Internacional de Arquitetos (UIA) e o ONU-Habitat anunciaram os/as vencedores/as do terceiro ciclo do Prêmio UIA 2030. O prêmio bienal reconhece projetos construídos que trazem contribuições significativas para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Arquitetos/as foram convidados/as a enviar projetos de arquitetura, paisagismo e desenho urbano que abordassem desafios ambientais, sociais e econômicos urgentes em seis categorias: gestão sustentável da água, promoção de ambientes de trabalho seguros, habitação adequada e acessível, planejamento eficiente e inclusivo, acesso a espaços verdes e públicos e resiliência climática.

O terceiro ciclo foi lançado em julho de 2025, e os finalistas regionais das cinco regiões globais da UIA foram anunciados em janeiro. Na etapa final, o júri selecionou os projetos vencedores, altamente recomendados e recomendados em cada categoria, reconhecendo trabalhos na China, Bangladesh, Índia, Tailândia, México, Peru, Colômbia, Espanha, Quênia, Marrocos e Estados Unidos.

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Além do esporte: 10 vilas olímpicas reversíveis e multifuncionais

A primeira vila olímpica da história foi construída para os Jogos Olímpicos de Verão de 1924 em Paris. Antes disso, os atletas se hospedavam em hotéis, albergues, escolas, quartéis e até mesmo nos barcos em que viajavam para as cidades-sede. Pierre de Coubertin, co-fundador do Comitê Olímpico Internacional (COI), foi o idealizador da vila inaugural ao perceber que seria economicamente mais viável abrigar atletas em estruturas novas e temporárias do que em hotéis, enquanto as vilas poderiam incutir também um senso de comunidade entre os competidores internacionais.

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Novos modelos de moradia popular no centro de São Paulo

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O centro das grandes cidades é alvo de diversos agentes públicos e privados. Normalmente com uma infraestrutura urbana completa, essas regiões condensam diversas camadas: de uma quantidade considerável de imóveis vazios até fenômenos como o da gentrificação, que aumentam o valor do custo de vida na região e expulsa as pessoas mais pobres para bairros distantes, acarretando em diversos problemas para o município.

Quando o arquiteto desenha para comunidades: 9 projetos residenciais populares

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Urbanização do Jardim Vicentina / Vigliecca & Associados. Fotos: © Leonardo Finotti

A moradia sempre será um tema e desafio para os arquitetos. Pensá-la de forma que atenda a toda a população e em contextos mais precários é uma das tarefas mais complexas, e talvez impossíveis, de serem plenamente consolidadas. Cada lugar e família sempre colocarão pontos distintos de prioridade em um projeto, motivo pelo qual recorrer a um padrão de soluções não é o ideal. No entanto, diversas propostas apresentam possibilidades de intervenção que criam uma intricada costura entre os mais distintos fatores: infraestrutura básica, programa, desejos próprios, estética, orçamento. Por isso, reunimos aqui alguns exemplos brasileiros de habitações populares, que vão desde uma casa unifamiliar até grandes blocos residenciais. 

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Seminário "Moradia popular e políticas públicas no centro: Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo"

Instituições de ensino, lideranças comunitárias e entidades profissionais se mobilizam em torno do debate sobre moradia popular e políticas públicas no centro. Com mais de 60 palestrantes, o evento será realizado em maio, de modo remoto, e as inscrições serão gratuitas e abertas ao público.

Projeto de Lei quer tornar obrigatória a acessibilidade universal em moradias populares

Um recente Projeto de Lei (PL 6950/17) que está em tramitação na Câmara dos Deputados busca tornar obrigatório o cumprimento do desenho universal em todos os programas habitacionais públicos. O projeto propõe que os espaços possam ser utilizados pelo maior número possível de pessoas, inclusive crianças, idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.