1. ArchDaily
  2. Design Participativo

Design Participativo: O mais recente de arquitetura e notícia

O papel do desenho urbano na segurança das mulheres: lições de quatro espaços públicos

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

O espaço público costuma ser idealizado como um ambiente universal, mas a experiência de acesso a ele é desigual. Para muitas mulheres, deslocar-se pela cidade exige uma avaliação contínua de exposição, visibilidade, proximidade com outras pessoas, iluminação, acesso ao transporte, rotas de fuga e a probabilidade de sofrer assédio. Esses cálculos são moldados tanto pelas condições espaciais quanto pelas sociais. A segurança é uma questão de forma urbana, manutenção, mobilidade, governança e distribuição de investimento público. Embora o ambiente construído possa não ser a causa direta da violência de gênero, ele tem o poder de intensificar a vulnerabilidade e normalizar o acesso desigual, especialmente a espaços públicos.

Para profissionais de arquitetura e planejamento urbano, existe uma distinção fundamental entre projetar para o controle de segurança e projetar para a sensação de segurança. Estratégias de controle de segurança tendem a se concentrar em vigilância, policiamento e gestão de fluxos, ao passo que a segurança urbana cotidiana depende de as pessoas poderem ver e ser vistas, de as rotas serem legíveis, de os espaços públicos acolherem atividades ao longo do dia e de como a manutenção de longo prazo é viabilizada. O papel do design é alterar as condições nas quais a vida pública acontece.

O papel do desenho urbano na segurança das mulheres: lições de quatro espaços públicos - Image 1 of 4O papel do desenho urbano na segurança das mulheres: lições de quatro espaços públicos - Image 2 of 4O papel do desenho urbano na segurança das mulheres: lições de quatro espaços públicos - Image 3 of 4O papel do desenho urbano na segurança das mulheres: lições de quatro espaços públicos - Image 4 of 4O papel do desenho urbano na segurança das mulheres: lições de quatro espaços públicos - Mais Imagens+ 30

Construir como prática política: a USINA e o legado da construção coletiva no Brasil

Áudio disponível

Filippo Brunelleschi e a cúpula de Santa Maria del Fiore, concluída em 1436 na cidade italiana de Florença, representam um capítulo importante na história da arquitetura, frequentemente associado ao crescente distanciamento entre o desenho e a construção. Essa separação, consolidada gradualmente ao longo do tempo, encontra um ponto de inflexão decisivo no Renascimento. O desenho torna-se um instrumento para antecipar e impor autoridade sobre a construção. O canteiro de obras, outrora um espaço de invenção e tomada de decisões, passa a ser compreendido primordialmente como um local de execução.

Nos séculos seguintes, esse distanciamento torna-se cada vez mais acentuado, sobretudo com a construção moderna. A industrialização, la especialização técnica e a organização corporativa fragmentam o processo construtivo em etapas progressivamente distintas. Quem projeta raramente constrói; quem constrói nem sempre participa das decisões; quem financia, gerencia e habita ocupa posições ainda mais distanciadas entre si. A eficiência desse modelo permitiu construir em escala, mas também concentrou o conhecimento e o poder de decisão nas mãos de determinados agentes.

Construir como prática política: a USINA e o legado da construção coletiva no Brasil - Image 17 of 4Construir como prática política: a USINA e o legado da construção coletiva no Brasil - Image 2 of 4Construir como prática política: a USINA e o legado da construção coletiva no Brasil - Image 1 of 4Construir como prática política: a USINA e o legado da construção coletiva no Brasil - Image 4 of 4Construir como prática política: a USINA e o legado da construção coletiva no Brasil - Mais Imagens+ 18

Dia Internacional da Juventude 2026: Arquitetura para Diferentes Contextos, Aspirações Comuns

Áudio disponível

O Dia Internacional da Juventude, celebrado anualmente em 12 de agosto, é marcado em 2026 sob o tema "Diferentes Contextos, Aspirações Comuns", destacando as aspirações compartilhadas por jovens em diversas realidades sociais, econômicas e geográficas. Apesar das diferenças de onde e como vivem, as pessoas jovens em todo o mundo continuam a buscar dignidade, oportunidades, participação significativa, trabalho decente, educação de qualidade e um futuro sustentável. A data oferece uma oportunidade para reconhecer suas contribuições, ao mesmo tempo em que chama a atenção para as condições e oportunidades que moldam suas vidas.

Dia Internacional da Juventude 2026: Arquitetura para Diferentes Contextos, Aspirações Comuns - 1 的图像 4Dia Internacional da Juventude 2026: Arquitetura para Diferentes Contextos, Aspirações Comuns - 2 的图像 4Dia Internacional da Juventude 2026: Arquitetura para Diferentes Contextos, Aspirações Comuns - 3 的图像 4Dia Internacional da Juventude 2026: Arquitetura para Diferentes Contextos, Aspirações Comuns - 4 的图像 4Dia Internacional da Juventude 2026: Arquitetura para Diferentes Contextos, Aspirações Comuns - Mais Imagens+ 13

Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Para milhões de crianças e jovens em situação de deslocamento, a educação se desenvolve em meio a condições de mobilidade forçada, incerteza administrativa e precariedade prolongada. Desse modo, as escolas situadas em regiões de fronteira, assentamentos de pessoas refugiadas e locais de deslocamento por causas climáticas operam como mais do que simples instalações educacionais. Elas se tornam infraestruturas espaciais que negociam as demandas contraditórias de emergência e continuidade, oferecendo ambientes onde o aprendizado persiste apesar da instabilidade do status legal, das condições de vida e da própria sensação de estar em casa.

De acordo com o ACNUR, aproximadamente 45 milhões das 117,8 milhões de pessoas deslocadas à força no mundo eram crianças com menos de dezoito anos no final de 2025. À medida que o deslocamento decorre cada vez mais de conflitos armados, perseguição política, crises ambientais e instabilidade econômica, a arquitetura humanitária enfrenta um desafio crescente: não se trata apenas de construir mais escolas rapidamente, mas de criar ambientes educacionais capazes de assegurar continuidade, segurança e pertencimento em meio a futuros incertos.

Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento - Imagen 1 de 4Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento - Imagen 2 de 4Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento - Imagen 3 de 4Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento - Imagen 4 de 4Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento - Mais Imagens+ 8

Para além das praças da Índia: Onde a democracia pode falar?

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Toda democracia mais cedo ou mais tarde se depara com a mesma questão: onde seus cidadãos e cidadãs podem falar?

Praças públicas, marchas e manifestações historicamente servem como as expressões mais visíveis e impactantes da opinião coletiva. Há um desejo cada vez maior por parte da população de se fazer ver e ouvir no espaço público. As manifestações, por sua própria natureza, são momentos de urgência que surgem quando o diálogo chega a um impasse. Embora sejam essenciais para a democracia, elas não podem ser sua única linguagem.

Para além das praças da Índia: Onde a democracia pode falar? - Image 4 of 4Para além das praças da Índia: Onde a democracia pode falar? - Image 1 of 4Para além das praças da Índia: Onde a democracia pode falar? - Image 2 of 4Para além das praças da Índia: Onde a democracia pode falar? - Image 3 of 4Para além das praças da Índia: Onde a democracia pode falar? - Mais Imagens

Arquitetura que empodera comunidades: as histórias por trás dos projetos de Francis Kéré

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

"Minha única preocupação é que meu trabalho tenha um impacto positivo nas comunidades em que está inserido", afirma Francis Kéré em seu livro Francis Kéré: Building Stories. Sua própria história de vida, o contexto em que cresceu e as experiências pelas quais passou moldam sua abordagem da arquitetura. Trata-se de um compromisso que se estende às pessoas e aos lugares que chamam de lar — valorizando a materialidade, o aprendizado coletivo e a troca de saberes. Descobrir as histórias por trás de projetos como a Escola Primária em Gando e a Escola Secundária Naaba Belem Goumma inspira uma reflexão sobre como projetar espaços que verdadeiramente sirvam à humanidade.

A história de Francis Kéré começa em uma aldeia na África Subsaariana e se estende por muitos lugares. Gando foi o cenário de sua formação inicial, onde absorveu a essência e os princípios que mais tarde moldaram os valores fundamentais de sua trajetória profissional, somados a influências de outras culturas. A estrutura de Gando é constituída por diferentes famílias que se organizam, segundo costumes estabelecidos, em pátios espalhados pela savana. Crescer nessa aldeia remota na savana de Burkina Faso fomenta um forte senso de comunidade, tornado tangível pela compreensão de que cada habitante de cada pátio faz parte da vida do todo.

Arquitetura que empodera comunidades: as histórias por trás dos projetos de Francis Kéré - 1 的图像 4Arquitetura que empodera comunidades: as histórias por trás dos projetos de Francis Kéré - 2 的图像 4Arquitetura que empodera comunidades: as histórias por trás dos projetos de Francis Kéré - 3 的图像 4Arquitetura que empodera comunidades: as histórias por trás dos projetos de Francis Kéré - 4 的图像 4Arquitetura que empodera comunidades: as histórias por trás dos projetos de Francis Kéré - Mais Imagens+ 25

Quando a Arquitetura se Move: Design Cinético e os Rituais do Espaço

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Durante séculos, a arquitetura foi definida por uma permanência estática. Presume-se que um edifício seja fixo, com suas paredes e fundações imóveis no espaço. No entanto, um número crescente de arquitetos/as vem questionando essa premissa ao incorporar o movimento na própria essência e nas estruturas tectônicas das edificações.

Quando coberturas se articulam, paredes deslizam e estruturas inteiras respondem a seus/suas ocupantes, algo extraordinário acontece: os espaços arquitetônicos tornam-se componentes ativos dos rituais cotidianos. Esses momentos de abertura, fechamento, deslocamento e transposição espacial ancoram os edifícios no momento presente e exigem um engajamento ativo dos/as usuários/as. A arquitetura deixa de ser apenas um objeto ou monumento para se transformar em uma coreografia de participação.

Quando a Arquitetura se Move: Design Cinético e os Rituais do Espaço - Image 1 of 4Quando a Arquitetura se Move: Design Cinético e os Rituais do Espaço - Image 2 of 4Quando a Arquitetura se Move: Design Cinético e os Rituais do Espaço - Image 3 of 4Quando a Arquitetura se Move: Design Cinético e os Rituais do Espaço - Image 4 of 4Quando a Arquitetura se Move: Design Cinético e os Rituais do Espaço - Mais Imagens+ 36

“As pessoas usuárias são especialistas em si mesmas”: Como as pessoas moldam os espaços que utilizam

 | Em colaboração
Áudio disponível

O design orienta o uso ou o uso orienta o design? Estudantes lutam para manter o foco, profissionais se esquivam sob iluminação artificial agressiva e ocupantes se afastam de espaços rígidos, muitas vezes em resposta a condições ambientais que só se tornam visíveis quando o espaço passa a ser habitado. A luz que atravessa um ambiente, a reverberação do som, a textura das superfícies ou o ritmo da circulação podem favorecer a concentração, trazer calma ou inspirar a criatividade, mas cada um desses elementos também pode, inadvertidamente, intensificar o estresse e a distração. Arquitetos/as e designers estão investigando e questionando: como as decisões de projeto são fundamentadas e de quem é o conhecimento considerado essencial na hora de moldar o espaço?

Espaço Público em Uso: Región Austral e a Arquitetura do Cotidiano

Áudio disponível

A arquitetura costuma ser avaliada pelo que é construído. No entanto, em muitos casos, o que realmente importa acontece depois: a forma como os espaços são usados, adaptados e integrados à vida cotidiana. Para o Región Austral, vencedor do prêmio 2025 Next Practices Awards do ArchDaily, é exatamente aí que o projeto começa. Trabalhando em múltiplos contextos, o escritório aborda o espaço público não como um objeto isolado, mas como algo que precisa ser ativado, negociado e mantido ao longo do tempo. Seus projetos focam menos na definição da forma e mais na criação de condições de uso, fazendo do projeto o ponto de partida.

Essa abordagem se manifesta em diferentes contextos, desde a Praça do Bairro Olímpico até a rede Playón de Chacarita. Embora cada projeto responda a uma situação específica, ambos exploram como o espaço público pode acolher a vida coletiva em áreas marcadas pela fragmentação e pela desigualdade. Em vez de adotar uma abordagem predefinida, o trabalho se adapta a diferentes condições urbanas, utilizando processos participativos e estratégias incrementais para moldar o funcionamento dos espaços ao longo do tempo.

Espaço Público em Uso: Región Austral e a Arquitetura do Cotidiano - Image 1 of 4Espaço Público em Uso: Región Austral e a Arquitetura do Cotidiano - Imagem de DestaqueEspaço Público em Uso: Región Austral e a Arquitetura do Cotidiano - Image 2 of 4Espaço Público em Uso: Región Austral e a Arquitetura do Cotidiano - Image 3 of 4Espaço Público em Uso: Región Austral e a Arquitetura do Cotidiano - Mais Imagens+ 14

Projetar com, não para: a prática participativa da CatalyticAction

Áudio disponível

A arquitetura é frequentemente avaliada por suas formas finais, no entanto, algumas práticas operam em um registro diferente, no qual o projeto se desenvolve por meio de relações, tempo e uso, e não por um resultado único. Para a CatalyticAction, a participação não é uma atividade social paralela, mas sim o meio pelo qual os espaços são concebidos, construídos e mantidos ao longo do tempo.

Com sedes em Beirute e Londres, o escritório trabalha no Oriente Médio e na Europa, desenvolvendo espaços públicos, escolas, parquinhos e infraestruturas urbanas cotidianas por meio da colaboração de longo prazo com comunidades locais. Baseada em pesquisa participativa e tomadas de decisão coletivas, essa abordagem foi reconhecida pelo prêmio ArchDaily's 2025 Next Practices Awards, destacando um modo de atuação no qual a arquitetura é compreendida como um processo compartilhado e em evolução, e não como um objeto estático. Nesse contexto, o valor arquitetônico é mensurado pela continuidade, pelo uso e pela apropriação coletiva, e não apenas pela forma.

Projetar com, não para: a prática participativa da CatalyticAction - Image 1 of 4Projetar com, não para: a prática participativa da CatalyticAction - Image 2 of 4Projetar com, não para: a prática participativa da CatalyticAction - Image 3 of 4Projetar com, não para: a prática participativa da CatalyticAction - Image 4 of 4Projetar com, não para: a prática participativa da CatalyticAction - Mais Imagens+ 21

Como ensinar empatia? Novas abordagens para o ensino de arquitetura na América Latina

Historicamente, as primeiras universidades do modelo contemporâneo foram implantadas na Europa como instituições voltadas à formação de elites para servir ao Estado e à Igreja, e não para promover a emancipação social. Com o avanço do capitalismo, consolidaram-se como espaços privilegiados de produção e reprodução da cultura ocidental moderna. Contudo, a partir da década de 1960 — especialmente após as revoltas estudantis de maio de 1968 —, a ênfase acadêmica se voltou para valores relacionados ao mercado, substituindo os ideais humanistas e críticos. As ciências humanas perderam espaço, enquanto as áreas técnicas, passaram a ocupar lugar central, muitas vezes afastando-se da reflexão crítica sobre o impacto social de suas práticas.

Como ensinar empatia? Novas abordagens para o ensino de arquitetura na América Latina  - Imagen 1 de 4Como ensinar empatia? Novas abordagens para o ensino de arquitetura na América Latina  - Imagen 2 de 4Como ensinar empatia? Novas abordagens para o ensino de arquitetura na América Latina  - Imagen 3 de 4Como ensinar empatia? Novas abordagens para o ensino de arquitetura na América Latina  - Imagem de DestaqueComo ensinar empatia? Novas abordagens para o ensino de arquitetura na América Latina  - Mais Imagens+ 6

MVRDV e LOLA apresentam "Grüne Mitte", um complexo de habitação social participativo em Düsseldorf, Alemanha

Os escritórios MVRDV e LOLA Ladscape Architecture divulgaram o projeto para um novo empreendimento, o "Grüne Mitte" em Düsseldorf, Alemanha. Centrado na comunicação aberta, negociação e compromisso, o projeto tem como objetivo introduzir 500 novos apartamentos e espaços comunitários para melhorar o bairro. Aproximadamente 50% do plano é designado como moradias sociais ou acessíveis, que foram projetadas a partir de processos participativos com os moradores.

 MVRDV e LOLA apresentam "Grüne Mitte", um complexo de habitação social participativo em Düsseldorf, Alemanha - Imagen 1 de 4 MVRDV e LOLA apresentam "Grüne Mitte", um complexo de habitação social participativo em Düsseldorf, Alemanha - Imagen 2 de 4 MVRDV e LOLA apresentam "Grüne Mitte", um complexo de habitação social participativo em Düsseldorf, Alemanha - Imagen 3 de 4 MVRDV e LOLA apresentam "Grüne Mitte", um complexo de habitação social participativo em Düsseldorf, Alemanha - Imagen 4 de 4 MVRDV e LOLA apresentam Grüne Mitte, um complexo de habitação social participativo em Düsseldorf, Alemanha - Mais Imagens+ 2

Space&Matter e Common City vencem concurso para desenvolver moradias criadas em conjunto com a comunidade em Delft

Em Nieuw Delft, uma área da cidade recentemente desenvolvida ao lado do centro histórico de Delft, Países Baixos, e em proximidade com a estação central de trem, a Common City está desenvolvendo o projeto vencedor LeeuwenPart em colaboração com a Space&Matter. O projeto inclui um edifício residencial localizado no limite do futuro Parque Van Leeuwenhoek. Ele foi desenvolvido por meio de um método de co-criação no qual os futuros moradores são incluídos no processo de desenho, resultando em um prédio bem adaptado e uma comunidade unida.

Space&Matter e Common City vencem concurso para desenvolver moradias criadas em conjunto com a comunidade em Delft - Image 1 of 4Space&Matter e Common City vencem concurso para desenvolver moradias criadas em conjunto com a comunidade em Delft - Image 2 of 4Space&Matter e Common City vencem concurso para desenvolver moradias criadas em conjunto com a comunidade em Delft - Image 3 of 4Space&Matter e Common City vencem concurso para desenvolver moradias criadas em conjunto com a comunidade em Delft - Image 4 of 4Space&Matter e Common City vencem concurso para desenvolver moradias criadas em conjunto com a comunidade em Delft - Mais Imagens

Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona

Cidades são uma tela para a criatividade arquitetônica e o dinamismo da vida urbana. Nos últimos anos, elas assumiram um papel adicional: o de laboratórios vivos para uma arquitetura e um urbanismo inovadores. Cidades internacionais tornaram-se terrenos experimentais para a tecnologia arquitetônica, com práticas sustentáveis e princípios de design centrados no ser humano sendo testados e refinados. Essa mudança de paradigma não apenas transformou os aspectos físicos dos ambientes urbanos, mas também redefiniu a relação entre arquitetura, comunidade e o ambiente construído.

Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 1 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 2 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 3 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 4 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Mais Imagens+ 1

Adjaye Associates e Holst Architecture divulgam biblioteca voltada para a comunidade de Portland

O escritório Adjaye Associates, em colaboração com o Holst Architecture, divulgou as primeiras renderizações para a nova East County Library em Portland, Oregon, uma nova instalação que oferecerá uma gama diversificada de serviços e programas. O projeto do edifício de mais de 8.800 metros quadrados foi concebido a partir de amplo envolvimento da comunidade. Várias organizações locais ajudaram nesses esforços organizando eventos comunitários, divulgação entre adolescentes e pesquisas. Como o projeto está atualmente na fase preliminar, as imagens apresentadas provavelmente serão alteradas com a resposta da sociedade.

Adjaye Associates e Holst Architecture divulgam biblioteca voltada para a comunidade de Portland - Image 1 of 4Adjaye Associates e Holst Architecture divulgam biblioteca voltada para a comunidade de Portland - Image 2 of 4Adjaye Associates e Holst Architecture divulgam biblioteca voltada para a comunidade de Portland - Image 3 of 4Adjaye Associates e Holst Architecture divulgam biblioteca voltada para a comunidade de Portland - Image 4 of 4Adjaye Associates e Holst Architecture divulgam biblioteca voltada para a comunidade de Portland - Mais Imagens+ 2

O que é cocriação no contexto da arquitetura e do urbanismo?

Acesso exclusivo | 

Nos últimos anos, o termo “cocriação”, uma palavra da moda no setor de negócios e gestão, entrou no discurso da arquitetura e do planejamento urbano. O termo é usado para definir um conceito amplo que descreve o trabalho intencional para a criação de algo em conjunto. Mas a arquitetura já é o resultado de uma colaboração entre vários atores como arquitetos, clientes, investidores e governo local, para citar alguns. Dessa forma, poderia o termo ainda ser aplicado a este campo, trazendo novas formas de conhecimento que diferem do design participativo?

O que é cocriação no contexto da arquitetura e do urbanismo? - Image 1 of 4O que é cocriação no contexto da arquitetura e do urbanismo? - Image 2 of 4O que é cocriação no contexto da arquitetura e do urbanismo? - Image 3 of 4O que é cocriação no contexto da arquitetura e do urbanismo? - Image 4 of 4O que é cocriação no contexto da arquitetura e do urbanismo? - Mais Imagens+ 5

Chamada aberta para o Global Challenge 2022: envie seu projeto

A edição de 2022 do Global Challenge (#GC2022) da Architecture-in-Development (A--D) está recebendo inscrições de comunidades de autoconstrução em todo o mundo. O prazo para inscrição é 30 de novembro de 2022.

O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo

Acesso exclusivo | 

O design participativo é um processo democrático que visa oferecer contribuições iguais para todas as partes interessadas, com foco particular nos usuários, geralmente não envolvidos diretamente no método tradicional de criação espacial. A ideia baseia-se no argumento de que envolver o usuário no processo de concepção pode ter um impacto positivo na recepção desses espaços. Facilita o processo de apropriação, ajuda a criar locais representativos e valiosos e, assim, cria resiliência dentro do ambiente urbano e rural.

O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo - Image 1 of 4O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo - Image 2 of 4O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo - Image 3 of 4O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo - Image 4 of 4O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo - Mais Imagens+ 5