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Design Participativo: O mais recente de arquitetura e notícia

Qual o papel dos materiais e sistemas construtivos para democratizar a arquitetura?

"A Arquitetura não muda nada. Está sempre do lado dos mais ricos." Com essas palavras, Oscar Niemeyer se referiu à arquitetura como um privilégio destinado principalmente à classe alta - uma declaração que historicamente provou ser verdadeira, mesmo como alguns gostariam de negar. Hoje, apenas 2% de todas as casas ao redor do mundo foram projetadas por arquitetos. Isso se deve em grande parte ao fato de que, aos consumidores médios, as casas projetadas por arquitetos continuam sendo percebidas como produtos caros e inatingíveis disponíveis apenas para este poucos selecionados; Um luxo que muitos não podem entender, especialmente à medida que os preços da habitação aumentam. Por fim, isso torna o bom projeto inacessível para certos segmentos, forçando -os a se contentar com condições de vida precárias em espaços padronizados que não levam em consideração suas necessidades (ou seja, se eles têm acesso à moradia).

Bairro flutuante em Amsterdã oferece uma nova perspectiva sobre circularidade e resiliência

Schoonschip é um inovador bairro circular de Amsterdã, um projeto comunitário definido para se tornar um protótipo para empreendimentos urbanos flutuantes. Com um masterplan elaborado pelo escritório de arquitetura holandês Space & Matter, o projeto compreende 46 residências em 30 lotes de água conectados por um cais e que emprega recursos descentralizados e sustentáveis de energia, água e sistemas de esgoto. Com o último de seus edifícios concluído este ano, o empreendimento apresenta uma estratégia de adaptação importante de ser considerada, em face das mudanças climáticas e da elevação do nível do mar.

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Arquitetura participativa: quando a comunidade se faz presente no processo projetual

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A experiência do usuário facilmente pode se contrapor aos ideais de um projeto, principalmente quando espaços devem ser pensados para comunidades. Sendo assim, recorrer a uma arquitetura na qual os futuros usuários possuem poder de decisão representa um movimento no qual distintos pontos de vistas podem se aliar ao olhar do arquiteto para gerar um partido inovador.

O que é placemaking?

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Apesar de muitas vezes serem utilizados como sinônimos, espaço e lugar podem assumir definições diferentes a depender do contexto em que são utilizados. Nesse sentido, o placemaking demonstra que a criação de lugares vai muito além da sua concepção física, envolvendo parâmetros como sociabilidade, usos, atividades, acessos, conexões, conforto e imagem de forma a criar vínculos entre as pessoas e o que então será entendido como lugar.

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Viver e trabalhar juntos, reflexões sobre produtividade e empatia pós-pandemia

O tema deste mês no ArchDaily, como viveremos juntos, convida a refletirmos sobre a forma como habitamos os espaços com os outros. Este artigo se concentrará em tal questão a partir de dois conceitos que, ao coexistir em harmonia, podem resultar em um futuro viável para o desenvolvimento: viver e trabalhar.

Este aprofundamento faz parte do repensar do distanciamento social. Devemos realmente nos distanciar da socialização para mitigar a propagação da COVID-19? A pandemia nos desestabilizou, e talvez se as palavras escolhidas para a palavra de ordem emergente desta conjuntura fossem repensadas em um espírito mais otimista, poderíamos obter algo como: empatia a 2m de distância. Desta forma, o mesmo efeito é alcançado para o distanciamento como medida de precaução, com a diferença de pensar na entidade coletiva, construindo assim o tecido social que emerge nos espaços onde trabalhamos e vivemos.

Como a participação comunitária pode ajudar na reconstrução arquitetônica e urbana pós-desastres

Os conceitos de autonomia, colaboração e participação têm ganhado destaque no âmbito da arquitetura e urbanismo em práticas realizadas por comunidades em conjunto com arquitetos, urbanistas e designers. Em um período no qual o número de desastres climáticos tem aumentado significativamente – a quantidade dobrou nos últimos 40 anos segundo relatório divulgado em 2016 pelo CRED (Centre for Research on the Epidemiology of Disasters) –, somado a conflitos e outras tragédias, a demanda por reconstrução de habitações e da infraestrutura nas localidades atingidas têm crescido simultaneamente. Este fator tem demandado um grande esforço colaborativo para a reconstrução arquitetônica e urbana.

Participação como princípio básico da habitação social: aplicando o trabalho de Christopher Alexander

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O artigo a seguir faz parte de uma série desenvolvida por Nikos A. Salingaros, David Brain, Andres M. Duany, Michael W. Mehaffy e Ernesto Philibert-Petit, que enfoca as particularidades da habitação social na América Latina. Este texto explora o papel da participação nos processos de projeto e construção de um tecido urbano saudável baseado na experiência de Christopher Alexander. Reveja as outras matérias e o novo artigo, a seguir:

Arquitetura que transcende barreiras de linguagem: Casas de Parto no México

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Até alguns anos atrás, a maior causa de mortes no município de Tenejapa, localizado na região de Los Altos de Chiapas, era por problemas relacionados ao trabalho de parto. Ante esse panorama, e aliado à falta de serviços médicos na região, as parteiras tradicionais de 22 comunidades agruparam-se para combater o problema e formaram a Rede de Parteiras “Un solo corazón A.C.”, organização que conseguiu reduzir a zero a taxa de mortalidade materna e infantil atendendo 98% dos partos na área.